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Posts com a tag "foto"

Selfie mata mais do que tubarão

23 de setembro de 2015 0
Foto: Christophe Simon / AFP

Foto: Christophe Simon / AFP

Vi no Link, um blog do Estadão que acompanho, a divulgação de uma pesquisa apontando que, neste ano, mais pessoas morreram fazendo selfie do que por ataque de tubarão (12 a 8). Desde o início da febre de fazer selfies penso que é uma prática sempre muito próxima do exagero. Temos exemplos diversos do quanto o povo passa do limite quando a ideia é garantir a sua imagem em algum lugar sem pedir ajuda pra alguém.

Já se falou sobre selfies em lugares inapropriados (velórios inclusos) e sobre as pessoas não aproveitarem um show ou um passeio, por exemplo, porque passam o tempo todo fazendo fotos, até conseguirem uma que acreditem estar legal para compartilhar. O Diogo escreveu sobre a invasão das selfies aqui no Spot no ano passado. No verão, chegou a febre do pau de selfie e, de tempos em tempos, uma dessas imagens acaba se tornando assunto. Mas, dessa vez, fui surpreendida. Talvez não apenas por ler que as pessoas morrem fazendo selfie, porque isso já foi noticiado, mas pelo comparativo.

Sabemos que ataque de tubarão não está entre as causas de morte mais comuns, claro, mas acho que a pesquisa da Mashable escolheu um bom tema para atrair o clique das pessoas mesmo com tanta informação na internet. Espero que ler sobre os riscos dessas fotos chame a atenção também para os exageros que as pessoas cometem. :)

Câmera do iPhone 6S é mesmo tudo isso?

11 de setembro de 2015 0
Vice-presidente de Marketing Global da Apple Phil Schiller apresenta os novos iPhones em evento da empresa. Stephen Lam / Getty Images / AFP

Vice-presidente de Marketing Global da Apple, Phil Schiller, apresenta os novos iPhones em evento da empresa. Foto: Stephen Lam / Getty Images / AFP

No anúncio do iPhone 6S, a Apple parece reforçar a sua busca por oferecer a câmera ideal sempre à mão de seus clientes. Os números impressionam os desavisados, mas há mais por trás de megapixels e resolução de vídeo a se levar em conta.

Vale lembrar que tamanho não é o mesmo que qualidade. O aumento das fotos de 8 para 12 megapixels influencia a dimensão final da imagem, não o quão boa é a captura. Apesar de a Apple falar em uma nova tecnologia no sensor e em uma leitura de pixels diferente, poucas são as especificações técnicas da câmera que chegaram ao público. Sobre a objetiva, sabe-se que a abertura equivale a f. 2.2, ou seja, é uma lente rápida, boa para situações de pouca luz – o que não é nenhuma novidade nos telefones.

Nos vídeos, a filmagem em 4K já era esperada. Esse é um passo que pode aumentar a popularidade dos smartphones na mão de entusiastas do cinema. Foi um choque quando uma DSLR foi usada pela primeira vez nas telonas e quando começaram a fazer curtas com os iPhones. Porém, cada vez mais caminhamos para um mundo em que mesmo as ferramentas mais simples podem oferecer resultados de ponta.

Ainda sobre os vídeos, uma funcionalidade legal é a de tirar fotos de 8mp enquanto filma, mas com filmagens a 4K já seria naturalmente mais fácil extrair um frame de altíssima qualidade se necessário. E se você pensa em brincar com a velocidade da filmagem, saiba que terá de abrir mão da resolução, já que as gravações em 4K terão somente 30 quadros por segundo. Deve-se gravar em 1080p para 60 ou 120 quadros e em 720p para até 240 qps no modo slow motion.

O time-lapse recebeu uma certa atenção e o produto final deve ficar mais próximo de vídeos do tipo hiperlapse, com estabilidade melhorada através de um ajuste inteligente que mede os quadros anterior e seguinte para posicionar a imagem. Vale testar.

Posso me enganar, mas a tão bajulada Live Photos, que é a captura de pouco mais de um segundo de movimento para caso você queira ver o que aconteceu imediatamente antes ou depois de uma fotografia, parece-me destinada ao fracasso. O recurso já existe em outras marcas e nunca explodiu em popularidade. É mais provável que o vejam como um vídeo com tempo limitado do que como uma foto que acontece por mais tempo. Na comparação, a Foto com Som da Samsung me interessa muito mais, pois remonta aos audioslides, capturando o áudio ambiente por alguns segundos após o clique.

No dia deste post, as cinco câmeras mais populares no Flickr, rede social povoada por fotógrafos, são, em ordem, iPhone 6, iPhone 5s, iPhone 5, Galaxy S5 e iPhone 6 plus. O 6S deve encontrar seu espaço nessa lista em breve. A mentalidade mobile dá muito mais importância para uma câmera que está com você em todos os momentos do que para algo com cara profissional, com muito peso. Some isso ao processamento da câmera, que deixa as fotos com cara de prontas mesmo sem edição, e a expectativa do usuário comum é alcançada com sucesso. O profissional usa pela praticidade, mas, enquanto os arquivos RAW forem deixados de fora dos smartphones, há ainda muito mercado a ser ocupado pelos fabricantes de compactas e mirrorless.

O impacto da foto do menino morto na Turquia

04 de setembro de 2015 0

É muito raro eu fazer um post sem imagem, mas é o caso desta vez. Eu não vou publicar aqui a foto da criança síria de três anos morta na Turquia. Você deve saber do que eu estou falando, a cena foi reproduzida em muitos sites e jornais mundo afora. Essa é mais uma oportunidade de se discutir até onde a imprensa deve ir. O Diogo fez um post sobre isso quando foi divulgado o vídeo do assassinato de dois jornalistas que estavam no ar ao vivo.

Há quem defenda que a publicação da foto da criança choca as pessoas e pressiona as autoridades europeias a fazerem algo para ajudar esses imigrantes que arriscam a vida para tentar entrar num país com menos desigualdade. Eu não penso assim. Não tenho dúvidas do impacto, mas acredito que é temporário, efêmero como têm sido os fatos e as notícias nesse mundo frenético em que vivemos.

Tomara que eu esteja errada e esse menino vire o marco de uma mudança de atitude da Organização das Nações Unidas (ONU) e de quem pode fazer algo para reduzir essas mortes de imigrantes. Sempre acreditei que a imprensa pode fazer sua parte para melhorar o mundo, mas isso exige reportagens aprofundadas, protagonismo na promoção de debates com quem tem poder e pressão recorrente. Apenas publicar uma foto só grava essa imagem dolorosa pra sempre na vida dos familiares e amigos que ficaram.

Montagem invalida a fotografia?

03 de setembro de 2015 0

Em uma matéria da revista Time, artistas apresentam a realidade através de fotografias que repetem um ponto de vista em momentos variados. Nas fotos, os padrões de cores e de imagens de fundo permitem comparações entre diferentes acontecimentos que habitaram o mesmo espaço. 

O uso de montagens permite que o artista James Mollison e seus colegas compilem seus recortes similares em um só quadro. O resultado da obra é atingido através da escolha das melhores expressões, dos mais marcantes olhares e dos mais visíveis padrões. Segundo Mollison, não se trata de uma alteração de realidade, mas de uma ordenação daquilo que aconteceu.

Técnicas fotográficas deste tipo sempre levantam questões éticas. Os profissionais deixam claro que o seu trabalho não é documental, mas uma releitura. Devemos entender que a fotografia é o meio de comunicação e não o resultado final. A linguagem utilizada permite que se encontre relações entre espaço e tempo e que elas sejam apresentadas em uma imagem bidimensional.

Para quem tem dúvida se isso é arte, fica o questionamento: o que é arte se não a expressão das limitações e as memórias de nossa existência? Nada deve ser proibido, mas os meios utilizados devem sempre ser deixados claros.

Snowland: neve e tecnologia

31 de agosto de 2015 0

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Tá, eu sei que o sistema usado no que vou relatar aqui não é novo. Comandas com códigos de barras existem há tempo. Mas, mesmo assim, acredito que a forma como o consumo é tratado no Snowland, em Gramado, merece um post. Penso nisso pelo fato de ser parecido com a experiência dos relógios inteligentes e as outras possibilidades de, no futuro próximo, termos internet e tecnologia no nosso corpo.

Você chega na bilheteria do parque e tem duas opções de ingressos: apenas visitação ou com entrada na montanha. Escolhida a modalidade, você paga e recebe da atendente um relógio super simples, de borracha, sem display algum. O corpo dele tem apenas o nome do parque, mas ele é indispensável pra aproveitar as diversões e os lanches oferecidos lá dentro. Você o recebe já com três informações registradas: nome completo, CPF e o tipo de ingresso que comprou.

O primeiro uso é logo depois dos guichês. Para entrar no parque, é preciso encostá-lo em uma área da roleta iluminada com uma luz azul. Quando ela ficar verde, a catraca está destravada. As luzes dão um efeito hi-tech legal. Bom, dentro do parque, o relógio é necessário para tudo. Nas lojas e nos bares, você passa o relógio, mas paga na hora. Não dá pra pagar sem usar o dispositivo. Para as atrações cobradas separadamente, basta o relógio.

Eu usei primeiro para entrar, depois em uma loja e outras duas vezes. A terceira foi para entrar na Montanha de Neve. A roleta é igual à primeira, da entrada do parque, e garante que só passe por aí quem pagou o ingresso que inclui essa parte do Snowland. Perto da catraca, tem um monitor que exibe o seu nome.

Como eu falei no início, até aqui pode-se levar como uma comanda eletrônica. Mas pense que você vai colocar uma roupa especial (na montanha a temperatura é de -3 graus), esquiar (se quiser e pagar separado por isso, registrando o extra no relógio, já dentro do vestiário), descer uma rampa de neve em uma bóia e circular de um lado pra outro. Não precisar se preocupar em não perder a comanda (no caso daquelas placas comuns por aí) ou ter que achar um lugar pra colocar é o que me faz ver a praticidade de ter a tecnologia presa ao seu corpo. Eu optei por não levar meu celular para a montanha por não saber bem onde colocá-lo sob toda a roupa, mas um smart watch eu não teria tirado do pulso.

A quarta vez que usei foi para registrar o valor da foto que comprei da descida na bóia. Aqui, mais tecnologia. O fotógrafo está no fim da rampa, e as fotos levam 15 minutos para estarem à disposição para escolha em computadores na saída da montanha. Escolhida, a impressão é na hora. Na hora mesmo. Você coloca o relógio para registrar o valor e em menos de cinco segundos está com a foto na mão.

Na saída do parque, horas, setores, diversões e compras depois, você entrega o relógio e paga o que usou de atrações extras. Além da neve, gostei também da tecnologia. Teve diversão para o meu lado criança e para o meu lado adulto. :)

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Galerias de fotos da NASA: pra ver o mundo como os astronautas

19 de agosto de 2015 0

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Essas são apenas duas das incríveis fotos do espaço que compõem as galerias do site da NASA. Grande parte das imagens que encontramos lá são feitas da Estação Espacial Internacional e, claro, mostram pra nós o mundo como é visto pelos astronautas.

Eu já acompanhava a NASA no Instagram, mas nem sempre coincide de eu estar online quando as postagens são feitas e nunca lembro de entrar no perfil para ver o que tem lá. De qualquer forma, no site são imagens maiores e, vamos combinar, elas merecem serem vistas em tela cheia, né?

As duas que eu publico aqui são do astronauta Scott Kelly. A legenda dessa aí abaixo, que mostra a aurora boreal, inclui um bom dia direto do espaço. A de cima, que eu vi no Flipboard e me fez entrar no site da NASA e navegar pelas galerias, mostra o nascer do sol no oeste dos Estados Unidos. Na legenda dela, Kelly dá mais um bom dia.

Pra apreciar! :)

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App pra "louboutinizar" as fotos :)

10 de agosto de 2015 0

imageO post de hoje trata de um app pra brincar, e confesso que não resisti a falar dele aqui como não resisto a um belo scarpin. O adorado mago dos sapatos Christian Louboutin disponibilizou hoje na app store o aplicativo Louboutinize. É tudo muito simples: você faz uma foto, ou busca uma imagem salva no iPhone, e pode tranformar em vermelho (saca a famosa sola dos sapatos dele, né?) ou colocar um par de pernas, o que tem tudo a ver com as campanhas da marca. Aí, é compartilhar nas redes sociais e fim.

Não sei se vai pegar, se vai durar pouco etc, mas não tenho dúvidas de que reforça a marca. O app deve atrair quem adora sapatos – e sabemos que o universo feminino costuma render – e dar mais uma espalhada por aí no nome de Louboutin. Não que ele precise, mas estar presente no mundo da tecnologia é importante e pode ser mais uma forma de vitaminar as vendas, o que, no fim das contas, é sempre o que todo mundo quer.

Grátis na app store. Enjoy! :)

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Atualização do Facebook para iOS foca nos links

07 de agosto de 2015 0

imageAs explicações do Facebook na App Store quando tem atualização disponível costumam ser genéricas e repetitivas. As mudanças são apresentadas durante o uso do app. Dessa vez também foi assim. No primeiro acesso após a atualização no iPhone, o Facebook me mostrou uma novidade: encontrar um link para adicionar à minha publicação. Tirei um print para postar aqui e cliquei. Fui levada para uma tela com uma série de links, a maioria relacionados aos assuntos que eu gosto, ou seja, a ideia de novo é reforçar a vida dentro da bolha. Se eu gosto disso, vou ver isso. No Facebook, a possibilidade de conhecer novas opções está cada vez mais distante.

Mas não pensei só no algoritmo que restringe a nossa visão de mundo. Pensei também que o Mark Zuckerberg está atirando para todos os lados (e aqui não se trata de algo ruim).

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Recentemente, foi anunciado que as postagens com vídeo apareceriam mais na timeline dos internautas. Agora, com esse novo botão, imagino que ele decidiu apostar em links. As fotos, que por um bom tempo tiveram o maior alcance, parece que estão ficando para trás. Na minha cabeça, faz sentido. Link é o que faz a internet, e vídeo é a mídia própria do mobile.

E, é claro, pelo que já construiu e pelo domínio que tem hoje, Mark deve saber bem o que faz. :)

 

O que acontece quando atrasa o voo de um grande fotógrafo

23 de julho de 2015 0

Foi uma noite de surpresas, a de ontem. Seguia eu pelo feed do Instagram quando parei nesta foto, postada pela National Geographic (@natgeo). O fotógrafo é Chien-Chi Chang (@chien_chi_chang), da agência Magnum (@magnumphotos). No Instagram, tem a história da foto. Chang estava no aeroporto de Viena e o voo atrasou. Ele decidiu abrir o obturador da câmera e só fechar na hora de embarcar. A longa exposição durou duas horas e meia(!) e saiu essa baita foto.

Mas ainda tinha mais. Como eu adorei a imagem, entrei no perfil de Chang no Instagram pra ver outras e segui-lo. E aí encontrei os mosaicos abaixo. Não tenho mais o que escrever: o cara é fera mesmo! Apreciem! :)

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Dhavebaj Anupabsthian e suas imagens hipnóticas no Instagram

07 de julho de 2015 0

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Ontem à noite, navegando pela revista de design do Flipboard, descobri Dhavebaj Anupabsthian. O cara, tailandês, faz essas imagens aí do lado, das quais eu realmente gosto. Sempre curti essa ideia meio que de hipnose ou que possa provocar uma ilusão de ótica conforme se olha para a imagem. Simetria também é algo agradável aos meus olhos.

Por tudo isso, li a matéria da Hypeness e corri para o Insta pra seguir o cara. Demorei pra escolher uma foto para postar aqui além do print ao lado, com várias. Acabei escolhendo essa aí de baixo. Um ponto colorido em meio ao preto e branco me agrada, assim como a forma arredondada. E ela provocou em mim essa sensação de quase vertigem, então foi escolhida.

Segundo a matéria, Dhavebaj fotografa com um iPhone e usa aplicativos de edição no tablet. Gostei muito! :)

 

 

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