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Posts com a tag "Luz"

Em Cidreira, energia parece ser de graça

19 de dezembro de 2011 0

LISIANE LISBOA

lisiane.lisboa@diariogaucho.com.br


Em pleno início do veraneio, a população de Cidreira não sofre com a falta de iluminação pública. Ao contrário, perturba-se com o excesso dela. Morador há apenas três meses da cidade, Marcos Rogério Ribeiro, 47 anos, notou que as lâmpadas da Avenida Mostardeiro, no Centro, ficam 24h acesas.


– Nunca tinha visto esse tipo de coisa. Me deu a impressão que a cidade está abandonada – lamenta.

Próximo ao número 1937 da principal avenida da cidade, a soma é de 15 postes com iluminação constante.

As estruturas de energia das vias do Centro, como a Rua Dália, também têm lâmpadas que permanecem acesas mesmo com a claridade do sol. De acordo com o relato de Marcos, o problema dura há, pelo menos, três meses. A dúvida de muitos moradores é o custo que o desperdício gera no bolso do consumidor. Marcos teme que a população pague pelo descaso da companhia de luz da cidade.

– Até onde sei, energia elétrica nunca foi coisa barata. Se as luzes ficam acesas por tanto tempo, quem paga os gastos? – indaga o morador.


Novo sistema de energia


A Secretaria de Obras de Cidreira enviou uma equipe para fazer vistoria nos postes de luz da Avenida Mostardeiro, seguindo o cronograma de revisões. Segundo a prefeitura, a causa do problema é a maresia, que não permite o funcionamento correto do sistema. Os órgãos competentes pretendem investir, no próximo ano, em um tipo mais resistente de equipamento.


Luz de noite? Pode esquecer

13 de julho de 2011 0


Por Amanda Munhoz - amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Moradores do Bairro Passo do Feijó, em Alvorada, reclamam de constantes faltas de energia na via em que moram. Ceee promete melhorias.

O entardecer é esperado sempre com preocupação pela dona de casa Sandra Terezinha Schuquel da Silva, 49 anos, moradora do Bairro Passo do Feijó, em Alvorada. Isso porque, todos os dias, a sua rua, a Noruega, fica sem energia elétrica. Pior: sem previsão de retorno.

Temperaturas extremas sempre foram um problema para Sandra e o resto dos vizinhos da via onde mora. Agora, no inverno, o número de estufas e ares-condicionados ligados ao mesmo tempo aumenta, consumindo muito mais energia. Os moradores acreditam que o problema da falta de luz ocorra porque existe só um transformador na via. O aparelho é responsável por abastecer todas as moradias das sete quadras da Rua Noruega e parte da Rua Couto de Magalhães.

Insulina é desperdiçada

– Meu freezer e a televisão já queimaram. Fui obrigada a colocar comida fora. É uma falta de respeito com os consumidores – desabafa Sandra.

Outra moradora enfrenta um problema pior: com a falta de luz, doses de um remédio, que precisa ser guardado na geladeira, acabam estragando.

– Uso seis insulinas por dia e elas precisam estar refrigeradas. Nas interrupções na energia, preciso colocá-las fora – reclama.

Conta de luz não diminui valor

O que mais revolta os moradores é que, além de sentirem no bolso o prejuízo das constantes quedas de energia, o valor da conta de luz não diminui.

– Pago, em média, R$ 100 por mês. Sofremos, diariamente, com o problema, inclusive, encarando banho frio no inverno. Como é possível que o valor seja tão alto assim? – questiona Sandra.

Equipe fará vistoria

A Ceee informa que em junho foram quatro desligamentos na Rua Noruega. Em julho, já são dois. O motivo foi queima de fusíveis do transformador. A companhia afirma que uma equipe será enviada até o local e promete melhorias na rede.

* Indenização – Quem teve algum eletrodoméstico queimado pode solicitar indenização através do site www.ceee.com.br ou no 0800-7212333.

Balança e quase cai

28 de setembro de 2010 1

Foto Cynthia Vanzella

DENISE WASKOW | denise.waskow@diariogaucho.com.br

Da janela do seu apartamento, o aposentado João Bernardes da Rocha Neto, 69 anos, observa com apreensão o poste localizado bem em frente ao prédio onde mora, na Rua Butuí, Bairro Cristal. Em dias de vento, a estrutura balança livremente, pois está com a base solta e algumas rachaduras.

– Há mais de um mês que está assim. O poste balança e chega a sair faísca dos fios – relata.

Do outro lado da rua, o açougueiro Alessio Antonio Basso, 46 anos, compartilha da mesma inquietação. No mercado onde trabalha, os comentários sobre as más condições do equipamento são recorrentes. A preocupação maior é com a proximidade da Escola Municipal Professor Elyseu Paglioli, que atende crianças especiais e fica em frente ao poste.

– Sempre que dá vento forte, a gente lembra de ligar para a Ceee. Mas, até agora, não vieram fazer vistoria – relata Alessio.

Sustentado por uma escora, o poste conta também com um segundo apoio: uma estaca localizada a pouco mais de dois metros, presa por um cabo de aço. Mas essa estrutura também não é firme.

– É só mexer no cabo que essa escora vai de um lado para o outro. Está com a base toda solta, não adianta _ lamenta.

Troca programada para ontem

A assessoria de comunicação da Ceee informa que, após o contato do Diário Gaúcho, uma equipe foi até o local para fazer uma vistoria e constatou a necessidade de troca do poste, que seria feita ainda ontem. A companhia reforça que os pedidos de conserto para casos como esses devem ser feitos pelo telefone 0800-7212333.

Não adianta acender a luz

21 de setembro de 2010 0

Andréa Graiz

Denise Waskow | denise.waskow@diariogaucho.com.br

Pedido de ligação de energia, feito por moradora de Viamão, está pendente desde julho. Informações técnicas são desencontradas.

Colocar a comida na geladeira, tomar um banho quente e assistir televisão depois de um dia cansativo de trabalho são confortos que a família da acompanhante de idosos Elsa Berenice Vieira do Nascimento, 52 anos, não tem.

Moradora da Rua Jaguaruna, no Parque Índio Jari, em Viamão, ela pede a ligação da rede de energia na sua casa desde o final do mês de julho. Instalou um poste com um relógio na saída da rua, para atender às exigências técnicas. E aí começou o desencontro de informações.

- Ela vai na Ceee e dizem que, só com um relógio, a instalação pode ser feita. Mas quando eles vêm instalar, dizem que precisa ser um poste com quatro relógios - explica a filha de Elsa, a manicure Viviane Vieira, 29 anos.

É na casa dela, em frente à residência da mãe, que a família se socorre sempre que precisa de energia elétrica. Acabam passando a maior parte do tempo ali, já que não há muito para fazer na sua moradia.

Viviane relata ainda que eles contrataram um técnico para fazer a instalação do poste, para que tudo saísse de acordo com as normas. Como essa medida não foi suficiente, a acompanhante de idosos ocupa o seu horário de descanso para tentar resolver o problema.

- A minha mãe folga às quartas-feiras, e ela usa para ir direto na Ceee. Quando chega lá, dizem que está tudo certo. Só que eles não ligam a luz - desabafa Viviane.

- Vistoria hoje de manhã

A Ceee informa, por meio de sua assessoria de comunicação, que uma equipe de Viamão fará visita ao local na manhã de hoje, para avaliar o problema e conversar com a moradora.