AMANDA MUNHOZ
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O prazo de espera para retorno, pedido pela Smam, era de 30 dias, de acordo com Rosane da Silva, 42 anos. Mas já se passaram 365, e tudo segue da mesma maneira que estava em maio do ano passado.
Na época, um carro colidiu com uma árvore na altura do número 332, na Rua Bartolomeu Dias, na Vila Ipiranga. O vegetal pegou fogo e, aparentemente, morreu. O que preocupa a vendedora, no entanto, são os galhos secos que estão entre a fiação elétrica.
- Em dias de chuva, ela balança muito. Temos medo que caia, que queime. Será que vão esperar acontecer algo? - questiona a moradora.
Pouco tempo depois do incidente, a comunidade procurou a Smam, responsável por realizar e autorizar a poda e corte.
Rosane abriu um número de protocolo e assegura ter ouvido que, em 30 dias, a secretaria daria, ao menos, um retorno sobre a solicitação. Não deu. Quando ela liga para saber se há algum prazo para as providências, ouve sempre a mesma coisa:
- Que eu preciso ter paciência e esperar. Só isso - explica.
Situação se repete na mesma rua
Também vizinha do problema, Roselaine Ramos Goulart, 41 anos, mora em um lugar mais grave: em frente à árvore. Colega de profissão de Rosane, ela garante que suas reclamações começaram antes, no dia 12 de abril.
- Se ela cair, será por cima da minha casa - aponta Roselaine.
Na mesma via, próximo ao número 278, a cena se repete. Embora não tenha acontecido acidente nesta situação, o vegetal parece estar sem vida, com galhos secos e, também, encostando na fiação.
Rosane e Roselaine querem soluções. E para ontem, ao contrário do que aconteceu com a promessa.
Solução agora já tem data para acontecer
A Smam constatou a presença de uma árvore seca com 6m de altura. A remoção está programada para ser realizada até o final deste mês.






