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Posts com a tag "google"

O novo Google+

18 de novembro de 2015 0

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O Google anunciou ontem mudanças no Google+, a rede social que eu já falei aqui no Spot que não entendo por que não uso.

Pra conhecer a nova versão, é preciso esperar aparecer um aviso, o que ainda não aconteceu comigo. Estou ansiosa como costumo ficar diante de novidades. O Google Discovery explica que o foco será em comunidades e coleções. Como o YouTube e os Hangouts estão cada vez mais independentes de uma conta no Google ou um perfil no +, acho que dá pra esperar muita mudança.

Alguém já experimentou?

YouTube está aprendendo qual o melhor thumbnail para seu vídeo

14 de outubro de 2015 0
Reprodução / Google Research Blog

Reprodução / Google Research Blog

O blog do Google Research sempre traz algumas explicações e bastidores legais das práticas do Google. Por isso, eu sigo e sempre dou uma olhada no seu perfil no Twitter.

Vi um post recente que fala das melhorias nas thumbnails no YouTube, as imagens estáticas que representam o vídeo antes de ele rodar ou na área de relacionados, e me interessei.

Os thumbnails são muito importantes para a descoberta de novos conteúdos. Quando você assiste a um vídeo, são eles que podem atrair seu próximo clique. Eles são também a primeira impressão, o que faz com que canais estabelecidos, especialmente os que monetizam seu conteúdo no site, façam imagens especiais, trabalhadas, para chamar a atenção do usuário.

Através de um trabalho com Deep Neural Networks (DNN), os profissionais do Google ‘treinaram’ um programa, alimentando-o com exemplos positivos desses canais, para que ele saiba qual o padrão de um bom frame.

Novamente, o Google se beneficia do grande número de pessoas que usam seus serviços. Como eles têm de canais de pets a jogos de videogame, podem usar todo esse material como orientação para as escolhas da máquina.

Através de um cálculo de pontuação de qualidade, dada pela semelhança com os frames ditos corretos, são escolhidos os thumbnails com os melhores resultados. Em comparações feitas com o algoritmo anterior, 65% das vezes a solução mostrou imagens consideradas mais adequadas do que as que eram oferecidas anteriormente.

Recentemente, o novo método foi introduzido no YouTube, então se você sobe vídeos por lá deve notar uma melhora nas escolhas automáticas.

Essa é mais uma prova de que as máquinas não precisam pensar, mas sim entender instruções e critérios. Se elas aprenderem a escolher as melhores imagens, com foco correto, melhor enquadramento, tipografia mais legível ou qualquer outro parâmetro usado, isso pode influenciar até a ordem em que imagens aparecem na pesquisa do Google, com critério qualitativo somando-se ao algoritmo.

Eu já fiz um post sobre o programa da empresa que tentava legendar fotos a partir de seus elementos. Acho bem legal esse tipo de pesquisa e dou a maior força. :)

Launcher dá o tempo no trânsito na central de notificações

16 de setembro de 2015 0

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O app Launcher, que oferece diversos widgets para a central de notificações dos dispositivos com iOS, tem uma atualização super legal na versão pro. Agora, é possível ver, em poucos segundos, o tempo estimado até um endereço definido previamente. Você entra na central e logo vê a previsão no próprio logo do Google Maps, do Mapas da Apple ou do Waze, dá pra escolher. Não precisa entrar no aplicativo, o tempo é calculado e informado em poucos segundos quando se abre a central.

Eu estou em casa enquanto escrevo esse post e coloquei o endereço do Pioneiro no Google Maps. Logo ele calculou 10 minutos, que é o tempo que eu levo sem trânsito complicado. Costumo usar bastante a central de notificações e acho que esse é um baita ganho. Pra chegar no app dentro do Launcher, entre na opção atalho especial. Aliás, ali tem outras coisas bem legais, dá pra se divertir! :)

A nova marca do Google, uma das empresas mais incríveis do mundo

02 de setembro de 2015 0

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O Google não apresentaria uma mudança no logo sem um doodle legal, né? O gif acima passou o dia de ontem na home do maior site de buscas do mundo e resume a última alteração da empresa na sua marca. No blog do Google, eles explicam o novo logo com o fato de as pessoas hoje pesquisarem por meio de diversas plataformas e de várias maneiras, como teclado, toque ou voz.

Gostei do novo logotipo. Achei a tipografia mais moderna e curti que as cores estão mais evidentes. Agora, o G, quando usado sozinho, também é colorido, não mais azul. As cores, pra mim, sempre foram uma característica que faz do Google uma marca alegre, conectada e moderna.

Eu uso serviços do Google todos os dias. Se eu não fizer pesquisa, navegar no Street View (faço muito isso) ou usar o YouTube, com certeza vou acessar o meu Gmail. Por isso, qualquer alteração que a empresa faz pode me impactar de várias formas, já que ela ocupa um grande espaço na minha vida. Quando o CEO, Larry Page, anunciou o Alphabet, fiquei meio indignada. Como assim um novo nome? Mas lendo os argumentos com calma, percebi que é uma ideia inteligente e deve ajudar a empresa (até porque Larry e Sergey Brin não costumam errar, né?!).

Desta vez, a alteração me agradou de cara. E com certeza vem mais novidade por aí, porque quem lida com internet deve seguir o ritmo frenético do mundo online. No vídeo abaixo, dá pra ver um pouco da história do Google, uma das empresas mais incríveis do mundo.

Ah, a “endireitadinha” na letra e, no fim do gif, é demais! :)

Google deve crescer ainda mais como Alphabet

11 de agosto de 2015 0

Em uma carta pra lá de empolgada, o até então CEO do Google, Larry Page, apresentou os novos planos para a empresa. O Google, como conhecemos, vira Alphabet. Esse é o nome da nova companhia que abriga diferentes segmentos como pesquisa, saúde, investimento e inclusive a ferramenta de busca Google, o YouTube, o Gmail, o Google Maps e o Android. Larry e Sergey Brin, o outro fundador da companhia, tornam-se as cabeças do Alphabet, e quem fica no comando do novo e mais esbelto Google é o indiano Sundar Pichai.

A ramificação do Google me parece um movimento econômico acertado. Com as novas divisões, Larry e Sergey pretendem colocar CEOs competentes e compatíveis com cada um dos subprodutos. Uma grande empresa se transforma em várias empresas, cada uma com seu líder mais adequado, sob a supervisão dos dois quarentões bilionários, o que facilita a cobrança de resultados individualmente e os liberta para focar em criações. Entre as que já estão tomando forma está Wing, um serviço de teste de entrega de produtos através de drones.

Google segue sendo sinônimo de pesquisa (dá um Google aí!) acertadamente, já que a ferramenta não mudou de nome. Com a troca, a empresa mãe deixa de ser confundida com o buscador. Alphabet soa bem pelo bom mocismo a que a comunicação escrita remete, mas o que mais me agrada no nome é a fusão das palavras Alpha, que também pode ser líder, com Bet, ou beta, em constante renovação. De A a Z, o Google dá show, facilita o conhecimento, cresce em alcance, eficiência e inovação. Boa sorte na nova fase, googlers!

As gigantes da tecnologia são a favor do Uber. E você?

03 de agosto de 2015 0

imageAs gigantes do mundo da tecnologia estão colocando dinheiro – e muito – no Uber, o polêmico app odiado pelos taxistas. Há cinco anos no mercado, a startup fechou nos últimos dias uma nova rodada de financiamento. Segundo a Info noticiou, a arrecadação chegou a US$ 1 bilhão.

A matéria ainda informa que o Wall Street Journal avaliou o Uber em US$ 51 bilhões e cita alguns dos investidores. E aí eu acho que está (mais) um grande passo para o Uber. A startup recebe dinheiro das gigantes da tecnologia, ou seja, empresas de pessoas visionárias, que fizeram coisas incríveis o suficiente para mudar o mundo. Um exemplo é Jeff Bezos, da Amazon. Ele foi um dos primeiros investidores do Google, por exemplo. Além da mega “loja de tudo”, estão na lista a Microsoft e o próprio Google (com seus braços de investimento).

O Spot vem acompanhando os movimentos do Uber, que inclusive já vende celulares, e eu acho que o resultado dessa nova rodada é muito mais do que uma vitória para a turma do app. Repito o que escrevi no outro post: eles devem, sim, se adequar às leis de cada país em que pretendem atuar como um serviço de transporte. Mas, por outro lado, será que os taxistas não podem enxergar no Uber uma forma de oferecer algo a mais, melhorar? O que isso tudo tem me mostrado é que enquanto uns protestam e gritam, outros crescem sem parar. Pode chegar o momento em que não será mais possível convencer ninguém de que o Uber não é legal.

Pra fugir da vida vigiada, só saindo da internet

29 de julho de 2015 0
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Foto: Jefferson Botega / Agência RBS

Eu estudo rastreamento de cookies, anúncios direcionados, o Edge Rank do Facebook, as buscas do Google e tudo que envolve a bolha. Na verdade, eu penso sobre isso todos os dias há alguns anos. E eu ainda me surpreendo às vezes. Nem que seja por um segundo, como aconteceu ontem no fim do dia, com o cérebro já cansado.

No início da noite, eu havia feito uma entrevista para a série Educação em pauta. Mais ou menos meia hora mais tarde, entrei no Facebook e lá estava a sugestão da rede social para ser amiga da fonte que eu recém tinha entrevistado. Imediatamente pensei: “hã? Ah, sim, eu falei com ela ontem no Whatsapp”.

O Whatsapp é do Facebook, certo? Por que Mark Zuckerberg não integraria as informações? A vida é realmente vigiada dentro da internet. E não é apenas o seu login na maior rede social do mundo que possibilita rastreamento de informações que valem muita grana para anunciantes. O número do seu celular também está na bolha. A Apple, por meio do Facetime, e, de novo o Facebook, por meio do Whatsapp, estão monitorando tudo. Sabem com quem você mais fala, em que horários, com que frequência e quem são os seus contatos. Basta cruzar informações para ter um diagnóstico.

Assustado? Pra fugir da bolha, só saindo da internet.

Apple vs Google: a briga que causou uma revolução

28 de julho de 2015 0

O mundo mudou, mas não foi por causa do iPhone, como acreditam os Apple maníacos. Foi por causa da internet. “O que os consumidores mais queriam era levar a internet consigo para onde fossem.” Para isso, Apple e Google passaram a buscar soluções móveis em uma disputa que causa crescimento tecnológico a todos. Smartphones, tablets e o que mais vier são só as consequências disso.

No livro Briga de cachorro grande: como a Apple e o Google foram à briga e começaram uma revolução, de Fred Vogelstein, estão os bastidores do crescimento e do confronto entre duas das maiores empresas do mundo.

Larry Page, CEO do Google, questiona as disputas judiciais, que são parte central na obra. “Deveríamos estar criando coisas maravilhosas que não existem, certo? Ninguém progride sendo negativo. E as coisas mais importantes não envolvem o lucro de um e o prejuízo de outro. Há muitas oportunidades por aí. E podemos utilizar a tecnologia para produzir coisas realmente novas e importantes para melhorar a vida das pessoas.”

O livro mostra a gigantesca diferença entre a cultura das empresas. O Google possui uma postura menos rígida, mais aberta à experimentação por parte de seus colaboradores. Contrata os melhores engenheiros recém saídos das melhores faculdades e os estimula a manter o clima de criatividade dos campi. A Apple é dura, trabalha colocando uns funcionários contra os outros. Ela se vê acima do resto da indústria e acredita que todos querem copiar as tecnologias que usa. “E mesmo quando alguém lhe mostrava que alguma coisa já existia antes, que não havia sido inventada por ele, Jobs continuava acreditando que fora uma invenção da Apple. De nada adiantou mostrar os outros lugares em que o multitoque havia sido usado antes, ou os lugares nos quais a rolagem já era feita com os dedos, ou a expansão do zoom das coisas [com os dedos]; nada daquilo o convenceu.”

Até a forma de fazer dinheiro era diferente: “o negócio da Apple dependia da venda de seus dispositivos por um preço bem superior ao custo de produção e da utilização desse dinheiro para desenvolver novos produtos. A abordagem do Android era o extremo oposto disso. O Google estava prestes a expandir a plataforma sem considerar o custo ou o lucro desses dispositivos. Ganhava dinheiro com publicidade, não com hardware.”

O livro também mostra como a briga entre as empresas modificou o mundo e o mercado, especialmente o de consumo de entretenimento.

“O iPod e o iTunes mudaram a maneira pela qual as pessoas compravam e ouviam música. O iPhone mudou as expectativas das pessoas em relação aos seus celulares. O iPad, no entanto, estava virando pelo avesso cinco indústrias. Estava mudando a forma pela qual os consumidores compravam e liam livros, jornais e revistas. E modificava a maneira pela qual eles assistiam a filmes e à televisão. As receitas desses negócios totalizavam cerca de 250 bilhões de dólares, ou aproximadamente 2% do PIB.”

Ao fim da obra, admiro ainda mais Larry e Sergey por criarem uma plataforma para uso das massas. Nas citações de seus líderes fica clara a defesa por um mundo mais igual, com acesso a tecnologia para todos. Do outro lado, Jobs, cuja personalidade me faz questionar muita coisa, inclusive o quão vilão foi Bill Gates lá na criação do computador pessoal.

Alternando entre acordos firmados e segredos guardados, Briga de cachorro grande mostra muitas das ramificações da história deixadas de lado em outras biografias. O autor questiona não só o passado, mas os papéis desempenhados por Google e Apple no futuro da humanidade e nos seus hábitos de consumo. Enquanto a disputa persistir, tenho a opinião de que seguiremos ganhando.

Gênios, geniosos e altamente capacitados, esses caras me inspiram a crescer e a trabalhar mais pesado a cada livro que leio sobre eles.

Leitura recomendada!

Você usa o Google+?

21 de julho de 2015 2

imageAo me inscrever em um curso online, na tarde de domingo, fui convidada pelos professores a participar da comunidade dos alunos no Google+. Imediatamente acessei o app no iPad e entrei no grupo. Vi que algumas pessoas manifestavam sua ansiedade pelo início das aulas e outras se apresentavam. Não escrevi nada e saí.

Ontem à noite, naquela tarefa básica de eliminar os apps do multitarefa, vi o Google+ e resolvi entrar pra navegar um pouco. Sério, acho que fazia quase um ano que isso não acontecia. Fiquei pensando: por que a rede social do Google não pegou?

No tempo em que eu naveguei, descobri que os comentários mudam automaticamente abaixo das postagens (vai trocando de um para outro), vi que as fotos entram bem grandes, o que é super legal, e percebi que faço parte de boas comunidades focadas em internet e tecnologia, alguns dos meus principais interesses. O Google+, se bem configurado, pode ser uma ótima forma de se manter atualizado a respeito de assuntos que curtimos, sem a bolha do Facebook repetindo postagens que estão bombando entre os amigos.

Eu devo ter percebido essa possibilidade de me informar por ali quando configurei o meu perfil. Mas então, por que, sabendo que é legal e sendo uma admiradora das ferramentas do Google, eu não uso? Pode ser muita rede social para pouco tempo no meu dia? Pode. Pode ser porque todo mundo está no Facebook? Pode. Pretendo ter certeza do motivo a partir do início do curso. Como muitas atividades acontecerão na comunidade, vou me obrigar a entrar, e aí vamos ver se essa rede me pega ou se largo de vez.

Por que os fundadores do Google ganharam US$ 4 bi em um dia?

20 de julho de 2015 0

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O pessoal do Google está rindo à toa. No dia do anúncio de lucros do segundo trimestre de 2015, as ações da companhia na bolsa de Nova Iorque cresceram mais de 10%, valorizando a empresa em aproximadamente 60 bilhões de dólares – o que garante 4 bilhões de dólares a mais para cada um de seus fundadores. O crescimento estabeleceu um novo recorde, passando a Apple, que faturou 46,2 bilhões em um único dia de 2012.

No acompanhamento ao vivo da riqueza de bilionários do site da Forbes, Larry Page chegou ao patrimônio líquido estimado de 35,9 bilhões de dólares, o que faz dele a décima quarta pessoa mais rica do mundo. Sergey Brin foi a 35,3 bilhões, o que o posiciona em décimo sexto.

Mas o que motivou essa valorização das ações?

Segundo análise da Forbes, primeiro, os números robustos. Os resultados do Google superaram em 90 milhões de dólares a projeção de vendas para o trimestre, que era de 14,26 bilhões.

Quanto ao medo de que a companhia não lucraria tanto em mobile quanto lucrava em PCs, os executivos reforçaram que o ganho com buscas em dispositivos móveis foi particularmente forte nesse trimestre, diminuindo a distância para o desktop. O Android, sistema operacional da empresa, não foi citado, mas certamente contribui para esse resultado.

O YouTube, que estaria sendo ameaçado em liderança de vídeos pelo Facebook, está mais saudável do que nunca, sendo considerado um dos grandes motivos de crescimento da empresa. O tempo que as pessoas assistem a vídeos na plataforma cresce 60% ano após ano, o que, independentemente da concorrência, traz impacto positivo aos números da gigante digital.

A capacidade de manter o valor por clique pago pelas empresas anunciantes no Google em meio a uma transição mobile também estava sendo questionada pelos investidores, mas parece que o método ganhou força nos novos dispositivos ao invés de encolher.

Por fim, o cuidado nos gastos e o controle nos investimentos foram o peso final na balança em favor da estabilidade econômica dos googlers.

Mesmo com suas riquezas somadas, Larry e Sergey ainda não chegam aos 79,2 bilhões de dólares de Bill Gates. Mas o futuro me parece mais promissor para eles, que estão fazendo com o Android nos celulares o mesmo que a Microsoft fez com o Windows nos computadores: criar um sistema com compatibilidade universal, para o qual todos os periféricos e programas (ou aplicativos) podem ser pensados a partir de uma base padrão. Vou ficar de olho na lista dos mais ricos nos próximos anos!