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Vinhedos do Cabo

28 de junho de 2010 7

Foto: Pedro Rockenbach

Por Diego Madruga

Quem não se seduz pela vida selvagem, por belas praias ou compras no shopping, a África do Sul oferece mais uma opção: o passeio pela região dos vinhedos. A visita às adegas de Stellenbosch, Paarl e Franschhoeck está na rota turística dos enólogos de plantão e também dos que buscam um passeio diferente.

O Sem Rumo na Copa foi até Stellenbosch, uma pequena cidade distantes 50 km de Cape Town. Graças ao clima mediterrâneo, favorável ao plantio de uvas – calor durante o dia e baixas temperaturas à noite – o vinho produzido nessa região concorre com rótulos europeus, australianos e chilenos.

As garrafas ficam deitadas para que haja contato do vinho com a rolha. Foto: Pedro Rockenbach

A região está situada ao pé de diversas montanhas e é a segunda cidade mais antiga do país, fundada em 1679 pelo governador da Colônia do Cabo, Simon van der Stel. Para explorar a rota vinícola existem duas opções, o aluguel de um carro, ou através de excursões.

Foto: Pedro Rockenbach

Com 145 adegas registradas na associação de Stellenbosch, visitamos três. Entre elas a vinícola Delheim. Comprado por alemães, em 1938, a fazenda que

tem 145 hectares só iniciou sua produção de uvas em 1940.

Foto: Pedro Rockenbach

As principais uvas produzidas na fazenda são a Shiraz, a Cabernet Sauvignon e a Pinotage, uma uva típica da África do Sul.

A Delheim conta com 110 funcionários e todo trabalho desde o amassar das uvas até o rótulo da garrafa é feito manualmente. Esse processo da colheita até a venda leva pelo menos 4 meses.

O guia da vinícola, August Tshandah explica sobre a produção, e a exportação do vinho, que vem crescendo anualmente.

- Na Delheim produzimos um milhão de garrafas por ano, das quais 70% são vinho branco, 28% tinto e 2% rosé. Nossa produção além do mercado interno vem atendendo o mercado externo. Exportamos 30% da nossa produção, grande parte voltada ao mercado europeu – detalha o guia.

O preço médio das visitas custa em torno de 40 rands, R$10,00. O passeio conta com guia, que mostra o interior das vinícolas e os equipamentos na fabricação dos vinhos, além da degustação.

São 6 variedades da bebida oferecidas aos visitantes, o suficiente para que ao fim do dia, os que não possuam uma relação estreita com o álcool, como eu, troquem Jesus por Genésio.

Foto: Pedro Rockenbach

Comentários (7)

  • Julinho diz: 29 de junho de 2010

    Esses vinhos devem ser uma fortuna no Brasil

  • Hudson diz: 29 de junho de 2010

    Essas fotos e esse texto me fazem até sentir o cheiro dessa maravilha…

  • Paulo Henrique diz: 29 de junho de 2010

    Vai ficar na alfândega a quantidade de vinhos que tu trouxe né.

  • Marcos Pedro Silva diz: 29 de junho de 2010

    Deve ter ficado bebasso. Trocando jesus por genésio. rsrsrsrsrsrsrsrrsrs

  • Joana Hubler diz: 29 de junho de 2010

    hHUAUHAHUUAHAHUUHAHAUHAHGA. Acordou com dorzinha de cabeça né.

  • Gui.k diz: 29 de junho de 2010

    Renan ja acordou??? kkkk

    Parabéns pelo texto informativo e as suuuper fotos!!!!

    Abraçoas, Guris

  • Renata diz: 30 de junho de 2010

    Olha só que interessante, garanto que vcs estão trazendo uma mostrinha desta bebida dos Deuses para casa
    Parabens Diego pela excelente matéria

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