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Posts com a tag "barro"

O que era asfalto virou pó, lama e buraqueira

06 de outubro de 2011 0



Por Amanda Munhoz - amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Buracos, pó e barro em rua da Cohab Santa Rita, em Guaíba, atordoam moradores. Secretaria de Obras afirma que novo material já começou a ser passado no local.

Há cinco anos, quando o contador Aroldo da Silva, 33 anos, mudou-se para a Rua Belém, na Cohab Santa Rita, no município de Guaíba, a via era asfaltada, segundo ele. Com o passar do tempo, a falta de manutenção e o grande fluxo de veículos fez com que, hoje, os buracos estejam em grande parte do local.

– Vou trabalhar diariamente com o carro e sou obrigado a transitar pela buraqueira – desabafa o morador.

Reduzindo a velocidade, Aroldo até consegue passar por sua via sem causar grandes danos ao automóvel. O que, realmente, atordoa o morador é a manutenção "quebra-galho" que, há cinco anos, a prefeitura faz.

– Saibro é a única coisa que colocam para aliviar a via, mas a situação só piora – conta.

Casa está sempre suja

A mistura da argila com areia grossa, medida paliativa da prefeitura, não agrada a comunidade, porque, dependendo da variação do tempo, um problema aparece. Se chover, os moradores precisarão andar pela lama. Se fizer sol, a poeira toma conta e a buraqueira, com a passagem dos carros, logo aparece novamente.

– Nós não conseguimos manter a nossa casa limpa – reclama Aroldo.

Novo material está sendo usado

O secretário de obras de Guaíba, Jorge Centeno, afirma que toda a Cohab Santa Rita está recebendo um novo material chamado de bica corrida, estilo um saibro à base de pedra. Inclusive, um trecho de 900m da Rua Belém já foi beneficiado. Em seguida, será passado o rolo compactador para que os buracos não apareçam na chuva seguinte. Centeno informa que essa medida servirá como base para que, mais tarde, a Rua Belém recebe a massa asfáltica.

Moradores da Vila Elza atolados de preocupação

25 de agosto de 2011 2



Por Amanda Munhoz - amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Barro em rua da Vila Elza, em Viamão, revolta moradores. Prefeito não compareceu ao encontro do OP, mas secretaria promete nova vistoria.

Os moradores da Travessa Floriana Medina Rodrigues, na Vila Elza, em Viamão, precisam tomar muito cuidado ao saírem de casa. Caso contrário, certamente passarão o dia com os pés embarrados. Esse é o problema que, há mais de um mês, atormenta Denise Elisabet Rocha da Silveira, 32 anos, e seus vizinhos.

A via de chão batido há pouco ganhou saibro (uma mistura de areia, pedra e argila). Mas, o que deveria ser uma melhoria, só piorou os problemas da rua. Com a chuva, a terra  escoou, e os canos entupiram, acumulando barro em toda a extensão da travessa.

– É a primeira vez que vejo essa situação por aqui – conta a vendedora, moradora do local há cinco anos.

Prefeito não foi à reunião

Em janeiro deste ano, havia a previsão de uma reunião do Orçamento Participativo para que os problemas da Travessa Floriana Medina Rodrigues fossem apresentados. Porém, choveu no dia marcado e, segundo Denise, o atual prefeito, Alex Boscaini, cancelou a sua ida. Depois disso, os moradores não conseguiram mais agendar um novo encontro com o prefeito.

Moradora já caiu na lama

Na tentativa de diminuir o barral da rua, Denise e os seus vizinhos abriram um buraco pelo qual a água da chuva escoa. No entanto, a medida não teve sucesso.

– O dia pode estar lindo, com sol, que a água continuará no meio da via – desabafa a chefe de cozinha Elizete Rodrigues Osório da Cunha, 40 anos, que enfrenta problema de coluna e já caiu por causa do barro.

Promessa de nova vistoria

O secretário de Obras e Viação de Viamão, Marcos Nor, afirma que há dois anos a via recebeu reforma na rede pluvial com hidrojateamento no local. Além disso, na época, foi feito o desassoreamento do arroio Vila  Elza. No entanto, informou que enviará uma equipe ao local, hoje, para uma nova vistoria.

Barro incomoda em Palmares

02 de agosto de 2011 1



Os moradores da Rua Guilherme Amaral de Mattos, no Bairro Navegantes, em Palmares do Sul, residem em uma via não asfaltada, sem rede de esgoto, o que torna a situação complicada. Em dias de chuva, fica intransitável e, além disso, o barro toma conta de tudo, chegando a invadir o pátio das casas.

Pricila Gomes, 28 anos, que reside na Guilherme Amaral de Mattos, afirma já ter ido pessoalmente à Secretaria de Obras da cidade solicitar providências. Segundo Pricila, o secretário prometeu uma visita ao local, mas não foi. No seu lugar, ele enviou uma patrola, que acabou piorando ainda mais a situação. Vendo que o problema aumentava, Pricila entrou em contato novamente com os responsáveis.

– Liguei para a secretaria e pedi que parassem de passar a máquina, pois aquilo só estava acumulando terra nos nossos pátios. Mas não adiantou nada, continuaram com a patrola e agora a rua está naquele estado. Não dá nem para passar – reclamou.

Há alguns meses, os moradores pedem a colocação da rede de esgoto para solucionar parte do problema.  Pricila diz que cada vez que fazem uma nova solicitação a demanda é adiada para o próximo mês.

Promessa é para este ano

O responsável pela Secretaria de Obras admite que os serviços na Rua Guilherme Amaral de Mattos não foram executados. A justificativa é a necessidade de atender outros locais atingidos pelas chuvas dos últimos dias. A promessa é que tão logo a prioridade for sanada, será executada a obra na rua motivo de reclamação dos moradores.

Ainda segundo a secretaria, o serviço na rua não está previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (lei que distribui os recursos municipais) deste ano, mas, mesmo assim, será executado com recursos e pessoal próprio da prefeitura. O entendimento é que a obra é necessária no exercício 2011.

Rotina embarrada

26 de abril de 2011 0


Mateus Bruxel

AMANDA MUNHOZ | amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Quando as nuvens cinzentas anunciam chuva no Bairro Campo Novo, a analista de Recursos Humanos Mônica Jaskulski, 30 anos, já sabe o que está por vir. Há 20 anos, a moradora da Rua Moacir Bastiani convive com lama e água na porta de sua casa.A falta de esgoto cloacal na via é um dos motivos pelo qual Mônica desespera-se quando a chuva começa. A água mistura-se com a areia e o esgoto. O lamaçal escorre rua abaixo, chegando até a residência de Mônica.


– Já aconteceu de eu ter que retirar 11 carrinhos de mão, cheios de terra, de dentro do meu pátio – reclama a moradora.


Pedido foi feito em dezembro


Os pedidos de providências de Mônica começaram em dezembro de 2009. De acordo com ela, muitos e-mails foram enviados para o Departamento de  Esgotos Pluviais e a Secretaria Municipal de Obras e Viação. Porém, só em fevereiro deste ano uma equipe da Smov foi avaliar a situação. Os técnicos disseram que voltariam em março, o que não aconteceu.


– Fico indignada porque pago o IPTU, tenho a escritura da minha casa, a rua é regular – desabafa Mônica.


Problema é a regularização


A Smov afirma que não existe previsão de obras. A rua, segundo a Secretaria do Planejamento Municipal, não está cadastrada e, portanto, não
pode ser contemplada no OP. O diretor da Divisão de Conservação do Dep, engenheiro Francisco Pinto, afirma que a drenagem do local é feita por valas, que estão limpas. Informa ainda que a moradia não é regular e, nesses casos, é preciso encaminhar via OP ou solicitar regularização fundiária no Demhab.

Buracos com barro ou poeira?

28 de março de 2011 0

AMANDA MUNHOZ | amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

- Meu carro passa mais na oficina do que em casa.

O desabafo é de Pâmela Oliveira, 27 anos, moradora da Rua Alexandre da Rosa, na Vila Augusta, em Viamão. A falta de pavimentação é a grande dor de cabeça na vida da comerciante. Entre um buraco e outro, os dois carros da família de Pâmela já deram muitos prejuízos para a família. O balanceamento do veículo, diariamente, é prejudicado ao transitar pela rua em que a moradora reside e vias próximas.

O passar dos ônibus contribui para a buraqueira dia a dia ficar pior. E, de acordo com a moradora, existem diversas promessas, mas nada de efetivo é feito para melhorar as condições da via.

- Já aconteceu dos dois carros estarem na oficina e termos de pedir um veículo emprestado para trabalharmos - relata.

É pó ou barro

Ao andar pelo bairro para levar as filhas na escola, Pâmela percebeu que o problema de falta de pavimentação não é exclusivo de sua rua. Outras vias do bairro precisam de reparo, o que contribui com os problemas mecânicos do carro.

As mudança do tempo também conseguem deixar a Rua Alexandre da Rosa pior. Se chove, a falta de escoamento faz com que a água entre nas casas. Além do mais, o barro que forma também dificulta na passagem. Em dias de sol, a nuvem de poeira é quem toma conta da via.

-  Não sabemos mais o que fazer. Só prometem asfalto, mas nunca é cumprido - conta Pâmela.

Esclarecimento

A prefeitura de Viamão afirma que conforme o Departamento de Relações com a Comunidade, não há previsão de calçamento para a Rua Alexandre da Rosa. A Secretaria Municipal de Obras já iniciou o patrolamento na região da Santa Isabel. Em breve, de acordo com a secretaria, chegará à Vila Augusta.