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Posts na categoria "Acessibilidade"

Cotas: eis a questão!

04 de junho de 2013 0

Quando falamos em cotas, seja para pessoas com deficiência nas empresas, para fornecer bolsas de estudo a estudantes de escolas públicas, para negros em universidades, enfim, toda e qualquer cota que atinja uma determinada parcela de pessoas, logo vem o questionamento: por que cotas, se somos todos iguais e temos os mesmos direitos?
Se vivêssemos em um mundo ideal, em uma sociedade igualitária e justa, concordaria totalmente com essa ideia, porém, a realidade, infelizmente, faz com que sejam necessárias essas medidas, pois a sociedade não consegue se autorregular. É histórica a desigualdade, algumas gerações ainda hão de vir até que as coisas mudem. Alguém poderia perguntar: mas isso não tem apenas efeito paliativo? Pode ser, mas, enquanto não se resolverem essas questões sociais, teremos de conviver com isso. Se é ruim com cotas, com certeza, seria muito pior sem elas.

Ah, o preconceito...

30 de maio de 2013 0

Fico intrigada quando escuto aquela história de que as pessoas com deficiência têm preconceito em relação a elas mesmas. Isso se aplica também quando falamos em racismo, em homossexualidade, enfim, a todas aquelas pessoas que sofrem algum tipo de preconceito e/ou discriminação. Isso é desculpa de quem quer isentar a sociedade de qualquer responsabilidade e acreditar que está tudo bem. É justamente, em decorrência do preconceito da sociedade, que essas pessoas acabam agrupando-se, para ocuparem seu espaço e adquirirem uma identificação, pois, naturalmente, não têm as mesmas oportunidades que as outras pessoas. O preconceito existe, e não é fingindo que ele não existe, que as coisas vão mudar.

Viajando e bengalando por aí...

11 de novembro de 2012 0

Galera!

Tá difícil conseguir parar um tempo pra escrever aqui com maior frequência, mas vamos lá...

No mês de setembro estive em São Paulo, não conhecia lá, fiquei três dias, conheci muito pouco, mas gostei muito do que conheci, baita cidade que quero voltar logo, com mais tempo, para conhecer melhor.

A Francine não foi, fui eu e uma amiga, colega de faculdade, pois fomos especificamente para um evento. Desde que uso a bengala para me auxiliar no deslocamento, foi a primeira viagem que fiz sem alguém da família junto - logo São Paulo, nada menos do que a maior cidade do país - eu não sou muito certo mesmo :)

Então, tive várias experiências sociais indo e vindo pelas ruas de Sampa com a bengala, as pessoas naquela cidade estão sempre correndo, isso é claro, não é novidade para ninguém, mas a minha experiência é de uma pessoa com baixa visão conhecendo um lugar "mega" movimentado e populoso. Uma das coisas que mais me chamou a atenção no meio dessa correria, é que as pessoas se mostram muito individualistas, quase todos os espaços públicos recebem multidões para todos os lados e, se você está ali por algum motivo, cuide-se, siga a maioria ou será "atropelado". Ainda bem que logo me dei conta disso e peguei o ritmo da cidade, deu tudo certo!

A minha referência de grande cidade era o Rio de Janeiro, mas SP é completamente diferente e maior, no Rio, o astral das pessoas é outro, elas param para te auxiliar em alguma coisa, para te perguntar se precisa de algo, etc. Não vi isso em SP, e isso não é uma crítica às pessoas de lá, de forma alguma, pois conheço pessoas maravilhosas que são de lá ou que moram lá, isso é só uma constatação mesmo...

No Rio, por exemplo, eu estou acostumado a chegar no metrô e, antes de qualquer coisa, já aparece algum funcionário chamando para liberar o acesso gratuito, para mim e para a acompanhante. Sempre achei isso legal, porque, sendo turista, não vou, obviamente, ter o cartão de passe livre local, certo!? Gosto desse bom senso, tipo, a isenção é para pessoas com deficiência e não somente para pessoas com deficiência com cartão ou apenas para pessoas com deficiência que sejam moradores do local.

Em SP, no primeiro dia, ao chegar no metrô, não "apareceram" funcionários para me atender, fui à bilheteria e perguntei se eu tinha de pagar a passagem ou se havia isenção para pessoas com deficiência, a resposta foi uma pergunta: "tem cartão de isenção?", eu disse que não tinha, porque não era de SP, me responderam de maneira ríspida: "O que dá a isenção é o cartão!". Ok! Isso eu sei, para quem mora lá, o que dá a isenção é o cartão, como eu não o tenho, fiz a pergunta, porque alguém com o cartão iria fazer essa pergunta não é mesmo??? Mas essa falta de qualidade no atendimento não é exclusividade de SP, semana passada tive de ir a Canoas e, como não uso habitualmente o metrô, fiz a mesma pergunta que fiz em SP, e a resposta... também foi a mesma! Ok! Só tenho o cartão de isenção nos ônibus aqui de Porto Alegre, mas do metrô não, mas perguntar não ofende e atender bem não custa nada...

Bem, falando mais um pouco sobre a viagem pra SP, o despreparo em aeroportos e aviões é enorme, a acessibilidade é escassa, mas se não ocuparmos esses espaços, as coisas não vão mudar! Lá em SP, mais especificamente no evento, a receptividade foi muito boa, as pessoas que trabalharam no evento estavam bem preparadas, havia banheiros adaptados, a acessibilidade chegou lá com bastante expressividade, ainda não é o ideal, mas as coisas estão acontecendo. Enfim, foi uma viagem muito boa, novos contatos e oportunidades, sempre prestando muita atenção em como as pessoas se relacionam com a deficiência e com a acessibilidade.

P.S.: O tamanho desse texto se explica, um pouco, pelo tempo que fico sem escrever aqui.

Um abraço a todos!

Futebol Paralímpico

09 de setembro de 2012 1

A cada edição das Paralimpíadas, novas modalidades esportivas vão sendo incluídas nos jogos. Desde 2004, em Atenas, o Futebol de Cinco vem sendo disputado. Trata-se de um tipo de futebol para deficientes visuais.

Clique aqui para ver a matéria e o vídeo feitos pela EBC.

(Créditos: Site EBC)

Criando o Espetáculo!

07 de setembro de 2012 1

"A cadeira de rodas é vista como um símbolo de aprisionamento, de medo, mas pra mim significa liberdade! É com ela que me movimento."

Esta frase foi dita por Sue Austin, uma artista inglesa, tetraplégica, de 46 anos. Ela faz apresentações dançando enquanto mergulha com sua cadeira de rodas, adaptada precisamente para esta função.

A ideia de liberdade por ela defendida, propõe uma quebra de paradigmas, no que se refere à concepção de um suposto aprisionamento imposto por uma determinada deficiência. Esta percepção revelada por Sue, nos leva a repensar o universo de possibilidades que uma pessoa com deficiência tem em sua vida.

Foto de Sue Austin mergulhando com sua cadeira de rodas subaquática

Durante as paralimpíadas que estão sendo realizadas em Londres no momento, ela está fazendo apresentações embaixo dágua, dançando em sua cadeira. Câmeras subaquáticas captam as imagens que são transmitidas para um telão. Após o término das paralimpíadas, Sue irá se apresentar em outras regiões do Reino Unido, com apoio do governo inglês.

Foto de Sue Austin mergulhando com sua cadeira de rodas subaquática

Espero que este tipo de iniciativa, que envolve arte e superação, possa incentivar pessoas com deficiência no mundo todo a buscarem a libertação dos seus "supostos aprisionamentos".

Foto de Sue Austin mergulhando com sua cadeira de rodas subaquática

Clique aqui para assistir ao vídeo com entrevista e imagens das apresentações de Sue Austin. É realmente um belo e impressionante espetáculo!

(Fotos: wearefreewheeling.org.uk)

Há quanto tempo hein!?

26 de agosto de 2012 0

Olá!!!!

Depois de muuuuuuuuito tempo sem escrever... Aqui estou de volta, tentando retomar o blog, com vontade de escrever com mais frequência para vocês. Este ano está sendo muito corrido, trabalho, faculdade, filho pequeno, etc. Agora estou me organizando para publicar aqui com alguma regularidade. Este blog é um espaço muito importante e devemos aproveitar, pois há muito o que fazer e falar no que se refere às pessoas com deficiência. Enfim, é muito bom estar de volta!!!

Abraços!!!

Será Hora de Acabar Com o Braille???

28 de outubro de 2011 0

Chegou a hora de acabar com o Braille?
por Fredric K. Schroeder

Muita tecnologia surgiu para ajudar os cegos. E para questionar o uso de um sistema que até hoje reinava sozinho?

A tecnologia dedicada a ajudar deficientes visuais tem evoluído muito. Novas ferramentas vêm ampliando o acesso de cegos à informação escrita: audiolivros, softwares que leem em voz alta o e-mail que acabou de chegar, serviços telefônicos que leem o jornal pela manhã. Sem dúvida, uma mão na roda, que dá mais opções aos cegos.

Essas novidades conquistaram espaço. E, confiando nelas, os cegos estão deixando de ler. Estão apenas ouvindo. Há deficientes visuais que já aderiram completamente à tecnologia. Alguns professores de escolas para cegos também não veem mais espaço para o braile. Tanto que quase 90% das crianças cegas americanas estão crescendo sem aprender a ler e escrever. Isso é um sinal de progresso? Devemos celebrar o declínio do braile?

É verdade, a tecnologia permite a absorção rápida de muita informação. O problema é que essas novas ferramentas oferecem um tipo passivo de leitura. Ao contrário do braile, que permite uma leitura ativa. Com ele, o cérebro recebe as informações de forma diferente: além do conteúdo, absorve também as letras, a pontuação, a estrutura do texto.

A falta desse conhecimento pode prejudicar a formação de alguém. Aconteceu comigo. Perdi parte da visão aos 7 anos de idade. Aos 16, fiquei completamente cego. Não fui alfabetizado em braile quando criança, e tive de aprender a ler e escrever sozinho depois de cego. O aprendizado tardio prejudicou minha educação e minha confiança. Quando entrei na universidade, não podia soletrar. Sabia pouco sobre pontuação e regras gramaticais. Fiz um doutorado em administração da educação, mas a alfabetização limitada foi sempre uma barreira.

Hoje uso muita tecnologia de áudio. Com ela, posso ler o texto no computador em um ritmo de 250 palavras por minuto. Com o braile, leio 50 palavras por minuto. Mas a tecnologia é complicada para reuniões ou palestras. Se preciso ler um discurso que escrevi, buscar notas no meio de uma apresentação, consultar tabelas, só o braile evita que eu desvie a atenção do conteúdo principal.

É como para as pessoas que têm visão: rádio e TV são métodos úteis de conseguir informação, mas não substituem a leitura. Não quero dizer que a tecnologia de áudio não é importante na vida dos cegos. Ela é. Mas deficientes visuais necessitam de uma maneira eficiente de ler e escrever, como todo mundo. Isso significa que precisamos garantir o acesso a todo tipo de tecnologia que apareça e seja capaz de auxiliar. Sem esquecer também de trabalhar para manter o braile vivo.

Fredric K. Schroeder é vice-presidente da Federação Nacional dos Cegos dos EUA. Ele perdeu a visão em decorrência da síndrome de Stevens-Johnson.

Crédito:
BLOG TURISMO ADAPTADO
by Ricardo Shimosakai

Giselle Hubbe - Miss Brasil Deficiente Visual

24 de agosto de 2011 0

A gaúcha Giselle Hubbe, vencedora do concurso Miss Brasil Deficiente Visual, foi a convidada do programa Pedro Ernesto Entrevista na TVCOM em 23/8/2011. Clique aqui para assistir à entrevista.

Movimento SuperAção 2011 em Porto Alegre

22 de agosto de 2011 0

E aí, galera!!!

Foi muito legal a passeata do Movimento SuperAção ontem aqui em Porto Alegre, o tempo colaborou, um sol bacana, o dia estava frio, mas o bom é que não choveu.

Na minha opinião, o evento deste ano foi melhor do que o do ano passado e, espero que a cada ano fique melhor ainda, reunindo mais pessoas com e sem deficiência, movimentando e articulando mais e mais...

Lembro que na primeira edição, em 2010, com deficiência visual, estávamos praticamente só eu e meu irmão lá. Já neste ano, vi vários, fiz vários contatos, foi possível trocar muita ideia, fazer novas amizades, enfim, várias portas são abertas a partir destes encontros.

Conhecemos lá o Daniel, de São Paulo, que nos contou que participa do SuperAção lá há 6 anos, ele estava com seu cão-guia, que também vestiu a camiseta do Movimento SuperAção (foto abaixo).

Eu e Francine conhecemos e ficamos amigos da Giselle Hubbe, que é Miss Brasil Deficiente Visual, abaixo estão as nossas fotos com ela, que é gente fina pra caramba (ela vai participar do desfile de moda inclusiva na Assembleia Legislativa na próxima sexta-feira, 26/8/2011, conforme está detalhado no post anterior da Ju).

(Foto: Giselle e Rafael)

(Foto: Giselle e Francine)

Conversei muito também com a professora Marilena que trabalha com pessoas com deficiência visual na União dos Cegos.

Também participando do evento reencontrei uma ex-colega do meu serviço anterior, a Denise, trabalhei com ela até 2006 e nubca mais a tinha visto, estava com a família, uma filhinha linda de 5 anos e o marido que é cadeirante há mais ou menos dois anos, fiquei muito feliz também por este reencontro, já estamos nos falando pelo Facebook.

Ontem na Redenção, também vi que havia pessoas distribuindo folder com contatos para o envio de curriculum, ou seja, empresas em busca de pessoas com deficiência para suprir vagas no mercado de trabalho, isto é muito bom, é o Movimento SuperAção ganhando visibilidade.

Eu e Francine conhecemos pessoalmente também a Aline Massoni, de Viamão, cadeirante que eu conhecia de um depoimento no "Tocando a Vida" do programa da Ju na AL e também amiga de Orkut há algum tempo, muito legal também.

Como eu já falei, espero que a cada ano fique melhor o SuperAção, eu curti muito, fizemos nosso barulho em busca do nosso espaço, da inclusão, exigindo acessibilidade já! Mostramos a nossa cara para a cidade, todos juntos, um só objetivo, uma só voz, assim que tem que ser, o caminho é longo e nada fácil, mas quando nos juntamos, nos reunimos, unimos também nossa força. É muito bom conhecer pessoas, fazer amizades e projetar coisas para o futuro!

Viva o Movimento SuperAção!!!
Acessibilidade e inclusão já!!!

Nossas calçadas!

28 de julho de 2011 0

Amigos!

Peço desculpas pela demora nas postagens, mas vamos que vamos...

Toda tarde tenho saído com nossa pequenina pra passeios de carrinho, ela adora.

Já tinha noção das porcarias que são nossas calçadas, por conta disso, eu e Milton saimos muito pouco a pé, mas com Ana Sofia não tem jeito, ela precisa desses passeios, aí o bicho pega.

Uma rodinha do carrinho já empenou graças aos buracos, hoje mais uma vez saimos e como sempre faço, cada passeio é por um lugar diferente.

Olha só a loucura que descobrimos hoje:


Essa calçada fica na Avenida Cristóvão Colombo, pertence ao Hospital Militar.

É uma calçada estreita, deve ter no máximo uns 90 cm de largura, não bastasse isso, algum gênio resolveu colocar uma placa de sinalização que impede qualquer pessoa andante, cadeirante, com carrinho de bebê, passar pela calçada.

Cada vez mais tá mais difícil sentir orgulho do meu País!

Aproveito o post pra dar nosso apoio à queria Vitória e total repúdio ao Cinemark, são com atitudes como essas, que acontecem o que aconteceu recentemente num cinema da região

Deficiência Visual com muito bom humor...

03 de julho de 2011 0

Fala galera,

Aqui vai um link para um vídeo que achei bem legal... Mostra uma apresentação de um jovem carioca com deficiência visual que faz "comédia em pá", falando sobre as situações cotidianas ligadas à deficiência visual. Achei ele bem talentoso, o vídeo é bem engraçado, mas não é só isto, pois no meu entender, o trabalho dele é uma forma de falar para a sociedade sobre a deficiência, acessibilidade, etc, com muito bom humor, é claro. Espero que vocês gostem.

Assistir ao vídeo.

REHAB EM PAUTA NA ASSEMBLEIA

01 de julho de 2011 0

Calma que não tem nada com Amy Winehouse, estou falando de reabilitação para o time dos quebrados! Quarta-feira, dia 06 de julho, o plenário da Assembleia Legislativa será palco para o Seminário Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência em Reabilitação/Habilitação.

O evento será aberto às 9h30, pelo presidente da ALRS, deputado Adão Villaverde (PT); secretário de Estado da Saúde, Ciro Simoni; secretário Municipal de Saúde de Porto Alegre, Carlos Casartelli; presidente da Faders, Claudio Silva; representantes dos usuários, Valter dos Santos Castilhos; representações da Comissão de Saúde da ALRS, das Universidades, secretarias municipais, conselhos e unidades de Saúde e entidades de representação comunitária de Porto Alegre e da Região Metropolitana.

Segundo o IBGE (2000), 14,5% da população brasileira tem alguma deficência, só no RS são 1,5 milhão delas. O objetivo do Seminário é apontar uma definição de competências, atribuições e previsão de recursos orçamentários para o atendimento destas pessoas com programas especiais. O Seminário faz parte dos Grandes Debates, promovidos pelo programa Destinos e Ações para o Rio Grande.

Saca a programação:

Falta de rampas

17 de junho de 2011 0

Achei que tivesse noção de quão inacessível é nossa cidade, mas ao dar umas voltas com o Pedro no carrinho, vi que as rampas e as calçadas são terríveis, quase não têm rampas e as que tem não são adequadas, é difícil ver uma com as especificações corretas.

Claro que passará muito rápido este tempo para nós e logo o Pedro já estará caminhando, além de poder levá-lo no colo, no canguru... Mas e os cadeirantes que terão de conviver com a falta de acessibilidade, por um longo tempo ou permanentemente, como fazem? Eles têm de ter autonomia, não podem ficar sempre precisando que tenha alguém para ajudá-los a se locomoverem... ou "pegá-los no colo". Mais rampas já!

Bandeirão da Acessibilidade

24 de maio de 2011 0

Achei bem legal esta ação, pois se trata de divulgação para grandes massas, que lotam os estádios de futebol deste país...

O objetivo da ação é conscientizar o público sobre a importância de se eliminar as barreiras que impedem as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida de participarem efetivamente da vida em sociedade, ressaltando a importância dos Direitos Humanos em nosso dia-a-dia e a defesa da acessibilidade como um direito universal. O Bandeirão da Acessibilidade tem 25m x 18m e é carregado por crianças, adolescentes e pessoas com e sem deficiência, que entram em campo nos intervalos das partidas de futebol, em campeonatos estaduais e também no Campeonato Brasileiro, o "Brasileirão", que iniciou no último sábado, 21, a edição de 2011.

Esta ação, faz parte da “Campanha Nacional da Acessibilidade – Siga essa Ideia!”, que é apoiada por Pelé, Zico, Roberto Dinamite, Ronaldinho Gaúcho e Rivellino, além de grandes clubes brasileiros. Seus embaixadores são os atletas Adriana Behar, Clodoaldo Silva, Paulo Victor e Júlio César.

A “Campanha Nacional da Acessibilidade – Siga essa Ideia!” tem como objetivos a sensibilização, a conscientização e a mobilização para a eliminação das barreiras culturais, de informação, arquitetônicas e outras que impedem as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida de participarem efetivamente da vida em sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

A campanha conta com o apoio e a adesão do Supremo Tribunal Federal, do Ministério Público Federal, de Governos Estaduais, Prefeituras e grandes clubes como Botafogo, Vasco da Gama, Fluminense, Internacional, Grêmio, Santos, Corinthians, Atlético/MG, Cruzeiro, Bahia, Vitória, Fortaleza. Atletas de renome como Pelé, Zico, Roberto Dinamite, Ronaldinho Gaúcho, Dentinho, Rivellino e Félix também apoiam a campanha, da mesma forma que o bloco carnavalesco Galo da Madrugada e escolas de samba como Portela, Beija-Flor e Vai Vai, e agremiações folclóricas como Boi Garantido e Boi Caprichoso.

A “Campanha Nacional da Acessibilidade – Siga essa Ideia!” é coordenada pelo Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, órgão integrante da estrutura básica da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Muitas rodas

09 de maio de 2011 0

Uma coisa que passei quase os nove meses da gravidez pesquisando foi o tipo de carrinho que compraria pra Ana Sofia.

Precisava de um carrinho, bom, compacto, leve, fácil pra guardar e de preferência barato e bonito.

Não achei um que preenchesse todos os quesitos acima, principalmente no preço, mas depois eu vi que todos são caros, mas o principal era que coubesse na mala do carro junto com a cadeira do Milton.

Achamos esse modelo:

Fecha em "guarda-chuva" é relativamente leve, serve como passeio e berço e o bebê conforto acopla na mesma estrutura, como dá pra vê abaixo com a participação da modelo mais linda do mundo.



Já no carro também ficou legal, porque cabe tanto a cadeira do Milton quanto o carrinho da Ana Sofia.

Apesar de caber tudo bem certinho, assim que a grana der, estamos pensando em trocar de carro, pra um modelo com mala, tipo perua, como diriam os paulistas, é que com tanta roda junta, não cabe mais nada na mala.

Numa viagem, por exemplo, não temos espaço pras malas e nem a cadeira de banho dobrável do Milton, que em algumas ocasiões também vai junto.


Pra finalizar uma foto da mãe mais feliz do mundo

E o pai mais babão do mundo