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Quero ser um designer!

24 de outubro de 2011 0





No último final de semana, os jovens brasileiros foram às salas de aula, mas não para estudar, e sim para resolver as questões do Enem. Cerca de 5,3 milhões de candidatos estavam inscritos neste ano. O Enem tem o objetivo de avaliar o ensino médio no País e é usado como critério para ingresso em universidades e para concessão de bolsas de estudo.


A pergunta é: será que esses futuros vestibulandos já escolheram o curso que irão fazer?


Me formei há alguns anos e sei da pressão em decidir o curso e, consequentemente, sua profissão. Às vezes, seguimos os passos dos nossos pais, outras, nosso instinto vocacional e aptidões pessoais. Para aqueles que ainda têm dúvida em relação ao curso, e estão num labirinto da indecisão, aqui vai uma dica que tenta esclarecer alguns pontos aos que desejam cursar alguma das vertentes do design. São elas:




Design de Produto

Esse tecnólogo trabalha em concepção, desenvolvimento e produção de objetos. Ele avalia as necessidades dos consumidores e, com base nelas, elabora diversos tipos de produto, como eletrodomésticos, calçados ou mesmo móveis. Participa da fabricação e da comercialização das peças novas e trabalha no aprimoramento das já existentes. O objetivo é oferecer produtos com preços mais baixos e com melhor qualidade e funcionalidade. Atua também na criação de embalagens atrativas, resistentes e que garantam a segurança do produto.


O mercado de trabalho: A profissão permite atuação nas mais diversas áreas, que vão do setor moveleiro ao de metalurgia e da indústria de moda e calçadista à de acessórios. Seja nas grandes indústrias, seja nas empresas familiares, a necessidade de inovação do mercado tornou o designer uma peça-chave nas empresas, o que faz aumentar a procura pelo tecnólogo. “A economia aquecida, a necessidade de novos produtos e um mercado consumidor mais exigente abrem um grande campo para o designer”, diz Bruno Manoel Neves, coordenador do curso do IF-SC. O profissional é bastante requisitado no Sudeste, principalmente no estado de São Paulo, que tem um importante parque gráfico e conta com grande número de multinacionais dos ramos alimentício e têxtil. Na capital paulista também estão os principais escritórios de design do país. Na Região Sul, os postos de trabalho se expandem a cada ano, por causa da grande quantidade de indústrias de calçados e utilidades domésticas.


Salário inicial: R$ 1.500,00 a R$ 2.000,00 (em indústria de médio porte; fonte: Associação dos Designers de Produto).


O curso: A base teórica, no início do curso, inclui história da arte e do design, metodologia visual, introdução ao design, psicologia do consumidor, sociologia de consumo e empreendedorismo. Depois, o currículo engloba disciplinas mais práticas, como computação gráfica, desenho artístico e técnico, ergonomia e tecnologia de materiais. Para se formar é preciso fazer um trabalho de conclusão de curso: o planejamento de lançamento de um produto, desde sua concepção até a chegada ao mercado consumidor. Algumas escolas oferecem formação específica em embalagens ou joias.


Duração média: quatro anos.







Design de Moda

É a arte de criar e comercializar peças de vestuário e acessórios, seguindo estilos e tendências. O profissional de moda desenha roupas e produtos, como joias, cintos e calçados, e define estilos e modelagens. Analisa tendências de comportamento para desenvolver coleções adaptadas ao gosto do público-alvo e promove a comercialização dos artigos. Responsabilizase pela aquisição de matérias-primas e desenha estampas nas indústrias têxteis ou modelos nas confecções. Como gestor, pode pesquisar o mercado consumidor, estabelecer estratégias de marketing para campanhas de lançamento de produtos e cuidar da promoção de vendas. Está habilitado também a trabalhar no departamento de compras de grandes magazines. Pode, ainda, prestar assessoria de moda para pessoas ou para grandes lojas. Neste caso, define a disposição dos produtos nas vitrines e escolhe as coleções a serem compradas.


Dúvida do vestibulando: Qual a diferença entre fazer um bacharelado e um tecnólogo?

Antes de escolher um dos dois, é preciso definir em qual área da moda você pretende atuar. Isso porque tanto o bacharelado quanto o tecnológico oferecem carreiras voltadas para estilismo, modelagem, negócios e produção. A diferença entre os cursos é que o primeiro tem boa parte de fundamentos teóricos em moda, enquanto o segundo é focado em disciplinas das áreas mais práticas – como criação de tecidos, roupas, moldes, corte e costura e acompanhamento da produção de modelista – e do setor de negócios (estratégias para empresas).


O mercado de trabalho: A indústria da moda continua crescendo e busca tanto bacharéis como tecnólogos para atender às mais diversas etapas da cadeia produtiva. “O mercado é imenso, começa na plantação do algodão até a repercussão da mídia depois dos desfiles”, explica Adriana Job Ferreira Conte, coordenadora do curso tecnológico da UCS, em Caxias do Sul (RS). As modas masculina, infantil, esportiva, praia e de lingerie são as mais carentes desse profissional. “A moda feminina é mais saturada”, diz Raquel Valente Fulchiron, coordenadora do bacharelado na Fasm. O estilismo ainda oferece oportunidades para a concepção de coleção de roupas, calçados e acessórios e para o desenvolvimento de produtos nas indústrias de matérias-primas, além da supervisão da produção, criação de estampas e costuras. Outro campo crescente é o da consultoria em tendências de moda para objetos de consumo, também chamados de “bens vestíveis”, como celulares e players (MP4, por exemplo). O planejamento e o gerenciamento de marcas com base em pesquisas de comportamento e consumo, a criação de tendências e a gestão de materiais também são setores fortes. Aumenta a demanda pelos consultores de moda para orientar pessoas a se apresentar em diferentes situações, assim como é boa a procura dos profissionais mais reconhecidos para atendimento pessoal a artistas e personalidades. Além disso, há campo na área educacional, nas faculdades de moda. Mas para dar aulas no ensino superior é preciso ter pós-graduação. São Paulo possui o maior número de ofertas de trabalho, e uma concorrência mais acirrada devido ao número de cursos de Moda oferecidos. Há também vagas no interior do estado. Na Região Sul, empresas de calçado costumam contratar os egressos, e há demanda para o trabalho nas malharias. Crescem oportunidades na indústria têxtil nordestina.


Salário inicial: a partir de R$ 2.000,00 (fonte: profa. Eliana Gonçalves, da Udesc).


O curso: Alguns cursos tecnológicos se voltam especificamente para as atividades industriais, enquanto outros dão maior ênfase à criação de moda. Seja como for, o currículo é carregado de disciplinas práticas, com oficinas nas quais você aprende as diversas técnicas de estilismo, de desenvolvimento de coleções, modelagem, corte e costura. Matérias como administração, gestão de processos produtivos, tecnologia do vestuário e mercadologia visam a preparar o aluno para atuar no gerenciamento de todo o processo industrial, da compra de matéria-prima à colocação do produto final no mercado. O estágio complementa a formação do aluno. Fique de olho: A UVA-RJ oferece um curso voltado para o design de Carnaval.


Duração média: três anos.


Onde aplicar:

  • Consultoria – Trabalhar como personal stylist, ajudando os clientes a combinar roupas, cores e estilos.

  • Coordenação – Gerenciar a compra de coleções de roupas para lojas e magazines. Coordenar as equipes de estilos tanto em indústrias e confecções como em magazines e orientá-las para as tendências da moda.

  • Design/Estilismo – Criar roupas (estilismo), joias, bijuterias, calçados e bolsas (design de acessórios) ou desenhar estampas e padrões e elaborar novos tecidos para tecelagens (design têxtil).

  • Fotografia – Acompanhar a produção de fotos de moda para revistas, catálogos, exposições e anúncios.

  • Gerenciamento – Desenvolver produtos e supervisionar a compra de materiais para sua produção e comercialização.

  • Modelagem – Transpor para moldes os desenhos dos estilistas, desenvolvendo modelos-piloto para orientar a produção.

  • Negócios – Atuar como gestor na cadeia de produção, distribuição, divulgação e comercialização da moda e desenvolver estratégias de negócios e marketing.

  • Produção – Fazer desfiles, catálogos, editoriais de revistas e organizar campanhas publicitárias.






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Design Gráfico

É a criação de projetos gráficos para publicações, anúncios e vinhetas de TV e internet. O designer gráfico desenvolve o visual de jornais, revistas, livros, panfletos, anúncios e outdoors. Também cria logotipos e papelaria para firmas individuais, comerciais e industriais, com o objetivo de tornálos atrativos e facilitar a leitura. Escolhe as letras para os textos, define o tamanho das colunas de uma página impressa, seleciona e padroniza cores e ilustrações e projeta embalagens. Desse modo, torna a comunicação mais eficiente e agradável. Cuida da programação visual de marcas veiculadas em anúncios e campanhas, inclusive em espaços públicos onde a informação deve ser compreensível até para o público iletrado. No campo digital, elabora websites e CDs-ROM. Pode trabalhar em editoras, agências de design e de publicidade e birôs de computação gráfica e produtoras.


O mercado de trabalho: A figura do designer gráfico vem ganhando cada vez mais espaço devido ao surgimento de novas mídias e também pela necessidade de ampliação dos canais já existentes, como a publicidade, a internet, a telefonia celular e a mídia impressa. “Existe demanda em todos os segmentos, como finalização, vídeos, animação, mas o maior crescimento ainda é na área da web”, afirma Sergio D’Oliveira Casa Nova, coordenador do curso da Belas Artes, de São Paulo. Outra possibilidade é trabalhar como autônomo, prestando serviços para empresas, ou em pequenos escritórios de design. As vagas de emprego ainda se concentram no eixo Rio-São Paulo. “Para quem es tá começando, a melhor maneira de entrar no mercado é estagiando em empresas de designers gráficos, agências de propaganda, editoras e produtoras de vídeo e cinema”, explica o coordenador.


Salário inicial: R$ 2.120,58 (fonte: Associação dos Designers Gráficos do Distrito Federal).


O curso: O currículo valoriza a formação prática em artes e comunicação visual e é composto de disciplinas como história da arte e do design, cinema, fundamentos da linguagem visual e fotografia. Há, ainda, aulas de tipografia, ergonomia, embalagem, marca e softwares de editoração. Vários cursos de Arquitetura e Urbanismo e de Desenho Industrial também preparam o profissional para atuar nessa área. A obrigatoriedade do estágio e da apresentação de um trabalho de conclusão de curso depende de cada instituição. Fique de olho: Algumas instituições oferecem graduação em design digital, com formação específica em projetos de design para interfaces de mídias digitais, como websites, animações e games.


Duração média: quatro anos.


Onde aplicar:

  • Editoração eletrônica – Criar páginas de jornais, revistas, livros e folhetos, distribuindo o texto e as imagens de acordo com a linha editorial da publicação.

  • Programação gráfica para TV – Produzir vinhetas para emissoras e peças de publicidade.

  • Webdesign – Desenhar sites, interativos ou não, para a internet, considerando a melhor forma de transmitir a imagem, as informações e os serviços oferecidos pelos clientes.





n
Design de Interiores

É a arte de planejar e arranjar ambientes de acordo com padrões de estética e funcionalidade. O profissional harmoniza, em um determinado espaço, móveis, objetos e acessórios, como cortinas e tapetes, procurando conciliar conforto, praticidade e beleza. Planeja cores, materiais, acabamentos e iluminação, utilizando tudo de acordo com o ambiente e adequando o projeto às necessidades, ao gosto e à disponibilidade financeira do cliente. Administra o projeto de decoração, estabelece cronogramas, fixa prazos, define orçamentos e coordena o trabalho de marceneiros, pintores e eletricistas. Pode projetar salas comerciais, residências ou espaços em locais públicos. Esse profissional costuma trabalhar como autônomo, mas pode atuar também como funcionário de empresas especializadas em decoração e design de interiores ou, ainda, como consultor em lojas de móveis.


Dúvida do vestibulando: Qual a diferença entre fazer um bacharelado e um tecnólogo?

O bacharelado tem muitas disciplinas em comum com o curso de Arquitetura e Urbanismo e forma profissionais para atuar sobretudo com projetos, além da parte decorativa. Os cursos tecnológicos, por sua vez, são voltados mais para a decoração. Ao optar por um deles, preste atenção no foco do curso, que pode ser decoração e paisagismo ou design de móveis e ambientes.


O mercado de trabalho: O mercado está em alta para bacharéis e tecnólogos. Isso graças à boa fase econômica do país, que elevou a renda da população. “Há uma explosão no número de casas populares e edifícios para a classe média em todo o país. São residências pequenas, por isso os móveis têm de ser bem planejados. É uma questão de necessidade, não mais um luxo. Portanto, trata-se de um público novo que começa a demandar a mão de obra do designer de interiores”, explica Cristina Elizabete Silva Ragaini, coordenadora do curso tecnológico da UMC. Nesse caso, os maiores empregadores são as lojas de móveis planejados. O mercado considerado “de luxo” também continua a gerar oportunidades para o profissional que trabalha por conta própria. Uma das maiores demandas vem da área corporativa, em que o designer é requisitado para elaborar andares inteiros de escritórios e salas de reuniões. Já os escritórios de decoração contratam com frequência o especialista em projetos para atender às necessidades de lojas, bares, restaurantes, hotéis, pousadas, clínicas, hospitais e escolas. “A hotelaria é uma área que, graças ao potencial turístico do Brasil, ainda vai crescer muito por todo o país e demandar o trabalho do designer de interiores”, diz Jéthero Cardoso de Miranda, coordenador do bacharelado do Belas Artes. Além das capitais de negócios, como Rio e São Paulo, as outras também devem registrar aumento de demanda, sobretudo na Região Nordeste. Outra área que promete crescimento é a de projetos de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais. “Teatros, cinemas, condomínios residenciais e comerciais precisam se adaptar, e tudo isso implica alteração de projeto de interiores”, explica Cardoso de Miranda. Fabricantes e montadoras de automóveis também contratam o profissional para desenvolver volantes e estofados.


Salário inicial: R$ 2.250,00 (fonte: prof. Jéthero de Miranda, do Belas Artes).


O curso: Há poucos cursos de bacharelado no país. É grande a ênfase na parte prática, com atividades a mão livre e o uso de recursos da informática. Boa parte da carga horária é dedicada ao desenvolvimento de projetos, com aulas de perspectiva e desenho artístico e arquitetônico, assim como de técnicas de instalação e iluminação. As atividades extracurriculares também são frequentes. Prepare-se para visitar museus e exposições de arte, assistir a palestras e fazer pesquisas em bibliotecas. No fim do curso, as escolas costumam exigir um estágio ou uma monografia.


Duração média: quatro anos.


Onde aplicar:

  • Desenho de móveis -Criar peças conforme as necessidades do cliente, adaptando-as ao espaço disponível.

  • Decoração e paisagismo – Cuidar da colocação de móveis e acessórios em ambientes residenciais e comerciais internos. Em áreas externas, usar arte e técnica para projetar, organizar e embelezar espaços com plantas e jardins.

  • Gerenciamento – Acompanhar a compra de móveis e acessórios, fazer orçamentos e contratar mão de obra.

  • Projeto – Organizar ambientes de acordo com as necessidades do cliente. Elaborar plantas e maquetes, indicando o estilo, as cores e a disposição de móveis e objetos no espaço.



Agora, para quem deseja mais informações sobre universidades e cursos em sua cidade, acesse o Guia do Estudante. Lá você ainda encontra em qual ranking se enquadra a faculdade que você vai escolher.


Estante ou mesa?

19 de abril de 2011 0


Temos visto apartamentos cada vez mais pequenos sendo construídos, penso que é tendência. Para minimizar e aproveitar ao máximo cada espaço, a designer Sakura Adachi criou para a Campeggi uma estante que pode ser mesa e cadeira também. Ótima ideia!


Dura profissão

06 de abril de 2011 0


Deem uma olhada no que nós – designers, ilustradores, fotógrafos, publicitários e artistas gráficos em geral – passamos com os clientes.


Fonte: DesignStore

Vídeo humorístico sobre os freelancers

11 de janeiro de 2011 0


Um bom exemplo de como esta série além de ajudar todos os freelancers com o seu humor inteligente, é ainda intemporal e pode ser adaptado a tudo o que é cultura.


Fonte: Serfreelance

Designer cria camiseta que transmite programação de TV

13 de dezembro de 2010 0


O designer Sebastian Merchel desenvolveu uma camiseta  que permite ao seu dono assistir à televisão – através do recurso da realidade aumentada. Certamente, a AR-Tees, como foi chamada, é a realização dos sonhos de muitas pessoas desde a invenção do aparelho. Adicionalmente, ela possui possibilidades diferentes de programação, para a escolha mais apropriada ao seu dono.


Ela funciona de maneira bem simples. A camiseta possui uma combinação de símbolos em sua parte frontal. O usuário precisa instalar e colocar em funcionamento o cliente no computador e possuir uma webcam devidamente conectada. Assim, é preciso sentar-se à frente da máquina em uma posição que a câmera detecte a figura. Em seguida, basta acessar o programa no computador. Feito isso, sua camiseta se torna um aparelho de televisão. É possível transmitir a programação selecionada diretamente a partir da altura de seu estômago. A AR-Tees está a venda no site por 27,90 euros, desde o tamanho pequeno até o extra grande.


Fonte: Acontecendoaqui, Sebastian Merchel

Museu Hering é inaugurado com obra do designer Nelson Graubart

01 de dezembro de 2010 0


Criada pelo designer Nelson Graubart, uma obra de arte em ferro identifica a entrada do novo Museu Hering, instalado em Blumenau, que foi aberto no fim do mês de novembro. O trabalho do designer e diretor da OnArt, foi doado pelo IBCC Instituto Brasileiro de Controle do Câncer à Hering, em reconhecimento pela parceria da empresa com a campanha “Câncer de Mama, o Alvo da Moda”, cujo símbolo está reproduzido no objeto criado por Nelson Graubart.


O designer explica que sua obra “representa o corpo de uma mulher e busca mostrar o impacto da doença por meio da ferrugem em pontos do objeto, enquanto a possibilidade de cura está no seio da mulher: o símbolo da campanha”.



Feita em ferro e colocada no jardim, a escultura pesa cerca de 800 quilos e tem 1,70 metro de altura. O Museu Hering traz a história da empresa a partir da chegada dos fundadores à então colônia de Blumenau, há cerca de 130 anos. Contém máquinas têxteis, roupas, fotos, objetos, e sua proposta é ser interativo e educacional.

Designer cria toalha com a figura de um corpo para que você evite certas sensações...

22 de novembro de 2010 0



Já imaginou após o banho você enxugando seu rosto com a mesma parte que secou suas partes íntimas? É natural, é seu corpo, mas um tanto nojento…

Pensando nisso que o designer Adam Ross ilustrou a toalha com a representação de um corpo, indicando qual é a parte de cima e qual é a parte de baixo, para que assim você enxugue as suas partes da mesma forma todos os dias. Evitando a sensação nojenta explícita no vídeo que promove o produto. A chamada “True Clean Towel” é para a tal toalha que custa US$ 19 dólares. Veja:


Designer francesa Andrée Putman completa 85 anos com exposição em Paris

20 de novembro de 2010 0


A “rainha” do design francês, Andrée Putman, que transformou com suas mãos mágicas o interior de hotéis, restaurantes e até o avião Concorde, está fazendo 84 anos, com Paris a seus pés, através de retrospectiva que celebra sua trajetória rebelde e controversa. Inaugurada nesta semana, a exposição é a primeira a homenagear esta artista difícil de classificar, mas cujo impacto no universo do design e da arquitetura foi sentido de Nova York a Hong Kong, onde projetou um arranha-céu que leva seu nome.


A mostra, que estará aberta até 23 de fevereiro, leva o visitante ao universo de Putman, feito de formas, cores, materiais, mostrando sua inegável influência na história do design. Ilustra 30 anos de carreira desta artista nascida no seio de uma família de intelectuais franceses, amantes da arte, do refinamento e da elegância, que destinavam para ela uma carreira na música. Mas, sempre rebelde e independente, Putman optou pelo design, inventando uma estética minimalista e sóbria, mas também cálida. A curadora da exposição é Olivia Putman, filha da artista, que reuniu uma mostra das criações de sua mãe que são prova de seu imenso talento e elegância.




De xícaras que podem custar apenas alguns euros até o piano que projetou para Pleyel, pelo bicentenário desta histórica casa que fabricou instrumentos para Chopin e Saint-Saens, a exposição resume uma trajetória esplêndida, marcada por amizades com artistas como Giacometti e Andy Warhol. O piano de meia-cauda “Voie lactée” é uma homenagem a algumas dessas amizades que a influenciaram: Alechinsky, Bram Van Velde, Yves Klein e Giacometti, entre outros.


Putman, que completa 85 anos em dezembro, nunca se cansou de inventar novos projetos e de criar novas formas, dando forma a móveis elegantes e misturando materiais suntuosos com outros simples, rústicos. Desde as lajotas em preto e branco do piso do Hôtel Morgans em Nova York até o ambiente dourado do Instituto Guerlain, de Paris, que Putman redesenhou há cinco anos, os projetos da artista surpreendem e encantam.Uma de suas criações mais bonitas é a loja e o spa de Anne Fontaine, em Paris, onde a luz e a vegetação são elementos da arquitetura. A designer de origem brasileira pediu a Putman que imaginasse o spa de seus sonhos em um espaço de 500 metros. E o que a artista francesa sonhou, com jatos de água deslizando nas paredes da escada em pedra azul, linhas depuradas, vitrôs, madeiras quentes, tecidos orgânicos e luzes acariciadoras, resume por si só a particular estética de Putman.


Fonte: AFP

As 20 ferramentas de design mais populares e seus usuários

22 de outubro de 2010 0

Com arte de Ricardo Cavolo, o blog Webdesigner Depot em parceria com Mostash criaram o infográfico abaixo com o objetivo de revelar os 20 programas mais utilizados pelos designers. O Photoshop, é claro em primeiro da lista. A pesquisa foi feita através do Twitter.

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Creditos: Software Informer, Wakoopa, iUseThis, TwitterTussle, Ricardo Cavolo e Mostash

Grafite em miniatura

11 de agosto de 2010 1

“Tumblingerstrabe” é o nome do curta-metragem em stop motion abaixo, feito por um estudante da Designschule München, escola de design de Munique, na Alemanha.

No mundo criado pelo aluno, pessoas e carros atravessam as ruas enquanto um pequeno artista de rua pinta suas tags nos muros da cidade, já repletos de graffitis e pichações. Divertido!

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Visto em: Zupi.com