Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "mudança"

O novo Google+

18 de novembro de 2015 0

image

O Google anunciou ontem mudanças no Google+, a rede social que eu já falei aqui no Spot que não entendo por que não uso.

Pra conhecer a nova versão, é preciso esperar aparecer um aviso, o que ainda não aconteceu comigo. Estou ansiosa como costumo ficar diante de novidades. O Google Discovery explica que o foco será em comunidades e coleções. Como o YouTube e os Hangouts estão cada vez mais independentes de uma conta no Google ou um perfil no +, acho que dá pra esperar muita mudança.

Alguém já experimentou?

A nova marca do Google, uma das empresas mais incríveis do mundo

02 de setembro de 2015 0

logogoogle
O Google não apresentaria uma mudança no logo sem um doodle legal, né? O gif acima passou o dia de ontem na home do maior site de buscas do mundo e resume a última alteração da empresa na sua marca. No blog do Google, eles explicam o novo logo com o fato de as pessoas hoje pesquisarem por meio de diversas plataformas e de várias maneiras, como teclado, toque ou voz.

Gostei do novo logotipo. Achei a tipografia mais moderna e curti que as cores estão mais evidentes. Agora, o G, quando usado sozinho, também é colorido, não mais azul. As cores, pra mim, sempre foram uma característica que faz do Google uma marca alegre, conectada e moderna.

Eu uso serviços do Google todos os dias. Se eu não fizer pesquisa, navegar no Street View (faço muito isso) ou usar o YouTube, com certeza vou acessar o meu Gmail. Por isso, qualquer alteração que a empresa faz pode me impactar de várias formas, já que ela ocupa um grande espaço na minha vida. Quando o CEO, Larry Page, anunciou o Alphabet, fiquei meio indignada. Como assim um novo nome? Mas lendo os argumentos com calma, percebi que é uma ideia inteligente e deve ajudar a empresa (até porque Larry e Sergey Brin não costumam errar, né?!).

Desta vez, a alteração me agradou de cara. E com certeza vem mais novidade por aí, porque quem lida com internet deve seguir o ritmo frenético do mundo online. No vídeo abaixo, dá pra ver um pouco da história do Google, uma das empresas mais incríveis do mundo.

Ah, a “endireitadinha” na letra e, no fim do gif, é demais! :)

Google deve crescer ainda mais como Alphabet

11 de agosto de 2015 0

Em uma carta pra lá de empolgada, o até então CEO do Google, Larry Page, apresentou os novos planos para a empresa. O Google, como conhecemos, vira Alphabet. Esse é o nome da nova companhia que abriga diferentes segmentos como pesquisa, saúde, investimento e inclusive a ferramenta de busca Google, o YouTube, o Gmail, o Google Maps e o Android. Larry e Sergey Brin, o outro fundador da companhia, tornam-se as cabeças do Alphabet, e quem fica no comando do novo e mais esbelto Google é o indiano Sundar Pichai.

A ramificação do Google me parece um movimento econômico acertado. Com as novas divisões, Larry e Sergey pretendem colocar CEOs competentes e compatíveis com cada um dos subprodutos. Uma grande empresa se transforma em várias empresas, cada uma com seu líder mais adequado, sob a supervisão dos dois quarentões bilionários, o que facilita a cobrança de resultados individualmente e os liberta para focar em criações. Entre as que já estão tomando forma está Wing, um serviço de teste de entrega de produtos através de drones.

Google segue sendo sinônimo de pesquisa (dá um Google aí!) acertadamente, já que a ferramenta não mudou de nome. Com a troca, a empresa mãe deixa de ser confundida com o buscador. Alphabet soa bem pelo bom mocismo a que a comunicação escrita remete, mas o que mais me agrada no nome é a fusão das palavras Alpha, que também pode ser líder, com Bet, ou beta, em constante renovação. De A a Z, o Google dá show, facilita o conhecimento, cresce em alcance, eficiência e inovação. Boa sorte na nova fase, googlers!

Por que as mudanças no Facebook são boas para você e para a rede?

15 de julho de 2015 2

IMG_0210

Há quase uma semana, o Facebook avisou que estava fazendo mudanças para dar mais controle aos usuários sobre o que eles querem ver em sua linha do tempo. Aqui no Spot, quase saiu um post no dia do anúncio, mas resolvemos testar as coisas primeiro pra poder explicar direitinho como se livrar daquela pessoa chata do seu feed, como recuperar alguém que você deixou de seguir, como conhecer novas páginas e, o mais importante, como escolher quem ganha destaque entre os seus amigos.

As mudanças estão disponíveis só para usuários de iOS, por enquanto, mas chegarão a todos nas próximas semanas. No app do iPhone, você clica naquele ícone em formato de três linhas e rola para baixo até encontrar a seção Preferências do Feed de Notícias. Entrando ali, você logo vê o ícone do caranguejo convidando: “assuma o controle e personalize seu Feed de Notícias”, seguido de quatro opções. Vou dividir em tópicos cada uma.

Priorize quem ver primeiro.

Aqui, você escolhe quais pessoas e páginas entrarão em destaque. Algumas postagens de quem você marcar aqui aparecerão com uma estrela antes do resto da linha do tempo, com os dizeres “você está vendo a publicação de X primeiro”. Mas não se empolgue: apesar de bem elástico, o número é limitado.

Por que é bom para você: porque muita gente interessante se perde na nossa linha com o tempo, e as páginas de que gostamos podem ser priorizadas também dessa maneira. E quem não gosta de ter um pouco de controle?

Por que é bom para o Facebook: se você vê conteúdo de quem mais gosta, é provável que interaja mais e que fique mais tempo navegando. Além disso, a escolha de páginas pode aumentar o conhecimento da rede sobre quais anúncios direcionados podem ter mais poder sobre você.

Deixe de seguir pessoas para ocultar as publicações delas.

Nesse tópico, nenhuma novidade. Já era possível deixar de seguir alguém sem que a pessoa soubesse e sem cancelar a amizade. Só ficou mais fácil de fazer.

Por que é bom para você: quem nunca deixou de seguir alguém nunca sentiu o risco de apertar no botão logo abaixo para desfazer a amizade, o que causaria uma crise diplomática. Aqui, zero riscos de errar. É só marcar os rostos que você não quer ver mais na rede e você estará livre.

Por que é bom para o Facebook: o algoritmo da rede do Mark Zuckerberg é ótimo, mas se você odeia os posts de alguém e entra lá para xingar essa pessoa seguidamente, o algoritmo entende que você interage bastante com esse amigo, então vai passar a mostrar ainda mais coisas dele para você. Mais stress, menos chance de realizar uma compra ou permanecer por muito tempo na rede.

Conecte-se novamente com as pessoas que você deixou de seguir.

E se aquela pessoa que não parava de mandar spam e convite de joguinhos tenha melhorado? Aqui está a chance de recuperar uma amizade.

Por que é bom pra você: se você parar de seguir alguém, a pessoa nunca mais aparece para você. Talvez a ideia fosse só dar um gelo, mas depois de entrar no limbo do esquecimento, nunca mais a ação era desfeita. Agora está bem fácil reverter isso. O legal é que ele mostra há quanto tempo você deixou o amigo na geladeira.

Por que é bom para o Facebook: mais contatos é igual a mais alcance. Se você já aceitou a pessoa uma vez, por algum motivo foi. Talvez o seu comportamento possa ser usado pela rede para medir a facilidade com que você volta atrás em uma decisão tão dura como tirar alguém do Feed.

Descobrir novas páginas. 

Aqui você encontra páginas próximas de seus gostos, de acordo com a rede, organizadas de maneira convidativa para quem quer sair distribuindo likes.

Por que é bom para você: mesmo que guiado pela recomendação de sua bolha de interesses, conhecer novas fontes é sempre benéfico. Nunca foi tão fácil adicionar muitas páginas à sua lista de curtidas.

Por que é bom para o Facebook: por muitos motivos. A rede potencializa as páginas, o que pode ser convertido em dinheiro com aumento de alcance pago, anúncios e outras coisas mais. Olhando para o usuário, se ele tiver mais páginas de que gosta, a chance é de que ele passe mais tempo navegando pelos seus interesses. Se ele encontrar tudo que precisa ali, por que sair? Por fim, acho que é uma grande chance de testar a precisão do algoritmo em relação aos gostos do usuário. Primeiro, vendo o quanto de páginas oferecidas convertem cliques. Depois, usando a informação filtrada dos principais interesses para reabastecer o algoritmo.

Mesmo que seja ilusório ou com segundas intenções, o poder extra que o Facebook está dando aos usuários sobre suas linhas do tempo me agrada bastante. Voltei a ver no meu feed páginas que adoro com mais frequência e pessoas que me interessam com destaque. Parece-me que os dois lados ganham com a atualização.

 

Aeronave poderá levar internet aos 10% da população sem acesso

27 de março de 2015 0

Screenshot_2015-03-27-20-26-43 O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou através de um post em sua rede social o sucesso no voo teste da aeronave voltada a multiplicar a internet aos 10% da população que não possuem acesso à web.

Segundo a mensagem, ela é maior que um Boeing 737, mas pesa menos que um carro.

O teste foi feito no Reino Unido, e a aeronave, que é movida a energia solar, faz parte do projeto Internet.org, que busca conectar o mundo.

Atualização de Termos e Políticas do Facebook: entenda se você deve seguir usando a rede social

28 de novembro de 2014 0

repfb

Começaram as correntes, o medo, os xingamentos. O Facebook atualizou seus Termos e Políticas e muita gente já começou a colar textos em seus perfis que os ‘protegeriam’ das mudanças. Bem, não precisa colar o texto na sua página, até porque ele não deve fazer diferença. A única maneira de não mudar com a rede social é saindo dela, mas defendo que não há a necessidade disso e aqui está a minha explicação.

Apesar de não ter a obrigação de colocar notificações a todos os usuários, o Facebook – assim como muitos dos grandes nomes digitais fazem - foi transparente ao avisar das atualizações, mas o que era para dar segurança, assustou. Para quem não quis clicar lá e ler as atualizações, aí vai um resumão do que muda e de ferramentas que conversam com o pensamento da empresa:

Como usuários, nós passaremos a ter mais controle sobre as propagandas. Você pode descobrir por que uma propaganda lhe alcançou clicando no canto superior direito e entrando em ‘Por que estou vendo esta propaganda’. Isto vai lhe mostrar que o anunciante escolheu mostrar seus produtos para, por exemplo, pessoas entre 18 e 35 anos que moram em Caxias e curtem ou pesquisam em páginas relacionadas a ciclismo. Outras das opções relacionadas a propaganda incluem ‘Esta propaganda é útil’, ‘Eu não quero ver isto’ e ‘Esconder tudo deste anunciante’, sendo que suas opções devem passar a ser reconhecidas em diferentes plataformas – agora, ligadas ao seu perfil e não ao seu aparelho. As melhorias do Facebook relacionadas a propaganda não modificam a proteção da privacidade do usuário, no sentido que eles reforçam o compromisso de não passar nomes ou endereços aos seus parceiros. Se você se encaixa no público-alvo, os anúncios chegarão até você, mas os anunciantes ainda não saberão quem você é, de fato.

Você deve ter direito a saber o que mostra, portanto, segue valendo a importância da aba ‘Ver como…’, que aparece nos três pontinhos do canto superior direito da sua página de perfil. Ela lhe permite visualizar o que aparece ou não para outros usuários, de acordo com suas opções de privacidade. Isso te dá mais controle para saber se aquela postagem mais pessoal está aberta ao mundo ou só a seus amigos.

As suas ações no Facebook seguem fornecendo informações à empresa, como visto nesse trecho da política de privacidade:

“Coletamos o conteúdo e outras informações transmitidas por você quando usa nossos Serviços, incluindo quando se cadastra em uma conta, cria ou compartilha conteúdos, envia mensagens ou se comunica com os outros. Isso pode incluir informações presentes no conteúdo ou a respeito dele, como a localização de uma foto ou a data que um arquivo foi criado. Também coletamos informações sobre como você usa nossos Serviços, por exemplo, os tipos de conteúdo que você vê ou com que se envolve e a frequência ou duração de suas atividades.”

Mas calma, gente! Isto é feito há muito e em todos os sites que entramos. Ao navegar na internet, automaticamente deixamos rastros ao longo do caminho. A postura de transparência de grandes empresas como o Facebook só deixa claro isso, mas em nada difere dos outros. Em termos práticos, é o que permite que a empresa controle usuários de comportamento abusivo, proteja o usuário padrão e lucre com o serviço, conforme explicado anteriormente, ao transformar os internautas em padrões de público-alvo para empresas.

Sobre fotos, textos, desenhos e outros itens de propriedade intelectual, a posição do Facebook é a seguinte:

“Sim, você mantém os direitos autorais sobre seu conteúdo. Ao carregar seu conteúdo, você nos concede uma licença para usá-lo e exibi-lo. Para obter mais informações, visite nossa Declaração de direitos e responsabilidades, que contém informações sobre propriedade intelectual, além dos seus privilégios e responsabilidades como usuário do Facebook.” Aconselho os mais céticos a lerem a declaração.

Se você quiser saber mais sobre o quanto estamos no controle, quiser entender a parte de cookies ou tiver outras dúvidas, acesse os links sobre as palavras.

As principais questões não serão modificadas, o que me faz permanecer como usuário fiel. Para mim, elas são: o respeito aos direitos autorais, a defesa da privacidade e anonimidade perante anunciantes e a prestação de um serviço de qualidade com grande abrangência.

Não vai ser agora que vou deixar a rede, então, vejo vocês lá. :)

Ah, e compartilhem este texto com aqueles amigos que estão sofrendo por antecedência.

Boas histórias que causam mudança

25 de outubro de 2014 0

MSF

A galeria de fotos que mostra os sobreviventes ao vírus Ebola no site dos Médicos Sem Fronteiras chama a minha atenção como fotógrafo. Não pelas fotos, mas pelas histórias. A galeria é a prova de que as histórias pesam muito mais do que as imagens na hora de causar impacto. Por mais gráficas que sejam, as centenas de fotografias que vemos todos os dias não nos atingem se não nos comunicarem algo. E essas fotos, apesar de medianas tecnicamente, carregam a emoção da vitória de quem quase perdeu a batalha contra o vírus – contada através do texto que as acompanha.

Gisele Freund, em seu livro Fotografia e Sociedade, fala da fragilidade das fotografias frente às legendas, que lhe emprestam sentido. E este sentido é o que buscam as comissões julgadoras das maiores premiações do mundo da fotografia. Fotografar bem é obrigação, contar uma história que surpreenda, comova e cause ação é a meta.

Se fotos médias acompanhadas de boas legendas me influenciaram a doar, o que pode ser atingido com boas fotos e boas histórias? Mudança em massa. :)