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Posts com a tag "iPhone"

App pra "louboutinizar" as fotos :)

10 de agosto de 2015 0

imageO post de hoje trata de um app pra brincar, e confesso que não resisti a falar dele aqui como não resisto a um belo scarpin. O adorado mago dos sapatos Christian Louboutin disponibilizou hoje na app store o aplicativo Louboutinize. É tudo muito simples: você faz uma foto, ou busca uma imagem salva no iPhone, e pode tranformar em vermelho (saca a famosa sola dos sapatos dele, né?) ou colocar um par de pernas, o que tem tudo a ver com as campanhas da marca. Aí, é compartilhar nas redes sociais e fim.

Não sei se vai pegar, se vai durar pouco etc, mas não tenho dúvidas de que reforça a marca. O app deve atrair quem adora sapatos – e sabemos que o universo feminino costuma render – e dar mais uma espalhada por aí no nome de Louboutin. Não que ele precise, mas estar presente no mundo da tecnologia é importante e pode ser mais uma forma de vitaminar as vendas, o que, no fim das contas, é sempre o que todo mundo quer.

Grátis na app store. Enjoy! :)

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A Samsung está quase me fazendo gastar mais com a Apple

08 de agosto de 2015 8

No último ano, eu consegui me estabelecer melhor em Caxias do Sul e comprar algumas coisas, como uma Smart TV da Samsung e, mais recentemente, um iPhone, quebrando meus preconceitos com a marca. Para quem lembra, no início do blog eu defendia a Samsung, e a Paula, a Apple.

Agora que tenho objetos altamente tecnológicos, que deveriam se comunicar com tudo de conectado que há, fico preso por algo que acredito ser desleixo e não disputa de mercado: eles não conversam.

Com aparelhos Samsung, eu fico a um toque de compartilhar a tela do mobile na TV, o que gosto de fazer para estudar. Procurei na App Store algo que permitisse eu fazer o mesmo com o celular. Encontrei, mas não funciona.

A avaliação dos usuários para os dois aplicativos criados pela Samsung para esse fim é de até duas estrelas. Primeiro, pra que dois apps pra fazer a mesma coisa? A explicação deles é que cada uma serve para diferentes modelos de televisão. Já fiquei desconfiado. Comecei a ler os reviews: a reclamação mais comum é que a versão 1 do aplicativo diz que é necessária a versão 2 para funcionar, mas a versão 2 diz que essa é a errada e você deve baixar a 1. Então você fica baixando aplicativos, tentando resolver o problema.

A Apple tem o dispositivo Apple TV, que se conecta à televisão e libera coisas como a biblioteca do iTunes ou o compartilhamento de tela de outros aparelhos. O preço é de quase 400 reais, mas parece resolver esse problema e ainda oferecer uma gama de serviços em favor da conectividade.

Bem, por enquanto vou seguir usando os dispositivos Samsung toda a vez que quiser acessar a TV, então eles ainda têm um tempo para corrigir o app antes de me fazer comprar algo da concorrência por falta de cuidado com os interesses do consumidor.

Atualização do Facebook para iOS foca nos links

07 de agosto de 2015 0

imageAs explicações do Facebook na App Store quando tem atualização disponível costumam ser genéricas e repetitivas. As mudanças são apresentadas durante o uso do app. Dessa vez também foi assim. No primeiro acesso após a atualização no iPhone, o Facebook me mostrou uma novidade: encontrar um link para adicionar à minha publicação. Tirei um print para postar aqui e cliquei. Fui levada para uma tela com uma série de links, a maioria relacionados aos assuntos que eu gosto, ou seja, a ideia de novo é reforçar a vida dentro da bolha. Se eu gosto disso, vou ver isso. No Facebook, a possibilidade de conhecer novas opções está cada vez mais distante.

Mas não pensei só no algoritmo que restringe a nossa visão de mundo. Pensei também que o Mark Zuckerberg está atirando para todos os lados (e aqui não se trata de algo ruim).

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Recentemente, foi anunciado que as postagens com vídeo apareceriam mais na timeline dos internautas. Agora, com esse novo botão, imagino que ele decidiu apostar em links. As fotos, que por um bom tempo tiveram o maior alcance, parece que estão ficando para trás. Na minha cabeça, faz sentido. Link é o que faz a internet, e vídeo é a mídia própria do mobile.

E, é claro, pelo que já construiu e pelo domínio que tem hoje, Mark deve saber bem o que faz. :)

 

Nova versão do Whatsapp para iOS dá mais controle ao usuário

06 de agosto de 2015 0

Na mais recente atualização do Whatsapp, a versão 2.12.5, os usuários ganham um pouco mais de controle sobre o aplicativo. Agora, as conversas individuais podem ter notificações personalizadas ou ser silenciadas pelo período de oito horas, uma semana ou um ano. Eu já uso bastante esse recurso nos grupos, sempre silencio o do futebol e o da família antes de começar a trabalhar. Vou poder ter também toques específicos e controle mais aprofundado da interação com cada um dos contatos.

Outra coisa legal da nova versão é marcar uma conversa como não lida. É só deslizar para a direita – a conversa, não as mensagens. Mas aviso a todos: esse recurso só funciona como um lembrete para você ler depois. A pessoa do outro lado segue sabendo que você já leu a mensagem.

Em relação às imagens, os recortes tanto de fotos quanto de vídeos oferecem os formatos original, quadrado, 3:2, 5:3, 4:3, 5:4, 7:5 e 16:9, além de uma escolha de inclinação para o corte no caso da fotografia. Sobre os vídeos, eles podem passar a fazer parte do backup do usuário: parece que o Facebook resolveu oferecer um pouco mais de espaço nos seus servidores para o seu bem sucedido app de mensagens. Dia desses a Paula falou num post aqui no Spot sobre a interligação entre os dois canais e a vigilância na internet.

A última mudança que me interessa (tem mais algumas coisas que não me empolgam tanto, como o tamanho do mapa na localização compartilhada) envolve o carregamento de mensagens mais antigas: você não precisa mais ficar clicando em nada para visualizar o que perdeu ou voltar na conversa, é só rolar para cima que as mensagens anteriores vão reaparecendo automaticamente. 

O Whatsapp é talvez o mais confiável meio de transmissão usado por jornalistas e não jornalistas hoje em dia. Confiável não em questão de sigilo de dados, mas em garantia de transmissão. Mesmo com pouco sinal, as mensagens enviadas por ali chegam, enquanto outros serviços carregam e caem. Quanto maior for o controle dado ao usuário e quanto mais o app pertencer ao cotidiano da população, mais natural será aceitar pagar pelo seu uso anual. Para mim, para ficar perfeito só falta termos o controle sobre o tamanho dos arquivos compartilhados: a compressão nos vídeos me incomoda bastante. Mas quem sabe em alguma atualização futura eu não passe a dar 5 estrelas para o aplicativo?

Dica de aplicativo para câmera lenta: Slow Fast Slow

04 de agosto de 2015 0

Um dos motivos que me fez demorar tanto para comprar um telefone novo é que eu queria um com algumas especificações de vídeo, incluindo câmera lenta. O iPhone 5s grava em 120 fps, o que dá uma margem legal para a edição da velocidade – o vídeo normalmente tem 25 ou 30 fps, o que permite o uso quatro ou cinco vezes mais lento sem qualquer “pulo”.

Resolvi colocar no modo câmera lenta e tentar capturar alguns dos raios da noite passada. Depois de alguns minutos, uma imagem de poucos segundos que era interessante surgiu. Fiz o corte no app nativo de vídeos do celular, mas não soube como editar a velocidade por ali. Fui à App Store.

Rapidamente, em uma busca por slow motion, encontrei alguns aplicativos que poderiam resolver meu problema. O Slow Fast Slow é a minha dica. Com o uso de curvas e pontos para ajustar a velocidade, o app acaba se tornando muito fácil de usar.

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Além de corte e ajuste de velocidade, ele oferece escolha do tom do áudio, reversão de vídeo e salvamento nos formatos original e quadrado, com a opção de cortar a imagem ou deixar bordas.

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Era o que eu precisava, algo simples e prático. Compartilho o resultado abaixo. App recomendado!

Apple vs Google: a briga que causou uma revolução

28 de julho de 2015 0

O mundo mudou, mas não foi por causa do iPhone, como acreditam os Apple maníacos. Foi por causa da internet. “O que os consumidores mais queriam era levar a internet consigo para onde fossem.” Para isso, Apple e Google passaram a buscar soluções móveis em uma disputa que causa crescimento tecnológico a todos. Smartphones, tablets e o que mais vier são só as consequências disso.

No livro Briga de cachorro grande: como a Apple e o Google foram à briga e começaram uma revolução, de Fred Vogelstein, estão os bastidores do crescimento e do confronto entre duas das maiores empresas do mundo.

Larry Page, CEO do Google, questiona as disputas judiciais, que são parte central na obra. “Deveríamos estar criando coisas maravilhosas que não existem, certo? Ninguém progride sendo negativo. E as coisas mais importantes não envolvem o lucro de um e o prejuízo de outro. Há muitas oportunidades por aí. E podemos utilizar a tecnologia para produzir coisas realmente novas e importantes para melhorar a vida das pessoas.”

O livro mostra a gigantesca diferença entre a cultura das empresas. O Google possui uma postura menos rígida, mais aberta à experimentação por parte de seus colaboradores. Contrata os melhores engenheiros recém saídos das melhores faculdades e os estimula a manter o clima de criatividade dos campi. A Apple é dura, trabalha colocando uns funcionários contra os outros. Ela se vê acima do resto da indústria e acredita que todos querem copiar as tecnologias que usa. “E mesmo quando alguém lhe mostrava que alguma coisa já existia antes, que não havia sido inventada por ele, Jobs continuava acreditando que fora uma invenção da Apple. De nada adiantou mostrar os outros lugares em que o multitoque havia sido usado antes, ou os lugares nos quais a rolagem já era feita com os dedos, ou a expansão do zoom das coisas [com os dedos]; nada daquilo o convenceu.”

Até a forma de fazer dinheiro era diferente: “o negócio da Apple dependia da venda de seus dispositivos por um preço bem superior ao custo de produção e da utilização desse dinheiro para desenvolver novos produtos. A abordagem do Android era o extremo oposto disso. O Google estava prestes a expandir a plataforma sem considerar o custo ou o lucro desses dispositivos. Ganhava dinheiro com publicidade, não com hardware.”

O livro também mostra como a briga entre as empresas modificou o mundo e o mercado, especialmente o de consumo de entretenimento.

“O iPod e o iTunes mudaram a maneira pela qual as pessoas compravam e ouviam música. O iPhone mudou as expectativas das pessoas em relação aos seus celulares. O iPad, no entanto, estava virando pelo avesso cinco indústrias. Estava mudando a forma pela qual os consumidores compravam e liam livros, jornais e revistas. E modificava a maneira pela qual eles assistiam a filmes e à televisão. As receitas desses negócios totalizavam cerca de 250 bilhões de dólares, ou aproximadamente 2% do PIB.”

Ao fim da obra, admiro ainda mais Larry e Sergey por criarem uma plataforma para uso das massas. Nas citações de seus líderes fica clara a defesa por um mundo mais igual, com acesso a tecnologia para todos. Do outro lado, Jobs, cuja personalidade me faz questionar muita coisa, inclusive o quão vilão foi Bill Gates lá na criação do computador pessoal.

Alternando entre acordos firmados e segredos guardados, Briga de cachorro grande mostra muitas das ramificações da história deixadas de lado em outras biografias. O autor questiona não só o passado, mas os papéis desempenhados por Google e Apple no futuro da humanidade e nos seus hábitos de consumo. Enquanto a disputa persistir, tenho a opinião de que seguiremos ganhando.

Gênios, geniosos e altamente capacitados, esses caras me inspiram a crescer e a trabalhar mais pesado a cada livro que leio sobre eles.

Leitura recomendada!

Primeiras impressões sobre o meu primeiro iPhone

13 de julho de 2015 0

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Chegou o esperado momento: comprei meu primeiro iPhone, um 5s preto. Parte influenciado por pessoas próximas, parte influenciado pelo livro que estou lendo, a biografia do Jony Ive, que é a mente à frente do design na Apple.

No início do Spot a coisa era meio Samsung vs Apple, sendo eu o defensor do primeiro. Meu tablet ainda é Samsung e devo continuar usando aplicativos e testando coisas no sistema Android, mas o mundo da maçã se revelou pra mim.

A primeira impressão é positiva. Alguns apps que eu uso no tablet, como o do banco Itaú, são melhor desenvolvidos para dispositivos que usam iOS. Na verdade, a maioria parece ter alguma melhoria em relação às versões para Android. Vocês notam isso também?

Eu estou em fase de testes, mas já posso dizer que ter uma câmera boa assim comigo todo o tempo vai me fazer experimentar uma liberdade que nenhuma das câmeras com que já trabalhei me ofereceu.

Hoje, deixo a notícia. Semana que vem, venho com exemplos.

20 anos da Folha na web

09 de julho de 2015 0

imageA Folha de S. Paulo celebra hoje 20 anos de noticiário na internet. Em 9 de julho de 1995, entrou no ar a FolhaWeb. A reportagem que conta parte da história online do jornal, publicada na edição impressa de ontem, informa que o mundo online era algo tão novo, que a matéria que apresentava a FolhaWeb tinha o texto “entenda o que é a internet”. A rede mundial de computadores tinha começado a funcionar de modo comercial dois meses antes.

Sou uma grande admiradora da Folha. Acho um jornal classudo, de credibilidade e inovador, tanto em projeto gráfico quanto em títulos criativos e pautas diferentes. Sobre a internet, bom, aí já começamos a falar da Folha lembrando que foi o primeiro site de jornal a cobrar por conteúdo. Acredito que o pagamento dá mais valor ao trabalho feito por empresas de comunicação sérias. Sou assinante digital da Folha há mais de um ano e, graças à internet, posso ler no iPad a edição do dia. Durante muito tempo, só pude ler a Folha quando viajava para o centro do país. A internet derruba barreiras.

A rede mundial de computadores é o assunto do caderno Tec da Folha nesta semana. Uma linha do tempo se espalha pelas páginas e há muitos dados de conectividade. Apenas uma página é dedicada aos 20 anos da Folha na internet. A maior parte do caderno tem dados bastante atuais sobre quem acessa o que na rede. Eles são resultado de uma pesquisa do Datafolha realizada em junho deste ano. Ela mostra, por exemplo, que 78% dos jovens entre 16 e 24 anos têm um smartphone ou vivem em um lar com um. E conta que alguns deles nem precisam mais de computador, fazem tudo no celular.

Seja no papel, nos sites, no mobile, a crença da Folha é a mesma que a minha: devemos entregar conteúdo relevante, seja na plataforma que for. Foi assim, inclusive, que me apresentei, no primeiro post do Spot.

Parabéns, Folha, pelos 20 anos na web. Tenho certeza que seguirei me inspirando!

Dhavebaj Anupabsthian e suas imagens hipnóticas no Instagram

07 de julho de 2015 0

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Ontem à noite, navegando pela revista de design do Flipboard, descobri Dhavebaj Anupabsthian. O cara, tailandês, faz essas imagens aí do lado, das quais eu realmente gosto. Sempre curti essa ideia meio que de hipnose ou que possa provocar uma ilusão de ótica conforme se olha para a imagem. Simetria também é algo agradável aos meus olhos.

Por tudo isso, li a matéria da Hypeness e corri para o Insta pra seguir o cara. Demorei pra escolher uma foto para postar aqui além do print ao lado, com várias. Acabei escolhendo essa aí de baixo. Um ponto colorido em meio ao preto e branco me agrada, assim como a forma arredondada. E ela provocou em mim essa sensação de quase vertigem, então foi escolhida.

Segundo a matéria, Dhavebaj fotografa com um iPhone e usa aplicativos de edição no tablet. Gostei muito! :)

 

 

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Apple Music e iOS 8.4: é hoje!

30 de junho de 2015 1

applemusicassina
É pra ser uma terça-feira e tanto essa! Hoje, a Apple coloca no ar o Apple Music e libera o iOS 8.4. A data de lançamento do serviço de streaming da empresa da maçã estava confirmada para 30 de junho há tempo e eu já escrevi sobre ele aqui no Spot. No fim de semana, saiu o horário. O diretor do Apple Music, Ian Rogers, publicou em seu blog quando o iOS 8.4 será liberado. No fuso horário de Brasília: meio-dia. O serviço de streaming só funciona com essa versão do sistema operacional – e as próximas, lógico! A primeira transmissão da rádio Beats 1 no Apple Music começa às 13h com o DJ Zane Lowe, então o iOS será liberado uma hora antes.

Isso tudo me deixa muito confusa e dividida. Já escrevi sobre o meu receio de instalar um novo iOS no dia em que ele é lançado. Por mais que a Apple invista muito em servidores, há chances consideráveis de ocorrerem problemas. Eu costumo esperar, mas com o Apple Music no ar, cogito arriscar. Não pretendo baixar ao meio-dia, quando grande parte das pessoas estará fazendo isso, mas hoje à noite talvez eu não resista. Pra decidir, vou ler blogs pra conferir como foi a tarde, se houve problemas, se as pessoas conseguiram numa boa.

O importante, para quem quiser arriscar a instalação no primeiro dia, é fazer um backup completo dos arquivos. Isso resolve um dos problemas que podem acontecer, que é a perda de dados, mas já vi amigos desesperados porque o iPhone não ligava mais depois de uma tentativa de instalação mal-sucedida.

As formas para acessar o serviço de streaming estão na imagem deste post. Se alguém estiver com ele rodando hoje à tarde e quiser me contar, a caixa de comentários está aí! Boa sorte pra nós! :)