AMANDA MUNHOZ
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"Eu fico tão nervosa e o pior é que não sei mais o que fazer." O desabafo é de Filomena Romano Sartori, 74 anos. Moradora da Rua Miguel Couto, no Bairro Menino Deus, a aposentada, há cinco meses, clama por um pouco de atenção à sua região.
Um acidente, na época, fez com que um carro invadisse a sua calçada, na altura do número 735. E mesmo que Filomena se esforce para esquecer o ocorrido, o buraco que ficou em frente de sua casa faz com que lembre diariamente.
- Eu até fui ver o que precisava para arrumar. Disseram-me que seria com a própria prefeitura. Eu, na posição de moradora, não podia fazer nada antes que eles viessem aqui - desabafa.
Está abrindo cada vez mais
Dias depois ao acidente, um cavalete foi colocado pela EPTC. Filomena sequer viu o momento em que a equipe fez o alerta e acabou nem podendo cobrar providências.
O que preocupa a moradora é o que está por vir. Em dias de chuva, o local, que está aberto, cede. Parte do passeio já está oco. Como a família passa com o carro bem ao lado, um prejuízo maior pode acontecer a qualquer momento.
- Se continuar assim, abrindo cada vez mais, daqui um pouco nem conseguiremos entrar em casa - explica a moradora, garantindo que as reclamações via telefone para a prefeitura não param.
Solução vem ainda hoje
O Diário Gaúcho contatou a Smov, o Dep, o Dmae e a EPTC para saber de quem é a responsabilidade sobre esta situação.
O Dep afirma que fez vistoria no endereço e constatou rompimento na rede pluvial.
A reconstrução do local está prevista para começar ainda hoje.










