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Posts com a tag "Sapucaia do Sul"

Arrumaram o esgoto, mas deixaram o lixo

14 de dezembro de 2012 0


Por AMANDA MUNHOZ - amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Os problemas pareciam ter chegado ao fim. A esquina das ruas Marquês de Barbacena com Paraná, no Bairro Vargas, em Sapucaia do Sul, havia virado referência. Negativa. Era preciso muito cuidado para enfrentar o lixo e o esgoto que escorria via abaixo. Fazia um mês que a comunidade clamava por uma solução. Ela veio. Mas por pouco tempo.

- A prefeitura esteve aqui e viu qual era a situação em que nos encontrávamos. Resolveram, então, consertar a canalização que estava entupida. Para isto, tiraram o lixo dali, arrumaram, mas não fecharam a cratera. O pior é que devolveram o entulho para onde estava inicialmente - revolta-se Angélica Domagalski de Moraes, 21 anos, moradora local.

Deveria... mas não aconteceu

Quando se completaram os 30 dias de espera por conserto, a babá decidiu fazer contato com o Diário Gaúcho. Na reportagem, publicada no dia 29 de novembro, o secretário Municipal de Obras de Sapucaia do Sul, Wilson Kersting, afirmou que os técnicos da secretaria se deslocariam até o local para verificar como estava a situação. Esta vistoria deveria acontecer no mesmo dia da publicação. O conserto no bueiro e a limpeza do local, no entanto, seriam feitos na semana seguinte, o que não aconteceu.

- Eu não sei o que fizeram, porque um cano em outro lugar, mas na mesma rua, rompeu. Sem contar que a podridão daquele lixo continua da mesma maneira. Ninguém fechou o esgoto. Só arrumaram - desabafa a moradora, reafirmando que os entulhos seguem na esquina.

Agora, a comunidade voltou à estaca zero. E com os velhos problemas...

- Ligamos e um passa para o outro. Ninguém resolve.

Promessa

O secretário de Obras, Wilson Kersting, promete que uma equipe vai vistoriar o local hoje. Será avaliado se dá para fechar um pouco mais o bueiro, pois não pode ficar completamente tapado, para escoar a água.

Já o lixo, segundo o secretário de Serviços e Mobilidade Urbana, João Huppes, será recolhido conforme o cronograma por bairros.

A previsão é semana que vem.

Mau cheiro deixa famílias no sufoco em Sapucaia do Sul

12 de novembro de 2012 0


Moradora de Sapucaia do Sul, a estudante Ariane Bavaresco Gomes, 21 anos, não aguenta mais conviver com um bueiro entupido perto da sua casa, que fica na Rua Atílio Verardi, Cohab.

Segundo ela, a situação se repete há, pelo menos, cinco anos. Por diversas vezes, funcionários da prefeitura estiveram no local para desentupir a boca de lobo.

- Eles estiveram aqui, hoje, com uma mangueira, fazendo a desobstrução, mas amanhã já está tudo igual a antes - reclama.

O esgoto a céu aberto afeta dez casas da rua e impossibilita os moradores de deixarem suas residências abertas, mesmo com as altas temperaturas feitas nos últimos dias.

- Mesmo no calor, minha casa fica fechada. É melhor que suportar o mau cheiro - assegura.

Mas o odor não é o único problema que eles enfrentam.

É preciso se precaver de uma infestação de insetos e roedores.

- Já apareceram moscas, baratas e até ratos por aqui - afirma.

Sempre que a reclamação junto à prefeitura é feita e alguém vai realizar o desentupimento do bueiro, o faz com uma mangueira.

Os moradores da rua alegam que o procedimento não soluciona a dificuldade enfrentada por eles.

Solução seria a compra de canos

De acordo com Ariane, quando a Secretaria de Obras vai até o local informa que para resolver a situação por completo os próprios moradores devem comprar a tubulação, que precisa ser substuída.

- Não tem cabimento mandar uma equipe aqui para não resolver o problema. Eles sempre dizem que devemos comprar os canos, mas a responsabilidade é deles - alega.

Ariane conta que, cansada de esperar, uma de suas vizinhas optou por trocar toda a canalização de sua calçada. O detalhe: usando recursos próprios.

- O poder público não faz nada. Até quando vamos aguardar a solução? - questiona.

Prefeitura fará estudo do local hoje

Conforme o secretário Municipal de Obras, Wilson Kersting, o trecho em questão possui uma tubulação antiga, com tipos de canos que não se utilizam mais. O município fará um estudo do local hoje, e dependendo da quantidade de canos e valor, o conserto será feito imediatamente.

Arroio tirou a paz do São José

08 de fevereiro de 2012 0

Por Lisiane Lisboa - lisiane.lisboa@diariogaucho.com.br

No dia 6 de fevereiro do ano passado, os moradores próximos ao Arroio José Joaquim, no Bairro São José, em Sapucaia do Sul, viveram momentos de aflição e pavor. A água suja do córrego invadiu as casas, levando móveis, eletrodomésticos e muitos outros pertences das famílias. Um ano se passou e o problema permanece ameaçando. A moradora do número 60 da Rua Emília Silva, Dilamar Conceição de Melo, quer apagar o mês de fevereiro do seu calendário.

– Além de perder bens materiais, não tenho mais tranquilidade e sossego. Fico olhando para o arroio para ver se ele está transbordando – lamenta a comerciária de 49 anos.

Chuvas pioram o que já é ruim

As fortes chuvas de verão pioraram drasticamente a situação.
De cor marrom e mal cheirosa, a água corre com força bruta e ameaça destruir o que está pela frente. Para piorar a situação, sacolas de lixo, galhos de árvores e móveis velhos prejudicam o fluxo do córrego. Dilamar acredita que a medida correta seria a construção de uma barragem ou, até mesmo, o fechamento do arroio.

União não tem feito a força

Segundo o relato da moradora, a população do bairro se une para reclamar, mas não há retorno:

– Já falamos pessoalmente com o secretário responsável, mas, por enquanto, nada foi feito.

O medo continuará presente nas vidas das famílias do Bairro São José, até que as medidas cabíveis sejam tomadas pela prefeitura.

– Não adianta mais reclamar. Estão esperando que aconteça uma tragédia maior para solucionar o problema do arroio – desespera-se a moradora.

Enquanto isso, a comunidade permanecerá de tocaia ou debruçados em suas janelas, rezando para que a água não invada suas casas.

Obras estão em execução

A Prefeitura de Sapucaia do Sul informa, por meio da Diretoria de Comunicação Social, que as obras no Arroio José Joaquim já estão em andamento.

Foram captados R$ 22 milhões em recursos para a execução de drenagem e saneamento do arroio. A primeira etapa da obra está em andamento e a segunda será licitada no dia 23 de fevereiro, além de um estudo da bacia do córrego.

Na Tocantins, lixo é vizinho indesejável

22 de dezembro de 2011 0

Na rua Tocantins, no Bairro Horto Florestal, em Sapucaia do Sul, não será possível comemorar as festas de fim de ano admirando a paisagem. O verdadeiro lixão acumulado no final da rua não permitirá que isso ocorra.

Este vizinho indesejado é sempre colocado no final da pavimentação e no meio da mata. Por se tratar de lixo seco, em sua maioria, há pessoas que colocam fogo. Há o risco sério de causarem queimadas no local, pois a vegetação é vasta.

O morador Marcos Junior Solbego relata que já falou com a prefeitura da cidade pedindo a colocação de placas informando que é proibido depositar lixo na rua, mas até agora nada foi feito.

Solbego declara:

– Algumas vezes, a polícia é acionada, mas não chega a tempo de flagrar o autor – diz, desolado.

Área será limpa

De acordo com a Secretaria de Serviços e Mobilidade Urbana de Sapucaia do Sul, até o final da próxima semana, os entulhos serão recolhidos. Já a Secretaria de Meio Ambiente se comprometeu a fixar placas de sinalização no local. O secretário da pasta, Manoel Araújo, detalha que mais 56 placas serão espalhadas em focos de lixo pela cidade. Ele reitera que a prefeitura está fazendo a sua parte. E completa:

– Esperamos que a população colabore e mantenha estes locais limpos.

Cratera incomoda na Vila Vargas, em Sapucaia

03 de outubro de 2011 0




AMANDA MUNHOZ

amanda.munhoz@diariogaucho.com.br



"Quando chove, os carros caem no buraco e jogam aquela água suja para dentro da minha casa", desabafa Rosa de Moura Pereira, 48 anos, moradora da Avenida Valdemimo Rodrigues Machado esquina com Rua Santa Luzia, no Bairro Vargas, em Sapucaia do Sul. Desde 2009, a cratera perturba a dona de casa e o resto da vizinhança.

Os dias de chuva são verdadeiras armadilhas no local. Sem sinalização alguma, muitos desavisados resolvem encarar o buraco coberto de água.

– Muitos carros já caíram aqui e não conseguiram sair sem ajuda – desabafa Rosa.

Prefeitura resolve só na brita

As lotações também enfrentam dificuldades ao passar pela cratera de dimensões assustadoras. De acordo com um morador, que preferiu não ser identificado, os assoalhos destes veículos, frequentemente, precisam de manutenção.
Rosa afirma que após reclamações da comunidade junto à prefeitura, um pouco de brita foi colocada, o que não resolveu a situação. Os moradores, na tentativa de amenizar o problema, juntam cascalhos e emparelham o desnível.

No entanto, basta chover para as pedras saírem do lugar e os carros voltam a enfrentar problemas.

O secretário de Serviços e Mobilidade Urbana de Sapucaia, Sidnei Araújo, afirma que uma equipe de obras visitará o local hoje para fazer os reparos necessários.



Canos, até tem. Falta é a obra...

28 de setembro de 2011 0


Por Amanda Munhoz - amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Canalização desembolsada pelos moradores do Loteamento Santa Luzia, em Sapucaia do Sul, está exposta às variações do tempo há cinco anos.

Canteiro de flor, cercas e banco. Essas foram as utilidades encontradas pelos moradores do Loteamento Santa Luzia, em Sapucaia do Sul, para os canos de concreto que, há cinco anos, fazem apenas figuração em frente às residências.
Em 2006, a comunidade elegeu como prioridade no Orçamento Participativo as obras de rede de esgoto. No ano seguinte, a boa notícia.

Prefeitura fez um acordo

A prefeitura destinaria R$ 56 mil às melhorias da vila mediante um acordo com os moradores: eles desembolsariam o custo dos canos de concreto e o município arcaria com a mão de obra. Apenas um lado cumpriu o acerto.

Cada uma das 430 famílias do loteamento precisou driblar as despesas e pagar cerca de R$ 100 para a compra dos canos. As estruturas, à espera das obras prometidas, estão todo esse tempo expostas às variações do clima e muitas precisarão de substituição pelo estado de deterioração avançado.

Dinheiro dos moradores jogado fora

Ao que tudo indica, as famílias desembolsaram R$ 100 à toa. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura de Sapucaia do Sul, o prefeito da época não poderia acordar com os moradores do loteamento as obras de canalização da área, que pertence ao governo do Estado. Relata, inclusive, que, além de prometer agir em área que não é municipal, não orientou os moradores quanto ao material que deveria ter sido comprado para a realização da obra, resultando na compra de canos impróprios para o fim.

Melhorias não saíram do papel

Membro da diretoria da Associação Comunitária dos Moradores do Loteamento Santa Luzia e morador da Rua São Judas Tadeu, Paulo Roberto Pereira dos Santos, 48 anos, pede socorro e atenção para a vila desde 2003, quando as primeiras casas começaram a ser construídas.

– Com o empenho de toda a comunidade conseguimos a regularização da nossa área e queremos as melhorias prometidas – desabafa o representante comercial, que, na época do acordo com a prefeitura, era o presidente da associação.

Buracos funcionam como canalização

Pela falta de canalização, cada casa tem o seu poço negro, um buraco profundo por onde a água do esgoto escorre. Como é uma obra improvisada e sem planejamento, é comum a água podre de uma residência invadir o terreno vizinho.

– E ninguém pode reclamar, pois todos nós fizemos o que está a nosso alcance para organizar essa bagunça – relata o vendedor Paulo Alexandre dos Santos, 32 anos, morador da vila há oito anos.

Crateras são consequência

Ao entrar no Loteamento Santa Luzia é preciso caminhar com atenção. Caso contrário, há duas possibilidades: cair num buraco ou pisar no esgoto que escorre por, praticamente, todas as ruas.

– A água que corre constantemente pelas ruas provoca uma buraqueira. E, como não há manutenção, está cada dia pior. Só a minha esposa já caiu duas vezes na Rua Paraíba – conta o pedreiro Gelson Prestes Ferreira, 34 anos, que afirma ainda que a via é caminho de estudantes.

No ano passado, duas pessoas morreram em um incêndio na vila. Os bombeiros tiveram dificuldade de chegar ao local devido ao mau estado das ruas.

Liberação sem prazo

A Secretaria de Habitação, Saneamento e Desenvolvimento Urbano do Rio Grande do Sul (Sehadur) afirma que a vila está em processo de regularização. A Sehadur afirma que o Estado já individualizou os lotes e aguarda a liberação de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no valor de R$ 5,2 milhões para as obras de esgoto e pavimentação. Porém, não tem como precisar uma data para que isso ocorra.

Ex-prefeito se explica

A reportagem contatou o ex-prefeito de Sapucaia do Sul, Marcelo Andrade Machado, que deu a sua versão sobre as obras no seu mandato.

– Em acordo com o Ministério Público e com o aval dos técnicos da Secretaria de Planejamento sobre o tipo de canalização, acertamos que os moradores comprariam os canos de concreto e nós, prefeitura, ficaríamos com a mão de obra. Estávamos esperando, apenas, a transferência dos lotes para os moradores e começaríamos a fazer a nossa parte no acordo.

Muito buraco para pouca solução

25 de julho de 2011 0


Wagner Pinto de Castro, 25 anos, já teve danos como um cano de descarga quebrado e o rolamento do seu veículo estourado ao transitar pelo Bairro Boa Vista, em Sapucaia do Sul. Como o microempresário trafega também todas as semanas pela Avenida Borges de Medeiros, no Bairro Colonial, tem medo  que o prejuízo se repita.
Ele teme por novos danos no carro.
– Os buracos espalhados pela avenida estão cedendo cada vez mais – diz Wagner.
O problema se torna mais grave porque a Avenida Borges de Medeiros é a única via de acesso para os moradores dos bairros Fortuna e Colonial.
Tatiana Souza, 27 anos, concorda com o microempresário. A moradora de Sapucaia precisa passar pela rua diariamente. Ela define a situação como absurda, reforçando que a avenida é intransitável:
– Há um trecho onde preciso andar na contramão porque simplesmente não tem como passar de carro!
Tatiana já comunicou a situação à Secretaria de Obras. Como providência, segundo afirma, eles rasparam o asfalto e não asfaltaram a via novamente, deixando o que já era ruim, ainda pior.
Há mais ou menos um mês, Tatiana chegou a abordar funcionários da prefeitura que passavam pela rua, informando sobre o problema da Borges de Medeiros. Eles informaram que tomariam providências e até hoje a avenida permanece virada em buracos.
Gravidade do problema reconhecida

Ao ser questionada sobre a situação, a Secretaria de Obras de Sapucaia do Sul informou que reconhece a gravidade do problema na Avenida Borges de Medeiros. Conforme o secretário Vilson Kersting, o órgão fará uma intervenção na rede de drenagem e outra no leito da rua. As providências serão tomadas assim que o tempo melhorar.



Para atravessar, só ser for a nado

20 de julho de 2011 0


Por JOSÉ AUGUSTO BARROS – jose.barros@diariogaucho.com.br

Ponte caiu em bairro de Sapucaia do Sul há cerca de cinco meses. Além do transtorno, moradores ainda correm risco de machucar-se na travessia.

Tarefas simples do dia a dia, como ir ao mercado ou levar as crianças na escola, não tem sido lá muito fáceis para quem mora na divisa entre os Bairros Sete e Parque Joel, em Sapucaia do Sul.

Além da chuva, que tem deixado boa parte da região alagada nos últimos dias, uma ponte que caiu no dia 6 de fevereiro, no Arroio São José, atrapalha ainda mais a comunidade. A ponte, situada no final da Rua Canízio, era o caminho utilizado por moradores, como o pedreiro Nilson José Lermen, para fazer compras no mercadinho, situado no fim da rua. Desde que ela ruiu, Nilson é obrigado a caminhar quase 1 km diariamente, quando precisa abastecer a despensa.

– Tenho que dar uma baita volta, costeando esse arroio. Quando chove, ele sobe bastante e, além de todo o tempo que perdemos, tem gente que escorrega na lama, cai, se machuca – lamenta Nilson.

Até o prefeito já foi conferir

A revolta dos moradores é pelo fato de que vários integrantes da prefeitura –  incluindo o prefeito Vilmar Ballin – já teriam ido até o local, mas nada foi feito.

– Talvez em 2012, quando tem eleição municipal, eles consigam construir nova ponte. Prometeram que faria uma ponte de concreto, como a que está localizada em uma rua aqui perto, mas nada. É muito descaso –  lamenta Nilson.

Projeto de construção

Através da assessoria de imprensa, a Defesa Civil de Sapucaia do Sul informou que a ponte não caiu. Como apresentava risco, foi interrompida para a passagem de veículos pesados. Porém, a reportagem do Diário Gaúcho pode observar no local que não existe nenhuma ponte interrompida no local e que não há modo de atravessar o arroio.

Segundo a assessoria, um engenheiro da Secretaria de Serviços e Mobilidade Urbana do município iria até o local ontem verificar o que pode ser feito. A Defesa Civil informou ainda que a construção de uma nova ponte está prevista dentro do projeto de revitalização do Arroio José Joaquim, que já estaria em andamento.

Buraco já completou um mês em Sapucaia do Sul

10 de maio de 2011 0



Por Amanda Munhoz - amanda.munhoz@diariogaucho.com.br

Erosão abre cratera em rua do Bairro Cohab, em Sapucaia do Sul. Moradores aguardam há mais de um mês pelo conserto.

Diariamente, ao sair de casa na Rua Gávea, no Bairro Cohab, em Sapucaia do Sul, o eletricista Gerson Luiz Pires, 45 anos, depara-se com um buraco ao lado do meio-fio. Há um mês, houve erosão em uma boca de lobo e, até agora, segundo o morador, nem sinalização foi posta pela prefeitura.
– Aqui é caminho de muita criança que vai e volta da escola. É um perigo constante – relata Gerson.
O desgaste nas laterais do bueiro aconteceu há cerca de 30 dias. Com os dias chuvosos, a situação da via piorou. Pedras e areia escorreram para o buraco e, se os moradores não tivessem retirado os entulhos, o bueiro, além de aberto,
estaria entupido.  Gerson foi várias vezes à prefeitura para reclamar, mas não obteve retorno.

● Sinalização feita por morador

– Achei que indo até lá, a resolução do problema seria mais fácil, mas me enganei – desabafa.
O morador afirma que sempre que reclama, a prefeitura dá um prazo, mas não nunca cumpre. Com medo de que alguém se machuque, Gerson improvisou uma sinalização: três pedaços de madeira com plástico na ponta.
O secretário de Obras de Sapucaia do Sul, Wilson Kersting, informa que uma equipe irá hoje ao local para resolver o
problema.

Prefeitura de Esteito
A respeito da falta de pavimentação de calçadas da Avenida do Carnaval, em Esteio, abordada nesta seção na segunda-feira, o secretário municipal de Obras e Viação do município, Flávio Hiller, afirma que a previsão é que as obras estejam concluídas até o dia 15 de junho. Informa também que, em até 20 dias, estará pronta mais uma praça de recreação na região.

Esqueceram-se de tampar o buraco

03 de fevereiro de 2011 0

Foto: Arquivo pessoal

Uma obra inacabada está incomodando moradores de Sapucaia do Sul. O aposentado José Alcides Rosa de Oliveira explica que o problema persiste há dois meses. O buraco foi deixado no local após o que deveria ter sido a canalização do esgoto. A cratera fica na Rua Américo Vespúcio, proximidades do número 1546, na entrada do Bairro Terra Nova I.
- Entre as consequências, estão inundações depois de chuvas, forte mau cheiro e ratos. Até um caminhão já tombou ali - conta o aposentado.
Para agravar o que já estava muito sério, segundo José, a vizinhança passou a jogar lixo no buraco.

Corsan promete conserto breve

O morador quer evitar que outros veículos se acidentem. Além disso, avalia que uma pessoa pode se machucar seriamente se cair ali. Ele não consegue entender a causa de uma obra ser deixada assim, até com o cavalete que a sinaliza, como se ninguém fosse responsável.
Para tranquilidade de José Alcides e de outros moradores, a Corsan admite que a obra ficou inacabada. A promessa é que, nos próximos dias, o conserto será efetuado.