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Posts com a tag "designer gráfico"

Agora a Organização dos Direitos Humanos tem marca

27 de setembro de 2011 2




“Free as a man” é o nome da marca da Organização dos Direitos Humanos. A escolha foi feita por meio de concurso aberto ao mundo (inclusive tinha brasileiro na disputa), e o vencedor foi o designer sérvio Predrag Stakic,  conduzindo a projeção de uma mão estilizada de forma a formar também uma pomba – símbolo universal da paz. O efeito foi conseguido graças a um jogo de positivo negativo, aplicando-lha as leis de Gestalt chamada fechamento -  em que nosso cérebro tende a ver uma imagem “abstrata/aberta” e transformá-la em um objeto conhecido. Confira abaixo o logo vencedor:


Vivendo as artes gráficas

27 de abril de 2011 0


Pegando bons exemplos das coisas do cotidiano e utilizando como referência em campanhas. Essas peças foram criadas para a Litokromia, para reforçar o conceito de que a empresa vive plenamente as artes gráficas. A criação fica por conta da agência Longplay 360 de São Paulo. Veja as peças:


Fonte: Rodrigo Pia

Uma exposição onde você vira artista

25 de abril de 2011 1



Os designers gráficos Andy Miller e Andrew Neyer são os artistas responsáveis pela criativa “Color Me _______”, uma exposição interativa na galeria Yes, em Cincinnati, nos Estados Unidos. Composta por peças inacabadas, a mostra convida o público a interagir com as obras, colorindo-as. Entre os trabalhos expostos estão esculturas, desenhos em vidro e painéis com ilustrações; todo prontos para receber intervenções. Assista ao vídeo e veja algumas fotos desse encontro:


Fonte: Zupi

Como divulgar um curso de Design Gráfico?

21 de fevereiro de 2011 0



A Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, bolou uma ação de guerrilha fantástica. Aproveitando a época de trotes com novos alunos, utilizou os seus próprios como garotos propaganda para divulgar o curso de Design Gráfico, através de pintura corporal na qual aprenderam as técnicas em sala de aula. Lembrei-me de um belo texto passado pelo professor de antropologia – no primeiro dia de aula na universidade – sob o título de “Trote dos calouros como rito iniciático”. O texto fazia referência a todos os tipos de trotes adotados nas faculdades, enfatizando o trote solidário, bem como ações felizes e criativas como esta. A criação ficou por conta da agência Artplan. Confira:


Fonte: Publicitários F. C.

Felipe Taborda fala sobre a relação entre design e obra

12 de novembro de 2010 0

Felipe Taborda é designer gráfico brasileiro formado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ). Estudou cinema e fotografia no London  International Film School (Inglaterra), Communication Arts na New York Institute of Technology, e Design Gráfico na School of Visual Arts (EUA). É professor da UniverCidade, no Rio de Janeiro. Desde a década de 1990 tem o seu próprio estúdio e trabalha principalmente na área cultural, editorial e fonográfica. No início deste ano terminou a edição do livro Latin American Graphic Design, a primeira compilação de design gráfico contemporâneo da América Latina.

Taborda é o criador das capinhas de discos da Som Livre. Em entrevista recente a Globo News, o designer afirmou que um bom design não salva uma má obra. Mas se o produto é bom, ele pode sobreviver a um visual ruim. Ele deu como exemplo os discos dos Beatles. Confira na íntegra a entrevista clicando aqui.
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Abaixo, um pouco do trabalho de Taborda feito pela Experimenta TV, de Madrid – Espanha:



Sua arte na nova coleção Casa Rima

04 de novembro de 2010 0


Sua arte pode fazer parte da coleção 2011 Casa Rima. Os designers interessados devem enviar e-mail para casarima@casarima, contendo a descrição “Estampas 2011″ no assunto. Os profissionais selecionados passam a integrar a lista de designers no site da Casa Rima e suas estampas entram automaticamente para o catálogo 2011 da empresa. A Casa Rima repassa mensalmente ao designer uma quantia em R$ por cada metro de tecido vendido com as estampas por ele criada. Prazo de entrega: até 30 de novembro. Não perca tempo!



Aprenda com Hans Donner como valorizar a brasilidade

18 de outubro de 2010 0

Designer da Rede Globo mostra como as inovações em design podem valorizar a singularidade das organizações brasileiras

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Entre o deslizar suave de uma cobra e o salto abrupto de um sapo, Hans Donner, o designer alemão de alma brasileira que ajudou a TV Globo a se globalizar com suas vinhetas, prefere o primeiro para caracterizar o tempo em seu projeto mais ambicioso, o redesenho do tempo em um novo relógio que trabalha com o claro e o escuro e o fluir da natureza: o timension. Com a ambição de “ajudar o homem a viver em mais harmonia com o seu tempo”, o designer digital cria neste projeto uma nova concepção de mensurar as horas. Isso porque, na imagem do relógio de Donner, o círculo externo se refere aos minutos, o interno aos segundos e, entre ambos, ficam as horas. Diferente? Trata-se do “timension”, uma neologia que combina as palavras “tempo” e “dimensão” em inglês.

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A proposta do designer é trocar a tensão pela paz. Embora seja preciso se acostumar com esse mostrador 3.0, o objetivo principal do projeto é recuperar as referências naturais e ancestrais do homem, como o contraste entre luz e sombra (ou entre dia e noite) e o fluir contínuo, propondo um tempo belo e harmonioso. Mas este é apenas um dos trabalhos deste artista. Donner não se dedica apenas a desenhar o tempo. Conhecido como o designer que dá cara à Rede Globo de Televisão, empresa em que conduz cerca de 20 projetos, ele também divide seu tempo com vários trabalhos nas áreas de branding e multimídia para grandes corporações, como a recente marca/vinheta comemorativa dos 150 anos da Caixa.

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Um dos mais respeitados designers de nosso tempo, Hans Donner é um mestre na arte da inovação, por conseguir unir a seu reconhecido talento uma capacidade ímpar de levar equipes e colaboradores a exercitar o pensamento out of the box. E foi essa a característica marcante que o fez colecionar quebras de paradigma ao longo de sua prestigiosa carreira. Na qualidade de responsável pela identidade visual da emissora, Donner quebrou o paradigma bidimensional na mídia televisiva ao inaugurar, na década de 1980, a linguagem em 3D no vídeo – por ele batizada de videographics.

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De 1974 para cá, a logomarca da Rede Globo e as aberturas de seus programas e telenovelas tiveram influência determinante tanto na percepção externa do que é o design brasileiro como entre os designers nacionais. Uma estimativa conservadora é que 650 bilhões de pessoas, cem vezes a população mundial, tenham entrado em contato com o trabalho de Donner. Esse design reúne cinco características:

• Movimento – Fluir como se dança o samba e se dribla no futebol, como as ondas do mar e a correnteza dos rios, como o tempo.

• Curvas - Silhuetas suaves e harmoniosas como a das montanhas geologicamente antigas do País, a das mulheres brasileiras, formas arquitetônicas de Oscar Niemeyer, ídolo de Donner.

• Volume - Tudo com altura, largura e profundidade, como se vê na natureza e nas florestas do Brasil ou na obra de artistas plásticos como Vik Muniz, que já se admitiram influenciados por Donner. O designer pode ser considerado até um precursor do cinema 3-D.

• Cores - Contraste de claro e escuro, ou do sol e da sombra, novamente menção à natureza brasileira.

• Histórias - Tudo tem significado e mensagem, como em nossa mitologia.

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Para ele, a síntese das ideias é o grande instrumento e noção de que a concepção sintética que ocorre às pessoas, não resultam de horas de trabalho duro, como acontece, em outra etapa, com a execução de um projeto de design. Donner ousou também, não se deve esquecer, quando fez um design vivo no corpo de sua mulher, Valéria Valenssa, que se tornou a Globeleza, o símbolo do Carnaval brasileiro por muitos anos. Não são poucos os que atribuem a Donner grande parte do sucesso da internacionalização da TV Globo. O nível de qualidade mostrado por suas vinhetas impressiona tecnicamente o mundo inteiro. E também não são poucos os que atribuem parte do maior conhecimento (e do respeito) que se tem pelo Brasil no exterior à penetração da TV Globo lá fora.

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O desafio do tempo de Donner faz por merecer pelo menos duas reflexões das empresas:

1) a meta de crescer, em um mundo ameaçado pela mudança climática, não será trocada pela meta de durar?

2) poderá ser o Brasil a ensinar ao mundo como lidar com o tempo de uma nova maneira?

Donner já foi suficientemente coberto de glória. Além de sua audiência imbatível, suas criações – que somam móveis e objetos variados –  mereceram exposição em algumas das maiores galerias do mundo e ele até já foi comparado a Pablo Picasso, pela ruptura que promoveu em sua arte. Sua ambição e seu sentido visionário não estão mais à procura de fama, reconhecimento ou fortuna. Além do redesenho do próprio tempo, que busca mudar a relação que o ser humano tem com ele, Donner quer, cada vez mais, desenhar o Brasil, imprimir a marca da brasilidade no design mundial, com os cinco elementos de seu estilo  – algo a que as empresas devem prestar particular atenção.

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Fonte: “Brasilidade em Destaque”. Revista HSM Management. Mai/Jun 2010, Acontecendoaqui

Surrealismo apocalíptico

08 de outubro de 2010 0

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Segundo o calendário Maia, o fim do mundo será em 2012. Alguns acreditam, outros duvidam – existem também as profecias. Tem até pessoas que esperam os ovnis dominarem nosso planeta. Ambientalistas dizem que se não formos mais conscientes a terra sofrerá incríveis mudanças climáticas, gerando catástrofes irreverssíveis. O terrorismo e as guerras também são fatores que podem destruir o mundo…

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Muitos aproveitam o tema para produzir belos materiais.  Já vimos alguns sucessos no cinema, o último, 2012 levou quase 1 milhão de brasileiros aos cinemas. O site Media Dump selecionou alguns trabalhos bem produzidos de designer e ilustradores. Com um resultado surpreendente, artistas gráficos chocam o público com imagens altamente catastróficas e aterrorizantes. Esperamos que essas cenas não se tornem realidade. Confiram:

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Artista leva ícones do Google Maps para cenários do mundo real

14 de setembro de 2010 0

Imagine o Google Maps invadindo vias públicas e parques?

É isso que o designer Alejo Malia decidiu fazer. Em seus últimos trabalhos, Alejo cria placas gigantes, como as vistas no programa da Google. É como se o mundo real ganhasse grandes ícones de localização. Vejam:

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A diferença entre "emoticons" ocidentais e orientais

19 de agosto de 2010 2

Existe diferença sim entre os “emoticons” ocidentais e orientais e a revista Wired mostrou isso. São duas formas muito criativas de usar tipografia para expressar emoções, quando fizermos um trabalho para um cliente do outro lado do mundo que tenha este tema lembraremos disso, confiram:

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