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Posts na categoria "Fotografia"

Galerias de fotos da NASA: pra ver o mundo como os astronautas

19 de agosto de 2015 0

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Essas são apenas duas das incríveis fotos do espaço que compõem as galerias do site da NASA. Grande parte das imagens que encontramos lá são feitas da Estação Espacial Internacional e, claro, mostram pra nós o mundo como é visto pelos astronautas.

Eu já acompanhava a NASA no Instagram, mas nem sempre coincide de eu estar online quando as postagens são feitas e nunca lembro de entrar no perfil para ver o que tem lá. De qualquer forma, no site são imagens maiores e, vamos combinar, elas merecem serem vistas em tela cheia, né?

As duas que eu publico aqui são do astronauta Scott Kelly. A legenda dessa aí abaixo, que mostra a aurora boreal, inclui um bom dia direto do espaço. A de cima, que eu vi no Flipboard e me fez entrar no site da NASA e navegar pelas galerias, mostra o nascer do sol no oeste dos Estados Unidos. Na legenda dela, Kelly dá mais um bom dia.

Pra apreciar! :)

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Até a lua azul foi trollada e virou meme na internet

01 de agosto de 2015 0

Lua azul é o nome do fenômeno que aconteceu na noite desta sexta-feira: a segunda lua cheia que aparece no mesmo mês. Isso só é possível porque a lua demora 29,5 dias para girar em torno do planeta. Em um mês como julho, de 31 dias, se a primeira lua cheia abrir o mês, outra o fechará. Mas isso só acontece a cada três ou quatro anos, no geral.

Só que nem mais a lua é perdoada na internet: o assunto virou trending topics no Twitter. A brincadeira rolou solta sobre o fato de a lua não ter nada de azul e sobre a incapacidade dos internautas de fotografá-la.

A lua me encanta. Sempre gostei de caminhar à noite com ela de guia, coisa que não faço mais por motivos de segurança. Quando morei em Porto Alegre, as minhas fotos de clima em que a lua aparecia eram algumas das mais vendidas, o que virava parte do meu sustento. Acima, fotos minhas de outras luas. Abaixo, reproduções das trollagens da galera. E vocês, conseguiram fotografar algo?

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Fotos inéditas do 11/9 na Casa Branca são reveladas

25 de julho de 2015 0
Foto: David Bohrer, The U.S. National Archive

Foto: David Bohrer, The U.S. National Archive

Devido a um requerimento baseado no Freedom of Information Act, a lei americana de liberdade de informação, uma coleção de imagens inéditas do fotógrafo do então vice-presidente Dick Cheney foi liberada a público. O material de David Bohrer faz parte do arquivo nacional e mostra o staff do ex-presidente George W. Bush reunido na Casa Branca no dia do atentado às torres gêmeas, em 11 de setembro de 2001.

O que me chama a atenção são as expressões, claro, e o enquadramento que compõe bem os vários elementos da cena mesmo na adrenalina do momento. Imagino o que passava na cabeça do fotógrafo, que com certeza já entendia a importância de registrar o que viria a ser os bastidores de um marco na história do país e do mundo.

A galeria completa pode ser vista no Flickr do The U.S. National Archive.

Foto: David Bohrer, The U.S. National Archive

Foto: David Bohrer, The U.S. National Archive

O que acontece quando atrasa o voo de um grande fotógrafo

23 de julho de 2015 0

Foi uma noite de surpresas, a de ontem. Seguia eu pelo feed do Instagram quando parei nesta foto, postada pela National Geographic (@natgeo). O fotógrafo é Chien-Chi Chang (@chien_chi_chang), da agência Magnum (@magnumphotos). No Instagram, tem a história da foto. Chang estava no aeroporto de Viena e o voo atrasou. Ele decidiu abrir o obturador da câmera e só fechar na hora de embarcar. A longa exposição durou duas horas e meia(!) e saiu essa baita foto.

Mas ainda tinha mais. Como eu adorei a imagem, entrei no perfil de Chang no Instagram pra ver outras e segui-lo. E aí encontrei os mosaicos abaixo. Não tenho mais o que escrever: o cara é fera mesmo! Apreciem! :)

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Taylor Swift muda contrato de uso de imagem depois de polêmica com fotógrafos

22 de julho de 2015 0

 

Foto: Robyn Beck/AFP

Foto: Robyn Beck/AFP

Há aproximadamente um mês, às vésperas do lançamento do Apple Music, a cantora americana Taylor Swift publicou uma carta aberta contra a Apple, criticando o suposto desrespeito da empresa pelos direitos autorais de artistas que teriam músicas oferecidas de graça nos primeiros meses do aplicativo.

Para o azar de Taylor, o fotógrafo Jason Sheldon se manifestou imediatamente, questionando a contradição da cantora. Segundo ele, há um contrato de uso de imagem para quem quer cobrir os shows dela que libera o uso de fotos pela equipe da famosa sem qualquer pagamento, proíbe a reutilização por parte da mídia sem autorização por escrito e permite que os seguranças de Taylor deletem fotos que acharem impróprias das câmeras dos fotógrafos.

Ontem saiu a notícia de que, com recomendações dadas pela National Press Photographer Association (NPPA), o contrato foi revisado. Apesar de as mudanças não serem muitas, a liberação para a republicação e a exclusão do direito de uso das fotos sem pagamento pela cantora já são ganhos consideráveis para os profissionais de imagem. É comum ver fotógrafos, especialmente freelancers, submetendo-se a situações abusivas por causa de exigências das equipes dos famosos. Nesse caso, a voz de um, amplificada por dezenas de relatos semelhantes, foi capaz de mostrar a contradição nos apelos para a consciência e para o respeito pregados por Taylor.

Isso motivou uma mudança e evidenciou uma semelhança entre as classes artísticas. Você, fotógrafo, por acaso não defende o seu pagamento enquanto ouve discos pirateados, caindo assim no mesmo conflito ético? Designers, fotógrafos, músicos, escritores, pintores e outros criativos devem estar todos do mesmo lado, ou essa luta por reconhecimento das ditas obras intelectuais será tão contraditória quanto a carta e o contrato de Taylor.

Novidade geek, o Pallette ainda não é ideal para editar fotos

10 de julho de 2015 0
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Fotos: Pallette/divulgação

O assunto da semana entre fotógrafos é essa belezinha geek que promete mudar o modo de editar fotos: o Pallete.

Seu lançamento foi possível através do Kickstarter, o maior site de financiamento coletivo, ou crowdfunding, do mundo. Com botões e sliders magnéticos, o Pallette permite a montagem de um controle mestre, conectado às funções de programas como o Lightroom através de seu software, que agiliza o processo e permite que se trabalhe na edição com as duas mãos simultaneamente ajustando os parâmetros.

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Magnético, estiloso, interessante. Mas não necessariamente inovador e produtivo. Já em novembro de 2013, quando lançada a campanha no Kickstarter, o Pallette possuía concorrentes de peso, que ainda hoje permanecem superiores em desempenho: os controladores MIDI.

Usados originalmente na música, os MIDI foram adaptados para a fotografia por algumas empresas e vendidos com sucesso nos Estados Unidos. O PFixer, exclusivo para Mac, tem à venda tanto o hardware quanto o software necessários para o funcionamento do produto.

Já o Paddy é o software que permite adaptar qualquer controlador MIDI em um controle mestre para Windows.

Mas por que essas duas alternativas mais antigas e mais baratas são superiores? Simples: pelo uso de um sistema mecanizado. Quando você passa de uma fotografia para outra, o Pallette permanece na mesma posição anterior, fazendo com que todas as alterações feitas se repitam na imagem a seguir. Isso a torna uma ferramenta legal para editar uma foto, mas não para quem tem um grande fluxo. Já os MIDI automaticamente leem os parâmetros e se ajustam para ocupar a posição correspondente aos sliders no Lightroom, fazendo com que a experiência de edição se mantenha de maneira individual sem perder a opção de copiar as configurações da foto anterior, claro.

Bonitinho, mas improdutivo. Pra mim, não serve. Quem sabe quando sair uma versão mecanizada a minha conversa mude, porque o design e a versatilidade pontuam a favor do Pallette.

Adobe cria desafio de fotografia em parceria com Lindsay Adler

08 de julho de 2015 0

Em uma nova ação promocional, a Adobe prova que não é só uma empresa que fornece ferramentas para profissionais criativos: ela também pensa em soluções inovadoras para alcançar novos clientes.

A sacada da gigante, que possui produtos como Photoshop, Lightroom, Indesign, Premiere e tantos mais, foi fazer uma parceria com a fotógrafa Lindsay Adler para que ela lidere o desafio Stay Out There. Lindsay tem 10 propostas criativas para aguçar as habilidades dos fotógrafos. Ela deve dar dicas e propor temas fotográficos e, para cada tema, há um vídeo com bastidores de um ensaio que ela fez sobre o assunto – claro, com referências nada sutis aos produtos da Adobe. Um desafio é lançado a cada dia, sendo que enquanto eu escrevo esse post, recém dois dos dez entraram no ar.

O primeiro tratou de fotos de um ângulo extremo.”Tente usar um ângulo diferente para encontrar o extraordinário no comum ou para criar algo que prenda o olho” é a provocação da fotógrafa.

Já para o segundo dia, a bagunça é o tema principal.”Vá em frente e bagunce! Fazer bagunça pode ajudar a aumentar a criatividade e liberar suas inibições.”

O ponto mais legal da proposta é ver como ela trabalha. Para muitos iniciantes, sempre é válido tentar entender o processo criativo de um fotógrafo estabelecido, ver os esquemas de iluminação e quais os cuidados com pré e pós produção. Mesmo quem não domina a língua inglesa consegue pegar bem a ideia através das imagens de bastidores e dos resultados finais apresentados.

Como não poderia deixar de ser, há um concurso fotográfico referente aos temas propostos. O vencedor ganha um ano do plano de fotografia da Adobe Creative Cloud e acesso aos presets de Lightroom e Photoshop da profissional.

As fotos podem ser enviadas para a disputa até 15 de agosto.

Dhavebaj Anupabsthian e suas imagens hipnóticas no Instagram

07 de julho de 2015 0

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Ontem à noite, navegando pela revista de design do Flipboard, descobri Dhavebaj Anupabsthian. O cara, tailandês, faz essas imagens aí do lado, das quais eu realmente gosto. Sempre curti essa ideia meio que de hipnose ou que possa provocar uma ilusão de ótica conforme se olha para a imagem. Simetria também é algo agradável aos meus olhos.

Por tudo isso, li a matéria da Hypeness e corri para o Insta pra seguir o cara. Demorei pra escolher uma foto para postar aqui além do print ao lado, com várias. Acabei escolhendo essa aí de baixo. Um ponto colorido em meio ao preto e branco me agrada, assim como a forma arredondada. E ela provocou em mim essa sensação de quase vertigem, então foi escolhida.

Segundo a matéria, Dhavebaj fotografa com um iPhone e usa aplicativos de edição no tablet. Gostei muito! :)

 

 

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Veja como foi fotografado o plano de fundo do Windows 10

26 de junho de 2015 0

O novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 10, deve ser aberto ao público no dia 29 de julho. Como as imagens dos sistemas da empresa são vistas por milhões, talvez bilhões de pessoas, cada escolha do próximo plano de fundo padrão pode criar um novo ícone visual para uma geração.

Desta vez, a imagem padrão é uma fotografia, criada a partir de objetos físicos, hologramas e design visual. Basicamente, a imagem é uma superfoto criada em estúdio sob a direção de Bradley G. Munkowitz, também conhecido como GMUNK.

Segundo a própria descrição do vídeo de bastidores, nem todas as imagens são criadas da mesma forma. O uso de lasers, máquinas de fumaça, filtros coloridos e mais uma parafernalha faz a Microsoft ser cool novamente, segundo alguns comentários no YouTube. Para mim, ela segue sendo um gigante que, sempre que puder, vai ostentar seu poderio. Será que a empresa do Bill Gates vai se recuperar nos próximos anos? A Paula fala um pouco sobre isso em outro post.

O fato é que a ideia ficou legal. Mas será que precisava tudo isso de produção? Será que vale toda a grana e todo o trabalho investidos pra dizer que o resultado foi feito da maneira antiga, sendo que um bom designer com um Photoshop em mãos poderia chegar ao mesmo produto final? Tenho minhas dúvidas. Só sei que, com tanta infraestrutura robótica e visual por trás, a fotografia ficou como coadjuvante no processo.

Windows 10 wallpaper

 

Europa pode proibir uso de fotos de lugares públicos

22 de junho de 2015 0

Em 9 de julho de 2015, o Parlamento da União Europeia vota a revogação da lei da Liberdade de Panorama (Freedom of Panorama), também conhecida por FoP. Ela regula o uso de fotografias de ambientes públicos na Europa, permitindo que apareçam obras e prédios protegidos por direitos autorais.

O que isso quer dizer? Que se essa lei for revogada e você for a Londres, nada de postar fotos da London Eye, a roda gigante mais famosa do mundo. Só que não é o impacto no álbum de fotos dos turistas que me preocupa, mas a preservação da cultura e do conhecimento presentes no ambiente digital.

Projeção de como ficariam as fotos do London Eye com a revogação da Liberdade de Panorama. Por Khan Tran/Wikimedia Commons

Sem a Liberdade de Panorama, obras de arte, esculturas e estátuas não terão mais fotos disponíveis em sites como Wikipedia, projetos arquitetônicos elaborados serão pixelizados ou riscados de fotografias e o Google Street View deixará de mostrar prédios e pontos turísticos, só para citar alguns dos impactos. Em suma, todo o conhecimento disponibilizado através de imagens terá de ser removido da internet se não houver a compra direta de direitos de uso dos detentores do copyright daquilo que aparece no enquadramento.

Mesmo com a legislação atual, cada país pode criar exceções à liberdade, como o Reino Unido, que não permite que se use comercialmente imagens de alguns lugares, ou a França, que proíbe totalmente a reprodução de obras em ambiente público.

Eu sou contra a revogação da lei. Parece-me um retrocesso no acesso à informação, um gasto desnecessário de energia para fazer com que se cumpra a regra e um ataque direto à indústria do turismo, que injeta dinheiro nesses países mesmo nos momentos em que eles estão mal economicamente. Vamos torcer para que a liberdade permaneça.

Estátua do Sir Simon Milton em Paddington Basin, por Jim Linwood/Wikimedia Commons

Projeção de como ficariam as fotos da estátua do Sir Simon Milton em Paddington Basin caso a lei fosse revogada. Por Jim Linwood/Wikimedia Commons