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Posts com a tag "rua"

Nem parece uma rua na Vila Tarumã, em Viamão

25 de outubro de 2013 0

Por ROBERTA SCHULER – roberta.schuler@diariogaucho.com.br

Desde a publicação da reportagem na qual reclamava das más condições da Rua Cauduro, na Vila Tarumã, em Viamão, e da falta de iluminação pública no local, em abril do ano passado, a situação no endereço onde o técnico de informática Pablo Rodrigues dos Santos, 32 anos, reside com a família segue a mesma. É breu à noite e com uma buraqueira que complica o acesso à via, que tem cerca de 100m de extensão e fica bem próxima do Centro da cidade.

- Vou comprar um holofote para colocar na frente da minha casa – ironizou Pablo, sobre a ausência de providências no quesito iluminação.

Mateus Bruxel

Foto de Mateus Bruxel / Agência RBS

Já em relação ao estado da rua, segundo o morador, há cerca de dois meses, não foi possível nem receber o material de construção para uma obra que realizava em casa. O caminhão de entrega não conseguiu acessar o endereço. A última visita de uma patrola para nivelar a rua de chão batido foi em agosto do ano passado. Ele relata que, de vez em quando, os buracos são cobertos por caliça pelos moradores, mas trata-se de um paliativo.

Em busca de uma solução para o problema, Pablo fez diversos contatos com a prefeitura. O último, teria sido em fevereiro deste ano, quando foi informado de que não havia previsão de uma intervenção programada na rua.

Secretário promete melhorias em breve

O secretário de Obras e Viação, Valdir Elias, informou, por meio da assessoria de comunicação da prefeitura de Viamão, que não havia solicitação do serviço pela comunidade junto ao Portal do Cidadão. Segundo ele, tão logo melhorem as condições climáticas, uma equipe será destacada para fazer o patrolamento e a instalação da iluminação na Rua Cauduro, na Vila Tarumã.

Como e onde solicitar o serviço

As solicitações de serviço devem ser feitas junto ao Portal do Cidadão, pessoalmente ou via telefone. O Portal do Cidadão está localizado na Praça Júlio de Castilhos, s/n, Centro. O telefone é 156.

Nem dá pra trabalhar em rua no Bairro Sarandi

18 de outubro de 2013 1

Arquivo Pessoal

Um problema que se arrasta há mais de cinco anos. E basta o tempo se armar para chuva que chega a causar quase pânico nos moradores e comerciantes da Rua Senhor do Bom Fim, no trecho que corresponde aos números 331 até o 441, no Bairro Sarandi, na Capital.

- Sabemos que se chove forte por dez minutos esse ponto da rua vai alagar – declara Claudionor da Costa Marques, 41 anos.

Como boa parte dos arredores é ocupada por pequenos comércios, o vendedor autônomo relata que se chover durante uma semana dezenas de pessoas ficam sem trabalhar.

Morando no local há mais de sete anos, Claudionor afirma que se trata de uma via importante na Zona Norte.

- Ela tem fluxo constante de veículos, dia e noite, pois liga a Avenida Bernardino Silveira Amorim com a Assis Brasil, mas quando inunda, ninguém passa – garante.

Segundo o morador, algumas obras da prefeitura foram realizadas e outros trechos que também alagavam tiveram o problema resolvido.

Só limpeza dos bueiros não resolve

No entanto, no caso específico daquele ponto da rua, a única providência tomada pelo Departamento de Esgoto Pluviais é a limpeza das bocas de lobo.

- Não adianta virem e só limparem os bueiros. Depois que eles saem, vou ali e levanto a tampa e está cheio d’água. O problema está nos canos que não estão dando vazão – atesta.

Solução via OP

O Dep, por meio de sua assessoria de imprensa, esclarece que a Seção Norte de Conservação limpou as redes de drenagem, bocas de lobo e os poços de visita da rua nos dias 14, 15 e 16 de outubro.

O departamento salienta, porém, que a rede pluvial do local é hidraulicamente insuficiente em dias de chuvas muito fortes. A população deve solicitar obras de redimensionamento de rede de drenagem para a região como prioridade nas reuniões do Orçamento Participativo (OP).

O pessoal quer uma travessia segura na Vila Dique

20 de agosto de 2013 0

Lívia Stumpf

ROBERTA SCHULER
roberta.schuler@diariogaucho.com.br

Ter a garantia de que a travessia de pedestres da Avenida Dique para a Avenida das Indústrias, no Bairro Anchieta, será feita em segurança é motivo de preocupação para quem ainda não deixou a Vila Dique. É o caso do caminhoneiro Vilson Vendruscolo, 38 anos. Ele teme que, na passagem de uma avenida para outra, por conta de um semáforo que ordena a passagem de veículos nos dois sentidos sobre uma ponte estreita, não haja tempo para os pedestres atravessarem o cruzamento.

- Meu filho de quatro anos estuda na escola próxima e pago para uma pessoa levá-lo até lá, mas nem todas as crianças vão acompanhadas. A gente se preocupa porque no que fecha a sinaleira em um sentido logo abre o outro, e tem motorista que não dá uma seguradinha – observa o caminhoneiro.

Até uma criança já foi atropelada

De acordo com a comerciante Vera Lúcia Fernandes, 43 anos, há dois anos foi feita a solicitação de instalação de uma faixa de pedestres ao Centro Administrativo Regional (Car).

- Pelo que eu soube, estava em avaliação pela EPTC. Mas isso foi antes das primeiras remoções das famílias – lembra Vera.

Vilson destaca que os piores horários, nos quais há mais fluxo de carros e caminhões, são entre 7h e 8h e no final da tarde, entre 17h e 18h. A Escola Municipal Migrantes fica próxima e muitos alunos se deslocam até a instituição a pé.

- Todos passam por aqui até para pegar ônibus. Esses dias, atropelaram uma criança – conta a comerciante.

Ao lado da ponte por onde passam os veículos, os moradores construíram uma outra para a passagem de pedestres. No entanto, há relatos de que, para agilizar a passagem nos momentos de sinaleira fechada, alguns motociclistas utilizam a passagem de pedestres.

Faixa vai ser colocada

A EPTC informa que foi aprovada a colocação de faixa de segurança, após a pavimentação daquele ponto da via pela Smov. O projeto já está em andamento, com previsão da faixa para este segundo semestre, após a pavimentação que dará mais segurança aos pedestres na travessia.

Que tal comprar um barco? Só assim para andar pela Vila Bonsucesso, na Lomba do Pinheiro

15 de agosto de 2013 1

Lívia Stumpf

DENISE WASKOW
denise.waskow@diariogaucho.com.br

Pensar em um meio de transporte alternativo, como um barco, pode ser a solução para os moradores da Rua Catuípe, na Vila Bonsucesso, na Lomba do Pinheiro, conseguirem enfrentar os constantes alagamentos que transformam a via em uma lagoa.

Só assim, com um pouco de bom humor, talvez eles possam lidar por mais algum tempo com os transtornos causados pela ausência de uma rede de drenagem na rua. Toda vez que se anuncia chuva, é aquele desespero. Moradores como a aposentada Maria Neiva da Silva Stein, 62 anos, ficam ilhados em casa.

- A água não tem para onde escoar. Não passa carro, não passa criança para o colégio e nem pessoas para irem trabalhar – relata.

Muitos pedidos, nenhuma ação

Vizinhos do entorno fizeram muretas para tentar evitar que a água invadisse os terrenos. Maria Neiva, por ter saída de carro no portão, fez uma pequena proteção e uma rampa. Mas, em dias de chuva forte, nada disso adianta.

- A água toma conta de tudo, cheia de sujeira, lixo, ratos, baratas, esgoto… – afirma.

Desde que o problema teve início, ela e outros vizinhos já fizeram uma série de reclamações à prefeitura, incluindo um abaixo-assinado. Inúmeras vistorias foram realizadas, mas nada de concreto aconteceu.

De setembro do ano passado a abril deste ano, Maria Neiva tem o registro de pelo menos 19 protocolos no telefone 156, da prefeitura. Em todas essas vezes, ela estava sem poder sair de casa devido ao alagamento.

- A gente não está pedindo asfalto, só queremos que essa água escorra para algum lugar e possamos caminhar na nossa rua – conclui, desapontada.

Paciência! Solução só a longo prazo

De acordo com a avaliação da Smov, a Rua Catuípe apresenta perfil côncavo, com o acúmulo de água em um ponto mais baixo da via. A solução é a implantação de uma rede de esgoto pluvial para coletar a água neste local.

Contudo, para que isso seja realizado, a comunidade deve eleger essa obra entre as demandas do Orçamento Participativo.

Rua boa para um rali em Alvorada

19 de julho de 2013 0

DENISE WASKOW
denise.waskow@diariogaucho.com.br

Espírito de aventura e muita paciência são requisitos fundamentais para quem mora na Rua Antão de Lima Franco, no Bairro Formoza, em Alvorada. A quantidade de buracos e sulcos que tomam conta da via torna a simples tarefa de chegar ou sair de casa uma proeza.

E quem não precisa encarar essa jornada se nega a fazê-la ao chegar no início da rua. Há duas semanas, o caminhão de lixo não passa mais. Entregas de encomendas também não querem fazer rali. E até mesmo moradores, quando a situação está crítica, deixam os veículos na entrada da via.

- Se a gente compra alguma coisa, eles não podem vir entregar, por causa da rua. Nunca vi passar patrola aqui – afirma a dona de casa Rosane Beatriz Porto Pereira, 51 anos.

Sem rede de esgoto

O autônomo Marcelino Franco de Abreu, 35 anos, morador do local há quase duas décadas, chama a atenção para as sacolas de lixo doméstico penduradas nas grades pelos moradores, já que o caminhão da coleta não se aventura a entrar na via.

- A gente coloca alguns cascalhos para tentar manter a rua em condições. Aqui virou um rali – afirma.

Ele observa que a situação permanece crítica tanto no inverno quanto no verão, quando as chuvas fortes da estação costumam abrir valetas ainda maiores na rua, sem falar na poeira que atinge as residências.

Além das dificuldades de transitar no local, a vizinhança aponta outros dois problemas: a inexistência de uma rede de esgoto na via, obrigando todos os moradores a terem uma fossa nos fundos do pátio, e duas lâmpadas queimadas há cerca de seis meses.

Melhorias a caminho

Conforme a prefeitura, a Antão de Lima Franco é uma rua sem saída criada a partir de uma ocupação que está em processo de regularização. O recolhimento de lixo é feito três vezes na semana, e as lâmpadas que estiverem queimadas serão substituídas em até 15 dias.

A Secretaria de Obras e Viação realizou vistoria e constatou que a via apresenta uma forte inclinação. Por isso, antes do patrolamento, será feito o aterramento com caliça, a partir da semana que vem.

Também será avaliado, junto à Corsan, se há algum projeto dentro do Pac Saneamento para instalação de uma rede de esgoto no local.

Uma rua esquecida em Viamão

10 de julho de 2013 0

AMANDA MUNHOZ
amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


Se essa rua fosse sua, você mandaria ladrilhar? Pois é exatamente o que pedem os moradores da Rua Santo Augusto, na Vila Florescente, em Viamão. Mas eles garantem que a lembrança por parte da prefeitura só acontece em véspera de eleição. Afora isso, é mudar o trajeto ou sentir o prejuízo de quebrar o carro no próprio bolso.

A situação da buraqueira piorou no ano passado. O conserto da canalização era o objetivo da equipe que se deslocou até lá. Porém, Henrique Pivoto, 55 anos, morador da via, garante que a Corsan, em vez de resolver o problema, conseguiu piorar. Os canos por onde passava o esgoto foram retirados, e os dejetos, hoje, proíbem que carros utilizem o espaço. O motivo fica por conta do valo que se formou na Rua Santo Augusto. O caminhão do lixo, por exemplo, já não cumpre mais a tabela. Ele passa a cada dois dias, já que a volta para o acesso de algumas casas é muito maior.

- Quem conhece esse problema, não se arrisca a passar mais. Os que acabam descendo a Santo Augusto é porque não sabem o que tem pela frente – garante o aposentado.


Caliças resolvem paliativamente

O caminho para chegar é, aparentemente, rápido. Basta ir pela Rua Portela e dobrar na Rua Santo Augusto direto. Porém, dependendo da numeração, é necessário que a volta seja muito maior. Os carros precisam retornar, entrar na paralela à Santo Augusto, a Mangueira, e ir até o fim. Chega-se, então, na Rua Padre Miguel. Só depois o destino é alcançado.

- Procuramos colocar caliças. É o único jeito de amenizarmos esse absurdo. Para se ter uma ideia, fiz a assinatura de um jornal. Me devolveram o dinheiro e disseram que não tinham como chegar aqui. O mesmo acontece com madeireiras, que não querem mais nos atender – desabafa o morador.


- REPAROS FORAM FEITOS - A Secretaria de Obras, por intermédio da assessoria de imprensa, informa que uma máquina, ontem à tarde, esteve na Rua Santo Augusto para realizar trabalhos de reparos na via.

Sujeira além do que dá para suportar

21 de fevereiro de 2013 1


AMANDA MUNHOZ
amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


O cheiro de um esgoto na rua, a céu aberto, já é insuportável. Mas e quando ele está dentro de casa, escorrendo pelas paredes? Esta é a situação que, há dois meses, encontra-se a garagem de Liziane Ribeiro, 47 anos. Moradora da Rua Guadalajara, no Bairro Jardim Itu-Sabará, a assistente de contábeis não sabe mais o que fazer para tirar os dejetos e o cheiro a podre de sua casa.

- Liguei para o Dep, abri protocolo, fui até lá pessoalmente. De nada adiantou. Prometem conserto para um dia, mas eles não comparecem na data marcada – desabafa a moradora.

Uma caixa coletora na via de cima à sua, a Rua José da Silva Bernardo, é de onde, aparentemente, surgiu o problema. O local concentra o esgoto de todos os moradores daquele endereço e, há dois meses, escorre pelas paredes de Liziane.


Até a rotina da família mudou

Mesmo fazendo a limpeza diariamente pela manhã, a água podre já mudou a rotina da família, que não usa mais a garagem para lavar roupas e não guarda mais o carro.

- Tenho de lavar roupa na pia da cozinha. E o espaço que tinha para estendê-la, não uso mais. Não temos como caminhar por entre aquela podridão – lamenta Liziane.

É a segunda vez que a moradores têm de se submeter a uma situação dessas. Há três anos, a caixa coletora rompeu e escorria pela residência de Liziane.

- Acho que demoraram quase dois anos para fazer o conserto – desabafa a moradora, prometendo que não esperará tanto da segunda vez.

Há 15 dias, um fiscal do Dep deslocou-se até a Rua Guadalajara. Prometeu, então, que voltaria para fazer o conserto, o que não aconteceu ainda.


Silêncio oficial

Até o fechamento desta edição, o Dep não havia respondido à solicitação do Diário Gaúcho. O problema continua sem solução.

Moradores não têm o direito de ir e vir

19 de fevereiro de 2013 1

AMANDA MUNHOZ
amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


A notícia que em pelo menos seis pontos da Capital as obras da Copa do Mundo alterarão rotas, veiculada ontem, desanimou ainda mais os moradores do Condomínio Ipê 2, no Bairro Jardim Carvalho. Eles sabem que não estão na lista de lugares beneficiados. Mas esperam, pelo menos, que o buraco aberto em setembro do ano passado, na esquina das ruas Flamingo com Andorinha, seja fechado e, finalmente, a comunidade volte a transitar por ali.

– Os carros não passam por ali há cinco meses. Garanto que se fosse um bairro nobre, isso não ficaria assim nem uma semana – desabafa o morador Paulo Francisco Corrêa, 54 anos.

O problema começou no dia 18 de setembro, em um temporal, após o rompimento de uma galeria. Na esquina, uma cratera abriu-se, impossibilitando que veículos usassem ambas as ruas. Na época, mais de 20 casas ficaram abaixo d’água. Desde então, a comunidade pede que a rua seja refeita. Sem sucesso, os caminhos, diariamente, precisam ser desviados.


Dep estaria em busca de dinheiro

Paulo Francisco acredita que a causa de tantos alagamentos está na canalização antiga, que é a mesma há quatro décadas. Como em 40 anos mais casas surgiram, é possível que não suporte tamanha demanda.

O Diário Gaúcho, em novembro, contou a situação vivida pelos moradores do condomínio. O Dep, por sua vez, afirmou que tem o projeto concluído para a obra de ampliação da galeria pluvial. Ela está orçada em R$ 1,96 milhão. O departamento está em busca de recursos financeiros para a execução da obra.

– Para dar uma ideia do nosso desespero, lembramos a senhora moradora da Rua Gaivotas que está colocando mureta de contenção. O agravante é que ela usa muletas
e terá grande dificuldade de sair de casa se a sua casa alagar. Só que ela não quer perder mais nada para a chuva – explica o morador.


Segue a espera

Os moradores terão que esperar mais um pouco por um prazo. O Diário Gaúcho entrou em contato com o Dep, mas até o fechamento desta edição não houve retorno.

Fim do prazo. E nada de conserto...

14 de fevereiro de 2013 0

AMANDA MUNHOZ
amanda.munhoz@diariogaucho.com.br


Ao ver a equipe da prefeitura em frente à sua casa, na Avenida Senador Salgado Filho, no Centro, em Esteio, Alexsandro Quadros, 28 anos, achou que, finalmente, seu problema havia terminado. Engano seu. O buraco segue aberto e o gerente de Recursos Humanos fazendo adaptações para entrar e sair com o carro da garagem.

- Sou obrigado a colocar madeiras. Caso contrário, não tenho como tirar o veículo – desanima o morador.

A reportagem do Diário Gaúcho havia mostrado esta situação no dia 1º de fevereiro. Como o local é de grande fluxo, o número de carros que transita por ali é alto. E, de acordo com Alexsandro, a própria prefeitura tinha sido vítima de tal situação.

- O caminhão da prefeitura, que faz a coleta seletiva, caiu com a roda na cratera, destruindo parte da minha calçada – desabafou o morador, comemorando que, em função do viaduto próximo, pelo menos a iluminação pública é boa.


“Areia está indo embora”

Em resposta à matéria, a prefeitura de Esteio afirmou que, naquele dia mesmo, foi até lá para verificar o problema e encontrou um cano fechado, que precisaria ser trocado. Garantiu, então, que na terça ou quarta, os dias 5 ou 6 de fevereiro, a equipe resolveria, definitivamente, a situação. No entanto, não aconteceu.

- À medida que os carros passam, a areia que colocaram está indo embora. Sigo na mesma – conta Alexsandro.


Solução, mas só provisória

A Secretaria Municipal de Obras Viárias e Serviços Urbanos (SMOVSU) solucionou, provisoriamente, o problema, liberando a área para o uso. Dentro do cronograma de trabalho, uma equipe vai voltar ao local para solucionar definitivamente o problema.

Mais de um ano na espera por uma via decente em Alvorada

28 de setembro de 2012 0


Por AMANDA MUNHOZ – amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Os moradores da Rua Barão do Triunfo, no Bairro Intersul, em Alvorada, em julho, cantaram parabéns para a promessa não cumprida feita pelo secretário de Obras, José Luís Corrêa, há mais de um ano. A recuperação da via era para ter sido feita em até 15 dias.

- Estamos até agora esperando. Na época, vieram arrumar somente os bueiros. A rua ficou exatamente igual – lamenta Sheila da Silva dos Santos, 33 anos.

Há sete anos, quando a auxiliar administrativa mudou-se para o endereço, parte da Rua Barão do Triunfo ainda tinha asfalto. Hoje, só é possível ver pedaços da pavimentação que, de acordo com a moradora, nunca teve manutenção por parte da prefeitura. Os buracos precisam ser tapados com restos de material de construção e pela própria comunidade.

Prazo de conserto era de 15 dias

- A rua é curta, mas está um caos. Se não tivéssemos tomado essa atitude, seria impossível passar ali – explica Sheila.

O Diário Gaúcho, em julho do ano passado, retratou a situação enfrentada pelos moradores da via. Na ocasião, para a alegria de Sheila e seus vizinhos, o secretário afirmou que em um prazo de 15 dias o conserto seria feito.

Morador de muleta tem dificuldade

A espera pelo asfalto parecia estar no fim. A prefeitura foi até lá, desentupiu os bueiros e o próximo passo seria a pavimentação.

- Nunca mais voltaram. E quando reclamamos é um jogo de empurra – conta.

Ao entrar em contato com a prefeitura por telefone, Sheila recebeu como resposta que a Smov seria a responsável pela recuperação da via. Ligou, então, para a secretaria indicada, que disse ser em outro número. Este contato, por sua vez, também não resolveu.

A briga pelo conserto é para que a via pare de ser palco de problemas. É frequente que motociclistas caiam no local, quebrem peças do carro e, o pior, a dificuldade de locomoção de um vizinho, que usa muletas e precisa andar em meio aos buracos.