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Posts na categoria "Curiosidades"

Mais curiosidades II

09 de maio de 2012 1

Letra Cursiva

A letra cursiva esteve presente na história da humanidade desde as primeiras pedras lascadas até a tinta sobre papel.

Velcro

Observando os carrapatos grudados em suas calças em 1948, o engenheiro suíço George de Mestral descobriu espinhos com pontas enganchadas e inventou o velcro. Este foi primeiramente rejeitado pela indústria de roupas devido ao barulho, mas foi utilizado na primeira cirurgia de coração e em viagens espaciais nos uniformes dos astronautas.

Blue Marble

Blue Marble (bola de Gude Azul) é o nome da famosa foto que a tripulação da cápsula Apollo 17 fez da terra, onde aparece uma bola azul com manchas brancas como um redemoinho.

Viaduto/Jardim

Ao invés de demolir um velho e abandonado viaduto em Nova York, a prefeitura resolveu criar um parque. O High Line é um parque feito em cima deste viaduto, construído em 1930 para a viação férrea. A nove metros do solo, foi inspirado no Promenade Plantée, de Paris.  Trilhos foram removidos e instaladas escadarias de acesso onde foram executados projetos paisagísticos e de onde se pode ver as margens do rio Hudson em uma plataforma ao nível das copas das árvores. Possui pista de skate e locais para comer e beber, admirando a paisagem.  Hoje é um orgulho novaiorquino e custou 50 milhões de dólares. Também em Nova York haverá um parque subterrâneo em estações desativadas do metrô, o Delancey Underground, com luz solar através de canalização por fibra ótica e muito verde. Somente as maquetes custarão cem mil dólares!!!

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Mais curiosidades...

02 de maio de 2012 0

Duas Monalisas no Louvre/Paris

Foi confirmada pelo Museu do Prado em Madri/Espanha a existência de duas telas pintadas da Monalisa (A Gioconda, de Leonardo da Vinci). O segundo era conhecido desde o século 18 e considerado uma reprodução tardia do original. Um trabalho de restauro demonstrou que o fundo de cor negra recobria a pintura de uma paisagem da Toscana/Itália como a que foi pintada pelo próprio Leonardo da Vinci. Radiografias mostraram que a pintura, cópia da original, foi produzida pelos discípulos e supervisionada pelo próprio mestre da Vinci em seu atelier em Florença/Itália, entre os anos de 1503 e 1506. Agora as duas serão expostas no Museu do Louvre/Paris. A diferença entre elas é que a modelo (Lisa Gherardini) aparece mais jovem na cópia.

Devolução de acervo

Está nascendo um movimento mundial de antropólogos, museólogos e historiadores que induz os governantes a devolverem peças pilhadas, saqueadas ou roubadas há séculos de seus países de origem. O movimento cresceu na década de 80 quando a atriz Melina Mercuri assumiu o ministério da cultura grego e liderou uma campanha para a repatriação dos mármores de Elgin (Partenon) em poder dos britânicos (hoje ainda no Museu Britânico).

O movimento cresce ainda, mesmo com polêmicas, em razão de histórias famosas, como a devolução ao Egito do Busto de Nefertiti, Os bronzes de Benin à Nigéria, Cilindro de Ciro entre Irã e Inglaterra (a mais antiga peça documental babilônica sobre os direitos humanos). Nos EUA, tribos entraram em guerra para o retorno de seus objetos sagrados.

Chauvet/França

Em 1994 três espeleólogos amadores entraram em uma das centenas de cavernas da falésia de d’Estre na planície de Ardéche em Chauvet-Pont d’Arc, sudeste da França e encontraram desenhos de rinocerontes, elefantes, bisões, leões e ursos de 36 mil anos de idade. A primeira manifestação do que conhecemos como arte, arte rupestre. Muitas pesquisas começaram sobre a evolução do homem em razão deste acervo, que está guardado e proibido para visitação.

Memória da Imigração – Acervo digital disponível

Está disponível o banco de dados online do governo do estado de São Paulo com 87 mil imagens para pesquisas e download gratuito.

www.museudaimigração.org.br

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Arquitetura em Porto Alegre...

24 de fevereiro de 2012 0

O prédio do Instituto “Pão dos Pobres” foi construído no período de 1925 a 1930, na área do antigo Arraial da Baronesa do Gravataí (cuja casa foi incendiada em 1875),  no tempo em que o Riacho fazia uma volta por trás da atual construção, formando um extenso polígono com o Rio Guaíba; a área em frente foi aterrada, e o Riacho canalizado, ao longo da atual Av. Ipiranga.

Foi projetado por Joseph Lutzenberger, diplomado arquiteto na Alemanha, em 1906, e que emigrou para o Rio Grande do Sul em 1920, deixando um vasto legado de obras de arquitetura, de arte e de desenho. Dentre seus projetos, também se destacam a Igreja São José e o Palácio do Comércio. O prédio do Instituto foi tombado em 2000.

O prédio lembra concepções da arquitetura alemã, que marcaram o cenário urbano das cidades germânicas até o final da Primeira Guerra Mundial, assim como de cidades como Porto Alegre, que sedia um excepcional conjunto de obras de outro arquiteto alemão, que marcou fortemente a arquitetura da capital gaúcha: Theodor Wiederspahn.

Na obra em foco, destaca-se o frontispício da fachada principal, marcando o eixo de simetria da construção. O sino, o relógio e a imagem de Santo Antônio marcam os valores religiosos da ordem mantenedora (Irmãos Lassalistas). As arcadas das colunas internas salientam o ambiente de colégio.

O prédio do Instituto mostra-se ao mesmo tempo imponente e sóbrio, conservando na entrada um marco da sua origem: o portal do Arraial da Baronesa do Gravataí.

Theodor Wiederspahn

Theodor Alexander Josef Wiederspahn – Theo Wiederspahn – nasceu na Alemanha, em 19/02/1878 e faleceu no Brasil em 1952. Em 1894 formou-se na Escola de Construção de Wiesbaden e  em 1908 migrou para o Brasil, para trabalhar na Viação Férrea, o que não ocorreu por problema de contrato.  Começo a trabalhar como arquiteto do Escritório de Engenharia do engenheiro Rudolf Ahrons (porto-alegrense, engenheiro civil formado na Escola Politécnica de Berlim, em 1903). Trabalhou até 1914, quando a firma foi fechada por causa da Primeira Guerra Mundial.

Após a guerra fundou sua própria firma, falida em 1930, em razão da crise econômica mundial. Em 1933, com a exigência de registro profissional, foi rebaixado para a categoria de “construtor licenciado”. Iniciou trabalho para a Igreja Evangélica de Confissão Luterana, onde teve suas atividades novamente interrompidas durante a Segunda Guerra Mundial,  em decorrência de perseguições políticas.

Suas obras mais conhecidas em Porto Alegre são:

- Delegacia Fiscal (atual MARGS)

- Correios e Telégrafos (atual Memorial do RS)

- Banco da Província (atual Santander Cultural)

- Hotel Majestic (atual Centro de Cultura Mário Quintana)

- Edifício Chaves

- Cine Guarany

- Antiga Cervejaria Bopp (que se transformou, após sucessivas fusões e vendas, numa unidade da Cervejaria Brahma, que foi desativada em 1998).

E ainda: Central Telefônica Ganzo, Edifício Ely, Faculdade de Medicina da UFRGS, Bier e Ulmann, Moinho Chaves, Hospital Moinhos de Vento, e outros.

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Primeiro jornal...

03 de fevereiro de 2012 0

O Diário de Porto Alegre foi o primeiro jornal do Rio Grande do Sul.  Fundado em 1º de junho de 1827, durou apenas dois semestres.

Com apenas duas páginas, teve a preocupação de tratar os mais variados assuntos. A época era de forte relevância política e, além de tratar de matérias de importância nesta área, abordava assuntos relacionados com a navegação e o comércio, analisando ainda questões sobre escravatura, costumes, etc.

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Horário de Verão...

03 de fevereiro de 2012 0

O horário de verão foi criado em 1784 por Benjamin Franklin, nos Estados Unidos.

Ele percebeu que, se em determinadas épocas o sol nascia mais cedo, as pessoas poderiam adiantar seus relógios a fim de economizarem velas. Mas sua idéia não vingou.

Somente durante a Primeira Guerra Mundial, em 1916, a ideia de Franklin foi adotada pela Alemanha, que precisava economizar energia em razão da guerra. A principal fonte de energia na época era o carvão.

O Horário de Verão foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932, pelo presidente Getúlio Vargas. O período 2002/2003 correspondeu à 29ª vez de implantação do sistema no Brasil, sendo que desde 1985 esse horário especial ocorre todos os anos, somando 18 vezes consecutivas. Poupa de 4 a 5% de energia elétrica para o país.

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Bairro Cidade Baixa, festas e veraneios ao longo da história

01 de fevereiro de 2012 0

José Custódio Joaquim de Almeida, o Príncipe de Ajudá

As festas no Bairro Cidade Baixa já são bem antigas assim como o hábito de ir para as praias de mar no verão, quando a população do estado se muda para a orla gaúcha e catarinense.

No ano de 1864 chegou ao Brasil, oriundo da África, um dirigente tribal chamado Custódio Joaquim de Almeida, o Príncipe de Ajudá. Morou em Rio Grande e Bagé, onde ficou conhecido por manter a tradição religiosa do seu povo, praticando o Batuque. Mostrava conhecimento das propriedades curativas da flora medicinal brasileira e atendia a muita gente doente que o procurava, tratando dos males por meio de ervas e rezas dos ritos africanos.

Em 1901 chegou a Porto Alegre com 70 anos de idade e foi residir com sua família na Rua Lopo Gonçalves, nº 498, cujos fundos acessavam a Rua dos Venezianos, hoje Rua Joaquim Nabuco.

Não demorou e o príncipe africano polarizou a rua, que passou a ser frequentada por afro-descendentes da época. Com uma família de 26 pessoas, possuía 8 filhos e um empregado para cuidar de cada dois deles. Vivia em uma estrutura doméstica digna de um fidalgo. Possuía cavalos de raça que disputavam corridas e eram cuidados por tratadores e jóqueis.

Promovia  muitas festas em sua casa. Aquelas que comemoravam seu próprio aniversário duravam três dias. Sua casa, nestes festejos, lotava de pessoas que dançavam, bebiam e comiam da manhã à noite ao som dos tambores africanos que batucavam sem parar.

Recebia a visita de pessoas importantes como do presidente do Estado, Borges de Medeiros que, conhecendo a ascendência do nobre africano sobre a população afrodescendente, ia felicitá-lo. Compareciam ilustres membros da sociedade porto-alegrense, além de capitães da indústria e comércio que lá buscavam apoio político para o perigo de greves e outras reinvindicações do povo.  Bebidas sofisticadas eram importadas da Europa especialmente para os seus eventos, mas também eram habituais em sua mesa.

A casa do Príncipe de Ajudá  vivia sempre cheia de pessoas, visitantes e outras que ele encontrava nas ruas e lhe pediam auxílio, as quais embarcavam em sua carruagem e eram conduzidas a sua residência, de onde saíam quando tivessem vontade. Entre os que viveram muito tempo em sua casa está um descendente de alemães vindo de São Sebastião do Caí. Esse havia estudado medicina e o auxiliava atendendo aos doentes que lá chegavam a procura de remédios e dos “trabalhos” religiosos.

No inverno, o “príncipe” usava o poncho gaúcho e gorro e no verão reunia sua corte e se dirigia ao litoral, mais precsiamente Cidereira/RS. O destino era  sua casa de veraneio . A viagem  era um evento de quinta grandeza.  Mesmo possuindo várias carruagens, viajava em lentas carretas puxadas por bois e o percurso durava uma semana. O comboio parava  em muitos lugares onde era sempre esperado para festas e cerimônias religiosas africanas com muita comida e muita bebida, pagas por ele. Na praia, seus cavalos de raça, acompanhados por seus tratadores, tomavam banho de mar.

A maior festa do Bairro Cidade Baixa foi quando ele completou um século de idade e, durante os festejos, montou sem ajuda, um de seus cavalos de raça mostrando estupenda vitalidade.

Morreu em 26 de março de 1936, com 104 anos e foi sepultado com um grande evento ritualístico frequentado por uma multidão que incluía personalidades importantes, pessoas ilustres e pelo  povo afrodescendente para o qual se dedicou totalmente aqui no Brasil.

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Você sabia...

07 de janeiro de 2012 0

… que o Monumento ao Expedicionário Brasileiro (Antônio Caringi), no Parque Farroupilha (Redenção) em Porto Alegre-RS, é um mausoléu concebido e construído para abrigar os despojos dos militares gaúchos mortos na 2ª Guerra Mundial (Itália)?

Monumento ao Expedicionário Brasileiro

… que o Monumento equestre que homenageia Bento Gonçalves e sua montaria, também de Antônio Caringi, situado no Bairro Azenha em Porto Alegre-RS, foi construído na Alemanha e veio para o Brasil de navio, sendo montado inicialmente no Parque Farroupilha?

Monumento a Bento Gonçalves

… que o Monumento a Giuseppe e Anita Garibaldi, na Praça Garibaldi em Porto Alegre/RS é feito do precioso mármore carrara (de Carrara/Itália) e deveria ser branco como leite?!

Monumento a Giuseppe e Anita Garibaldi

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