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Social do fim de semana

23 de maio de 2015 0

Flavia Bellini - Jucimar Milese, divulgação

Sem cerimônias

O talento para comunicar com sensibilidade, tato e seriedade integram o dom que acompanha a jornalista caxiense Flavia Bellini desde a infância, hoje aperfeiçoado após 20 anos de carreira e incontáveis experiências, que tornou esta carismática ariana uma das profissionais mais respeitadas em sua área de atuação. Jovem inquieta, aos 17 anos Flavia conquistou a função de roteirista comercial na Rádio Caxias, trabalho que logo trocou, graças a um teste de voz bem sucedido, para se tornar a comunicadora responsável por comandar as madrugadas da Rádio Stúdio FM. Entre suas locuções e uma incursão pela televisão, no Jornal do Almoço da RBS TV, Flavia conduzia sua graduação em Jornalismo pela Universidade de Caxias do Sul e decidiu transformar o sonho do intercâmbio em realidade.

Primeira aluna da UCS a sair do país para estudar, Flavia aterrissou em Lisboa, Portugal, com o propósito de cursar algumas disciplinas durante um semestre. Os resultados foram incríveis vivências que se estenderam por 10 anos, período em que ela trabalhou na SIC, a maior emissora televisiva privada do país. Em terras lusitanas, a caxiense foi jornalista, editora, produtora, técnica de áudio, grafismo e também como a primeira brasileira a apresentar um telejornal em Lisboa. “Foram anos de glória, de viagens, de aprendizagem, de dificuldades, mas anos que me fizeram crescer muito profissionalmente e pessoalmente”, recorda Flavia, com orgulho e certa nostalgia.

De volta a Caxias do Sul em 2004, Flavia retomou o ritmo da Serra gaúcha, recuperou sua brasilidade e se casou com Alfredo Andrighetti. Dois anos mais tarde, a jornalista atribuiu a suas funções o papel de mãe de Bruno Bellini Andrighetti, que ela desenvolve com amor e muito afeto. Afastada do jornalismo nos primeiros anos de Bruno, ela se aproximou da atividade de mestre de cerimônias e logo se especializou na área, conduzindo eventos de grande porte que a garantiram o posto de Vice-Presidente na Câmara Nacional de Mestre de Cerimônias. Entre solenidades e protocolos, Flavia também conheceu e se apaixonou pelos rituais ecumênicos de casamento, os quais hoje ela orquestra como celebrante a partir do Ritual das Areias e das Velas, unindo casais em bonitas e simbólicas cerimônias.

Com uma biografia muito extensa para alguém de sua idade, Flavia carrega uma carreira impressionante na comunicação, com histórias inspiradoras. Ela conta mais sobre suas vivências, sejam nacionais ou internacionais, e detalha sua atual e agitada rotina como mestre de cerimônias. Confira!


Fotos: Jucimar Milese, divulgação

Como se deu seu início profissional na área da comunicação?
Aos 17 anos comecei a trabalhar no STC, Sistema Trídio de Comunicação, como roteirista comercial na Rádio Caxias. Em 1989, um comunicador da Rádio Stúdio ia sair de férias. Foi então que o coordenador da época, o Édson Correa, pediu para que eu fizesse um teste de voz, quando fui aprovada e em dois dias estava conduzindo as madrugadas da Rádio Stúdio FM. Foi tudo muito rápido, nunca imaginei que fosse virar radialista! Esta é uma das minhas paixões, ainda quero voltar para o rádio um dia. Depois desta experiência, que durou uns dois anos, fui para a rádio 102 FM, e também trabalhei como jornalista na Rádio Caxias e na 1010 AM.

Tens vasta experiência com televisão também, correto?
Sim, depois das rádios veio a televisão! Em 1990, aos 18 anos, trabalhei na RBS TV, no Jornal do Almoço. Também trabalhei na UCS TV como repórter e coordenei e apresentei com a empresária Fúlvia Stédile Angeli Gazzola o programa Radar de Negócios.

O que pode contar de suas fases profissionais e pessoais no período em que viveu em Portugal?
Meu maior sonho na juventude era fazer um intercâmbio, e consegui. Fui a primeira aluna da UCS a sair do país, indo para Lisboa, em Portugal. Fiz algumas disciplinas no curso de jornalismo que tiveram reconhecimento na UCS. A ideia inicial era ficar seis meses, mas acabei permanecendo quase dez anos. Muitas conquistas aconteceram rapidamente. Tive a sorte de meu currículo ser aceito na SIC, a maior TV privada do país. Lá estagiei como jornalista, editora, produtora, técnica de áudio, grafismo, entre outros. Fui com muita humildade e paciência e a valorização profissional logo aconteceu. Retornei ao Brasil, pois as possibilidades como brasileira haviam-se esgotado. Não ia mais evoluir profissionalmente, e a saudade bateu forte. Retornei à Caxias do Sul, casei com o Alfredo, meu parceiro maravilhoso, meu braço direito e esquerdo e tivemos nosso filho!

E quais foram suas principais conquistas como locutora de rádio e apresentadora televisiva em Portugal?
Nossa, em Portugal vivi dez anos fantásticos, rodeada de pessoas super profissionais e na melhor emissora do país! Tive a graça de ser a primeira mulher brasileira a apresentar um telejornal em Lisboa. Sofri preconceitos, mas superei a tudo e a todos. Além de telejornais apresentei e coordenei um programa chamado Mar Portuguez, na SIC, onde contávamos histórias de portugueses e brasileiros espalhados pelo mundo. Também coordenei, editei programas de cinema, músicas, entretenimento e fui correspondente para a Rádio Gaúcha durante um ano. Era um emprego fantástico, na maior e melhor emissora do país. Foram anos de glória, de viagens, de aprendizagem, de dificuldades, mas anos que me fizeram crescer muito profissionalmente e pessoalmente.

Como se deu seu início profissional como mestre de cerimônias?
Quando nasceu o Bruno, me afastei um pouco do jornalismo, e foram aparecendo convites para apresentar eventos. Percebi que, trabalhando em eventos, eu poderia dedicar mais tempo para cuidar dele, dando a atenção necessária tanto na escola, como em casa e nas tarefas extraescolares. Ao mesmo tempo que trabalhava como mestre de cerimônias, trabalhei como correspondente para a TV portuguesa e para uma rádio em Lisboa. Ainda antes de viver fora já havia conduzido alguns eventos, mas sem formação especifica. Afinal não basta somente ter uma boa voz, há que ter a técnica, e saber conduzir um evento e sempre ir em busca de aprendizado.

Quais foram os cursos, vivências e técnicas que a habilitaram para desenvolver esta profissão?
O fato de ter estudado Jornalismo e atuado vários anos em rádio já ajudou bastante. Você perde a vergonha, solta-se, faz entrevistas, aprende a improvisar e na minha graduação os alunos estudavam algumas técnicas de rádio e televisão. Nas rádios do Sistema Trídio também tive excelentes professores e posso citar alguns nomes: Mário César, Eron, Almeida, JG, Dante Andreis, Vivaldo Vargas, Reni Sefeld, Luis Carlos Corrêa, Taylor Nichele, Otaviano, Bere, Nilton, e a grande professora Iara Soares. Tive a sorte de ter convivido e aprendido com esses grandes nomes do rádio caxiense. Uma bela escola, sem dúvida! Devo muito a eles e a tantos outros que, ao longo destes 26 anos de carreira, me auxiliaram e ainda me auxiliam. Por exemplo, um bom curso de teatro, que fiz em Lisboa, me ajuda até hoje, pois aprendi técnicas para soltar e relaxar o  corpo e a voz. Afinal, corpo e voz trabalham juntos! Na BBC, em Londres, passamos uma semana lendo artigos, de manhã à noite em frente ao teleprompter, e também sem teleprompter, no improviso mesmo. Isso tudo vai proporcionando uma grande bagagem ao profissional da comunicação.

Como se mantém atualizada na área?
Sempre estive atenta as convenções nacionais, seminários, palestras e cursos de desinibição e oratória, etiqueta, postura, tanto para cerimonialistas, mas mais especificamente para mestres de cerimônias. A minha voz ao falar com você é uma, a voz da Flavia que sai pelo microfone por meio das caixas de som é outra! Trata-se de uma voz trabalhada! Outros cursos recomendados são dicção e desinibição oratória, cerimonial universitário, cerimonial social, cerimonial religioso, cerimonial público e privado, entre outros. É extremamente fundamental para o bom mestre de cerimônias ter noções básicas destes tipos de cerimoniais.

Qual foi o evento mais importante em que já atuou como mestre de cerimônias e o que sentiu na ocasião?
Todos são importantes, todos requerem extrema competência e atenção. Mas acredito que os eventos onde estão presentes autoridades federais e eventos da Presidência da República são os que mais exigem do profissional, pois requerem extrema atenção. Você não pode errar num evento federal. Um evento que destaco ocorreu em Gramado, em 2012. Era uma Assembleia Geral das OLACEFS, promovido pelo TCU com a presença de diversos ministros, dirigentes de instituições integrantes da organização, além de autoridades nacionais e estrangeiras.

Quais são as principais características que um mestre de cerimônias precisa ter para ser bem sucedido?
A profissão exige a noção básica do que é um protocolo, seja ele um evento governamental, técnico, empresarial, científico ou social. O mestre de cerimônias está na linha de frente; não no papel principal, mas na função de orientar e receber as pessoas. Ele deve saber o que está acontecendo, conhecer o evento, e não ser um mero apresentador/locutor. Deve também se preparar para a condução, chegando antes, testando o som, revendo o cerimonial, esclarecendo dúvidas de pronúncia de nomes, entre outros detalhes, além de saber passar tranquilidade para a plateia, falando devagar e com simpatia. Deve também respeitar o script dado pelas organizadoras do evento, ter boa comunicação, postura profissional, credibilidade e estar bem vestido, assim como manter um comportamento adequado de acordo com o público do evento, saber elaborar um roteiro e improvisar quando necessário.

Quais as recordações mais marcantes que você leva consigo desses anos de profissão?
São muitas! Talvez as mais significativas foram as transmissões ao vivo de Paris e Newark, nos Estados Unidos, quando eu apresentava o programa Mar Portuguez com o jornalista Pedro Mourinho. Todos os anos íamos para algum país onde houvesse grande imigração portuguesa e brasileira. De lá, entrávamos ao vivo com um belíssimo programa com reportagens e em entrevistas para toda Portugal e também era transmitido para mais de 100 países através da SIC Internacional.

Como surgiu seu interesse em celebrar casamentos, a partir do Ritual das Areias ou das Velas?
Há cinco anos, numa convenção de mestres de cerimônias em São Paulo, conheci um colega de profissão que era também celebrante. Ele perguntou porque eu não fazia casamentos. Achei muito estranho, mas sentei e troquei ideias com ele. Foi aí que entendi que era possível sim, sem ferir religião alguma e ter ao mesmo tempo um uma bela simbologia. O ritual das areias é antigo e surgiu no Havaí. Foi em Cancún que aprimorei a técnica, num curso voltado somente para celebrantes. O das velas já existe há muito tempo, e elas representam a vida do casal. O ritual das velas é mais uma forma de realizar o casamento de maneira diferente e romântica. Representa a união de duas vidas.

Como ocorre esta cerimônia e quais são seus significados?
Cada vez mais os casais tem optado por realizar casamentos em buffets, sítios, fazendas, residências, clubes, restaurantes, entre outros espaços. São diversos os fatores que determinam esta decisão, entre eles: redução de custos, facilidade para os convidados, união direta da festa com a cerimônia, cenário campal, próximo a natureza, facilitando a execução das fotos. Casamento personalizado, do jeito que o casal quer! A cerimônia das areias é belíssima, pois nela participam padrinhos, madrinhas, pais e noivos, cada um com sua cor de areia. Os noivos misturam suas areias de cores diferentes e cada cor possui um significado. A promessa é que, assim como não é possível separar os grãos de areia, que o amor do casal também seja inseparável. O recipiente com a areia é guardado pelos noivos como um marco, uma lembrança desta união. É a forma representativa encontrada, para fazer com que eles canalizem nas areias todo o amor que possuem pelo casal. Este ritual é integralmente ecumênico, ou seja, não fere ninguém porque não pertence à nenhuma religião. Católicos, Budistas, Evangélicos, Espíritas, Maçons…. todos podem fazer este ritual sem ofender nenhum convidado. Além disso, tudo que é diferente e não cai em lugar comum, prende a atenção de todos os convidados e faz com que todos realmente participem da celebração… é muito mágico!

Quais são as reações e emoções que percebe quando ministra casamentos com o ritual das areias ou das velas?
É impressionante a reação das pessoas. A maioria nunca viu e com certeza ficam encantados. Ao final eles conversam comigo e adoram fotografar os vasos coloridos

Como se sente ao estar próxima em um momento tão singular para estes casais?
Recebo os casais em minha casa. Tenho sempre uma grande aproximação com eles, pois preciso ir a fundo na história, para que tudo saia perfeito. Os votos são escritos pelo casal e o microfone fica a disposição para homenagens, a história deles é contada e a emoção é certa.

Como se deu seu ingresso como Vice-Diretora da Câmara Nacional de Mestres de Cerimônias?
Foi há cinco anos, quando comecei a frequentar a Convenção Nacional, organizada pelo Portal do Cerimonial. O presidente do Sindicato é o Professor Marcelo Pinheiro.

E quais são suas incumbências e desafios com este cargo tão importante?
O reconhecimento de nossa profissão é fundamental para valorizar a categoria. É para isso que existe o sindicato e estamos lutando. Queremos ter a garantia que a profissão seja exercida por profissionais qualificados. Tem muita gente sem experiência, e só porque tem uma voz bonita acaba atrapalhando todo o trabalho num evento pertencente a um órgão público ou privado. Além disso, prejudica aqueles que realmente estudam e se especializam para ser um bom mestre de cerimônias. No Brasil, somos mais de 15 mil mestres de cerimônias. Não podemos ser confundidos como apresentadores ou locutores, que não estão qualificados para exercer a profissão. Torna-se cada vez mais comum encontrarmos conduções de diversos tipos de eventos e solenidades realizadas por famosos que vão desde miss, atores, cantores até ex-BBBs. O erro aqui é denominá-los como mestre de cerimônias, sem que tenham conhecimento para atuar na área. Deve-se que preencher alguns requisitos básicos para se ter o título de Mestre de Cerimônias.

Quais são seus sonhos e planos para o futuro?
Quero poder encaminhar o melhor possível meu filho, seja no Brasil ou no exterior. Que eu tenha condições de dar a ele tudo que é necessário para que cresça com saúde e uma boa educação. E o futuro, bem, que eu siga tendo energia e disposição para continuar trabalhando e viajando. Bastante energia para prosseguir nos palcos apresentando eventos, e nas cerimônias realizando os sonhos dos noivos. E quando tiver que parar, vou respeitar!

Quais são seus hobbies, paixões e interesses?
Gosto de caminhar pelo campo, me esticar na areia e pegar um sol delicioso na praia. Curto assistir bons filmes, pescar e ficar com a família, pois viajo bastante. Cães e gatos, se eu pudesse, teria uns dez. Desde pequena sou apaixonada por estes animais. Gosto também de andar a cavalo e não fazer nada também é bom. Adoro chegar em casa, vestir um pijama bem quente, com pantufas fofinhas e roupão.

Na pele de quem gostaria de viver um dia?
Eu e minha família vivemos com meu avô, e daqui uns dias ele fará cem anos. Gostaria de viver na pele dele. Deve ser muito interessante ver a vida hoje, com cem anos, lúcido, com saúde e muita espiritualidade

Quem são seus ídolos? Meu avô e minha mãe.

O que te inspira? Meus pais, que estão casados há 50 anos!

Fim de semana é bom para ficar com a família.

Como se define?
Como uma pessoa de hábitos simples, extrovertida, sincera, corajosa e amiga.

Flavia Bellini - Jucimar Milese, divulgação


Preferidos

 

Filme: “A Culpa é das Estrelas”, de Josh Boone, “A Menina que Roubava Livros”, de Brian Percival e “A Vida é Bela”, de Roberto Benigni

Livro: “O Perfume”, de Patrick Suskind

Música: 93 Million Miles, de Jason Mraz, e MPB dos anos 1980

Cor: azul

Prato: radicci com bacon e muito vinagre

Restaurante:com culinária italiana ou portuguesa

Tempero: vinagre

Lugar: em frente ao fogo, qualquer lugar

Uma qualidade: bondade

Um defeito: ansiedade

Um aroma: alfazema

Um som:do fogo na lareira

Uma imagem: meu filho soprando as velas todos os anos

Um sonho:que todas as doenças do mundo sejam curadas

Não vivo sem: minha família

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ESTILEIRA

Ana Coelho - Cristiano de Oliveira, divulgação
Ana Coelho desfilou estilo em concorrida noite de belezas.

Foto: Cristiano de Oliveira, divulgação

 

Taira Pagnoncelli e Debora Pagnoncelli - Jeferson Deboni, divulgação
Taira e Debora Pagnoncelli com propostas de looks
para curtir o verãozinho de maio no circuito dos descolados.

Foto: Jeferson Deboni, divulgação

 

Gisele Telve - Jeferson Deboni, divulgação
Gisele Telve, especialista em moda, mixa texturas e causa na noite do Moinho da Estação.

Foto: Jeferson Deboni, divulgação

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Verbo

O presidente da Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresa, Nilto Rech, vai realizar uma reunião jantar dia 28. O encontro, que promete movimento extra nos domínios da CIC, terá a presença do Padre Leonardo Inácio Pereira, pároco da Igreja São Pelegrino, que proferirá palestra sobre o tema ‘A dimensão bíblica da liderança: o poder que se faz serviço’.


Quarteto

Comadres contemporâneas, Andressa Ranzolin, Danúbia Boeira, Madeline Juber e Morgana Suzin viajaram na sexta-feira. Amigas há 20 anos, as gurias aproveitam o feriadão de Caravaggio e incursionam pelo Chile, promovendo um périplo pelo Vale Nevado, Viña De Mar, Valparaíso, Cajon de Maypo e Concha y Toro.


Garfo

O staff da RBS TV realiza nas noites de 29 e 30 a 3ª edição do Estação Gourmet – Festival de Massas. O encontro com os chefs André Tessari, Gabriel Dalsoto, Gabriel Lourenço, Henrique Manoel Neves, Lazierh Ferrão, Nicolas Pedro Heckel, Matheus Ferreira e Rogério Luce Chaves será realizado no Chatêau Lacave. O festejado relações públicas Paulinho Silva arregimenta os amantes da gastronomia em duas noites que prometem reunir os bacanas e bonitos da cena.


Colarinho

O conhecido gramadense Rafael Peccin oficializa a primeira edição da segunda temporada do projeto gastronômico Beer Weekend, no hotel que ele comanda, em Cambará do Sul. No encontro, agendado para os dias 29, 30 e 31, realiza uma mistura entre as melhores cervejas, gastronomia e turismo. Desta vez a convidada de honra será a Beer Sommelièr Flávia Oliveira, da WBeer, e a bebida para brindar esse encontro é a dinamarquesa Faxe. A programação contemplará um curso básico, degustação e avaliação de cervejas, jantares e almoços harmonizados.


Lápis

Um grupo de profissionais que elenca a Associação Sala de Arquitetos incursionou, sexta-feira, pela fábrica e loja da consagrada grife mobiliária do industrial André Tissot, em Gramado. Integraram a comitiva o presidente da entidade, Max Leonardo Manoel, a vice-presidente, Daniela Endres Copetti, as arquitetas que compõem a diretoria comandada por Max, Andreia Biazus Rossato e Marina Pergher, além de outros profissionais associados. Em tempo: o grupo foi selar parceria para a realização da 16ª Mostra Sala de Arquitetos, agendada para o mês de outubro, no Villagio Iguatemi.

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Andressa Forlin e Vinícius Concatto - Cristiano de Oliveira, divulgação
Andressa Forlin e Vinícius Concatto esbanjando charme na cena jovem.

Foto: Cristiano de Oliveira, divulgação

 

Fernanda Ramos Paglioli e Luiz Oscar Rauber Filho - Edson Pereira, divulgação
Fernanda Ramos Paglioli e Luiz Oscar Rauber Filho
festejadas presenças na recepção pilotada pela família Piccoli.

Foto: Edson Pereira, divulgação

 

Marcos e Flávia D'Arrigo - Juliano Vicenzi, divulgação
Marcos e Flávia D’Arrigo em noite de cultura e sociedade
nos salões do Recreio da Juventude.

Foto: Juliano Vicenzi, divulgação

 

 

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