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Posts na categoria "Geral"

Há quanto tempo hein!?

26 de agosto de 2012 1

Olá!!!!

Depois de muuuuuuuuito tempo sem escrever… Aqui estou de volta, tentando retomar o blog, com vontade de escrever com mais frequência para vocês. Este ano está sendo muito corrido, trabalho, faculdade, filho pequeno, etc. Agora estou me organizando para publicar aqui com alguma regularidade. Este blog é um espaço muito importante e devemos aproveitar, pois há muito o que fazer e falar no que se refere às pessoas com deficiência. Enfim, é muito bom estar de volta!!!

Abraços!!!

A influência da mídia sobre o culto exagerado à aparência e à beleza

11 de novembro de 2011 2

A influência da mídia sobre o culto exagerado à aparência e à beleza

Um dia desses fiquei refletindo sobre esse assunto e resolvi escrever um pouco:

Sabendo da influência que os meios de comunicação exercem sobre as pessoas em geral, em
diversos aspectos de suas vidas, desde os temas mais amenos aos mais sérios, não é de causar
estranheza que a mídia, ao criar o protótipo da beleza e ao ficar exaltando-o, muitas vezes de forma
subliminar, vem transformando uma massa de escravos numa busca desenfreada e incessante pelo corpo
belo, perfeito e eternamente jovem. É uma legião de seres desnorteados que acreditam que algum
cosmético, alguma academia da moda, roupa ou qualquer outra novidade, outro aparato que surge
diariamente vai operar um verdadeiro milagre em sua aparência. Diante dessa situação, não nos cabe
julgar, porém tentar entender as causas que levam boa parte da população a esse tipo de comportamento.
Ao começarmos a explanar as possíveis causas que levam a atitudes intrigantes e patéticas nesta
ânsia de perfeição, um dos que considero mais graves é que crianças, principalmente meninas, estão cada
vez mais cedo sendo introduzidas ao mundo da moda, explorando, forçando uma sensualidade, totalmente
artificial, impossível de se ter aos cinco, seis, sete anos de idade. Outro aspecto que podemos analisar são
as capas das revistas, os comerciais de televisão, os outdoors. Boa parte desses anúncios tem homens e
mulheres, exaltando beleza e juventude, tendo normalmente um biotipo europeu. Não vamos entrar numa
discussão sobre racismo, inclusão e tal, mas, dificilmente vemos estampados negros, asiáticos, alguém de
alguma outra etnia ou uma pessoa com deficiência. Onde estão as pessoas comuns, sem maquiagem ou
fotoshop? E porque não falarmos também da proliferação absurda das clínicas de estética e cirurgia
plástica, onde muitas pessoas deixam suas economias e pagam quantias elevadas que muitas vezes nem
podem gastar em tratamentos de beleza e rejuvenescimento.
Porém, a análise não deve ficar somente nestes aspectos, faz-se necessária uma reflexão mais
profunda e criteriosa, a responsabilidade não é apenas dos fatores externos a nós, pois a mídia mostra e a
indústria da beleza produz, justamente aquilo que queremos que se torne realidade, desde coisas mais
elaboradas como uma técnica cirúrgica inovadora ou um cosmético de última geração até um soutien que
promete elevar ou aumentar o tamanho dos seios. Torna-se um círculo vicioso, os valores do ser
contemporâneo e seus anseios refletem-se na mídia e na indústria da beleza e estas, por sua vez, acabam
retornando em forma de influência para a sociedade. Vale lembrar também, que os nossos modelos de
beleza, bem como todo ser humano tem suas inseguranças e podem estar tentando atingir o ápice, a
beleza máxima, afinal, também são agentes na sociedade, não somente figuras estáticas mostrando sua
beleza para quem quiser ver. Um dia, se a sociedade se tornar mais espiritualizada e mais voltada ao seu
interior, quem sabe a mídia pode refletir outras coisas, como por exemplo, a tão falada frase que ser é
mais importante que ter, e que a solidariedade, o amor a si e ao próximo, a paz no mundo e também a de
espírito são muito mais importantes e perenes, coisas que, por mais que tentemos na busca utópica pela
perfeição do corpo, jamais serão atingidas.

Um ótimo final de semana!!!

21 DE SETEMBRO - DIA DE LUTA

26 de setembro de 2011 1

Quarta feira passada foi 21 de setembro – o dia nacional de luta da pessoa com deficiência.  Eu voltava de São Paulo pela TAM quando o óbvio aconteceu. Mofei novamente em uma aeronave aguardando buscarem minha cadeira de rodas. Enquanto esperava impaciente, saquei meu celular e comecei a filmar a cena: o avião vazio, o pessoal da limpeza trabalhando e minha cara de tacho aguardando. A comissária de bordo pouco depois perguntou: “você estava filmando?” Respondi que sim e o mais absurdo aconteceu. Ela falou: “Vamos ter que apagar.” Juro que se eu caminhasse nessa hora saía na voadeira! Indignada, disse que ela estaria sonhando que iria mexer no meu celular. Segui documentando o dano moral, pedi alguém da Infraero. Veio outro comissário que perguntou como eu gostaria de ser carregada, com ou sem cadeira. O despreparo é geral. Informei que não gostaria de ser carregada de nenhum dos jeitos, afinal acessibilidade é lei e o certo seria desembarcar de forma segura e sem constrangimentos.

Momentos de tensão e mais uma vez a lei não foi cumprida. De novo, pela enésima vez fui carregada num aeroporto. E a ironia, bem no dia de luta da pessoa com deficiência. É tão chato isso, é tão recorrente, é tão óbvio esbarrar com falta de preparo de prestadores de serviço e falta de acessibilidade que eu começo a acreditar que é a Constituição Brasileira que está errada. Só pode ser isso, porque todos os dias, pelo simples fato de usar uma cadeira de rodas, eu tenho algum direito constitucional violado. Geralmente o de ir e vir com autonomia e segurança. Lá vou eu processar mais uma vez uma grande companhia aérea que poderia muito bem dispor de um equipamento de acessibilidade simples: uma cadeira escaladora de escadas. O produto custa cerca de R$ 8.000,00. Isso não é nada perto do lucro que essas empresas faturam. O produto seria útil para milhares de cadeirantes, pessoas idosas e também azarados que quebraram a perna no jogo de futebol. Até quando vou ter que perder meu tempo indo em audiências de conciliação para ouvir ofertas ridículas de indenização?

Convite

20 de agosto de 2011 1

Galera:

Amanhã na Redenção.

O leitor Felipe também nos convidou pruma palestra, ou melhor, uma mesa redonda.

Mesa Redonda: Acessibilidade e Cultura.

dia 24/08, às 14hs.

Auditório da Faculdade de Arquitetura da UFRGS, Rua Sarmento Leite, nº 320.
Participação de Eduardo Cardoso, Jeniffer Cuty, Wagner Ferraz, Letícia Schwartz, Alexandre Fernandes e Felipe Mianes.
Será um grande momento de debate e construção de conhecimentos e novas propostas.

Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência

16 de agosto de 2011 1

Entre 20 e 28 de agosto acontece a I Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência promovida pela Assembleia Legislativa gaúcha. A série de atividades gratuitas e abertas ao público visa a conscientizar a sociedade a respeito do tema e a acelerar o processo de inclusão. Palestras que tratam de autismo, qualidade de vida na deficiência, exposições fotográficas e de artes plásticas, desfile de moda inclusiva e até uma passeata no Parque Farroupilha fazem parte da programação (confira, abaixo, a programação completa). “Este é um evento de grande importância, pois busca conscientizar a sociedade e o poder público da necessidade de se trabalhar para que as políticas públicas para pessoas com deficiência se tornem uma realidade concreta”, afirma o presidente da Assembleia, deputado Adão Villaverde (PT).

“Esta é uma temática que cada vez mais ocupa os debates no Legislativo estadual. Mesmo tendo muita coisa ainda a ser feita, o nosso Legislativo, que tem a missão de ser um espaço de defesa da democracia, da tolerância e da inclusão, está sempre à disposição das pessoas com deficiência”, acrescenta Villaverde.

As atividades são promovidas pelo grupo de trabalho da Assembleia que trata do tema inclusão, formado por servidores da Escola do Legislativo Deputado Romildo Bolzan, da Superintendência de Comunicação Social, do Departamento de Gestão de Pessoas e do Fórum Democrático, e fazem parte do programa Assembleia Inclusiva. A coordenadora do grupo, a publicitária e cadeirante Juliana Carvalho, considera esta uma oportunidade ímpar para que o Legislativo faça a sua parte no que se refere ao fim das barreiras entre pessoas com e sem deficiência. “A programação da semana vai mostrar de forma atrativa e lúdica as inúmeras capacidades das pessoas com deficiência. Sim, nós podemos dançar, praticar esportes, nos dedicar à arte e também participar da moda”, avalia.

Uma sensibilização dos deputados para a temática está programada para terça-feira (23), no Salão Júlio de Castilhos, com a disponibilização de cadeiras de rodas, bengalas e o uso de vendas para que os parlamentares possam vivenciar a realidade das pessoas com deficiência.

Conheça melhor as atrações e os parceiros destas atividades:

O Ciclo Permanente de Palestras sobre Autismo abordará, no sábado (20), temas como aplicação dos tratamentos biométricos e dietas no tratamento do autismo. Tem promoção do Instituto Autismo & Vida, uma organização não governamental formada por pais de pessoas que estão no espectro do autismo. Já o Movimento SuperAção, formado por pessoas com e sem deficiência de todo o Brasil, é o parceiro na passeata marcada para domingo (21), com concentração às 10h, do Espelho d Água do Parque Farroupilha (Av. Setembrina). A iniciativa já acontece há oito anos em São Paulo, além de ter edições no Rio de Janeiro e até na Argentina. Em Porto Alegre, ocorre pela segunda vez.

No seminário sobre qualidade de vida na deficiência, na segunda-feira (22), serão tratados assuntos como Lazer e Turismo, com o presidente da Ong Caminhadores RS, Rotechild Prestes. Ele é guia de turismo com habilitação em acessibilidade, ecoturismo e turismo de aventura, além de membro do Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência de Porto Alegre. Os esportes adaptados e a Escola Paraolímpica serão tema da manifestação de Luiz Cláudio Portinho, presidente do RS Paradesporto. A publicitária Juliana Carvalho vai falar sobre sexualidade depois da lesão medular. A apresentadora do programa Faça a Diferença da TV Assembleia é cadeirante e coordena o Movimento SuperAção no Rio Grande do Sul, além de ser autora do livro Na minha Cadeira ou na tua?.

A oficina de dança integrada comandada por Carla Vendramin, na quinta-feira (25), vai reunir pessoas com e sem deficiência para realizarem tarefas de improvisação, improvisação com objetos cênicos, composições de sequências de movimento integrado e composição em pequenos e grandes grupos. À tarde haverá demonstração de Esportes Paraolímpicos como basquete em cadeira de rodas, esgrima em cadeira de rodas, tênis de mesa adaptado e vela adaptada. As atividades do dia se encerrarão com o Sarau no Solar, no Teatro Dante Barone, com o músico com deficiência visual, o pianista Angelin Loro.

Kica de Castro, publicitária e fotógrafa, proprietária de uma agência de modelos para pessoas com deficiência desde 2007, mostra, pela primeira vez no Estado, sua exposição “Toda nudez vai ser revelada”. Além disso, faz palestra na sexta-feira (26) falando sobre sensualidade na deficiência. A fala antecede o evento mais badalado da semana: um desfile de moda inclusiva, assinado pela estilista Vitória Cuervo. Inspirada no Parque da Redenção, a coleção primavera/verão será apresentada por modelos com e sem deficiência. No casting estará a Miss Brasil com deficiência visual, Giselle Hübbe, e também a apresentadora Alice Neves.

Paula Arpini assina a exposição Pintando com a Boca. A artista tem deficiência psicomotora e pinta há 23 anos com guache sobre papel. É um exemplo de superação e das múltiplas possibilidades das pessoas com deficiência.

Programação Completa

Sábado | 20 de Agosto

1ª Edição do Ciclo Permanente de Palestras sobre Autismo

Local: Teatro Dante Barone na Assembleia Legislativa

9h Aplicação dos Tratamentos Biométricos no Autismo com Dra. Simone Pires, médica de São Paulo, especialista em protocolo DAN! (Defeat Autism Now) para o autismo. 14h Dietas no Tratamento do Autismo com Claudia Marcelino, mãe de autista, residente no Rio de Janeiro, autora do Livro “Autismo – Esperança pela Nutrição”.

Domingo | 21 de Agosto

10h  2ª Edição da Passeata Movimento SuperAção

Local: Parque da Redenção – concentração no Espelho D’água.

11h30 Abertura Oficial da I Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência, promovida pela Assembleia Legislativa em conjunto com as aberturas da 17ª Semana Estadual e 14ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência. Fala de autoridades e shows.

Segunda-feira | 22 de Agosto

Seminário Qualidade de Vida na Deficiência

Local: Teatro Dante Barone na Assembleia Legislativa

8h30 Abertura

9h Lazer e Cultura com Rotechild Prestes, Presidente da ONG Caminhadores RS

10h Esportes adaptados e Escola Paraolímpica com Luiz Cláudio Porto, presidente do RS Paradesporto.

11h Sexualidade depois da lesão medular com Juliana Carvalho, autora do livro Na minha Cadeira ou na tua?

12h Encerramento

19h Apresentação do Espetáculo Celebridades com o Centro Inclusivo de Artes Legato

Segunda a Sexta-feira | 22 a 26 de Agosto

Exposição fotográfica “Toda nudez vai ser revelada” de Kica de Castro na Galeria dos Municípios


Segunda a Sexta-feira | 22 a 26 de Agosto

Exposição “Pintando com a Boca” de Paula Arpini no Espaço Novos Talentos

Terça-feira | 23 de Agosto

13h30 Exposição do Poema “Deficiências” de Mário Quintana, no Salão Júlio de Castilhos

Sensibilização com os deputados, uso de vendas, bengalas e cadeira de rodas

Quarta-feira | 24 de Agosto

14h Projeção de fotos dos estagiários com deficiência em atividade na Assembleia Legislativa no Salão Júlio de Castilhos

Quinta-feira | 25 de Agosto

9h Workshop de Dança Integrada

Local: Vestíbulo Nobre na Assembleia Legislativa

O workshop consta de aquecimento e tarefas de improvisação, improvisação com objetos cênicos, composição de sequências de movimento integrado, composição em grupos pequenos e com todo o grupo. Público de pessoas com e sem deficiência. Ministrado por Carla Vendramin.

14h Demonstração de Esportes Paraolímpicos na Esplanada

Local: Esplanada na Assembleia Legislativa

Modalidades: basquete em cadeira de rodas, esgrima em cadeira de rodas, tênis de mesa adaptado, vela adaptada.

18h30 Sarau no Solar com músico Angelin Loro, pianista consagrado e cego

Local: Teatro Dante Barone na Assembleia Legislativa

Sexta-feira | 26 de Agosto

17h Palestra com a fotógrafa Kica de Castro no Vestíbulo Nobre.

18h30 Desfile de Moda Inclusiva

Local: Vestíbulo Nobre na Assembleia Legislativa

O primeiro desfile de Moda Inclusiva do Estado será assinado pela estilista Vitória Cuervo. Inspirada no Parque da Redenção a coleção primavera/verão é feminina e terá no casting modelos com e sem deficiência valorizando as diversas formas de beleza da mulher brasileira. As roupas serão sob medida e adaptadas para cada uma, conforme suas necessidades. Entre as modelos, está a Miss Brasil com Deficiência Visual, Giselle Hubbe.

Para saber mais acesse: www.al.rs.gov.br/assembleiainclusiva

O DESABAFO DE THAÍS

05 de agosto de 2011 0

Recebi dias atrás um e-mail tocante de uma fisioterapeuta chamada Thaís Botelho. A jovem faz especialização em um posto de saúde no Morro da Cruz.  Seu trabalho de conclusão de curso vai falar sobre acessibilidade e inclusão social de idosos restritos ao domicílio. Nesse primeiro e-mail, Thaís relatou que leu meu livro e fez um desabafo: “Infelizmente dá uma dor muito grande saber de todos os avanços da saúde em relação a reabilitação e as tecnologias assistivas, algumas coisas que tu cita no fim do livro, e ver que a maioria destas coisas, não chega para boa parte da população. População essa que fica a margem de novas possibilidades frente a uma lesão seja ela qual for. É triste e duro entrevistar um cuidador e ouvir dele que “lugar de aleijado é em casa”, e ficar sem palavras quando não temos mecanismos suficientes ou potenciais para efetivar os direitos. Admiro-te muito pela tua garra e por teu enfrentamento diante das dificuldades. Queria compartilhar estas coisas contigo porque quero gritar pra todo mundo, ainda não gostando de falar essa dura realidade, que tem muita pessoa com deficiência que não sai de casa porque o acesso público, aqui leia-se ruas ou becos, são feitos de pedras com mais de um metro de altura; que tem gente que não consegue andar de cadeira de rodas dentro de sua própria casa porquê não passa na porta e ainda não tem condições financeiras, ou rede de apoio, para mudar sua residência; que tem muito amputado que vive prisioneiro do lar mesmo tendo capacidade plena de decisões e julgamento.”

Depois de ler esse breve e “soda” relato, perguntei se a Thaís não gostaria de escrever mais sobre o tema para postar aqui no Sem Barreiras. A gente grita contigo Thaís:

“Acessibilidade e Inclusão Social é possível?
Por muito tempo achei que para isso se concretizar precisava apenas que o paciente cooperasse com o tratamento que tudo se solucionaria. Que ignorância a minha! Ainda hoje, por mais difícil que seja, acredito que a acessibilidade e inclusão social é possível, e é isso o que me faz seguir em frente. No entanto, sei que essa questão é muito mais complexa e depende de uma série de fatores e os exemplos bem sucedidos servem de ânimo para estimularmos os que ainda não atingiram essa meta.
É duro saber todos os avanços da ciência na área da reabilitação, saber que atualmente tem-se noção do potencial da plasticidade sináptica, que permite que o sistema nervoso possa se readaptar frente a uma lesão; que as células tronco podem fazer maravilhas; que existem próteses altamente desenvolvidas que podem ser guiadas através de sensores de movimento; e ao mesmo tempo, ver que essas tecnologias na maioria das vezes não chega para boa parte da população que necessita. E insisto em me perguntar o porquê de tudo isso. Por que muitas pessoas com deficiência, com potencial para diversas atividades, permanecem somente dentro de suas casas fazendo apenas o necessário para sobrevivência, comendo, dormindo e fazendo necessidades fisiológicas? Por que não estão a visitar os amigos, a estudar, trabalhar, ir à Redenção, namorar, jogar basquete, conhecer o mundo, Viver?
Essa é a realidade que me deparo no Morro da Cruz, onde atualmente trabalho. Idosos que tem pequenas alterações funcionais não podem sair de casa porque sua rua é formada por pedras de quase um metro de altura, tornando impossível caminhar com uma simples bengala. Ambiente em que amputados literalmente se rastejam para se locomover; lugar em que crianças com paralisia cerebral nunca frequentaram uma escola e que não tem cadeira de rodas nem passe livre; localidade na qual filhos carregam seus pais nos braços morro abaixo e acima porque não há outra forma de sair dali; onde jovens com poucos déficits passam o dia em casa, pois eles, ou a sociedade lhes julgam inúteis; e que é possível encontrar familiares que acham que lugar de aleijado é em casa. Estas e tantas outras histórias, marcadas com a falta de acessibilidade e exclusão social, poderiam ser citadas. E por quê? Onde será que está a raiz desse problema?
Foto do Morro da Cruz
Imagem do morro da cruz

Talvez o acesso da localidade seja realmente precário. Região de morro tem um terreno difícil de habitar, precisa de muito planejamento e adequações. Talvez seja essa sociedade, que perpetua o pensamento dos que se acomodam à apenas a sobrevivência da pessoa com deficiência, já que não conhecem uma realidade diferente. Realmente precisa de muito planejamento e investimento na área da saúde, habitação, assistência social, educação e em tantos outros seguimentos. Precisa também de muita força de vontade e uma rede de apoio bem fortalecida para ultrapassar as barreiras. Mas é preciso também que aquelas pessoas com deficiência que venceram tudo isso, possam ser exaltados e seguidos como exemplo de que é possível sim ter acesso e se integrar às relações sociais. Devemos insistir nessa máxima até que ela se torne verdade absoluta. Fora de regra deve ser todo tipo de segregação social, que exclua de alguma forma as pessoas de terem efetivados seus direitos e garantias fundamentais.
Acreditar na acessibilidade e inclusão social para todos é um desafio. Desafio, inclusive, contra uma construção histórica. Mas se nós que acreditamos não levantarmos a bandeira e insistirmos no potencial dessas pessoas, quem os fará? Existe alguma forma diferente de mudar essa dura realidade e dar um novo rumo a essa história?
Thaís Botelho da Silva
Fisioterapeuta – Residente da Escola de Saúde Pública RS”

E que Deus n0s dê força para continuar lutando pela (R)evolução, Thaís!!!

Essa é a Thaís

Essa é a Thaís

MÍDIA & DEFICIÊNCIA FOI UM SUCESSO!

28 de julho de 2011 0

Juliana entrega manual de mídia inclusivo para gerente de jornalismo da RecordFoi demais o seminário sobre mídia e deficiência ontem. Valeram os cabelos brancos e o estresse para organizar. Segue a matéria da minha colega de asssembleia Vanessa Canciam.

“O seminário “Mídia e Deficiência – Qual o papel da comunicação no processo de inclusão?”, realizado nessa quarta-feira (27) no Parlamento gaúcho teve saldo positivo. “A meta traçada foi alcançada: provocar os jornalistas que atuam nos veículos e também os professores dos cursos de comunicação para a temática, para atuarem com mais responsabilidade e somarem no sentido de acelerarmos o processo de inclusão”, afirmou a coordenadora do projeto Assembleia Inclusiva, Juliana Carvalho, responsável pela organização do seminário.

Um dos destaques foi a apresentação do manual de redação desenvolvido neste ano pela Superintendência de Comunicação Social e Relações Institucionais da Assembleia Legislativa, no qual consta um capítulo com informações específicas sobre mídia inclusiva. A iniciativa foi elogiada pelos jornalistas. Segundo a coordenadora do evento, mais de 200 exemplares foram distribuídos para os participantes do evento e para profissionais da Record, da RBS e da Unisinos.  O gerente de jornalismo da Record, Givanildo Menezes, por exemplo, recebeu 70 manuais para distribuir entre a sua equipe. “Esperamos que os jornalistas utilizem esse recurso nas redações, para evitar erros”, completou Juliana.

Seminário
O seminário Mídia e Deficiência integra o programa Assembleia Inclusiva e foi promovido pelo grupo de trabalho da Assembleia Legislativa que debate o tema da inclusão, formado por servidores da Escola do Legislativo Deputado Romildo Bolzan, da Superintendência de Comunicação Social, do Departamento de Gestão de Pessoas e do Fórum Democrático.

Em quatro paineis realizados durante o dia todo, o evento reuniu especialistas em mídia inclusiva, profissionais que atuam em grandes veículos nacionais e estaduais e professores de cursos de comunicação. Estiveram entre os participantes das mesas de debate o cadeirante e chefe de reportagem da Agência Folha, Jairo Marques, além de profissionais da Bandeirantes, da Record, da RBS, da TVE e das universidades Unisinos, PUC/Famecos, Ulbra e da UFRGS/Fabico, entre outros convidados.

Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência
Entre os dias 20 e 28 de agosto, o programa Assembleia Inclusiva, em parceria com a Faders e a Prefeitura de Porto Alegre, irá promover a Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência. Entre as atividades, está prevista a realização de um seminário sobre autismo, uma passeata do Movimento SuperAção no Parque da Redenção, um workshop de dança integrada, uma demonstração de paradesporto e um desfile de moda inclusiva, entre outras ações.”


Nossas calçadas!

28 de julho de 2011 0

Amigos!

Peço desculpas pela demora nas postagens, mas vamos que vamos…

Toda tarde tenho saído com nossa pequenina pra passeios de carrinho, ela adora.

Já tinha noção das porcarias que são nossas calçadas, por conta disso, eu e Milton saimos muito pouco a pé, mas com Ana Sofia não tem jeito, ela precisa desses passeios, aí o bicho pega.

Uma rodinha do carrinho já empenou graças aos buracos, hoje mais uma vez saimos e como sempre faço, cada passeio é por um lugar diferente.

Olha só a loucura que descobrimos hoje:


Essa calçada fica na Avenida Cristóvão Colombo, pertence ao Hospital Militar.

É uma calçada estreita, deve ter no máximo uns 90 cm de largura, não bastasse isso, algum gênio resolveu colocar uma placa de sinalização que impede qualquer pessoa andante, cadeirante, com carrinho de bebê, passar pela calçada.

Cada vez mais tá mais difícil sentir orgulho do meu País!

Aproveito o post pra dar nosso apoio à queria Vitória e total repúdio ao Cinemark, são com atitudes como essas, que acontecem o que aconteceu recentemente num cinema da região

CADEIRANTE É BARRADA EM CINEMA

22 de julho de 2011 20


Segunda-feira eu estava saindo de uma reunião no Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência quando a minha querida amiga Vitória Bernardes, que é tetraplégica, ligou com a voz  embargada. Ela estava nervosa e contou rapidamente que tinha recém passado por uma situação totalmente humilhante em um cinema. Segue nas próprias palavras dela, o que aconteceu:
Dia 18 de julho de 2011, segunda-feira, fui ao Cinemark do Bourbon Shopping Ipiranga, em Porto Alegre, RS. O que era um programa simples, tornou-se inacreditavelmente “impossível”. Eu e mais 3 primos compramos os ingressos e entramos na sala de cinema. Constatando a dificuldade de visualizar a tela, devido sua proximidade, pedi para minha prima, Bruna, solicitar a ajuda de um funcionário. Devido sua demora, solicitei que minha outra prima, Gerusa, fosse verificar o que estava ocorrendo. Minutos depois, elas entraram acompanhadas pelo gerente, senhor Maurício. Ele afirmou que o Cinemark proíbe seus funcionários de prestar auxílio como “este” aos seus clientes. Ou seja, o Cinemark, além de não disponibilizar um local decente para cadeirantes, proíbe seus funcionários de os colocarem em uma poltrona onde possam, ao menos, ver o filme. Apesar de preferir me locomover livremente e saber das leis que asseguram esse direito, abdiquei disso para me adequar ao serviço precário oferecido e, mesmo assim, escuto do representante da empresa que isso NÃO É POSSIVEL?!
Como o filme estava prestes a começar, minhas primas decidiram que elas mesmas me colocariam na poltrona. Nesse momento, o gerente “informou” que esta ação não poderia ser feita dentro do estabelecimento. Além de não ajudar, proibiu minhas primas de prestarem esse auxílio. No primeiro momento da solicitação, quando a Bruna ainda estava sozinha, o senhor Maurício comentou que o cinema não tinha “estrutura”, pois era feito para “pessoas normais”. Normal, anormal ou qualquer outro rótulo ou denominação que queiram dar, não importa. Tenho limitações sim, mas, como qualquer outra pessoa, paguei por um serviço, pelo qual não fui informada que não poderia usufruí-lo.
Durante este lamentável acontecimento, meu único desejo era me esconder, chorar de raiva, pois além de me sentir severamente lesada como consumidora, me senti diminuída como pessoa. E pior, pelo tom usado pelo funcionário, me senti culpada por estragar o passeio das pessoas que me acompanhavam, entre elas, uma criança.
Além de tudo, por instantes, o gerente me fez acreditar que o problema em questão era eu, e não sua empresa… Que inversão de valores é essa?
O caminho mais simples é “deixar assim”, mas me nego a considerar essa possibilidade. Por isso, peço que ajudem minha voz, que continua embargada, a ser ouvida por outros, sejam eles donos de estabelecimentos ou pessoas que, devido às injustiças vividas diariamente, desistem de lutar por seus direitos, por menores que sejam, como assistir um filme numa segunda-feira a tarde…
Agradeço a colaboração!
Grande abraço,
Vitória Bernardes
21/07/2011″

A Vi vai processar o cinema, mas isso não basta. É preciso que seja feita uma reforma estrutural no local que permita que todas as pessoas possam usufruir de lazer e também um treinamento com os despreparados que atenderam as gurias. Pressão neles, repasse essa informação. Vá a outro cinema enquanto uma atitude por parte do Cinemark não for tomada.

Essa guria linda da foto é a Vitória.

Vitória sorri sentada em sua cadeira de rodas


PERSPECTIVAS EM PORTO ALEGRE

21 de julho de 2011 0

Pela primeira vez em Porto Alegre:

PERSPECTIVAS - Instalações Coreográficas

Performance de Dança Contemporânea

PERSPECTIVAS – Instalações Coreográficas é uma performance de Dança Contemporânea com Julie Cleves (Londres), Mickaella Dantas (Natal) e Carla Vendramin (Porto Alegre) que estreia dia 22 de julho – sexta-feira para convidados, com temporada dias 23, 24 e de 26 a 31 de julho de 2010, sempre às 20 horas, no Museu de Arte Contemporânea do RS, Galeria Xico Stockinger (6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736) em Porto Alegre/RS.

Este é um trabalho que foi originado a partir de um processo colaborativo de pesquisa coreográfica das bailarinas Carla Vendramin, Julie Cleves e Kimberley Harvey, em Londres, entre 2008-2010. Selecionado em primeiro lugar, este projeto foi contemplado com o Fundo de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre (FUMPROARTE), e traz à cidade a bailarina Julie Cleves de Londres e Mickaella Dantas de Natal RN. Nesta fase de criação, o projeto atinge uma relação maior com as artes visuais e recebe o apoio institucional do Museu de Arte Contemporânea do RS – MACRS que se tornou uma parceria fundamental para o processo criativo do trabalho na utilização da Galeria Xico Stockinger nessas apresentações.

As instalações coreográficas PERSPECTIVAS investigam proximidade, distância, oposição, foco fechado e aberto, simetria e assimetria, repetição e transformação; trazendo novos olhares sobre as relações do corpo com o espaço e com o público, da composição entre coreografia, som, luz e vídeo e das relações entre as bailarinas. O olhar sobre um objeto (objeto, corpo, ou ideia) é relativo ao ponto de vista do observador. Assim, a realidade percebida se cria não pelo objeto em si, mas pelos variados ‘pontos de perspectiva’, que trazem uma representação parcial e inexata da realidade.

Sobre um aspecto relacional, a singularidade da perspectiva na percepção do mundo se dá pela diversidade dos indivíduos. Obviamente cada indivíduo percebe o mundo segundo uma perspectiva muito particular. Também, um indivíduo é obviamente mais complexo do que geralmente tende a ser percebido pelo outro, na sua perspectiva particular. O congelamento deste paradoxo restringe a definição de identidade em estigmas, que o mecanismo social consolida e impõe. Formas estabelecidas de entender os indivíduos se dão pelo gênero, sexualidade, nível social, origem cultural, eficiência ou deficiência. O elenco de PERSPECTIVAS é formado por bailarinas com e sem deficiências. E por toda a complexidade que esta relação, mas não somente ela, também outras podem trazer.

Como parte deste projeto, além das instalações coreográficas, serão realizados dois debates pós- performance dias 26 e 28 de julho no espaço das apresentações, que serão com entrada franca nestes dias.

SERVIÇO:

O QUE: PERSPECTIVAS - Instalações Coreográficas

Performance de Dança Contemporânea

Direção de Carla Vendramin

QUANDO: Estreia para convidados 22 de julho de 2011 – 6ªfeira – 20h

TEMPORADA: de 23 a 31 de julho – de 3ª a Dom – 20h

ONDE: Museu de Arte Contemporânea do RS – Galeria Xico Stockinger – Casa de Cultura Mário Quintana – Andradas, 736/ 6º andar – Bairro Centro Histórico – Fone: (51) 3221 5900 – mac@cultura.rs.gov.br

DEBATES PÓS PERFORMANCE: dias 26 e 28 de julho – 3ª e 5ª feira – no mesmo local

CAPACIDADE: limitada a 50 pessoas – Convênio/desconto no Estacionamento Casa de Cultura (Andradas, 659)

QUANTO: R$ 10,00 (inteira) – Desconto de 50% para Melhor Idade, Professores, estudantes e Clube do Assinante ZH (titular e acompanhante). Apresentações com entrada franca nos dias 26 e 28/07 e os 5 primeiros espectadores de cada sessão nos outros dias da temporada.

DURAÇÃO: 50 minutos CLASSIFICAÇÃO: Livre

+ INFO: http://carlavendramin.blogspot.com/p/projeto-perspectivas.html

CONTATOS PRODUÇÃO: Fones: (51) 30619053/ 98600868 – ineshubner@gmail.com

CONTATOS DIVULGAÇÃO: Fones: (51) 32867442/ 32077442/ 91538267 – joaofrancaator@yahoo.com.br

FINANCIAMENTO: FUMPROARTE – Prefeitura de Porto Alegre

MÍDIA E DEFICIÊNCIA: qual o papel da comunicação na inclusão?

18 de julho de 2011 0

No cartaz há o símbolo internacional de acessibilidade ao lado de um megafone. Abaixo em azul os dizeres: Mídia & Deficiência: qual o papel da comunicação no processo de inclusão? Gentém, depois de uma trabalheira danada, eu tenho a felicidade de convocar as pessoas com deficiência para um grande bate-papo com a turma da imprensa. Sim, porque a tão esperada e desejada  inclusão que nós queremos depende essencialmente de uma profunda mudança cultural. E a construção dessa “rampa” na cabeça das pessoas pode ser bem mais rápida com o apoio da mídia. Ações de marketing social em novelas e filmes mostraram seu poder nos últimos anos. A imprensa também tem seu papel ao quebrar preconceitos através da informação e ao mostrar uma imagem positiva das pessoas com deficiência.

Acessibilidade aos meios de comunicação é outro ponto fundamental para a inclusão. Como ter pessoas cegas e surdas cidadãs se elas não tem acesso à informação?! Os recursos que permitem o acesso à informação são lei no Brasil. Além de permitirem a plena participação, eles aumentam o sentimento de representação.

Bueno, desde o começo do ano estou à frente de um projeto chamado Assembleia Inclusiva e dentre várias ações estamos promovendo o Seminário Mídia & Deficiência: qual o papel da comunicação no processo de inclusão?

Será um grande debate entre jornalistas com e sem deficiência, profissionais que atuam nos grandes veículos de comunicação, professores dos cursos de comunicação (afinal essa pauta tem que estar na universidade, no currículo dos futuros comunicadores), representantes das pessoas com deficiência e também do queridão Jairo Marques, jornalista cadeirante que é chefe de reportagem da Agencia Folha e assina o blog Assim como Você.

Vamos distribuir no encontro um pequeno Manual de Mídia Inclusiva para facilitar a vida dos jornalistas quando o tema for “pessoa com deficiência”.

Te liga na programação. Só gente fina elegante e sincera. Representando nossa RBS na Abertura teremos a fala da Fernanda Damiani, gerente de recursos humanos, e no debate, pegado mesmo, a Deca Soares, coordenadora de produção da Zero Hora e o queridão Manoel Soares.

Programação:

08h – 08h30 Credenciamento e Inscrições

08h30 – 09h Abertura
Presidente da Assembleia Legislativa -Dep. Adão Villaverde
Presidente da FADERS – Cláudio Silva
Presidente do grupo Record RS – Fábio Tucilho
Gerente de Recursos Humanos do grupo RBS – Fernanda Damiani
Diretor de Jornalismo do grupo Bandeirantes RS – Renato Martins
09h – 10h Painel 1 – MÍDIA PARA INCLUSÃO
Relato: Gustavo Trevisi - jornalista com paralisia cerebral, atua na Secretaria Estadual da Saúde
Jairo Marques – Chefe de reportagem da Agência Folha, coordenando a produção da equipe de correspondentes nacionais do jornal e mais um grupo de repórteres na sede, em São Paulo, e colunista do caderno Cotidiano, onde escreve quinzenalmente às terças-feiras. Assina também o blog Assim como Você, que
trata de temas relacionados às pessoas com deficiência. Utiliza cadeira de rodas desde a infância.
Edelberto Behs - Coordenador do curso de jornalismo da UNISINOS
Givanildo Menezes – Gerente de jornalismo da Record


Mediação: Juliana Carvalho – Coordenadora do Projeto Assembleia Inclusiva, coordenadora do Movimento Superação RS, apresentadora do programa Faça a Diferença. Autora do livro Na minha cadeira ou na tua?. Assina os blogs Sem Barreiras, do grupo RBS, e o Comediasdavidaaleijada.blogspot.com

10h – 10h30 Aberto para Debate


10h30 – 10h45 Intervalo


10h45 – 11h30 Painel 2 – PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA MÍDIA

Jairo Marques - Chefe de reportagem da Agência Folha, coordenando a produção da equipe de correspondentes nacionais do jornal e mais um grupo de repórteres na sede, em São Paulo, e colunista do caderno Cotidiano, onde escreve quinzenalmente às terças-feiras. Assina também o blog Assim como Você, que trata de temas relacionados às pessoas com deficiência. Utiliza cadeira de rodas desde a infância.

Manoel Soares - Repórter da RBS

Ercy Pereira Torma – Presidente da Associação Riograndense de  Imprensa

Vitor Necchi - Diretor do curso de jornalismo da FAMECOS

Mediação: Roberto Oliveira – Presidente do Conselho Estadual das Pessoas com Deficiência

11h30 – 12h15 Aberto para Debate


12h15 – 14h Intervalo para Almoço


14h – 15h Painel 3 – ACESSIBILIDADE AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO


Relato: Juliana Carvalho - Coordenadora do Projeto Assembleia Inclusiva.

rRepresentante da FENEIS

Lelei Teixeira – Jornalista e sócia da Pauta Assessoria.

Deca Soares – Coordenadora de Produção da Zero Hora

Deivison Campos - Coordenador do curso de jornalismo da ULBRA

Mediação: Jorge Amaro Borges – Chefe de gabinete da FADERS

15h – 15h30 Aberto para Debate

15h30 – 15h45 Intervalo



15h45 – 16h45 Painel 4 – POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO NA COMUNICAÇÃO

José Maria Rodrigues Nunes - Presidente do sindicato dos jornalistas do Rio Grande do Sul

Ana Cristina Cypriano Pereira - Relações Públicas, Especialista em  Educação Tecnológica Inclusiva. Mestre em Educação pela UFRGS na área de Educação Especial e Processos

Inclusivos. Professora da FABICO.

Guilherme Castro - Diretor de Programação da TVE

Vivian Missaglia - Professora universitária e Pesquisadora em Saúde, Educação e Inclusão. Colaboradora da Inclusive. A Inclusive – revista digital de direitos humanos, cidadania e inclusão social (www.inclusive.org.br) é um projeto autônomo e colaborativo que tem como foco a promoção da inclusão social por meio da produção e veiculação de conteúdos informativos sobre educação e direitos humanos relacionados a segmentos sociais em situação de vulnerabilidade, em especial às pessoas com deficiência.

Mediação: Paulo Brum – Secretário Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social

16h45 – 17h15 Aberto para Debate


17h15 – 17h45 Encerramento

André Pereira – Superintendente de Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul


O quê?  Seminário Mídia & Deficiência: qual o papel da comunicação no processo de inclusão?

Quando? 27 de julho de 2011

Onde? Teatro Dante Barone – Assembleia Legislativa – Entrada pela esplanada

Inscrições: escola.legislativo@al.rs.gov.br







Cadeirante no cinema

06 de julho de 2011 1

Olha só o que aconteceu  no cineminha

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Cadeirante 1 x cineminha 0

Deu o que falar.

05 de julho de 2011 0

Olha que legal!

Até o Comitê Paraolímpico Brasileiro publicou.

Quer saber?

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PASSEIO DE BARCO INCLUSIVO

01 de julho de 2011 0

Gentém, o Sistema FIERGS – SESI – Serviço Social da Indústria está com propondo uma atividade muito bacana no próximo domingo, dia 03 de julho: um passeio de barco para pessoas em cadeira de rodas e outras deficiências! A brincadeira rola na Usina do Gasômetro às 15h! E o melhor, é de graça!

Te agiliza que são só 20 vagas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail rotechild.prestes@sesirs.org.br

Tomara que São Pedro esteja de folga, se chover o passeio será cancelado.

 

Câmara vota hoje plano diretor de acessibilidade

22 de junho de 2011 0

Está prevista para a sessão plenária de hoje (22/06) a votação do Projeto de Lei Complementar do Executivo 005/09, que dispõe sobre a acessibilidade orientada pelo desenho universal no Município de Porto Alegre, e que institui o Plano Diretor de Acessibilidade da capital. Se aprovado, o plano irá estabelecer normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. A sessão ocorre no Plenário Otávio Rocha, na Câmara Municipal, e tem início às 14h. No caso de falta de quórum, a segunda chamada se dá às 14h15mim.