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    Agência Magnum faz seleção de seus 68 retratos mais íntimos

    A Magnum, a mais reconhecida agência de fotografia do mundo, tem boa parte de seus lucros da venda de fotografias individuais, muitas vezes com impressões limitadas, tal qual é o mercado de arte. Em uma nova campanha de vendas, que dura até o dia 13 de novembro, a cooperativa reuniu 68 das suas fotos...

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    Como resolver a falta de espaço no iPhone depois das últimas atualizações de iOS

    Nos últimos posts sobre as atualizações do sistema operacional do iPhone, falamos sobre os problemas que o iOS 9 apresentou, além das fracassadas tentativas de conserto nas versões 9.0.1 e 9.0.2. Com o iOS 9.1, os problemas sumiram, exceto um: a falta de espaço no meu telefone. Tornou-se recorrente eu não poder fotografar ou...

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    Somos reféns não da tecnologia, mas da energia elétrica

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    Atualização do WhatsApp nos faz ganhar tempo e perder privacidade

    A última atualização do WhatsApp para iOS me deixou dividida. A novidade é poder responder as mensagens direto das notificações, e minha primeira reação foi constatar o ganho de tempo por não precisar entrar no app. Mas, logo em seguida, eu pensei: tá, mas espera aí, funciona mesmo com o telefone bloqueado? Funciona. Portanto, qualquer pessoa...

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Caminhos da Vacina: exposição de Médicos Sem Fronteiras abre no Gasômetro

19 de novembro de 2015 0

Cerca de 22 milhões de crianças com menos de um ano não recebem todas as vacinas que poderiam protegê-las de doenças já erradicadas de países desenvolvidos. Milhares de mortes são causadas em todo o mundo por enfermidades como meningite, sarampo, cólera e febre amarela.

Para mudar essa situação, os medicamentos precisariam viajar por caminhos longos e precários respeitando certos requisitos, como temperaturas constantes entre 2 e 8 graus, independentemente do calor encontrado em locais como o Congo, destino dessa viagem que pode ser acompanhada no vídeo abaixo.


A organização Médicos Sem Fronteiras faz esse e outros trabalhos e, através da exposição Caminhos da Vacina, busca expandir o conhecimento e sensibilizar as pessoas que não sabem dessas dificuldades.

A exposição vai de 19 de novembro a 6 de dezembro na Usina do Gasômetro, em Porto Alegre. A visitação é de terça a sexta das 9h às 19h e aos sábados e domingos das 10h às 20h.

O novo Google+

18 de novembro de 2015 0

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O Google anunciou ontem mudanças no Google+, a rede social que eu já falei aqui no Spot que não entendo por que não uso.

Pra conhecer a nova versão, é preciso esperar aparecer um aviso, o que ainda não aconteceu comigo. Estou ansiosa como costumo ficar diante de novidades. O Google Discovery explica que o foco será em comunidades e coleções. Como o YouTube e os Hangouts estão cada vez mais independentes de uma conta no Google ou um perfil no +, acho que dá pra esperar muita mudança.

Alguém já experimentou?

Agência Magnum faz seleção de seus 68 retratos mais íntimos

12 de novembro de 2015 0

A Magnum, a mais reconhecida agência de fotografia do mundo, tem boa parte de seus lucros da venda de fotografias individuais, muitas vezes com impressões limitadas, tal qual é o mercado de arte.

Em uma nova campanha de vendas, que dura até o dia 13 de novembro, a cooperativa reuniu 68 das suas fotos que melhor representam intimidade.

Fotos de casais enamorados, de pais interagindo com filhos e mesmo de relações sexuais fazem parte do acervo.

Entre os fotógrafos, nomes conhecidos como Steve McCurry, Alex Webb, Elliot Erwitt, David Alan Harvey, Robert Capa, David Seymour e muitos mais.

O preço individual das fotografias, que medem 15,4 x 15,4 centímetros, é de US$ 100. O box com as 68 custa US$ 4,9 mil. Todas as impressões possuem a assinatura do fotógrafo, bem como um curto texto explicando a foto e a sua importância para o profissional.

Todos os dias algumas dessas obras tão íntimas, tão pessoais, são publicadas no perfil da Magnum no Instagram. Vale muito seguir os caras. Como é bom admirar boa fotografia.

Como resolver a falta de espaço no iPhone depois das últimas atualizações de iOS

09 de novembro de 2015 0

Nos últimos posts sobre as atualizações do sistema operacional do iPhone, falamos sobre os problemas que o iOS 9 apresentou, além das fracassadas tentativas de conserto nas versões 9.0.1 e 9.0.2. Com o iOS 9.1, os problemas sumiram, exceto um: a falta de espaço no meu telefone.

Tornou-se recorrente eu não poder fotografar ou fazer vídeos porque o aparelho estava cheio, mesmo limpando conversas, evitando armazenamento de arquivos recebidos e mantendo um backup de minhas fotos no Drive, do Google, o que me permite liberar espaço.

Eu e a Paula temos o mesmo modelo, o iPhone 5s de 16GB, mas ela não sofreu com esse problema. A única diferença que tivemos foi a atualização para o 9.0.2, que eu fiz e ela não. Com a metade dos seus aplicativos e muito espaço a menos ocupado por cada app, ainda assim eu tinha 90MB livres contra quase 3GB dela.

Então, resolvi testar a redefinição do sistema. Primeiro, certifiquei-me de ir em Ajustes, iCloud e fazer um backup do aparelho. Entrei em Ajustes, Geral, Redefinir e Redefinir todos os ajustes. Não foi o suficiente. O espaço livre continuava o mesmo. Nesse mesmo lugar, fui em Apagar conteúdo e ajustes, como última tentativa. Depois de zerar tudo, o que demorou alguns minutos, a tela de inicialização apareceu. Coloquei o idioma, a wi-fi que queria usar e, assim que preenchi os dados da minha conta no iCloud, ele ofereceu a opção de restaurar um backup do telefone. Daí em diante foi só esperar.

Todos os meus contatos foram restaurados, bem como os aplicativos e sua organização (cada um em suas respectivas pastas, exatamente como antes da redefinição). O iOS estava na versão 9.1 e quase tudo parecia igual, incluindo histórico de conversas, exceto por uma diferença: o espaço disponível saltou de 90MB para 8,7GB! É isso mesmo, quase dez vezes mais espaço. Eu já tinha lido que, por uma falha na tentativa de compressão do novo sistema, alguns apps cresciam exponencialmente em segundo plano ao longo do tempo, mas não esperava uma diferença tão grande.

Agora, vou monitorar para ver se isso volta ou se estão resolvidos os problemas. Para você que teve que revezar apps nos últimos meses, fica o conselho: se o backup for feito certinho, você não perde nada, não tem muito trabalho e ainda pode ganhar bastante espaço. Só não esqueça de fazer todo o processo com o iPhone na tomada e com uma wi-fi à disposição.

Somos reféns não da tecnologia, mas da energia elétrica

06 de novembro de 2015 0

imageDia desses, fiquei parada por horas num aeroporto porque perdi uma conexão devido ao atraso no primeiro voo. Tive tempo pra observar o comportamento das pessoas na sala de embarque e percebi um dos critérios preferidos para escolher onde sentar: a proximidade da tomada. O mundo que gira nos smartphones não alivia a vida da bateria. Portanto, hoje, tomada virou artigo de primeira necessidade.

Na sala de embarque do aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, há várias delas. De todos os tipos, em vários lugares. Num cantinho meio escondido, pessoas isolavam-se nos seus smartphones presos à parede pelos cabos enquanto, na mesma parede, havia um orelhão solitário e vazio. Com meu iPhone na mão, devo ter chamado alguma atenção (se é que algo chama a atenção quando estamos imersos no celular) ao chegar lá, tirar o fone do gancho e checar se funcionava. Sim, tinha linha.

Numa outra parte da sala de embarque, percebi diversas pessoas sentadas ao lado umas das outras enquanto havia cadeiras vagas bem perto. Procurei o motivo e, de novo, energia elétrica. Uma operadora de celular colocou um painel destacando que oferecia cabos para carregar o celular. Eles surgiam dos cantos com várias opções de conexão. Bastava plugar o telefone.

Por mais tecnologia que já tenha sido inventada, a força de algumas coisas segue imbatível. Temos internet, apps, redes sociais. E vivemos nesse mundo muitas vezes mais do que gostaríamos. Nos tornamos refém dele? Pode ser. Mas, antes disso, somos reféns de algo que não tem nada de moderno: a energia elétrica.

Na mesma viagem, experimentei o app de Entretenimento da TAM durante o voo. Falarei dele em outro post.

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App grátis desta semana é grátis só até você se viciar

04 de novembro de 2015 0

imageOtimizado para cérebros humanos. Com essa descrição, o aplicativo grátis da semana me prendeu. O rop (com minúsculas mesmo), da MildMania, é mais um jogo do estilo quebra-cabeças espacial. O design simples e elegante da brincadeira em preto e branco dá um nó na cabeça de quem joga. Você deve usar a organização de uma tela em hexágonos para repetir, com bandas elásticas, o desenho apresentado no topo da tela. O game é exclusivo para iOS.

O jogo possui 198 níveis por enquanto, divididos em três pacotes. No meio do segundo pacote, quando você estiver pegando gosto pelos desafios, vem a cobrança para continuar: US$ 0,99. Incomoda-me o fato de um app oferecido como grátis possuir cobrança para a continuação nos níveis. Uma coisa é vender vidas extras, hacks e ajudinhas, mas impedir a progressão de quem não quer pagar é um pouco de sacanagem. Então, que não fosse anunciado como grátis.

De qualquer maneira, é mais um jogo para quem gosta de se desafiar e testar o raciocínio. Já apresentamos outro app grátis da semana que seguia esse estilo e que se tornou meu vício por um tempo. Mas cada vez mais aumenta a minha impressão de que, com tantos jogos, nenhum se sobressai ao ponto de manter minha atenção por muito tempo. Ou talvez eu não tenha encontrado o jogo certo ainda.

Atualização do WhatsApp nos faz ganhar tempo e perder privacidade

03 de novembro de 2015 2

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A última atualização do WhatsApp para iOS me deixou dividida. A novidade é poder responder as mensagens direto das notificações, e minha primeira reação foi constatar o ganho de tempo por não precisar entrar no app. Mas, logo em seguida, eu pensei: tá, mas espera aí, funciona mesmo com o telefone bloqueado? Funciona. Portanto, qualquer pessoa que esteja com o seu celular pode responder uma mensagem. Isso, na minha opinião, pode ser perigoso. Tudo bem, você pode dizer que não entregamos o nosso celular para outras pessoas, que devemos mantê-lo próximo a nós etc, mas então por que ele teria senha? E mais: e se ele for roubado?

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Resposta na notificação do WhatsApp

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Resposta em notificação de SMS

Nenhum código, touch ID ou tipo de identificação é solicitado quando se arrasta a notificação para a esquerda, conforme é explicado na atualização como orientação para usar o novo recurso. Simplesmente aparece uma tela com espaço para escrever a resposta e enviar. Pronto. Na tela bloqueada mesmo se responde, mas precisa ser tudo em uma mensagem só, não dá para escrever em duas partes. Você manda a resposta e a notificação some. Pra completar a conversa sem entrar no app, só depois de receber outra notificação.

Eu e o Diogo fizemos vários testes ontem à noite e percebemos que isso já era possível no app de mensagens SMS. Se você arrastar para a direita, segue a prática normal de o iPhone pedir a senha (ou touch ID, a partir do 5S) e lhe jogar direto para dentro da mensagem, facilitando a vida. Isso já é possível há tempo. Mas tentei arrastar para a esquerda, o que nunca tinha feito, e a situação é exatamente a mesma do WhatsApp: resposta direto ali, sem pedido de qualquer código. Ok, então se conclui que isso o app de Mensagens já oferecia. Mas quem ainda manda SMS, né?! O mundo hoje gira no WhatsApp e no Facebook.

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Opções disponíveis ao arrastar para a esquerda uma notificação de ligação via WhatsApp

Seguindo os testes e indo para um mundo ainda mais antigo(!), experimentamos o que aconteceria com ligações via WhatsApp. Não dá para atender sem desbloquear o celular. Se você arrastar para a esquerda, vai ter a opção de mandar uma mensagem escrita via Whats ou recusar a ligação. Considerando que uma ligação normal é atendida sem desbloquear, não faz muito sentido pra mim. De qualquer forma, como o Diogo escreveu em uma crônica publicada no Pioneiro, hoje a nossa linguagem é muito mais escrita do que falada.

A partir disso, o que realmente deve importar para as pessoas é a facilidade para responder as mensagens escritas no WhatsApp. Em tempos de grupos e mais grupos, telas repletas de notificações e cada vez menos tempo, a preocupação com a segurança e a privacidade pode acabar mesmo em segundo plano diante da facilidade do novo recurso. E como o Diogo brincou: bom, se o celular for roubado, quem sabe dá pra pegar o de um amigo e negociar com o ladrão. Vai que ele responde! :)

iOS 9.1 chegou e por enquanto os problemas diminuíram no meu iPhone

22 de outubro de 2015 1
Foto: Justin Sullivan / AFP

Foto: Justin Sullivan / AFP

O primeiro mês do iOS 9 foi um fiasco. Muito do que foi anunciado em funcionalidades e em economia de espaço no lançamento da versão foi retirado logo na sequência. Quando os bugs tomaram conta dos iPhones e iPads mundo afora, a Apple voltou atrás e, com as atualizações 9.0.1 e 9.0.2, o sistema passou a ocupar ainda mais espaço que antes. Chegou ao ponto de eu ter que excluir os aplicativos mais básicos, ficando com poucos escolhidos cuidadosamente. Eu não tinha espaço para nada mesmo sem ter nada mais no telefone (que é de 16 gb).

Pois, acabou de ser lançada a versão 9.1. A primeira coisa que notei é que me devolveram 800 mb de espaço, aproximadamente. A segunda, que o bug que me impedia de mexer na tela por um tempo parece ter desaparecido. Ficarei de olho.

Eu sou usuário novato de iPhone e, como meu aparelho anterior era um Samsung de entrada que travava a cada meia hora, ainda não tive A grande experiência que por tanto tempo me foi vendida para que eu trocasse de marca. De que adianta ter um supercomputador nas mãos se ele trava, não tem espaço e nem memória para realizar as operações básicas, se desliga eventualmente e ainda apresenta falhas durante as ligações?

Para disfarçar os problemas, a empresa lançou novos emojis e mais algumas coisinhas, mas nosso posicionamento é de não atirar confete até termos certeza de que tudo funciona – e não vai causar novos problemas.

Espero que no iOS 9.1 estejam todas as correções que faltavam para o iOS 9 finalmente mostrar a que veio.

YouTube está aprendendo qual o melhor thumbnail para seu vídeo

14 de outubro de 2015 0
Reprodução / Google Research Blog

Reprodução / Google Research Blog

O blog do Google Research sempre traz algumas explicações e bastidores legais das práticas do Google. Por isso, eu sigo e sempre dou uma olhada no seu perfil no Twitter.

Vi um post recente que fala das melhorias nas thumbnails no YouTube, as imagens estáticas que representam o vídeo antes de ele rodar ou na área de relacionados, e me interessei.

Os thumbnails são muito importantes para a descoberta de novos conteúdos. Quando você assiste a um vídeo, são eles que podem atrair seu próximo clique. Eles são também a primeira impressão, o que faz com que canais estabelecidos, especialmente os que monetizam seu conteúdo no site, façam imagens especiais, trabalhadas, para chamar a atenção do usuário.

Através de um trabalho com Deep Neural Networks (DNN), os profissionais do Google ‘treinaram’ um programa, alimentando-o com exemplos positivos desses canais, para que ele saiba qual o padrão de um bom frame.

Novamente, o Google se beneficia do grande número de pessoas que usam seus serviços. Como eles têm de canais de pets a jogos de videogame, podem usar todo esse material como orientação para as escolhas da máquina.

Através de um cálculo de pontuação de qualidade, dada pela semelhança com os frames ditos corretos, são escolhidos os thumbnails com os melhores resultados. Em comparações feitas com o algoritmo anterior, 65% das vezes a solução mostrou imagens consideradas mais adequadas do que as que eram oferecidas anteriormente.

Recentemente, o novo método foi introduzido no YouTube, então se você sobe vídeos por lá deve notar uma melhora nas escolhas automáticas.

Essa é mais uma prova de que as máquinas não precisam pensar, mas sim entender instruções e critérios. Se elas aprenderem a escolher as melhores imagens, com foco correto, melhor enquadramento, tipografia mais legível ou qualquer outro parâmetro usado, isso pode influenciar até a ordem em que imagens aparecem na pesquisa do Google, com critério qualitativo somando-se ao algoritmo.

Eu já fiz um post sobre o programa da empresa que tentava legendar fotos a partir de seus elementos. Acho bem legal esse tipo de pesquisa e dou a maior força. :)

Por que o Facebook acertou em não nos dar um botão de "dislike"?

09 de outubro de 2015 5
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook.  Foto: Mike Windle / Getty Images North America / AFP

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook. Foto: Mike Windle / Getty Images North America / AFP

Ontem, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou o lançamento das reações — as substitutas do botão de curtir. Os novos botões expandem as maneiras de nos expressarmos na rede: será possível curtir, amar, rir, alegrar-se, surpreender-se, entristecer-se e enraivecer-se. Notem que de sete opções, somente duas podem ser consideradas negativas.

De acordo com Zuckerberg, foi ouvindo os pedidos dos usuários por um botão de não curtir que sua equipe procurou criar formas de expressar empatia e tristeza. Paradoxalmente, o comentário mais curtido da postagem do anúncio até a meia noite de quinta, com aproximadamente 25 mil curtidas, pedia um botão de descurtir no lugar das reações.

Reprodução / FacebookEu acho importante que não exista a opção de “dislike” na rede social, já que tanto páginas quanto pessoas poderiam sofrer interações negativas de maneira injusta, criando danos às suas imagens. Imagine se os funcionários da concorrência resolvem mobilizar pessoas para dar descurtidas em outra empresa por causa de suas metas. Ou se os alunos de uma turma descurtirem todas as fotos e postagens de um colega com o objetivo de praticar cyberbullying.

Zuckerberg fez o Facebook dar certo por saber manter um ambiente positivo em que as pessoas querem gastar o seu tempo. Os botões de tristeza e raiva evitam a velha contradição de se curtir uma postagem triste ou indignada e não fornecem aos trolls ferramentas que podem sair do controle.

O teste será feito primeiro na Espanha e na Irlanda e, se as reações forem bem aceitas, o resto do mundo as receberá. Qualquer que seja o resultado, o Facebook leva a minha curtida por manter distância do “dislike”.