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Posts de março 2011

Vagas: Milésimo capítulo

24 de março de 2011 0

Nossa leitora Karin, contribui com esta bela foto.

Foi tirada na vaga reservada que existe na frente da antiga Prefeitura, detalhe que o carro é da Secretaria Estadual.Até as autoridades tiram “casquinha”

Na Semana de Porto Alegre

24 de março de 2011 0

Vai rolar uma “MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA”. A ideia é lembrar a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, da necessidade urgente a acessibilizar a cidade como um todo, não somente a região central, mas, também, a zona periférica.

Venha participar da campanha de Acessibilidade Universal na nossa cidade.

Dia: 27 de Março de 2011 ( Domingo).
Local: Parque Farroupilha   ” REDENÇÃO” no Memorial Expedicionário
Horario: Apartir das 15hs
Obs: Convide um amigo!

Traga um cartaz de apoio ao movimento 

Contamos com a sua presença!

Descaso no Salgado Filho

22 de março de 2011 0

Faz algum tempo que a Azul e a WebJet estão operando no terminal 2 do Salgado Filho, em miúdos, o antigo aeroporto. Lá não tem finger (aquele tunel que leva ao avião) em nenhum dos portões de embarque, é tudo na remota. Bueno, estou voltando de São Paulo sábado passado – fui madrinha de casamento num Cruzeiro, o que merece um post a parte – e passei por aquele clássico constrangimento: falta de acessibilidade.

Além da cadeirante aqui, outras duas vovós beirando os noventa anos também precisavam de algum recurso para evitar as escadas. Cabe a Infraero disponibilizar o Ambulif – não tem nenhum por lá - cabe as comanhias aéreas dispor de stair trac (aquela cadeira robocob que sobre e desce escadas), a Azul tem uma mas a WebJet não. Voei pela última e me lasquei. Desceram todos os passageiros, inclusive as vovós de noventa anos, pelas escadas e eu fiquei mofando e exigindo uma coisa tão banal: o cumprimento da lei.

É soda. Tem resolução da ANAC, tem lei da Acessibilidade, o Brasil ratificou a convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência em 2008 e a coisa segue só no papel. Filmei tudo com o celular, lá vou eu meter mais um processo, mas a mentalidade das pessoas não muda. Foi uma cena ridícula. Toda tripulação esperando eu decidir se ia encarar a escada ou não, as pessoas do próximo vôo prejudicadas pelo atraso e tudo mais. Fico pensando como vai ser na Copa, nas Olimpíadas. Se as companhias já passam aperto com um cadeirante que fala português, imagina como será com uma delegação de quebrados exigindo acessibilidade em javanês .

SEGREGAÇÃO NUNCA!!

13 de março de 2011 0


Lendo o colunista Paulo San’tana neste domingo, dia 13-03-2011, jornal Zero Hora, sobre a segregação do carnaval, dos carnavalescos e consequentemente de uma grande parcela do povo de porto Alegre,  grande porto alegre e gaúchos em geral.

Absolutamente uma vergonha, ainda quero entender como é que as “COMUNIDADES” aceitaram este acinte, esta pouca vergonha.

Foi instituído em 2004, logo na prefeitura do PT,  Sr. João Verle, até parece que o PT é da elite. O líder maior, LULA, sempre criticou as elites aos quais o PT se subjugou.

Rio, São Paulo, Salvador, etc. etc., verdadeiras megalópoles, destinam espaços nobres, centrais, de fácil acesso a todos para a festa de carnaval.

Nós aqui, “expulsamos” para fora de Porto Alegre a maior festa popular do mundo. Óbvio que foram expulsos por ser popular.

Mesmo a  coluna sendo escrita pelo ilustre jornalista, a imprensa gaúcha não está isenta de culpa sobre este episodio, aliás, acho que é a principal culpada. (Imprensa livre, tendenciosa e omissa quando lhe convém)!

Reação JÁ!  Pela volta do carnaval de Porto Alegre onde sempre foi e onde lhe é merecido!!

Absurdo no avião!

03 de março de 2011 0

Cumbica (Guarulhos)

A deputada federal Mara Gabrilli ficou presa por duas horas no interior de um avião na noite desta quarta-feira (2/3/2011) no aeroporto internacional de Guarulhos (Grande SP) após se recusar a sair sem o equipamento adequado para desembarque de cadeirantes. A deputada é tetraplégica.
Gabrilli estava no voo 3563 da TAM, que vinha de Brasília e chegou por volta das 21h de ontem. O avião parou em posição remota no interior do aeroporto, fora das áreas de fingers (passarelas que ligam os portões de embarque às aeronaves). Neste caso, o desembarque de passageiros com mobilidade reduzida deve ser feito com ambulift (espécie de carrinho com elevador).

Segundo a deputada, apenas em terra a TAM informou que os aparelhos da empresa e da Infraero estavam quebrados, e que ela seria carregada por um dos comissários para fora da aeronave.

“Bati o pé e disso que eu não iria. Chovia forte no momento e estou com tosse. O risco é muito grande para uma pessoa como eu e o aeroporto deve ter os equipamentos necessários para estes casos.”

Ainda segundo Gabrilli, funcionários da TAM tentaram convencê-la alegando que haveria demora na solução do impasse, uma vez que os equipamentos estariam quebrados há um mês e meio.

Solidários, os comissários da aeronave acionaram a torre de controle do aeroporto para usarem um dos fingers para o desembarque da deputada. Mas o procedimento não foi autorizado.

Uma resolução da Anac (agência que regula a aviação civil no país) obriga as empresas aéreas ou operadores de aeronaves a assegurar o movimento de pessoas portadoras de deficiência entre os aviões e o terminal com dispositivos adequados para efetuar, com segurança, o embarque e desembarque.

A deputada disse que chegou a acionar a Anac, mas a agência não demonstrou interesse pelo caso.

Apenas por volta das 23h, funcionários da TAM conseguiram um ambulift que estava fora de uso e fosse liberado pela Infraero apenas para a retirada da deputada.

“Tomei chuva e a pessoa responsável pelo aparelho não me amarrou (colocou o cinto de segurança). Foi minha assistente que prendeu o cinto de segurança com o ambulift em funcionamento. Ninguém teve essa atitude. Os funcionários não tem o preparo necessário ainda.”

A reportagem entrou em contato com a Infraero e a TAM, mas até às 4h de hoje não obteve resposta.

Congonhas (São Paulo)

O arquiteto Fernando Porto de Vasconcellos, 71, sofreu um acidente durante o uso do ambulift no aeroporto de Congonhas (SP) no dia 11 de dezembro de 2010.

Cadeirante desde que sofreu um AVC (acidente vascular cerebral), Vasconcellos estava com uma funcionária da Gol quando uma freada brusca do carro fez a acompanhante cair sobre a cadeira de rodas. Ele foi arremessado ao chão e bateu a cabeça.

A Infraero, responsável pelo ambulift, diz que não há cintos para prender as cadeiras e que elas são travadas. Foi aberta uma sindicância para investigar acidente.

Absurdo no ônibus!

01 de março de 2011 0

Galera olha que absurdo, a que ponto chegou o desrespeito com o próximo.

Nossa amiga e leitora Sara Mor, pegou o ônibus da UNESUL , no dia 23 de fevereiro, às 7 horas da manhã, no sentido Cachoira do Sul- Porto Alegre, o tal ônibus tinha o famoso adesivo indicando acessibilidade:

Acontece que o tal ônibus era tão acessível que a Sara teve que subir as escadas sentadas.

Ao reclamar o uso indevido do adesivo na frente, foi informada que era ordem do DAER, ela então escreveu ao DAER e teve a seguinte resposta:

Prezada Sara

A Superintendência de Transporte de Passageiros esclarece que a questão da acessibilidade já foi regulamentada.
A lei federal nº 160 estabelece até 2014 para que todos os veículos de transporte coletivo estejam adaptados.
O símbolo da acessibilidade é um dos requisitos que a norma da ABNT NBR 15320 e a Portaria 168 do INMETRO exigem. A legislação não exigirá a plataforma elavatória, mas sim a cadeira de transbordo.
Atualmente, existem problemas com a cadeira de transbordo e dificuldades devido a padrões construtivos dos ônibus que estão sendo analisados pelo INMETRO para que se possa fazer a exigência de acessibilidade.
Foi estabelecido um grupo de trabalho composto por integrantes da RTI – Associação das Empresas de Transporte Intermunicipal de Passageiros do RS e do INMETRO para estudos para a implantação das cadeiras de transbordo. O DAER aguarda a decisão deste estudo.  Após o estabelecimento de todas as regras e da data estabelecida em lei apara as adaptações serem realizadas, o DAER passará a fiscalizar o transporte intermunicipal (fora da regiões metropolitanas, que é responsabilidade da METROPLAN) conforme o que estabelece a lei da acessibilidade.

Pelo que entendi, basta ter o adesivo e uma cadeira dentro do ônibus que ele é considerado adapato?  Entrar no ônibus não é problema da empresa, a ela cabe apenas adesivar e colocar uma cadeira?

Os cadeirantes que se virem pra entrar!

Vou encaminha várias cópias a todas a instituições e empresas que eu acho que tem responsabilidade e obrigação de adaptar o transporte público, quando eu tiver respostas dignas publico-as aqui pra todos.