Uns dias atrás publiquei uma oportunidade de renda extra, pros cadeirantes.
Aproveitei e expressei minha opinião. Recebi uma resposta do Sr. Mário, idealizador do projeto e nada mais justo publicar a opinião dele, né mesmo?
A minha opinião permanece a mesma.
Segue a do Sr. Mário:
Queria inicialmente agradecer a colocão da materia no blog , não queremos de modo algum com nossa invenção colocar o cadeirante em situação constrangedora ,vexatória ,ou qualquer outra condição de inferioridade , muito pelo contrario ,nossa visão é que o cadeirante é um cidadão que pode e deve contribuir com a sociedade em que esta inserido dentro de suas possibilidades e condições ,e o que podemos oferecer pode parecer a alguns constrangedor ou vexatório ,mas peço que reflita,para algumas pessoas o serviço de vendedor ,seja lá do que for , é vexatório , pois não se encaixa no seu perfil , de ficar oferecendo e levando vários nãos , e as vezes um sim,eu mesmo não me adapto a essa função, mas muitas pessoas ganham seu dinheiro dessa forma , vendendo diversas coisas na rua como ambulantes , e oque falar da função de lixeiro , serviço mais do que digno , impressendivel a todos nós , agora pergunto : existe demérito no caso de um cadeirante lixeiro?embora suas condições fisicas não permitam, no meu ver não seria nada vexatória.O cadeirante não deve ser visto como menos e tambem não deve ser visto como mais ,alguns podem estudar e ter funções socialmente louváveis , mas outros nem tanto , mas o mercado de trabalho deve criar condições para que todos ,cadeirantes ou não possam ter uma vida digna e honesta e é apenas essa nossa proposta.Como empresário é claro e óbvio,vizamos o lucro ,mas tambem temos uma proposta de inclusão sim , que pode vir a melhorar a vida de muitos cadeirantes pelo Brasil todo ,não queremos dar nem tirar nada de ninguem , este não é e nunca será nosso objetivo ,não queremos vender o sistema para o cadeirante , queremos sim que o cadeirante seja nosso parceiro de negócios , passando a ele nossa experiência, para que juntos possamos progredir comercialmente.Estamos estudando como fazer isso, e nossa idéia principal no momento seria como uma franquia , na qual todo o suporte seria fornecido por nós e o cadeirante ficaria responsavél pela venda das publicidades e sua veiculação.Explicando um pouco o sistema :- O painel fica fixado na parte trazeira da cadeira acima da cabeça e pode ser removido facilmente,fica voltado para traz ,quem olhar as propagandas não estara olhando o rosto do cadeirante ,como todo serviço o cadeirante irá usar o equipamento por seis horas diárias ,claro que de manhã e a tarde , não precisará ficar caminhando com a cadeira o tempo todo , pois ele terá um espaço fisico delimitado para circular,as pessoas passam e ouvem e veêm as vinhetas publicitarias ,por exemplo numa avenida beira mar , em cidades como Santos e tantas outras neste pais, ou em ruas movimentadas de grandes cidades.Os valores que citei na outra materia são meramente referencia , pois sei como todos os publicitários sabem que os valores variam por diversos motivos , mas com certeza são valores cotados por baixo.Pensamos e estamos em contato com algumas prefeituras no sentido de viabilizar apoio ao projeto com a destinação de uma parcela minima do orçamento de publicidade delas ao projeto , o que garantiria um retorno imediato ao cadeirante que já começaria seu negócio com algumas publicidades publicas e iria vendendo os outros espaços aos empresarios de seu local ou de sua cidade.Não pensem que é facil não , não queremos iludir ninguem, a venda das publicidades é relativamente dificil e á de se ter persistência para se obter o sucesso esperado.Desculpe o tamanho desta , mas vi que era necessária pelos comentários quem li.Agradeço imensamentes a todos que postaram suas opiniões e acredito mesmo que esta polemica é que me dará uma visão mais clara sobre a implantação ou não do nosso projeto comercialmente.Pois se entender que isso denigre de alguma forma aos cadeirantes,isso com certeza permanecerá como um sonho que um dia pensamos poder se tornar realidade.Grato