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Posts de fevereiro 2011

Esportes Radicais

27 de fevereiro de 2011 0

Fala galera!

Após assistir a este meu vídeo no YouTube, o Milton sugeriu que eu o colocasse aqui no blog. O vídeo mostra o voo de asa delta que fiz no ano passado no Rio de Janeiro, foi realmente muito bom, saltar de asa delta de cerca de 500 metros de altitude é emocionante, recomendo para quem tiver oportunidade!

Na praia de São Conrado há também pilotos de parapente (paraglider) oferecendo voos livres, optei pela asa delta porque tinha maior vontade e curiosidade. Foi incrível a experiência, ver o mar do alto, voar sobre os enormes edifícios, enfim, visualizar coisas de maiores dimensões que tive a oportunidade de enxergar bem, mas o melhor de tudo foi a sensação de estar voando, livre, muito bom mesmo!!!

Tentei postar o vídeo no blog, mas o tamanho do arquivo ultrapassa o limite de megabytes suportado. Então para assistir ao vídeo clique aqui.

Futuramente, pretendo experimentar o voo de parapente, este inclusive temos à disposição bem próximo, aqui na praia de Torres, onde há voos de parapente e paramotor, o primeiro, permite voos livres com menores distâncias e depende das condições do vento, o segundo, é o mesmo parapente, porém com um motor acoplado ao equipamento, possibilitando voos mais longos, atingindo maiores distâncias. Meu irmão – que também tem baixa visão – fez este voo em Torres e também achou sensacional a experiência. Conforme informação dos pilotos, o parapente é uma excelente opção de esporte radical para cadeirantes, isto porque o passageiro faz o passeio sentado (assim como o piloto).

Para ilustrar o que eu escrevi, coloquei abaixo algumas fotos do voo de parapente que meu irmão fez em Torres/RS. Fica aqui então como dica de “aventura acessível”.



Direito de resposta.

25 de fevereiro de 2011 0

Uns dias atrás publiquei uma oportunidade de renda extra, pros cadeirantes.

Aproveitei e expressei minha opinião. Recebi uma resposta do Sr. Mário, idealizador do projeto e nada mais justo publicar a opinião dele, né mesmo?

A minha opinião permanece a mesma.

Segue a do Sr. Mário:

Queria inicialmente agradecer a colocão da materia no blog , não queremos de modo algum com nossa invenção colocar o cadeirante em situação constrangedora ,vexatória ,ou qualquer outra condição de inferioridade , muito pelo contrario ,nossa visão é que o cadeirante é um cidadão que pode e deve contribuir com a sociedade em que esta inserido dentro de suas possibilidades e condições ,e o que podemos oferecer pode parecer a alguns constrangedor ou vexatório ,mas peço que reflita,para algumas pessoas o serviço de vendedor ,seja lá do que for , é vexatório , pois não se encaixa no seu perfil , de ficar oferecendo e levando vários nãos , e as vezes um sim,eu mesmo não me adapto a essa função, mas muitas pessoas ganham seu dinheiro dessa forma , vendendo diversas coisas na rua como ambulantes , e oque falar da função de lixeiro  , serviço mais do que digno , impressendivel a todos nós , agora pergunto : existe demérito no caso de um cadeirante lixeiro?embora suas condições fisicas não permitam, no meu ver não seria nada vexatória.O cadeirante não deve ser visto como menos e tambem não deve ser visto como mais ,alguns podem estudar e ter funções socialmente louváveis , mas outros nem tanto , mas o mercado de trabalho deve criar condições para que todos ,cadeirantes ou não possam ter uma vida digna  e honesta e é apenas essa nossa proposta.Como empresário é claro e óbvio,vizamos o lucro ,mas tambem temos uma proposta de inclusão sim , que pode vir a melhorar a vida de muitos cadeirantes pelo Brasil todo ,não queremos dar nem tirar nada de ninguem , este não é e nunca será nosso objetivo ,não queremos vender o sistema para o cadeirante , queremos sim que o cadeirante seja nosso parceiro de negócios , passando a ele nossa experiência, para que juntos possamos progredir comercialmente.Estamos estudando como fazer isso, e nossa idéia principal no momento seria como uma franquia , na qual todo o suporte seria fornecido por nós   e o cadeirante ficaria responsavél pela venda das publicidades e sua veiculação.Explicando um pouco o sistema :- O painel fica fixado na parte trazeira da cadeira acima da cabeça  e pode ser removido facilmente,fica voltado para traz ,quem olhar as propagandas não estara olhando o rosto do cadeirante ,como todo serviço o cadeirante irá usar o equipamento por seis horas diárias ,claro que de manhã e  a tarde , não precisará ficar caminhando com a cadeira o tempo todo , pois ele terá um espaço fisico delimitado para circular,as pessoas passam e ouvem e veêm as vinhetas publicitarias ,por exemplo numa avenida beira mar , em cidades como Santos e tantas outras neste pais, ou em ruas movimentadas de grandes cidades.Os valores que citei na outra materia são meramente referencia , pois sei como todos os publicitários sabem que os valores variam por diversos motivos , mas com certeza são valores cotados por baixo.Pensamos e estamos em contato com algumas prefeituras no sentido de viabilizar apoio ao projeto com a destinação de uma  parcela minima do orçamento de publicidade delas ao projeto , o que garantiria um retorno imediato ao cadeirante que já começaria seu negócio com algumas publicidades publicas e iria vendendo os outros espaços aos empresarios de seu local ou de sua cidade.Não pensem que é facil não , não queremos iludir ninguem, a venda das publicidades é relativamente dificil e á de se ter persistência para se obter o sucesso esperado.Desculpe o tamanho desta , mas vi que era necessária pelos comentários quem li.Agradeço imensamentes  a todos que postaram suas opiniões e acredito mesmo que esta polemica é que me dará uma visão mais clara sobre a implantação ou não do nosso projeto comercialmente.Pois se entender que isso denigre de alguma forma aos cadeirantes,isso com certeza permanecerá como um sonho que um dia pensamos poder se tornar realidade.Grato

No pediatra!

22 de fevereiro de 2011 1

Sexta fomos ao pediatra.

Ana Sofia, papai e mamãe. Antes dela nascer, eu havia pesquisado umas clínicas e fui em duas pediatras que gostei bastante.

O consultório de uma é um sobradinho, mas quando liguei e perguntei do acesso, ela falou que atenderia no andar de baixo, no consultório de um colega. A outra que também gostei, o consultório é apertadinho, tem umas cadeiras perto da porta que impede a porta abrir totalmente, mas quando eu vi, pensei: Bom! Quando o Milton vier é só empurrar os bancos.

No dia do parto, a pediatra que atende no sobradinho tava na praia, como tínhamos o plano B, tudo certo.

Sexta na primeira consulta de revisão, pra nossa infeliz surpresa, inclusive da pediatra, o Milton não entrou sequer na clínica, os tais bancos eram grudados no chão. A pediatra disse que gastou uma grana prum arquiteto e ele simplesmente esqueceu de tornar o consultório acessível.

A pediatra mudará de endereço em junho, gostamos dela e estamos na dúvida trocar ou não trocar? Deixei o Milton decidir.

É incrível, como até mesmo consultórios e clínicas médicas são esquecidos.

Uma pena!

Nossa Miúda já tem 10 dias.

Ana Sofia - Bem vinda!

14 de fevereiro de 2011 1

Pesando 3670kg e medindo 51cm.

Orgulhosamente apresentamos…


Dona Cegonha!

12 de fevereiro de 2011 0

Estaremos fora uns dias.

Hoje é a chegada da Dona Cegonha!



Tramandaí Acessível

11 de fevereiro de 2011 0

Nos dias 25 e 26 de fevereiro, estaremos realizando o programa PRAIA ACESSÍVEL PARA TODOS.

A nossa ação se resume em levar os nossos convidados para tomarem um banho de mar na Praia de Tramandai, nas CADEIRAS ANFÍBIAS, projetadas para levar quem depende de cadeira de rodas para entrar na água.


Quem tiver interesse em participar é só comparecer na praia de Tramandaí nos horários indicados para o banho de mar e sol.


Montaremos duas tendas para recebê-los e teremos um trilho especial para não deixar as cadeiras de rodas atolarem na areia.


Se alguma entidade quiser participar desta atividade com os seus associados, estaremos disponibilizando um ônibus gratuito da empresa ATIVA TURISMO para nos levar e voltar passando um dia em Tramandaí.


Aguardo confirmação de qual a entidade se prontifica em participar do

Programa PRAIA ACESSÍVEL PARA TODOS.



Rotechild Prestes
Ong Caminhadores
Presidente
(51)84644301

ACESSIBILIDADE NAS ELEIÇÕES

10 de fevereiro de 2011 0

E aí, galera! Tudo certo?

Quero lembrar a todos vocês, leitores do blog, um assunto importante: eleições!

Eleições??? Mas o próximo pleito será somente daqui a um ano e meio!!!

Sim! Mas é por isto mesmo, normalmente lembramos deste assunto somente na própria época das eleições é claro, então quero relembrar a todos que precisam de alguma adequação na hora de votar que já é tempo de comparecer no TRE para atualização de cadastro e inclusão de informações relativas à deficiência e à necessidade, por exemplo, solicitar que a seção eleitoral fique no andar térreo, sem degraus, com rampas – para pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, etc – ou solicitar que, no momento da votação, sejam disponibilizados fones de ouvido – para pessoas com deficiência visual – havendo assim, pleno acesso às informações apresentadas na tela da urna eletrônica durante o processo de votação.

Temos este direito e, melhor ainda, esta possibilidade, então vamos aproveitar!

No ano passado, fiquei sabendo da existência do recurso de áudio um pouco tarde, mas mesmo assim entrei em contato com o TRE e me informaram que já não havia possibilidade de incluir informações no meu cadastro, que este tipo de atualização só é possível até 180 dias (ou algo próximo, não lembro exatamente) antes das eleições, assim como aquele período para transferência do título de eleitor. Acabei, mais uma vez, votando apenas confiando no que digitei na urna…

Semana passada, finalmente fui ao TRE de Porto Alegre e atualizei meu cadastro, em 2012 poderei utilizar o recurso de áudio nas eleições municipais.

Em 2010, soube de vários casos de cadeirantes que acabaram não votando porque a seção ficava no segundo andar e só tinha escada, então não vamos deixar para última hora.

Vamos lá pessoal, ACESSIBILIDADE JÁ!!!

Classificados do S.B.

10 de fevereiro de 2011 0

Turma!

A Sra. Magda, magdaperez@terra.co.br está doando duas cadeiras de rodas.

Além disso ela também tá vendendo um elevador tipo o modelo abaixo.


Boa sorte pra quem procura e pra quem tá vendendo!


Quem nem o Jairo.

09 de fevereiro de 2011 1

Lendo no Jairo, ele recebeu o mesmo e-mail que eu. Acho que todos os blogs com as mesmas idéias receberam.

O título era: Acesso ao Mercado de Trabalho.

O acesso é :  Sua cadeira virar fonte de anúncio. Eu achei bizarro e humilhante, lembrei dos homens placas que carregam aquelas placas enormes e pesadas no centro das grandes cidades.

O Milton também achou meio estranho.

A Ju, já viu por outro lado: Pô a pessoa vai ganhar um dindin.

Se ao menos o cara desse a cadeira de rodas, pensaria duas vezes, mas a priore continuo achando bizarro.

Durante muito tempo, cadeirante era visto como pedinte, até hoje já li em muitos blogs, um cadeirante tá esperando um táxi, uma carona parado na calçada alguém depositar uma moeda em seu colo.

Mas cada um com seu cada qual, né mesmo?

Dêem sua opinião.

Não tinha publicado antes porque realmente não havia gostado da idéia.


Olá , meu nome é Mario e tenho uma empresa de mídia digital,chamada MZ3 mídia, penso que poderia me auxiliar com comentários e propostas acerca do projeto de minha empresa.Trabalhamos com mídia digital e desenvolvemos um pequeno painel publicitário que se adapta a qualquer cadeira de rodas. Nosso projeto esta em fase de registro de patente no INPI e em breve estaremos trabalhando com o mesmo. Nossa direção seria no sentido de parcerias diretamente com o cadeirante , tal qual uma franquia, o cadeirante teria sua própria empresa, registrada no seu município e nossa empresa daria o suporte técnico e a manutenção no equipamento. Nossa mídia possibilita a inserção de 18 mensagens publicitária de anunciantes a um custo mínimo para este de 150,00 a quinzena, o que daria um faturamento bruto mínimo de 5400,00 ao mês, preço muito bom, pois se pesquisar notara que um outdoor de rua custa aproximadamente 600,00 a quinzena conforme a cidade e a região, coloco esses números para que saiba que o projeto realmente possibilitará um rendimento real satisfatório, claro é que parcerias com grandes empresas e prefeituras seriam bem vindas e facitariam a operacionalidade do projeto, espero que questione e ajude com opiniões e criticas a tornar possível esse projeto.O painel é composto por uma caixa de componentes que não necessita ser ligada a rede eletrica e  que fica fixada na parte trazeira da cadeira ,no local onde outra pessoa pega para emprurar a cadeira e pode ser colocado e tirado com toda facilidade , esse painel reproduz imagens e sons como se fosse uma tv e nesta tela passam as propagandas de lojas e comercios locais e tambem campanhas como a dengue , vacinações e eventos promovidos pela prefeitura , havendo por isso mesmo a possibilidade de participação do poder publico neste sistema de inclusão,gostaria de saber sua opinião sobre esse meio de inclusão que possibilita ao cadeirante um trabalho independente e que dependerá somente dele.

Vagas, sempre as vagas.

07 de fevereiro de 2011 0

O Globo, tem uma matéria, onde o leitor se transforma em jornalista.

Você vê algo errado e/ou interessante manda, se o Jornal achar legal, publica. A coluna se chama:  Eu- reporter.

Ontem li essa notinha, onde mais uma vez era abordado a falta de educação das pessoas e as vagas pra deficientes.

Até o momento que li, havia rendido mais de 60 comentários,  só que alguns deles, repudiando a atitude do cidadão que flagrou o caminhão da Schincariol na vaga. Vejam bem: O errado era o cara, segundo tais comentários, o cidadão-repórter queria apenas se promover.

Gente! A vaga não é pra ser usada, nem por um minutinho se você não precisa dela, não é pra usar e pronto.

É uma questão de cidadania chamar a atenção do imbecil que parou no lugar errado, nota dez pra quem chamou a atenção e zero pra quem achou ridículo, esse provavelmente também pára no lugar errado.

Onde vamos parar? O cara pára no lugar errado, um corajoso correndo o risco de apanhar, repreende o babaca e ainda sai como o errado?



Malhação acessível em Porto Alegre

04 de fevereiro de 2011 0

O vídeo foi feito em SP, mas se você tiver em Poa pode malhar também.



Basta procurar o Marcelo Morganti Sant’Anna, marcelo@fortius.com.br, ir no site da <a href="www.fortius.com.br">Fortius, ou ainda dá uma ligadinha pro próprio Marcelo 9104 8334.
Quem sabe você já dá uma malhada ainda esse verão.

Mudança radical

01 de fevereiro de 2011 0

Durante todo o tempo em que tentávamos engravidar, minha preocupação era exclusivamente engravidar.

Agora grávida, as preocupações já são outras e dentre elas a organização da casa.

Um cadeirante, um bebê e uma mãe pra lá de primeira viagem terão que se virar do jeito que der e vier e, sozinhos.

Claro, que amigos não faltaram  com o : “Qualquer coisa me liga…” Mas convenhamos, não dá pra ligar pra eles por qualquer coisa,né?

Umas das decisões que tomamos foi o parto cesariano, embora eu e Ana Sofia estejamos ótimas, resolvemos optar pelo PC, as ongs, campanhas publicitárias e defensoras do parto normal agora já devem até ter parado de nos ler.

Mas imaginem, fevereiro + Porto Alegre= praia, ou seja, todo mundo: Médicos, amigos, conhecidos e todas as pessoas que possivelmente te ajudariam numa emergência de uma “bolsa estourada” estão na praia. Marcando uma data, pelo menos os médicos estarão no hospital. Assim espero!

Além disso e, embora o Milton se vire bem em muitas situações domésticas e pessoais, ele depende de alguém, pra muitas outras situações, já é difícil termos essa pessoa com antecedência, imagina de última hora.

Fevereiro inicia e trará uma grande mudança nas nossas vidas, dessa vez uma mudança maravilhosa e pra lá de desejada.

Seja o que Deus quiser, seguirei os sábios conselhos da minha mãe:” Minha filha, pé de galinha não mata pinto”.

Que venha Ana Sofia  que Papito e Mamis te aguardam, mesmo sem saber por onde começar!