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Posts com a tag "internet"

O novo Google+

18 de novembro de 2015 0

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O Google anunciou ontem mudanças no Google+, a rede social que eu já falei aqui no Spot que não entendo por que não uso.

Pra conhecer a nova versão, é preciso esperar aparecer um aviso, o que ainda não aconteceu comigo. Estou ansiosa como costumo ficar diante de novidades. O Google Discovery explica que o foco será em comunidades e coleções. Como o YouTube e os Hangouts estão cada vez mais independentes de uma conta no Google ou um perfil no +, acho que dá pra esperar muita mudança.

Alguém já experimentou?

Somos reféns não da tecnologia, mas da energia elétrica

06 de novembro de 2015 0

imageDia desses, fiquei parada por horas num aeroporto porque perdi uma conexão devido ao atraso no primeiro voo. Tive tempo pra observar o comportamento das pessoas na sala de embarque e percebi um dos critérios preferidos para escolher onde sentar: a proximidade da tomada. O mundo que gira nos smartphones não alivia a vida da bateria. Portanto, hoje, tomada virou artigo de primeira necessidade.

Na sala de embarque do aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, há várias delas. De todos os tipos, em vários lugares. Num cantinho meio escondido, pessoas isolavam-se nos seus smartphones presos à parede pelos cabos enquanto, na mesma parede, havia um orelhão solitário e vazio. Com meu iPhone na mão, devo ter chamado alguma atenção (se é que algo chama a atenção quando estamos imersos no celular) ao chegar lá, tirar o fone do gancho e checar se funcionava. Sim, tinha linha.

Numa outra parte da sala de embarque, percebi diversas pessoas sentadas ao lado umas das outras enquanto havia cadeiras vagas bem perto. Procurei o motivo e, de novo, energia elétrica. Uma operadora de celular colocou um painel destacando que oferecia cabos para carregar o celular. Eles surgiam dos cantos com várias opções de conexão. Bastava plugar o telefone.

Por mais tecnologia que já tenha sido inventada, a força de algumas coisas segue imbatível. Temos internet, apps, redes sociais. E vivemos nesse mundo muitas vezes mais do que gostaríamos. Nos tornamos refém dele? Pode ser. Mas, antes disso, somos reféns de algo que não tem nada de moderno: a energia elétrica.

Na mesma viagem, experimentei o app de Entretenimento da TAM durante o voo. Falarei dele em outro post.

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YouTube está aprendendo qual o melhor thumbnail para seu vídeo

14 de outubro de 2015 0
Reprodução / Google Research Blog

Reprodução / Google Research Blog

O blog do Google Research sempre traz algumas explicações e bastidores legais das práticas do Google. Por isso, eu sigo e sempre dou uma olhada no seu perfil no Twitter.

Vi um post recente que fala das melhorias nas thumbnails no YouTube, as imagens estáticas que representam o vídeo antes de ele rodar ou na área de relacionados, e me interessei.

Os thumbnails são muito importantes para a descoberta de novos conteúdos. Quando você assiste a um vídeo, são eles que podem atrair seu próximo clique. Eles são também a primeira impressão, o que faz com que canais estabelecidos, especialmente os que monetizam seu conteúdo no site, façam imagens especiais, trabalhadas, para chamar a atenção do usuário.

Através de um trabalho com Deep Neural Networks (DNN), os profissionais do Google ‘treinaram’ um programa, alimentando-o com exemplos positivos desses canais, para que ele saiba qual o padrão de um bom frame.

Novamente, o Google se beneficia do grande número de pessoas que usam seus serviços. Como eles têm de canais de pets a jogos de videogame, podem usar todo esse material como orientação para as escolhas da máquina.

Através de um cálculo de pontuação de qualidade, dada pela semelhança com os frames ditos corretos, são escolhidos os thumbnails com os melhores resultados. Em comparações feitas com o algoritmo anterior, 65% das vezes a solução mostrou imagens consideradas mais adequadas do que as que eram oferecidas anteriormente.

Recentemente, o novo método foi introduzido no YouTube, então se você sobe vídeos por lá deve notar uma melhora nas escolhas automáticas.

Essa é mais uma prova de que as máquinas não precisam pensar, mas sim entender instruções e critérios. Se elas aprenderem a escolher as melhores imagens, com foco correto, melhor enquadramento, tipografia mais legível ou qualquer outro parâmetro usado, isso pode influenciar até a ordem em que imagens aparecem na pesquisa do Google, com critério qualitativo somando-se ao algoritmo.

Eu já fiz um post sobre o programa da empresa que tentava legendar fotos a partir de seus elementos. Acho bem legal esse tipo de pesquisa e dou a maior força. :)

Por que o Facebook acertou em não nos dar um botão de "dislike"?

09 de outubro de 2015 5
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook.  Foto: Mike Windle / Getty Images North America / AFP

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook. Foto: Mike Windle / Getty Images North America / AFP

Ontem, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou o lançamento das reações — as substitutas do botão de curtir. Os novos botões expandem as maneiras de nos expressarmos na rede: será possível curtir, amar, rir, alegrar-se, surpreender-se, entristecer-se e enraivecer-se. Notem que de sete opções, somente duas podem ser consideradas negativas.

De acordo com Zuckerberg, foi ouvindo os pedidos dos usuários por um botão de não curtir que sua equipe procurou criar formas de expressar empatia e tristeza. Paradoxalmente, o comentário mais curtido da postagem do anúncio até a meia noite de quinta, com aproximadamente 25 mil curtidas, pedia um botão de descurtir no lugar das reações.

Reprodução / FacebookEu acho importante que não exista a opção de “dislike” na rede social, já que tanto páginas quanto pessoas poderiam sofrer interações negativas de maneira injusta, criando danos às suas imagens. Imagine se os funcionários da concorrência resolvem mobilizar pessoas para dar descurtidas em outra empresa por causa de suas metas. Ou se os alunos de uma turma descurtirem todas as fotos e postagens de um colega com o objetivo de praticar cyberbullying.

Zuckerberg fez o Facebook dar certo por saber manter um ambiente positivo em que as pessoas querem gastar o seu tempo. Os botões de tristeza e raiva evitam a velha contradição de se curtir uma postagem triste ou indignada e não fornecem aos trolls ferramentas que podem sair do controle.

O teste será feito primeiro na Espanha e na Irlanda e, se as reações forem bem aceitas, o resto do mundo as receberá. Qualquer que seja o resultado, o Facebook leva a minha curtida por manter distância do “dislike”.

Último dia para o primeiro lote do Social Analytics Summit 2015

05 de outubro de 2015 0

imageO Social Analytics Summit junta clientes, agências e academia para oferecer o melhor da análise de redes em um só lugar. Dividida em dois dias, a programação conta com o curso na sexta-feira, 27 de novembro, e o evento no sábado, 28 de novembro.

O curso gira em torno de quatro temas: linguística aplicada, etnografia, geolocalização e visualização de dados. Nesse primeiro dia, as atividades vão das 9 às 17 horas.

No sábado, as falas são mais centradas em mercado, clientes, profissionais de inteligência de mídias e métodos de aplicação de dados e pesquisas. Cada fala leva de 30 minutos a uma hora, totalizando nove temas.

No ano passado, a Paula participou do Social Analytics Summit e trouxe uma lista de ideias para aplicar por aqui. Nesse ano não vamos estar presentes, mas sempre dá pra acompanhar alguma coisa pelas cobertura nas redes.

O primeiro lote só para o evento, sem acesso ao curso, pode ser adquirido até hoje por 140 reais. O lote 2, com o combo para os dois dias, custa 330 reais até 15 de outubro.

O local do Social Analytics Summit é a Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo.

Estamos de aniversário: um ano de imagem, internet, tecnologia e jornalismo

17 de setembro de 2015 0

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A imagem deste post mostra em uma nuvem de tags os assuntos mais tratados pelo Spot no seu primeiro ano, completado hoje. Foram 200 posts tratando de fotografia, vídeotecnologia, internet, aplicativos, jornalismo e literatura. O post mais lido do blog foi sobre o iOS 8, publicado no dia da estreia mesmo. Um ano depois, tem iOS novo recém lançado e o Diogo está se rendendo à Apple.

Agradecemos todos os comentários e os internautas que nos acompanharam. Deixamos aqui uma seleção de alguns dos posts que mais gostamos e, amanhã, teremos um comparativo entre o iOS 8 e o 9.

Paula
Inbox: um Gmail enfeitadinho
O Apple Music e a revolução de Steve Jobs na música
Twitter aumenta o destaque para os links na timeline
A nova marca do Google, uma das empresas mais incríveis do mundo

Diogo
Políticos usam estrangeiros como eleitores em campanha
Cinco lições sobre os drones
Jibo, o primeiro robô familiar
Por que as mudanças no Facebook são boas para você e para a rede?

O fim da revista que me ensinou sobre tecnologia

14 de agosto de 2015 1

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Tem sido duro ver publicações que eu gosto acabarem. Já escrevi sobre O Globo A Mais. Agora é a vez da Info Exame. O Portal Imprensa noticiou que a revista – que já não estava mais circulando em papel desde dezembro – agora será uma página na Exame. A Info foi a publicação que me fez aprender sobre tecnologia. Meu irmão – analista de sistemas – andava com exemplares debaixo do braço pela casa há anos, e a gente compartilhava reportagens.

Há uns três anos assino a Info digital e leio no iPad. A revista sempre teve assuntos que me interessavam. Eu lia todas as edições praticamente do início ao fim e agora me sinto meio vazia. Não tinha dúvidas na hora de responder qual era a minha revista nacional de tecnologia preferida. E, em algumas edições, a Info teve qualidade comparável à Wired e à Fast Company, que costumo ler com alguma frequência.

É difícil acompanhar o recuo do jornalismo. Consigo enxergar muito bem a decisão de parar de imprimir, porque o custo com papel e logística é realmente alto. Mas acabar também com a versão digital me assusta. Sofre o jornalismo especializado, sofrem os leitores, sofrem os profissionais. Lamento demais. :(

Google deve crescer ainda mais como Alphabet

11 de agosto de 2015 0

Em uma carta pra lá de empolgada, o até então CEO do Google, Larry Page, apresentou os novos planos para a empresa. O Google, como conhecemos, vira Alphabet. Esse é o nome da nova companhia que abriga diferentes segmentos como pesquisa, saúde, investimento e inclusive a ferramenta de busca Google, o YouTube, o Gmail, o Google Maps e o Android. Larry e Sergey Brin, o outro fundador da companhia, tornam-se as cabeças do Alphabet, e quem fica no comando do novo e mais esbelto Google é o indiano Sundar Pichai.

A ramificação do Google me parece um movimento econômico acertado. Com as novas divisões, Larry e Sergey pretendem colocar CEOs competentes e compatíveis com cada um dos subprodutos. Uma grande empresa se transforma em várias empresas, cada uma com seu líder mais adequado, sob a supervisão dos dois quarentões bilionários, o que facilita a cobrança de resultados individualmente e os liberta para focar em criações. Entre as que já estão tomando forma está Wing, um serviço de teste de entrega de produtos através de drones.

Google segue sendo sinônimo de pesquisa (dá um Google aí!) acertadamente, já que a ferramenta não mudou de nome. Com a troca, a empresa mãe deixa de ser confundida com o buscador. Alphabet soa bem pelo bom mocismo a que a comunicação escrita remete, mas o que mais me agrada no nome é a fusão das palavras Alpha, que também pode ser líder, com Bet, ou beta, em constante renovação. De A a Z, o Google dá show, facilita o conhecimento, cresce em alcance, eficiência e inovação. Boa sorte na nova fase, googlers!

A TV por assinatura e o Netflix

05 de agosto de 2015 1

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O impacto de serviços como o Netflix nas TVs por assinaturas é um tema que de tempos em tempos volta para a minha cabeça. Ontem à noite, vi essa matéria do Canaltech sobre a opinião de líderes de operadoras de TV paga a respeito do assunto. Eles falam em tributação igual – o que não existe – e em apostar mais em serviços por demanda para tentar não perder tanto. A reportagem também fala sobre o impacto do Whatsapp nas empresas de telefonia, que igualmente cobram tributação equivalente.

Deixando pra lá a questão dos impostos, porque não tenho muito conhecimento do que é cobrado de cada serviço, penso que há uma diferença bastante significativa entre TV paga e os sites que oferecem filmes e séries: a queda da grade. Explico. Há dois anos, quando eu fiz o Master em Jornalismo Digital, o professor Marcelo Coutinho usou essa expressão para dizer que a internet possibilita que a gente assista ao que quer na hora que quer, sem precisar esperar o horário que tal programa passa na TV.

As TVs, na minha opinião, precisam mesmo investir o quanto antes e o máximo possível em conteúdos por demanda. Não queremos mais nos submeter à grade de programação – e não precisamos. Na época, Coutinho falava da transmissão das Olimpíadas de 2012 pelo Terra. Enquanto as emissoras de televisão ofereciam algumas modalidades ao vivo, uma de cada vez, logicamente, o site tinha praticamente tudo.

Hoje, não há mais tempo para meios tradicionais brigarem com a internet ou com apps inovadores. Sejam os taxistas com o Uber, sejam as operadoras com Netflix ou Whatsapp, reclamar não leva a lugar algum. É tempo de se reiventar e oferecer ao consumidor o que ele quer, na hora em que ele quer.

***

O Diogo colabora com alguns trechos sobre o assunto retirados do livro Briga de cachorro grande: como a Apple e o Google foram à briga e começaram uma revolução, de Fred Vogelstein, a respeito do qual ele já escreveu aqui no Spot.

“A indústria de serviços a cabo está sendo obrigada a repensar seus negócios por causa do Netflix, do YouTube, do iTunes da Apple, dos filmes e músicas da Amazon e do Facebook. Entretanto, foi sua largura de banda que possibilitou a existência de todos eles.”

“O chamado cord cutting , em que as famílias cancelam as assinaturas de TV a cabo e só contratam a banda larga, vem crescendo a passos largos. As assinaturas de TV a cabo não estão mais crescendo e as novas famílias comandadas por adultos recém-formados na faculdade estão assinando TV a cabo cada vez menos. Esse grupo até ganhou um apelido da indústria: cable nevers.”

“A geração do baby boom poderá falar sobre a importância de assistir à TV com a família. A geração Y acredita que isso seja apenas uma racionalização por eles não terem tido o que todo mundo de fato deseja: TV sem horários fixos de programação.”

Você usa o Google+?

21 de julho de 2015 2

imageAo me inscrever em um curso online, na tarde de domingo, fui convidada pelos professores a participar da comunidade dos alunos no Google+. Imediatamente acessei o app no iPad e entrei no grupo. Vi que algumas pessoas manifestavam sua ansiedade pelo início das aulas e outras se apresentavam. Não escrevi nada e saí.

Ontem à noite, naquela tarefa básica de eliminar os apps do multitarefa, vi o Google+ e resolvi entrar pra navegar um pouco. Sério, acho que fazia quase um ano que isso não acontecia. Fiquei pensando: por que a rede social do Google não pegou?

No tempo em que eu naveguei, descobri que os comentários mudam automaticamente abaixo das postagens (vai trocando de um para outro), vi que as fotos entram bem grandes, o que é super legal, e percebi que faço parte de boas comunidades focadas em internet e tecnologia, alguns dos meus principais interesses. O Google+, se bem configurado, pode ser uma ótima forma de se manter atualizado a respeito de assuntos que curtimos, sem a bolha do Facebook repetindo postagens que estão bombando entre os amigos.

Eu devo ter percebido essa possibilidade de me informar por ali quando configurei o meu perfil. Mas então, por que, sabendo que é legal e sendo uma admiradora das ferramentas do Google, eu não uso? Pode ser muita rede social para pouco tempo no meu dia? Pode. Pode ser porque todo mundo está no Facebook? Pode. Pretendo ter certeza do motivo a partir do início do curso. Como muitas atividades acontecerão na comunidade, vou me obrigar a entrar, e aí vamos ver se essa rede me pega ou se largo de vez.