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Posts com a tag "Asfalto"

Esquina intransitável em Alvorada

21 de janeiro de 2014 3

Arquivo Pessoal

Um esgoto a céu aberto há mais de um ano e um muro com pelo menos quatro metros que corre risco de cair. Essa é a combinação encontrada na esquina das Ruas Barão do Triunfo com João Pessoa, no Bairro Aparecida, em Alvorada.
A moradora Rosemeri Fagundes de Freitas, 47 anos, é uma das mais prejudicadas com a situação. No dia 2 de janeiro de 2013, ela fez sua primeira reclamação à prefeitura para que o problema fosse solucionado.
_ Eles só vem aqui e dão uma limpada, mas quando chove, transborda. Sem falar que o solo está sofrendo erosão e meu muro pode desabar _ reclama a professora.
O buraco aberto é tão grande que recentemente um cachorro chegou a cair, pois há somente uma fita amarela e preta demarcando o local.
_ Temos de ficar cuidando para uma criança não cair ali _ afirma Sheila da Silva dos Santos, 35 anos, outra vizinha do problema.
Na quarta-feira passada, 15, um grupo de moradores, incluindo Rosemeri, se reuniu com a secretária de Obras, Rosane Coimbra, e um engenheiro da prefeitura para debater a dificuldade enfrentada na Rua Barão do Triunfo.

Problema não cumprida

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Segundo Rosemeri, a secretária disse que em até 30 dias iria resolver o problema. E prometeu que no dia seguinte o engenheiro retornaria para uma averiguação, o que não aconteceu.
Outro problema encarado pelos moradores da via é a falta de patrolamento. Sheila conta que a rua tinha asfalto, mas não existência de manutenção fez com que ele deixasse de existir.
_ Agora ela está praticamente intransitável. Recentemente, por causa dos buracos, tive que trocar a surdina do meu carro, que furou _ declara a auxiliar administrativa.

Acidente e patrolamento

De acordo com a assessoria de comunicação da prefeitura de Alvorada, o engenheiro sofreu um acidente e não pode comparecer no dia marcado (16). No acidente ele fraturou o joelho e está em recuperação.
A agenda está sendo reorganizada para tratar do assunto. O período de férias, somado ao contratempo, impediu uma pronta resposta para a situação.
Existe a necessidade de uma avaliação na rede de esgoto para dar conta do problema, que requer a vistoria técnica para sondar a rede em virtude da falta de informações precisas do local. No entanto, será realizada uma vistoria em até 15 dias.
Por enquanto, existe a promessa de patrolar a via, para melhorar o trânsito. O prazo para o trabalho também é de 15 dias.

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Dez anos de espera por asfalto na Rua Central

17 de dezembro de 2013 0
Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

Por Roberta Schuler – roberta.schuler@diariogaucho.com.br

A placa na esquina indica que, finalmente, um passo foi dado na direção do tão sonhado asfaltamento da Rua Central, no Morro da Cruz, Bairro Partenon. Mas, como a espera pelo fim da buraqueira já dura mais de uma década, e a promessa de término do calçamento, segundo a placa, é para 31 de dezembro de 2014, a comunidade prefere não comemorar por antecipação.
_ Até hoje não acreditamos que esta obra começou. O pior aqui é a poeira e os buracos _ observa o serralheiro Baltazar Gamst Souza, 31 anos, seis deles morando na Rua Central.
O vigilante Luiz Fernando Corrêa, 40 anos, conta que, embora placa indique que o início dos trabalhos foi em 1º de julho, a obra começou há um mês. E parou na sexta-feira passada.
_ Estão fazendo os muros de contenção, começaram pela esquina. Estamos sempre à espera. Esta rua é a única que não tem asfalto _ comenta o vigilante.
O Diário Gaúcho acompanha desde o ano passado a espera dos moradores da Rua Central e os transtornos enfrentados por eles: valetas abertas, buracos no chão batido e dificuldade de acesso de veículos (incluindo ambulâncias, caminhões do lixo e táxis), além de alagamentos quando chove.
O prestador de serviços Darli de Oliveira, 63 anos, reclama que a cada intervenção que vinha sendo feita na via foi aumentando o nível da rua. Atualmente, ele não consegue entrar na garagem de casa com o carro.
_ Tem que nivelar a rua primeiro. Já falei, mas ninguém ouviu _ lamenta.

O que diz a Smov

A Smov informa que a Rua Central faz parte de um rol de três ruas (Central, Manoel Bittencour e Copeira) com obras previstas. Na Rua Central está em andamento a execução dos muros e a drenagem. Depois, será pavimentada. A extensão a ser pavimentada é de 192,66 m.
A secretaria garante que as obras não estão paradas. O serviço depende de pedra para execução dos muros e o material precisa ser obtido com vários fornecedores devido à falta no mercado. A obra deve ser retomada hoje. A empresa contratada será acionada para resolver os buracos e minimizar o problema de pavimentação.

A obra*

Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

| Valor total: R$ 349.161,47
| Início: 1º/7/2013
| Término: 31/12/2014
* Informações que constam na placa da Rua Central

Relembre o caso

Em 2002, a Rua Encantadora, no Bairro Agronomia, ganhou a pavimentação no Orçamento Participativo. Mas, por se tratar de área de preservação ambiental, não poderia ser asfaltada. Foi aí que a Rua Central entrou na fila. A Smov informou, em março do ano passado, que a demanda estava incluída no caderno de Plano de Investimentos do OP 2011.

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Em Alvorada, maquiar a rua não resolve

12 de dezembro de 2013 0
Lívia Stumpf

Lívia Stumpf

Se a esperança é a última que morre, é preciso que os moradores da Rua Antão de Lima Franco, no Bairro Formoza, em Alvorada, não desistam nunca, façam jus ao ditado popular e mantenham a expectativa de uma dia poderem trafegar em sua rua sem estragar a suspensão do carro, por exemplo.
Morando no endereço há seis meses, Jorge Augusto Paim John, 52 anos, conta que a situação está bem pior do que a noticiada pelo Diário Gaúcho em julho passado. Preocupado com o agravamento do problema, ele fez algumas fotos da via e encaminhou um e-mail para câmara de vereadores e para prefeitura.
_ Só recebi retorno de um vereador e pude perceber que foi quase uma resposta automática _ afirma o funcionário público.
Jorge assegura que depois que a reportagem esteve no local, a prefeitura depositou uma caçamba de aterro na rua.
_ Foi feita uma espécie de maquiagem, colocaram um aterro, como se fosse resolver alguma coisa, para dar alguma resposta para o jornal _ declara.

Prejuízos já são de perder a conta

Além disso, os prejuízos são inúmeros, vão desde o carro estragado até a ausência da coleta de lixo, passando pela falta de transporte escolar.
_ O caminhão de lixo não passa lá há quatro dias, e a situação se agrava quando chove _ garante.
A inexistência de uma rede de esgoto é outro problema que perturba a comunidade da rua, mas o saneamento básico também ficou na promessa.
_ Pagamos impostos, queremos uma rua trafegável, pelo menos _ finaliza.

Até o final do mês

A prefeitura informa que solicitou a compra de aterro para fazer aterramento da Rua Antão de Lima Franco e posterior colocação de saibro com uso da patrola, o que dará maior durabilidade ao serviço, ao invés da utilização de caliça como anteriormente previsto. O serviço deve ser realizado até o final do mês. Anteriormente, não foi possível efetuar a melhoria devido às chuvas, à enchente que a cidade enfrentou em agosto e setembro e problemas técnicos.

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Poeira e lama: assim fica díficil!

02 de dezembro de 2013 0
Mateus Bruxel

Mateus Bruxel

Por Aline Custódio – aline.custodio@diariogaucho.com.br

Poeira, lama. Lama, poeira. O dia a dia de quem mora no trecho mais novo da Rua da Torre, no Jardim Nova Alvorada, em Alvorada, tem sido este há três anos. Desde que a administração municipal decidiu retirar os paralelepípedos que cobriam as duas mãos da via, a rua se tornou um desafio, inclusive, aos motoristas.
_ Quando chove, vira uma bacia de água com os alagamentos. Os carros só conseguem passar por cima da calçada. E se tem sol, não há como suportar a poeira _ reclama a dona de casa Juliana Pacheco da Silva, 35 anos, moradora do bairro há três anos.
Segundo Juliana, três meses depois de ter se mudado para a Rua da Torre, com a promessa de uma área com ruas asfaltadas, ela se viu em meio ao barro vermelho.
_ Isso aqui era a Terra Prometida e virou um inferno. Não temos mais sossego com a rua deste jeito. Pagamos para morar num bairro com asfalto e isso não ocorreu _ reclama Juliana.

Comerciante tem prejuízo

Na frente do armazém da comerciante Maria Evanica da Silveira, 50 anos, há uma piscina de lama no lugar de uma rua. Com o estabelecimento aberto desde janeiro deste ano, Maria credita à falta de asfalto o número de clientes quase 10% abaixo do esperado.
_ Como se não bastassem os carros passando por cima da minha calçada para evitar o buraco na rua, as pessoas não conseguem chegar aqui de carro, por exemplo, porque sempre tem água acumulada na via.

Pavimentação até dezembro de 2014

Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura de Alvorada, a área onde está localizado o Jardim Nova Alvorada ainda pertence a uma empresa loteadora. Existe um Termo de Ajuste de Conduta, acordado no Ministério Público, onde a empresa se compromete a asfaltar as ruas da área. A prefeitura ainda não é a responsável pela obra até que o loteamento atenda aos critérios de infraestrutura. No acordo, a prefeitura se comprometeu a ceder maquinário para que o loteamento seja pavimentado. A prioridade, no momento, é pavimentar as vias por onde passa o ônibus local. A Rua da Torre não está incluída. O prazo final dado pelo Ministério Público para que o Jardim Nova Alvorada esteja pavimentado é dezembro de 2014.

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Há perigo na pista

25 de novembro de 2013 0
Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Por Aline Custódio – aline.custodio@diariogaucho.com.br

Dividido em 20 pedaços de asfalto gasto, um trecho de quatro metros quadrados localizado no km 24 da ERS-118, em Alvorada, exatamente na divisa com Gravataí, tem sido a dor de cabeça dos motoristas na rodovia que liga Sapucaia do Sul a Viamão. Um deles é o mecânico Leo Soares caminha, 37 anos, morador de Alvorada e usuário da via.
De tanto testemunhar acidentes naquele quilômetro, no sentido Viamão-Sapucaia, Leo passou a fotografar o buraco. E o que nota é a continuidade da deterioração do que já está deteriorado. Diariamente, mais de 20 mil veículos trafegam pela estrada. Naquele trecho, a rodovia ainda não passa pelas obras de duplicação que contemplarão toda a via.
- Passo quatro vezes ao dia por ali, e me revolto de ver que não é feito nenhuma melhoria. Aquele ponto está tão destruído, que até o acostamento já virou um buraco de tanto ser usado por carros e caminhões – revolta-se.
Leo garante que é comum os carros desviarem das rachaduras. Mas com o acostamento destruído, sobra até para a contramão.
- Já vi carro desviando para o outro lado e jogando motoqueiro para o mato, fora da pista. No ano passado, colocaram um pouco de asfalto sobre o buraco. Mas na primeira chuva, voltou tudo a ser como era antes.

Daer promete solução

Conforme nota divulgada pela assessoria de imprensa do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem, uma equipe da 1ª Superintendência Regional do Daer (Esteio) deverá realizar uma vistoria no local até hoje para normalizar a situação.

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Prefeitura deu o cano em Alvorada

26 de junho de 2013 3

AMANDA MUNHOZ
amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


Um acordo em que a parte beneficiada deveria ser a comunidade. Em parte, foi o que aconteceu na Rua Hermes da Fonseca, no Bairro Formoza, em Alvorada. Em parte. No ano passado, os moradores e a Secretaria de Obras acordaram que a pavimentação seria feita em parceria. Gládis da Rosa Garcez, 51 anos, e seus vizinhos pagariam o material e a mão de obra. A prefeitura, por sua vez, seria a responsável pela fabricação dos paralelepípedos. O problema é que, hoje, a gestão é outra e o calçamento ficou na lembrança.


Documento e espera em vão

A dona de casa é proprietária de três terrenos no endereço. Só de material, desembolsou cerca de R$ 2,5 mil. Para a mão de obra, cada morador pagou mais R$ 255 para o calceteiro.

- Na época, me disseram que quanto mais adiantássemos a compra do material, mais rápido seria a obra. Fui enganada – lamenta Gládis, que foi atendida pela metade.

A moradora comprou todo o material necessário para que o calçamento fosse feito na área que é de sua responsabilidade. Um documento, assinado pela comunidade e a Secretaria de Obras, autorizava a prefeitura a retirar o material pago pelos moradores. A questão é que retiraram o que Gládis comprou. Mas ninguém apareceu com as pedras. O problema acontece em um pequeno trecho, cerca de 40m. Porém, revolta a comunidade que pagou para acabar com os dias de barro que, com os quais Gládis, conviveu por mais de 20 anos.

O vigilante Alexandre Paz da Silva, 51 anos, com os recibos dos custos da comunidade na mão, também não acredita que foram enganados pela própria prefeitura da época.

- É um absurdo. Achamos que a obra toda foi superfaturada. Para cada espaço na frente da nossa casa, eles pediam mais de 40 sacos de cimento. E ainda não terminam o serviço? – questiona o morador.


Promessa oficial

A prefeitura informa que 85% da via foi pavimentada em razão do acordo feito pela gestão anterior (Programa de Pavimentação Comunitária). Os moradores pagaram o cimento e o município confeccionava os blocos para o calçamento. O poder público admite que existe o trecho sem pavimentação reclamado pelos moradores. Mas garante que a Secretaria de Obras e Viação está trabalhando, há 15 dias, para preparar a finalização do trabalho.

A obra inclui 16 bocas de lobo, não executadas. A promessa é que o asfalto frio seja colocado na primeira quinzena de julho.

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Asfalto? Só por 200m na Rua Fernando Ferrari, em Gravataí

22 de março de 2013 0


Toda a extensão da Rua Fernando Ferrari, no Distrito Barro Vermelho, na Parada 107, em Gravataí, deveria ser pavimentada. Deveria. Aprovado no Orçamento Participativo (OP) há pelo menos oito anos, o asfaltamento só se vê nos 200 metros iniciais da via. Os outros 2km sequer sabem qual é a cor do piche.

E as consequências do descaso não são poucas. As crianças que moram na região correm risco de não conseguirem chegar na escola. O motivo fica por conta dos coletivos que, em dias de chuva, evitarão de passar pela estrada de chão batido.

Helena Fontoura, 23 anos, é uma das moradoras do local que, diariamente, enfrenta a situação. Para entrar e sair de casa, a estudante não tem outra opção. Tem de, obrigatoriamente, passar pela Rua Fernando Ferrari.

“Ônibus se jogam contra o mato”

Quando chove é comum os veículos derraparem e motociclistas irem ao chão. A quantidade de crateras e lama são obstáculos permanentes no endereço.

- Caminhões e ônibus precisam se jogar contra o mato para escaparem dos buracos e não atolarem – conta.

Patrolamento não resolve

De acordo com a universitária, quando a situação está muito crítica, a prefeitura providencia o patrolamento, o que não acontece há pelo menos seis meses.

As laterais da via, no entanto, ficam com a terra acumulada em função de a patrola passar apenas na parte central da estrada, acarretando problemas para quem entra e sai de suas moradias.

Segundo Helena, antes das últimas chuvas, dois caminhões com brita e terra foram vistos em bairros diferentes.

- Quando há previsão de tempo ruim, a prefeitura sempre se antecipa e manda colocar saibro nas ruas sem calçamento. Só que, aqui, isso não ocorre. Somos completamente esquecidos pela administração pública – revolta-se.

Dívidas impedem asfalto

A prefeitura de Gravataí informa que tem uma dívida social de R$ 68 milhões com 629 obras do Orçamento Participativo que foram demandadas e não executadas. A Rua Fernando Ferrari, segundo a Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), está no cronograma de manutenção das ruas não asfaltadas.

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Espera por asfalto já tem uma década

25 de fevereiro de 2013 0

AMANDA MUNHOZ
amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


Alguns vestígios na Rua Cachoeira do Sul, na Vila Jardim Krahe, em Viamão, dão conta que, um dia, aquele endereço teve pavimentação. Pelo menos, aparentemente. Mas faz tempo que os moradores não sabem o que é asfalto por ali.

- Temos que fazer alguns consertos na rua, dar uma ajeitada, para conseguir sair de casa – desabafa a diarista Sônia de Oliveira, 50 anos, que garante conviver com a situação há mais de uma década.


Entrar em casa, só pelo cantinho

Entrar em sua residência, a moradora afirma que consegue, mas só pelo cantinho. Os contatos com a prefeitura são constantes.

A resposta fica só na promessa e nenhuma solução efetiva acontece. As paliativas, no entanto, existem. Até a primeira chuva…

- A água leva tudo adiante e os buracos, mais uma vez, voltam – explica a moradora.

A precariedade da via de chão batido, frequentemente, faz vítimas.

Tanto Sônia quanto sua mãe, a aposentada e também moradora do endereço, Terezinha de Oliveira, 81 anos, já caíram em função da irregularidade e dos buracos da Rua Cachoeira do Sul.

- Machuquei as mãos. E a minha mãe, as costas. Não dá para vivermos mais desta maneira. Além de tudo, é muito perigoso.


Prefeitura não se manifestou

Até o fechamento desta edição, a prefeitura de Viamão não deu resposta à queixa dos moradores.

O jeito é continuar reclamando e esperar que venha uma posição oficial.

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Buraco criado para deter apressadinhos

12 de dezembro de 2012 0

Por AMANDA MUNHOZ – amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Há quem batalhe para se livrar da buraqueira e, finalmente, conseguir o asfalto no local em que mora. Mas esse não é o caso dos moradores da Avenida Monte Negro, no Bairro Planalto, em Viamão. Ali, Itabajara Feijó, 30 anos, e seus vizinhos trataram de fazer o caminho inverso. Fizeram um buraco na pavimentação. E o motivo é um só: reduzir a velocidade dos automóveis que passam na via.

- Pedimos que fosse colocado algum redutor, mas nada foi feito. Não há quebra-molas, nada – lamenta o morador.

Carros e motos fazem rachas

Sirlei Soares Machado, 66 anos, mora no endereço há mais de quadro décadas. De uns tempos para cá, está tendo dificuldades até para dormir:

- Carros e motos, diariamente, fazem rachas aqui. Ninguém aguenta mais. É um barulhão terrível – desabafa a aposentada.

De acordo com a moradora, a via foi contemplada com asfalto há quase 15 anos. Desde então, nenhuma sinalização foi colocada.

A comunidade pede quebra-molas, mas também não é atendida.

Há poucos dias, uma surpresa. A via amanheceu com um buraco, que parece uma canaleta.

Moradores se irritaram

- Eu estava caminhando, pela manhã, e deparei com parte do asfalto que foi retirado. O pessoal se irritou com o problema que enfrentamos há anos e decidiu tomar providência, já que quem deveria fazer, não faz.

Outro ponto que revolta a vizinhança é que na via fica o posto de saúde da região e há um grande fluxo de pedestres que passam por ali.

- Já aconteceram acidentes aqui. Temos medo que alguém se machuque – afirma Sirlei.

Por enquanto, nenhuma resposta

O Diário Gaúcho entrou em contato com a prefeitura, explicando a situação relatada pelos moradores. No entanto, até o fechamento desta edição, não houve resposta.

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Ano novo, rua velha

07 de dezembro de 2012 0

Por Amanda Munhoz – amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

A menos de um mês para a chegada de 2013, os moradores da Rua Barão do Triunfo, no Bairro
Intersul, em Alvorada, terão de conviver com um novo ano e um antigo problema. Em setembro, a promessa era de colocação de saibro e patrolamento. Sheila da Silva dos Santos, 33 anos, até
comemorou a melhoria. Por pouco tempo.

- Na primeira chuva, tudo o que a prefeitura tinha feito foi embora com a água – desabafa a auxiliar de escritório.

● Moradores molham a via

Há sete anos, quando Sheila mudou-se para o endereço, parte da Rua Barão do Triunfo ainda tinha asfalto. Hoje, só é possível ver pedaços da pavimentação. Os buracos precisam ser tapados com restos de material de construção e pela própria comunidade. O saibro colocado restou apenas nas laterais da via. Para evitar a poeira que levanta com o passar dos carros, a comunidade, às vezes, molha a via.

- Mas temos de cuidar, porque estamos em época de calor e temos de economizar água. Só que não dá mais – afirma Sheila.

● “Não sei o que Noel pode fazer”

O Diário Gaúcho acompanha a situação de quem mora na Rua Barão do Triunfo desde julho do ano passado. Promessas de pavimentação e melhorias são constantes. No entanto, as medidas
tomadas pela prefeitura são só paliativas. Em pouco tempo, a buraqueira volta.

- Nós estamos tomando algumas providências. Como não há mais manutenção, os vizinhos estão se reunindo e colocando pedras nos buracos. Já não sei mais o que o Papai Noel pode fazer por nós. Desanima muito – relata.

● PATROLAMENTO – As notícias não são muito animadoras para os moradores. A prefeitura informa que, até o final desta gestão, está fazendo patrolamentos. A intenção é corrigir este tipo de situação. O asfalto, por enquanto, está descartado.

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