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Posts com a tag "Ceee"

Poste é um perigo para os moradores da Aparício Borges

12 de setembro de 2012 0

Amanda Munhoz
amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


Um acidente que aconteceu há dois meses na esquina das ruas Coronel Aparício Borges e Alexandre Snell, no Bairro Aparício Borges, ainda preocupa moradores e trabalhadores locais. O motivo fica por conta do poste atingido que, até hoje, está com a base danificada e apenas uma escora de madeira foi colocada.

- Nem me preocupo mais, acho que deve ficar para a Copa 2014, como tantas outras coisas - ironiza Ildemar Luiz Lopes Moraes, 64 anos, proprietário de uma borracharia na Rua Alexandre Snell.

Estrutura de madeira foi a solução

O comerciante lembra que o incidente ocorreu por volta das 4h. O veículo bateu no poste, que fica na Coronel Aparício Borges, e parou na árvore da rua transversal. No mesmo dia, a Ceee fez vistoria no local e solucionou o problema colocando uma outra estrutura de madeira em frente à danificada, o que não agradou quem passa diariamente por ali.

Vera Lúcia Rosa da Silva, 44 anos, é funcionária da lancheria que fica em frente à árvore atingida, na Rua Alexandre Snell. Sempre que chega ao trabalho, teme por sua segurança:

- Todos aqui temos medo e ninguém faz nada para resolver - afirma Vera, mostrando os cacos de vidro que ainda estão no local.

Poste sustenta transformador

A estrutura de concreto teve toda a sua base destruída, ficando com os cabos internos à mostra. O que preocupa é que a estrutura também sustenta um transformador e uma lâmpada, que está dia e noite acesa.

- Tenho certeza que isso vai ficar nessa situação, ninguém vai vir arrumar. As promessas são só para a Copa do Mundo - desanima Ildemar.

O que diz a Ceee sobre o problema

A Ceee informa que a estrutura de madeira colocada ao lado do poste tem condições de sustentá-lo em segurança. A troca do danificado está prevista para ser realizada em até 60 dias, devido à necessidade de programar um desligamento de energia para realização dos serviços.

E se o poste cair, como é que fica?

21 de junho de 2011 0


Por Amanda Munhoz - amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


Estrutura de madeira está torta e preocupa moradores de uma rua do Bairro Tristeza. Ceee promete fazer a troca no mês que vem.

Os moradores da Rua Teresa Cristo, no Bairro Tristeza, estão apreensivos. Há um ano e meio, o poste de madeira que  fica na esquina com a Avenida Otto Niemayer, em Porto Alegre, está torto. A cada dia, a aposentada Tânia Catarina  Caldasso de Oliveira, 64 anos, fica mais preocupada. No mês passado, de acordo com a moradora, uma equipe da Ceee  foi até o local para vistoriar a estrutura. Tânia garante que ouviu um dos técnicos dizer que “o poste ainda tem muito o que aguentar.”

– Acho um absurdo tamanho descaso. Há uma contenção de ferro ali e acho que é isso que está ajudando na sustentação – conta a aposentada.

● Equipe não fez a troca

Horizonte Pereira da Silva, 75 anos, porteiro de um edifício próximo ao poste, afirma que a visita da companhia de  energia aconteceu no último domingo de maio, e a equipe estava preparada para substituir os postes de madeira por outros de concreto. Contudo, como não avisaram previamente, havia muitos carros estacionados na Rua Teresa Cristo.


– Chegaram aqui às 8h e pediram para eu chamar alguns moradores que tinham carros estacionados. Porém, tinha  gente que foi viajar e não estava – relata Horizonte, garantindo que, em seguida, a equipe foi embora, sem dizer quando  retornaria para fazer o serviço.

● Substituição está na agenda

O que assusta os moradores é a quantidade de carros que são estacionados na rua, que é muito movimentada.


– Temos medo que o poste caia sobre alguém. Ou, até mesmo, estrague um carro. Quem se responsabilizará? – questiona Tânia.

A Ceee afirma que a troca do poste está programada para o dia 17 de julho.

E o poste ainda está lá...

21 de janeiro de 2011 0

Andréa Graiz


A aposentada Zeli Terezinha Mendes não pretende desistir enquanto o problema que a preocupa não for resolvido. Ela passa diariamente pela esquina das avenidas Otto Niemayer e Vicente Monteggia, no Bairro Cavalhada, um poste de concreto suspenso apenas pelos ferros de sua estrutura chamou a sua atenção. Descobriu que a estrutura estava daquele jeito fazia três meses. Entrou em contato com a CEEE.Uma escora havia sido colocada e o equipamento não fora trocado. Ela ligou para o Diário Gaúcho e a reivindicação foi publicada em novembro do ano passado.
A Ceee informou ao DG, na época, que uma equipe havia vistoriado a estrutura e que a mesma não apresentava perigo. E prometeu que o poste seria substituído no dia 5 de dezembro.
Esta semana, Zeli avisou que o prazo não havia sido cumprido. A aposentada continua com medo que a estrutura, localizada bem no encontro de duas avenidas movimentadas, venha abaixo.
O dano ao poste foi causado no dia 10 de agosto do ano passado, quando duas tubulações de concreto caíram de um caminhão e destruíram a base da estrutura.

Ceee explica o atraso

A Ceee explica que o posto não foi trocado na data prometida porque as condições climáticas não permitiram. Pela sistemática de trabalho, quando a chuva atrapalha um serviço programado, ele não é executado automaticamente no dia seguinte. O pedido entra novamente na programação. No caso o novo agendamento é para o dia 30 de janeiro.

Balança e quase cai

28 de setembro de 2010 1

Foto Cynthia Vanzella

DENISE WASKOW | denise.waskow@diariogaucho.com.br

Da janela do seu apartamento, o aposentado João Bernardes da Rocha Neto, 69 anos, observa com apreensão o poste localizado bem em frente ao prédio onde mora, na Rua Butuí, Bairro Cristal. Em dias de vento, a estrutura balança livremente, pois está com a base solta e algumas rachaduras.

– Há mais de um mês que está assim. O poste balança e chega a sair faísca dos fios – relata.

Do outro lado da rua, o açougueiro Alessio Antonio Basso, 46 anos, compartilha da mesma inquietação. No mercado onde trabalha, os comentários sobre as más condições do equipamento são recorrentes. A preocupação maior é com a proximidade da Escola Municipal Professor Elyseu Paglioli, que atende crianças especiais e fica em frente ao poste.

– Sempre que dá vento forte, a gente lembra de ligar para a Ceee. Mas, até agora, não vieram fazer vistoria – relata Alessio.

Sustentado por uma escora, o poste conta também com um segundo apoio: uma estaca localizada a pouco mais de dois metros, presa por um cabo de aço. Mas essa estrutura também não é firme.

– É só mexer no cabo que essa escora vai de um lado para o outro. Está com a base toda solta, não adianta _ lamenta.

Troca programada para ontem

A assessoria de comunicação da Ceee informa que, após o contato do Diário Gaúcho, uma equipe foi até o local para fazer uma vistoria e constatou a necessidade de troca do poste, que seria feita ainda ontem. A companhia reforça que os pedidos de conserto para casos como esses devem ser feitos pelo telefone 0800-7212333.

Escora mantém poste em pé

14 de setembro de 2010 1


Andréa Graiz

DENISE WASKOW | denise.waskow@diariogaucho.com.br

Estrutura com rachaduras e inclinada deixa em alerta moradores da Estrada Antônio Severino, no Bairro Rubem Berta. Ceee programou troca.

Os dias de vento são sinônimo de muita preocupação para os moradores da Estrada Antônio Severino, no Bairro Rubem Berta. Em frente à casa de Solange Silva da Rosa, 37 anos, no lado oposto da via, um poste com rachaduras, podre e inclinado vem tirando o sono dela, do marido e da vizinhança.

– Aos poucos ele vai inclinando, vai cedendo, porque o terreno é muito fofo. Os fios ficam baixos e nós é que levantamos, com um pedaço de madeira, para não prender em caminhões – relata, consciente do perigo que correm.

O principal temor da comunidade é a segurança das crianças, que brincam em frente às casas e podem ser atingidas se acontecer uma queda.

– Nós ficamos preocupados porque, há algum tempo, caiu um poste na rua de trás e uma criança ficou ferida, levou um choque. Eles não sabem como se defender – alerta a dona de casa.

Segundo ela, depois das reclamações feitas pelos moradores, a Ceee instalou uma escora no equipamento avariado há alguns dias. Mas a comunidade acredita que, em um dia de vento forte, o apoio não seja suficiente para manter a estrutura firme.

– Quando começa a marcar chuva, todo mundo fica preocupado. Tinha que ser um poste de concreto aqui. Se der uma ventania, não tem como segurar – acredita Solange.

Troca está programada

A assessoria de comunicação da Ceee afirma que o poste não apresenta risco de queda, por isso foi instalada a escora. Mesmo assim, o equipamento entrou na programação de troca, mas não há prazo definido para a substituição. Uma equipe também foi enviada ao local para avaliar a altura dos fios sobre a via.