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Posts com a tag "árvore"

Vizinhança perigosa no Bairro São José, em Porto Alegre

30 de outubro de 2013 0
Foto Aline Custódio / Agência RBS

Foto Aline Custódio / Agência RBS

Por ALINE CUSTÓDIO – aline.custodio@diariogaucho.com.br

Uma árvore angico, com mais de 20 anos de existência e cerca de 15m de altura, se tornou a vizinha indesejada da dona de casa Palmira Sena de Castro, 61 anos, do Bairro São José, em Porto Alegre. Há oito anos, depois de um pedido feito à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam), a árvore teve cinco grandes galhos podados pelos bombeiros. Porém, Palmira afirma que o serviço foi insuficiente.

Na época, durante a poda, galhos quebraram parte da casa de madeira – que precisou ser reconstruída às pressas. Até hoje, Palmira luta na Justiça para ser ressarcida do prejuízo. Enquanto isso, ainda espera a remoção total da árvore.

- As raízes estão por baixo da casa e os galhos continuam quebrando o meu telhado em dias de temporal. Preciso que esta situação seja resolvida o quanto antes – reclama Palmira.

O vegetal fica no terreno vizinho. Porém, os galhos estão sobre a casa de Palmira, que fica na divisa. A potência da árvore nativa do local pode ser vista no tronco, com mais de um metro de diâmetro.

Sem condições de contratar uma empresa particular para fazer a remoção da árvore, Palmira espera a boa vontade da prefeitura para resolver a questão.

Smam autoriza e proprietário faz a poda

Segundo a assessoria de imprensa da Smam, no caso de árvores particulares, o órgão concede a autorização do serviço e não o executa. É o proprietário o responsável pela poda e remoção. A secretaria só se responsabiliza por árvores em logradouros públicos.

A assessoria orienta que Palmira faça uma nova solicitação para poda ou corte via telefone 156, por e-mail 156@smgl.prefpoa.com.br ou pessoalmente no Protocolo Central da prefeitura (Rua Sete de Setembro, 1.123).

Se Palmira não tiver condições de pagar o serviço particular, ela pode procurar a assessoria comunitária da Smam (Avenida Carlos Gomes, 2.120, em horário comercial) e anexar uma justificativa ao processo, que pode ser escrita de próprio punho, alegando a falta de condições financeiras. Também pode ser incluído o contracheque mais recente.

O caso será analisado pela assessoria comunitária. Se confirmada a situação, a Smam se responsabilizará pelo corte da árvore.

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Ameaça de fogo tira o sono na Ipiranga

17 de maio de 2013 0

AMANDA MUNHOZ
amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


O prazo de espera para retorno, pedido pela Smam, era de 30 dias, de acordo com Rosane da Silva, 42 anos. Mas já se passaram 365, e tudo segue da mesma maneira que estava em maio do ano passado.

Na época, um carro colidiu com uma árvore na altura do número 332, na Rua Bartolomeu Dias, na Vila Ipiranga. O vegetal pegou fogo e, aparentemente, morreu. O que preocupa a vendedora, no entanto, são os galhos secos que estão entre a fiação elétrica.

- Em dias de chuva, ela balança muito. Temos medo que caia, que queime. Será que vão esperar acontecer algo? – questiona a moradora.

Pouco tempo depois do incidente, a comunidade procurou a Smam, responsável por realizar e autorizar a poda e corte.

Rosane abriu um número de protocolo e assegura ter ouvido que, em 30 dias, a secretaria daria, ao menos, um retorno sobre a solicitação. Não deu. Quando ela liga para saber se há algum prazo para as providências, ouve sempre a mesma coisa:

- Que eu preciso ter paciência e esperar. Só isso – explica.


Situação se repete na mesma rua

Também vizinha do problema, Roselaine Ramos Goulart, 41 anos, mora em um lugar mais grave: em frente à árvore. Colega de profissão de Rosane, ela garante que suas reclamações começaram antes, no dia 12 de abril.

- Se ela cair, será por cima da minha casa – aponta Roselaine.

Na mesma via, próximo ao número 278, a cena se repete. Embora não tenha acontecido acidente nesta situação, o vegetal parece estar sem vida, com galhos secos e, também, encostando na fiação.

Rosane e Roselaine querem soluções. E para ontem, ao contrário do que aconteceu com a promessa.


Solução agora já tem data para acontecer

A Smam constatou a presença de uma árvore seca com 6m de altura. A remoção está programada para ser realizada até o final deste mês.

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Árvore causa dano em prédio

29 de setembro de 2011 0


Por Amanda Munhoz – amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Árvore no Bairro Cidade Baixa quebra telhas, e folhas provocam entupimento na canalização em edifício. Smam garante que poda é de responsabilidade do prédio, mediante autorização da secretaria.

“Sempre que chove, o meu coração aperta”, desabafa a jornalista Vanja Maria Garcia Medina Moreira, 52 anos. Desde 2004, quando comprou um apartamento na Rua General Lima e Silva, no Bairro Cidade Baixa, é o mesmo sentimento de apreensão e temor pela segurança do filho em dias de chuva e vento. A árvore localizada em frente ao edifício está com grande parte dos galhos sobre o prédio e a quebra de telhas é frequente.

Pela proximidade do vegetal, a cada vento, novos galhos caem e mais telhas são danificadas. Além disso, a chuva arrasta folhas pelo encanamento, entupindo e causando alagamento nos apartamentos.

Apartamento inundou com a chuva

A saga para a poda do vegetal começou há sete anos e os moradores nunca tiveram sucesso na resolução do problema. Em janeiro deste ano, um novo protocolo foi aberto junto à ouvidoria da prefeitura. Vanja recebeu o retorno, com a informação de que a situação seria repassada para a Smam. No entanto, não houve evolução.

– Em junho, inundou o meu apartamento. Ele é nos fundos e o maior problema era com os da frente. Temo pela estrutura do edifício, que pode já está danificada – conta Vanja.

Poda é de responsabilidade do edifício

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) informa que não foram verificados indícios de queda de galhos. São duas Tipuanas, localizadas na área de recuo, em frente ao edifício. Afirma ainda que uma delas, após recente temporal, recebeu poda de rebaixamento, não havendo risco de queda, conforme análise feita.

A segunda, de porte alto, necessita de poda de ramos que estão sobre o telhado do prédio, além de poda em alguns ramos muito próximos das fachada.

A Sman alega ainda que, conforme dados obtidos junto à Secretaria do Planejamento Municipal, os vegetais estão em área condominial, cabendo aos moradores a contratação de empresa para efetuar os serviços, mediante a expedição de Autorização Especial para Poda Vegetal (que deve ser obrtida junto à secretaria).

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Ventania leva o sono de moradora

02 de setembro de 2011 0



Por Amanda Munhoz – amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Árvore em terreno vizinho no Bairro Hípica amedronta moradora. Smam afirma que não pode determinar poda em terreno particular.

Sair de casa para trabalhar é um problema para Andreia Scalari de Menezes, 29 anos, moradora da Rua Padre Ayrton Álvares Bitencourt, no Bairro Hípica. Isso porque em dias de vento, a faturista precisa torcer para que a árvore localizada ao lado de sua casa só balance e não caia.

– Saio sempre com o coração na mão. Deixo o meu filho de 12 anos em casa e sozinho! Já vimos tantas notícias de tragédia deste tipo – desabafa

Galhos não assustam mais

Desde quando se mudou para este endereço, em outubro do ano passado, Andreia pede que alguém resolva o problema do eucalipto que está no terreno vizinho, mas encostado em sua moradia.

Os corriqueiros galhos que caem no telhado de Andreia já não preocupam mais. O que tira o sono da moradora são os dias de vendaval, quando a árvore balança e, a qualquer momento, pode cair.

– Em dias de ventania eu não durmo. Tenho medo do que pode acontecer, pois o eucalipto é enorme – relata Andreia.

É preciso consenso entre as partes

A Smam informa que será feita vistoria no local hoje. Cabe ressaltar, no entanto, que a secretaria não pode determinar ao proprietário de um terreno particular que execute poda nos vegetais localizados em seu terreno, conforme solicitação de vizinhos. Afirma ainda que é preciso que haja consenso entre as partes.

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Árvore ameaça cair em rua

19 de janeiro de 2011 0

ROBERTA SCHULER | roberta.schuler@diariogaucho.com.br


Uma árvore localizada no pátio da Escola Estadual de Ensino Fundamental Tenente Coronel Travassos Alves, na Chácara dos Bombeiros, Bairro Partenon, vem tirando o sono da vizinhança. Há um ano, a direção da escola e os moradores próximos fizeram o primeiro pedido de corte da árvore à Smam, pois ela já vinha apresentando sinais de desgaste.
– O terreno está cedendo e as raízes da árvore estão aparentes. Quando começaram a obra do muro da escola, em dezembro (de 2010), a terra em volta começou a desbarrancar – lembra Rosa Helena Mendes, 44 anos.
Morando em frente ao colégio, Rosa teme que a árvore caia em cima da casa dela. Mas a preocupação se estende a outros vizinhos, porque alguns galhos já estão tocando a rede de energia e, além dos pedestres que passam pela Rua Chácara dos Bombeiros, há também a circulação de crianças, já que a Tenente Coronel Travassos Alves atende cerca de 600 estudantes.
– Esta rua é muito movimentada – observa a diretora substituta Patrícia Paiva.
Segundo a comunidade, a Smam já teria ido ao local, mas a autorização do corte não foi concedida porque, na oportunidade, de acordo com a avaliação dos técnicos, a árvore não oferecia riscos.
– Mas agora está pior. E a Smam está sabendo há três semanas – relata Rosa.

É preciso ter um laudo ambiental

A Smam informa que há um processo aberto pela Secretaria Estadual de Obras Públicas solicitando a remoção da árvore, mas para que a secretaria conceda a autorização de corte – que será de responsabilidade da escola – é necessário que a instituição de ensino providencie o laudo de cobertura vegetal assinado por um responsável técnico (um biólogo, por exemplo).

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Ficou só um pedaço da árvore

14 de outubro de 2010 1

Marcelo Oliveira
DENISE WASKOW |denise.waskow@diariogaucho.com.br

Da árvore que trazia sombra e tornava mais puro o ar na Rua General Caldwell, no Bairro Menino Deus, restou apenas a base do tronco caída e algumas raízes para fora da calçada. Em um dia de chuva, a planta tombou de repente sobre a via, há mais de dois meses. O tronco foi cortado e prontamente retirado pela Smam. Mas parte dele ficou no local, causando transtornos à vizinhança.

– Deu uma chuva e, de uma hora para outra, a árvore caiu. Eles vieram aqui, tiraram o tronco, mas ficou esse pedaço aqui na calçada _ relata o comerciante Mauricio dos Santos Martins, 36 anos.

Ele é proprietário de uma fruteira bem em frente de onde ficava a árvore caída. E afirma que, como parte do tronco permaneceu ali, o local acabou se tornando um depósito de sujeira.

– As pessoas colocam lixo doméstico aqui, acaba acumulando. Este é o problema – desabafa.

Mauricio explica que, após a queda da árvore, ele entrou em contato com a Smam diversas vezes solicitando a remoção do pedaço de tronco que ainda estava no local. Após diversas informações diferentes – desde que ele teria de fazer o serviço até que a demanda seria atendida em breve – o comerciante segue esperando.

– Se fosse algo simples, eu faria. Mas tem raízes que ainda estão presas, não tem como tirar. Já estou com tudo pronto para refazer a calçada, só preciso que tirem esse tronco, pra não acumular sujeira aqui – apela.

Remoção nos próximos dias

O supervisor de praças e parques da Smam, Carlos Py, afirma que a secretaria irá efetuar o serviço de remoção do tronco na Rua General Caldwell nos próximos dias.

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Um olho nas crianças, outro na árvore

23 de setembro de 2010 1

Foto Marcelo Oliveira

DENISE WASKOW | denise.waskow@diariogaucho.com.br

O cuidado constante com as 80 crianças de zero a seis anos que frequentam a Creche Três Corações, na Rua Dezesseis, Vila Mato Sampaio, Bairro Bom Jesus, é a preocupação maior de sua presidente, Efigênia Teiroba Moreira, 56 anos. Por isso, ver um eucalipto que fica bem ao lado do prédio da escolinha comunitária balançar em dias de vento deixa uma das fundadoras da instituição aflita.

– Em um dia de ventania, elas estavam brincando no pátio e caiu um galho bem perto. Elas entraram correndo, assustadas. Ainda bem que ninguém se machucou – relata.

Outro temor de Efigênia é que, enroscados nos fios de energia elétrica, os galhos provoquem incêndios na rede. Quando a árvore começa a balançar, como precaução, ela leva as crianças do berçário, que fica no andar de cima, para o térreo.

– Eu tenho muito medo que dê um incêndio nesses fios, porque dá um curto e apaga tudo. Fico nervosa pelas crianças – desabafa.

A presidente da creche afirma que, no ano passado, já havia feito uma solicitação à Secretaria do Meio Ambiente (Smam) pedindo a poda do eucalipto. Esse ano, preocupada com o excesso de chuva e vento, reforçou o pedido em agosto.

– Eles vieram olhar nas duas vezes, mas não tomaram providência. É algo urgente – apela.

Vistoria será feita hoje

A Smam afirma que o pedido foi protocolado em 31 de agosto. A secretaria explica que, por tratar-se de urgência, o prazo para atendimento é de 30 dias. A vistoria para avaliação das condições do eucalipto deve ser feita hoje, para analisar se é necessária poda.

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