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Resultados satisfatórios

09 de março de 2014 0

Dos problemas apresentados na semana que passou, três estão resolvidos e dois encaminhados. O Diário Gaúcho  continuará acompanhando os casos pendentes. Situações como a de seu Antônio, que está perdendo a visão, não podem ficar sem resposta positiva.

  • Segunda-feira
Mateus Bruxel

Mateus Bruxel

Resolvido? Encaminhado
Problema: a Estação Carlos Gomes, na Terceira Perimetral, entre a avenida do mesmo nome e a Avenida Protásio Alves, apresenta muitos problemas. A funcionária pública Evelise Silveira, 61 anos, diz que os mais graves são a falta de limpeza nos corrimões e elevadores e escadas rolantes estragados.
Solução/prazo: os responsáveis garantem que a limpeza é feita periodicamente e prometem solução dos problemas estruturais para esta semana.

  • Terça-feira
Lívia Stumpf

Lívia Stumpf

Resolvido? Sim
Problema: poste seguro apenas pelos fios de telefonia na esquina das avenidas Lupicínio Rodrigues e Recife, no Bairro Santa Rita, em Guaíba. Edimar Madeira, 30 anos, morador das proximidades explica que o medo era de uma queda.
Solução/prazo: a operadora de telefonia Oi enviou uma equipe ao local, para a troca do poste.

  • Quarta-feira
Mateus Bruxel

Mateus Bruxel

Resolvido? Encaminhado
Problema: Antônio Jaques Barbosa dos Santos, 72 anos, espera por uma cirurgia para corrigir catarata há mais de um ano. O morador de Canoas teme perder a visão.
Solução/prazo: nova consulta foi agendada para o próximo dia 7 de abril.

  • Quinta-feira
Mateus Bruxel

Mateus Bruxel

Resolvido? Sim
Problema: buraco localizado na calçada da Rua São Manoel, no Bairro Santa Cecília, oferecia perigo aos passantes.
Solução/prazo: a Seção Centro de Conservação do Dep fez vistoria e constatou que esse buraco não se trata de uma rede pluvial, mas de uma rede de telefonia da Oi. A operadora enviou uma equipe ao local para solucionar a questão.

  • Sexta-feira
Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Resolvido? Sim
Problema: tampa de bueiro quebrada na calçada da Rua José Grisólia, no Bairro Rubem Berta.
Solução/prazo: o Dep realizará a reconstrução de uma boca de lobo e de um poço de visita, a desobstrução de rede pluvial e a reposição de uma laje na rua José Grisólia, em frente ao 209. O serviço deverá ser realizado até terça-feira, caso não chova.

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Duas soluções e espera

25 de fevereiro de 2014 0

Dois problemas da semana que passou está solucionado. Dinheiro cobrado indevidamente foi devolvido. Mas tem muito coisa a fazer e a cobrar ainda.
Continuaremos acompanhando histórias como a do menino Gabriel. Devolver a sua visão perfeita é ponto de honra. E esperamos também rapidez na retirada das árovres do Jardim Botânico.

  • Segunda-feira
Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

RESOLVIDO? Sim
Problema: cobrança de uma corrida de táxi com preço abusivo. Antonio Santos dos Santos pagou R$ 87,42 por pouco mais de 3km dentro da Capital.
Solução/prazo: a EPTC, depois das providências cabíveis, avisou que a devolução do dinheiro estava à disposição.

  • Terça-feira
Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

RESOLVIDO? Encaminhado
Problema: o pequeno Gabriel Barreira Rodrigues, dois anos, espera desde 2012 por uma cirurgia que cure o seu estrabismo. O menino corre o risco de perder a visão.
Solução/prazo: a Secretaria Municipal de Saúde garante que o menino passará por uma consulta até a metade de março. E que a cirurgia será marcada logo após.

  • Quarta-feira
Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

RESOLVIDO? Encaminhado
Problema: árvores podres na Rua Barão do Amazonas, Bairro Jardim Botânico. Pedaços e galhos caem toda vez que chove ou venta.
Solução/prazo: a Smam vistoriou o local, constatou o problema e promete a remoção de 14 exemplares até a
primeira quinzena de março.

  • Quinta-feira
Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

RESOLVIDO? Sim
Problema: lixão formado na Travessa 25 de Julho, perto do número 146, no Bairro São José (Morro da Cruz). Cerca de 50m da via estavam tomados pelo lixo.
Solução/prazo: o DMLU prometeu limpar e cumpriu. Uma equipe foi enviada ao local. Os moradores torcem para que
o descarte irregular não continue.

  • Sexta-feira
Mateus Bruxel

Mateus Bruxel

RESOLVIDO? Encaminhado
Problema: falta de uma tampa em uma caixa de acesso na esquina da Avenida Farrapos com a Rua Conde de Porto Alegre, no Bairro Floresta. O perigo de um acidente já dura quatro meses.
Solução/prazo: ainda há dúvidas sobre a responsabilidade. Não se sabe se é de departamentos públicos ou de empresas de telefonia. A Smov se comprometeu a descobrir quem é o dono e pedir o conserto imediato.

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Encaminhado. Falta resolver

18 de fevereiro de 2014 1

As demandas de leitores desta semana publicadas na seção Seu Problema É Nosso estão encaminhadas junto aos responsáveis. Falta o cumprimento das promessas de solução. O jornal vai continuar acompanhando e cobrando.

  • Segunda-feira:

Resolvido? Encaminhado

Problema: Dilson Alves Soares, 53 anos, acidentado e beneficiário do INSS, espera por um cateterismo desde junho do ano passado.

Solução/prazo: o morador de São Leopoldo parece estar chegando ao fim do seu sofrimento. Uma consulta com um especialista está marcada para o próximo dia 24.

 

  • Terça-feira:
Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

Resolvido? Encaminhado

Problema: marrequinhas (plantas aquáticas) invadiram a nascente do Arroio Dilúvio, na Vila dos Herdeiros, Bairro Agronomia, na Capital. Luiz Carlos Lemos, 62 anos, morador das proximidades, explica que o mau cheiro é insuportável.

Solução/prazo: o responsável pela limpeza, o Departamento de Esgotos Pluviais (Dep), prometeu uma vistoria imediata, juntamente com a empresa que efetuou a limpeza no ano passado. Por outro lado, foi formada uma comissão para buscar uma solução definitiva. Com as chuvas da semana, o Dilúvio transbordou e a situação piorou.

 

  • Quarta-feira:
Lívia Stumpf

Lívia Stumpf

Resolvido? Encaminhado

Problema: lixo e escuridão na Rua Almirante Tamandaré, Bairro Maringá, em Alvorada. A situação obriga Leonardo José Roxo, 18 anos, e Aline Roxo, 29 anos, a caminharem mais do que o necessário, pois não podem utilizar a parada de ônibus perto de sua casa.

Solução/prazo: temporariamente, um dos problemas está resolvido. A prefeitura providenciou a limpeza do local. A iluminação ficou na promessa, pois a área não tem postes de energia. A possibilidade de colocar está sendo avaliada.

 

  • Quinta-feira:

Resolvido? Encaminhado

Problema: duas árvores ameaçam a casa e tiram a tranquilidade de Rodrigo Barbosa de Lima, 31 anos, e de sua família.
Os pinheiros balançam com o vento, na Rua 13 de Setembro, Bairro Rubem Berta, na Capital.

Solução/prazo: a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) promete uma vistoria técnica até o final de março.

 

  • Sexta-feira:
Lívia Stumpf

Lívia Stumpf

Resolvido? Encaminhado

Problema: os moradores das ruas Sepé Tiaraju e Gomes Freire, no Bairro Maringá, Alvorada, esperam pelo asfalto há dez anos. Patrícia Lima, 36 anos, moradora na Sepé Tiaraju, conta os transtornos causados pelo mau estado das vias.

Solução/prazo: a prefeitura prometeu tomar providências, patrolando, colocando saibro e usando o rolo compactador até o final de fevereiro.

 

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Vizinho indesejável no Bairro Partenon

30 de janeiro de 2014 0
Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Toda vez que quer chegar à sua casa na Rua Alcindo Guanabara, Acesso Um, Bairro Partenon, Fernanda Mello Teixeira, 31 anos, depara com uma missão: pular o esgoto a céu aberto, que deposita água suja em frente à residência antes da sua.
O cenário encontrado não só por ela, mas por todos que moram por ali, inclui mau cheiro e ratos. E impossibilita as crianças do local de brincarem.
– A rua é estreita e sem saída, ali era o único lugar onde a garotada podia brincar. Sem contar que é preciso ficar pulando toda vez que quero entrar ou sair de casa, para não levar sujeira para dentro – afirma a dona de casa.
Além de não deixar mais seus quatros filhos saírem de casa, Fernanda precisa agora conviver com a espera pelo conserto do problema. Segundo ela, desde outubro do ano passado é feito contato com o Fala Porto Alegre, através do 156, pedindo uma solução.
– O Dep (Departamento de Esgotos Pluviais) fez uma vistoria e disse que o problema é no esgoto da casa, mas ele está na rua – desabafa.
Ela conta que há pelo menos dois meses a antiga proprietária vendeu a moradia e levou consigo o relógio d’água.
– Mesmo assim continua vazando, tem horas que é demais e escorre tudo para meu pátio – desola-se.
Fernanda tinha uma calha e foi preciso fechá-la devido a grande quantidade de água que invadia seu terreno.
– Os responsáveis têm que abrir e descobrir onde está o problema. Só olhar não adianta – reclama.

Problema é no esgoto cloacal

O engenheiro chefe da Seção Leste de Conservação do Dep, Paulo Guilherme Barcellos, fez vistoria no local e constatou tratar-se de problema na ligação cloacal domiciliar. Além disso, destaca que a rua em questão não possui pavimento e não tem rede pluvial à disposição. Apenas no fim da rua existem grades do tipo farroupilha, para fazer a captação das águas superficiais provenientes da chuva que se acumulavam no fim do beco em questão.
Para buscar a solução, já que o problema não é da alçada do Dep, o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) realizou vistoria ontem e constatou que a rede em questão foi feita pelos moradores. Outra vistoria será agendada.

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Atenção, buraco na pista na Avenida Farrapos

29 de janeiro de 2014 0
Mateus Bruxel

Mateus Bruxel

Por DENISE WASKOW – denise.waskow@diariogaucho.com.br

A segurança dos condutores que passam pela Avenida Farrapos, na esquina com a Rua Conde Porto Alegre, no Bairro Floresta, está ameaçada há quase três meses por um buraco aberto na via. Desde que a tampa de uma caixa de acesso foi quebrada, as condições do asfalto estão prejudicadas.
Funcionário de uma revenda de motos, o vendedor Luis Eduardo Gomes, 42 anos, acompanha de perto a falta de providências. E lamenta que, até agora, nada de efetivo tenha sido feito.
– A gente ligou para a prefeitura, eles vieram aqui e colocaram cavaletes. Mas os carros passam e derrubam. Aí eles vêm e colocam de novo. Só isso – relata.

Fluxo intenso de veículos

Desde o pedido feito para o município, ele estima que foram realizadas cerca de quatro vistorias por equipes diferentes. Mas todas foram embora sem dar uma solução definitiva para o problema.
– É uma via muito importante de Porto Alegre, com bastante movimento. Pode causar um acidente muito grave se nada for feito – alerta.

Pneus para evitar dano maior

Pensando na segurança dos motociclistas, que estão mais suscetíveis aos riscos, quando o último cavalete se despedaçou, Luis e os colegas reuniram alguns pneus e colocaram perto do buraco, para chamar a atenção ao que se tornou uma armadilha no asfalto.
– Passam muitos motoqueiros aqui na frente. Se um deles cai ali, corre risco de morrer – conclui.

Vistoria será feita hoje

A Divisão de Conservação de Vias Urbanas (DCVU) da Smov programou uma equipe para vistoriar o local nesta quarta-feira. Se for constatado que o problema é de responsabilidade de departamentos como o Dep ou Dmae, a secretaria irá acionar o setor responsável para fazer a correção necessária. Da mesma forma, caso a responsabilidade seja de uma empresa de telefonia, será feito o contato para solicitar o conserto imediato.

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O sumiço da calçada no Jardim Protásio Alves

28 de janeiro de 2014 0
Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

POR ALINE CUSTÓDIO – aline.custodio@diariogaucho.com.br

Dois meses, quase três. E o comerciante César Rossetto, 54 anos, segue contando os dias à espera do conserto das calçadas da Avenida Nilo Ruschel, no Bairro Jardim Protásio Alves, em Porto Alegre. Desde novembro do ano passado, quando a canalização de esgoto pluvial começou a ceder, César vê o sumiço das passagens de pedestres.
– Em novembro, o Dep (Departamento de Esgotos Pluviais) veio logo após eu registrar o primeiro protocolo de reclamação. Mas os funcionários trocaram os canos e só colocaram terra por cima do buraco. Na primeira chuva, tudo foi destruído e a calçada abriu ainda mais – recorda o comerciante.
De lá para cá, César calcula que pelo menos mais sete metros de calçada cederam de um dos lados da via, próximo ao número 165. Do outro lado, o mesmo começa a ocorrer.
– As pedras ainda não caíram, mas o cimento já. É questão de tempo para afundar como aconteceu no outro lado – acredita César.
Colecionando números de protocolos junto à prefeitura, já são dez guardados, o comerciante conta que pessoas já caíram onde o mato cresceu sobre a área que ainda tinha terra:
– Tem uma parada de ônibus muito próxima ao buraco. Os mais idosos não enxergam a situação e acabam tropeçando exatamente onde começa o problema do calçamento.

Conserto teve início ontem

Ao ser informada do problema, a Seção Norte de Conservação do Departamento de Esgotos Pluviais enviou uma equipe ao local. O conserto da rede pluvial da Avenida Nilo Ruschel iniciou ainda na tarde de ontem.

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Intruso malcheiroso no Sarandi

27 de janeiro de 2014 0
Mateus Bruxel

Mateus Bruxel

Por Aline Custódio – aline.custodio@diariogaucho.com.br

Um intruso se tornou vizinho indesejado entre os moradores da Travessa Davi José Estrela, no Bairro Sarandi, na Zona Norte de Porto Alegre, desde o Natal passado. É o mau cheiro oriundo de um bueiro entupido em frente ao número 54 e que tem perturbado a tranquilidade de quem vive próximo. O esgoto sai pela canalização e escorre rente à calçada até o número quatro, onde volta a entrar em outra boca de lobo.
Apesar de serem apenas 50 metros de um corredor com água suja a céu aberto, o odor se espalha. E é tanto, que na casa de Gessi Belloli, 60 anos, moradora há 40 anos da via, as janelas estão fechadas desde o início do ano. Ela afirma que as moscas e os mosquitos passaram a frequentar também a travessa depois que o esgoto transbordou.
Nos primeiros 15 dias deste mês, Gessi ligou quatro vezes para o Departamento de Esgotos Pluviais (Dep) solicitando a limpeza da canalização da rua.
– Já passei pelo Carlos, pelo José e por outros. Sempre prometem averiguar depois das 14h. Estou esperando até agora eles cumprirem o prometido – reclama Gessi.

Calor faz mau cheiro aumentar

Sem chances de limpar a frente da casa, tamanha quantidade de esgoto que segue escorrendo, a auxiliar de limpeza aposentada Neci Silveira, 72 anos, vê o mato crescer sobre a calçada e no meio-fio.
– A primeira vez que liguei para o Dep foi ainda no Natal. Achei que seríamos atendidos quando acabassem os feriados, mas isso não ocorreu. O problema é que o cheiro fica ainda pior com o sol forte. A sujeira só aumenta – desabafa.

Solução imediata

A demanda apontada pelos leitores foi no incluída no plantão de serviços do Dep do final de semana. A promessa era que providências seriam tomadas até hoje.

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Na praia, mas sem direito de ir e vir

26 de janeiro de 2014 0
Mateus Bruxel

Mateus Bruxel

Por Aline Custódio – aline.custodio@diariogaucho.com.br

Eles não estão numa ilha, mas se sentem isolados no mapa a cada novo final de semana na praia de Magistério, pertencente ao Balneário Pinhal, no Litoral Norte. Moradores das ruas São Jerônimo e General Câmara reclamam que não conseguem sair das duas vias por conta da aglomeração de pessoas nos shows promovidos pela prefeitura aos sábados e domingos na área central de Magistério, exatamente onde desembocam as ruas.
Para piorar a situação, a Avenida Atlântico, que deveria costear a beira da praia antes do início das dunas em área de preservação permanente, só existe como projetada no mapa. No lugar dela, há casas e areia.

Promessas não foram cumpridas

Morador da Rua São Jerônimo há 46 anos, o funcionário público estadual Aramis Gonçalves,  52 anos, lembra que ao comprar o terreno teve a promessa de que haveria duas saídas da rua – pelo Centro e pela avenida prometida. Mas ele revela que as primeiras moradias irregulares começaram a ser construídas antes da Atlântico ser aberta pela prefeitura.
– Hoje, só temos a alternativa do Centro, onde ocorrem os shows. Nos finais de semana é impossível passar por ali, até para socorrer um vizinho fica difícil – afirma.
Já o representante comercial aposentado Darci Azevedo, 76 anos, na São Jerônimo há mais de 30 anos, conta que vizinhos tiveram o carro amassado ao tentar passar pelos pedestres aglomerados nas ruas no sábado.
– Os moradores são idosos e precisam de auxílio médico. Uma hora dessas alguém vai precisar de atendimento urgente e não terá se não abrirem uma outra saída para nós – teme Darci.

Prefeito promete abrir saída

Conforme o prefeito de Balneário Pinhal, Luiz Antônio Palharin, a Avenida Atlântico é de interesse da prefeitura. Porém, ainda existem 80 casas irregulares para serem retiradas antes de do início das obras da via. Outras 190 moradias já foram retiradas.
– Elas estão dentro de um projeto ambiental com a remoção das famílias de nativos para outra área. Todos as remoções foram determinadas judicialmente, tanto os que receberam novas casas, quanto os que não receberam (veranistas).
Sobre a questão do isolamento das ruas São Jerônimo e General Câmara, Luiz Antônio concorda com a reclamação dos
moradores:
– Vamos abrir ainda nesta semana a saída das duas ruas pela beira da praia em direção à Avenida Salgado Filho. Nos finais de semana, eles terão a entrada e saída pela praia nos horários dos shows.

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Água suja e parada no Centro da Capital

23 de janeiro de 2014 0
Luiz Armando Vaz

Luiz Armando Vaz

Por Eduardo Rodrigues – eduardo.rodrigues@diariogaucho.com.br

Numa das principais vias de acesso ao Centro Histórico da Capital, emoldurado por placas bilíngues, um problema básico de saneamento salta aos olhos. Na esquina da Rua Conceição com a Avenida Farrapos, ao lado do viaduto, um filete de água suja e malcheirosa se estende por cerca de 15 metros junto ao meio fio da calçada.
O córrego fétido forma uma pequena ilha no asfalto, em frente a uma loja de discos usados e de um brechó. Do outro lado, onde estacionam ônibus da Região Metropolitana, moradores de rua lançam restos de alimentos e objetos que boiam no esgoto a céu aberto.

Vizinho incômodo  

Para comerciantes e moradores, que convivem com esse vizinho incômodo, a prefeitura está mais preocupada com turistas do que com os cidadãos. Não adianta embelezar a cidade no alto, e em vários idiomas, se e a parte debaixo fica descoberta.
_ Está há vários meses assim. Quando chove, fica ainda pior. O Dep até vem aqui, mas não resolve e vai embora _ afirma Roberto Carl, 49 anos, da Museu do Som.
Seila Medeiros, 41 anos, abriu até um protocolo com pedido de providências na prefeitura, mas, segundo ela, nem isto adiantou.

Dep fará conserto da rede  

O Departamento de Esgotos Pluviais (Dep) informa que a Seção Centro de Conservação já havia tentado resolver o problema com limpeza manual e hidrojateamento. Na ocasião, foi identificado o rompimento da rede pluvial. O serviço de reconstrução da rede será feito no próximo sábado, com tempo seco. Devido ao tráfego intenso de veículos neste ponto, o trabalho só pode ser executado aos finais de semana.

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E aí, cadê o carteiro?

22 de janeiro de 2014 0
Aline Custódio

Aline Custódio

Por Aline Custódio – aline.custodio@diariogaucho.com.br

Desde que mudaram-se da antiga Vila Dique, atrás do Aeroporto Internacional Salgado Filho, para o Complexo Habitacional Porto Novo, no Bairro Rubem Berta, há quatro anos, centenas de famílias deixaram de existir no mapa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Até hoje, elas não recebem as correspondências em casa.
O pedreiro aposentado José Juscelino Melo, 57 anos, é um dos moradores que costuma dar o endereço de parentes para ter acesso às cartas. Representante do Conselho Fiscal da Associação de Moradores do Conjunto Habitacional Porto Novo, José Juscelino ainda enfrenta outro problema: tem dois Ceps do mesmo endereço – um para o Dmae e outro para a Ceee.
- Não entendemos porque recebemos as contas de água e de energia elétrica e as outras não. Já perdi fatura de cartões por extraviarem no caminho – conta o morador.

Ação civil movida contra os Correios

Na tentativa de ajudar os moradores, a Defensoria Pública da União em Porto Alegre ingressou com uma ação civil pública contra a ECT, na sexta-feira passada, exigindo que as famílias do Complexo Habitacional Porto Novo passem a receber as correspondências em casa. A empresa terá 72 horas para responder à Justiça a partir da notificação – que deve ocorrer até o final desta semana.
- A falta de entrega domiciliar de correspondências no Complexo Habitacional Porto Novo gera diversos problemas aos moradores. Além de terem obstruído o direito de comunicação particular por meio de cartas convencionais com familiares e amigos, a questão incide sobre outros as aspectos de suas vidas, como o âmbito financeiro e previdenciário – relata a defensora pública federal Fernanda Hann, responsável pela ação.

ECT se defende e promete estudo

A Diretoria Regional dos Correios do Rio Grande do Sul, por meio da assessoria de comunicação, informou que a distribuição domiciliária de correspondências ainda não ocorre plenamente no local porque os Correios precisam realizar um estudo das novas ruas e zonas do bairro (a partir do mapeamento realizado pelo órgão municipal responsável) para levantar a quantidade de carga a mais que a unidade receberá e o número de carteiros que serão necessários para realizar a entrega nos novos locais. Neste momento, os Correios aguardam a regularização da identificação das ruas do Complexo Habitacional Porto Novo por parte da prefeitura. Assim que a situação for regularizada, a ECT promete colocar em prática o estudo. Quanto à ação civil movida na Defensoria Pública, a ECT só se manifestará na Justiça.

Prefeitura: sem prazo para licitar

Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria Municipal do Urbanismo (Smurb) afirma que “está finalizando estudos para a substituição e atualização do mobiliário urbano (como placas de ruas) da Capital, que será feita por meio de licitação. No entanto, ainda não há prazo para que essa licitação específica seja aberta”.

SERVIÇO:
Até que a situação seja resolvida, os moradores do Complexo Habitacional Porto Novo podem retirar as correspondências no Centro de Distribuição Domiciliária Sarandi – localizado na Rua Ubatuba de Faria, 296, no Bairro Sarandi.

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