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Posts com a tag "música"

Rock in Rio mostra dinâmica dos festivais nas redes sociais

25 de setembro de 2015 0

 

Foto:  Tarso Marcelo

Foto: Tasso Marcelo/AFP

Não é necessário dizer que o Rock in Rio faz sucesso há muitos anos. A cada edição, contudo, fica mais fácil mensurar o alcance do evento. Quinta-feira à noite esse era claramente o assunto mais falado nas redes sociais, em especial no Twitter. Mas festivais possuem uma dinâmica diferente nas redes. Não há somente uma hashtag global que se mantém no topo ao longo de todo o evento, cada banda tem seu momento figurando nos trending topics. Isso faz com que, mesmo que haja rotatividade das pessoas frente à televisão, os shows estejam sempre em destaque, já que o número absoluto de interessados é sempre muito grande pela variedade de apresentações. Claro, além dos milhares que estão presentes nos shows e postam na web.

Eu acredito que o RiR se destaca em relação aos outros shows e gravações que passam nos canais de música diariamente pela quantidade de bandas de alto nível em sequência e pelo sentimento que as pessoas criam de fazer parte de algo, de estar comentando no momento em que acontece, mesmo que estejam distantes fisicamente da cidade maravilhosa.

E isso, relembro, na quinta-feira. Não será diferente no resto do Rock in Rio.

Iron Maiden lança clipe de novo CD com game como tema

15 de agosto de 2015 0

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O álbum The book of souls, da banda britânica Iron Maiden, está em fase de pré-venda. Seu lançamento será no dia 4 de setembro. Para causar um agito entre os fãs, o Iron lançou ontem o vídeoclipe da música Speed of light, que em menos de 24 horas já passava de 1,2 milhão de visualizações.

O clipe relembra jogos clássicos de videogame e fliperama. Para mim, a lembrança mais clara é do jogo Tartarugas Ninjas para arcade, um dos meus grandes vícios de infância. No final, ao estilo Doom ou Quake – ou até mesmo Half-Life – Eddie sai explodindo inimigos e jorrando sangue na tela.

O Iron já apostou em computação gráfica em outros vídeos, mas a relação com jogos nunca foi tão forte. Para os gamers, talvez Californication, do Red Hot Chilli Peppers, tenha sido até então a grande produção que deixou os fãs com vontade de “jogar” um vídeoclipe.

O Iron volta com tudo depois dos problemas de saúde do vocalista, Bruce Dickinson. Eu curto muito a banda, fico na espera com esse baita teaser do grupo e já até encomendei a minha cópia digital do CD via iTunes. Up the irons!

Apple Music: design lindo, personalização e muita, muita música!

02 de julho de 2015 3

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Minhas impressões sobre o Apple Music, o serviço de streaming que a empresa da maçã lançou na terça-feira, são as melhores. Estou curtindo muito. Instalei o iOS 8.4, obrigatório para rodar o streaming, na manhã de ontem. Mas esperei para fazer o post porque, ao configurar a conta, o app faz perguntas com fins de personalização. Então eu queria ver como isso ia se comportar. Pois bem: hoje, ao abrir o app, ele está com a minha cara! Na foto acima, a tela inicial de hoje, recheada de bandas que eu gosto e sugestões certeiras de playlists. Enquanto escrevo esse post, ouço a seleção de Artic Monkeys que o Apple Music me ofereceu. :)

A personalização começa assim que a gente se loga no app com o ID Apple. As duas telas ali embaixo, com balões rosas, é que fazem o trabalho. Você diz para o app o que gosta, o que adora e o que não curte. Logo que eu entrei, ontem, ele estava com muita música nacional na capa, o que imagino que tenha acontecido em todos os países. Eu curto mais bandas de rock gringas, e agora a Apple já sabe e entendeu isso! Hoje, era outra tela na aba “Para você”.

A segunda aba é para selecionar favoritos, e a terceira, para as rádios. A Beats 1 é a principal, e tem o ex-BBC Radio One Zane Lowe, o que já é demais. Mas dá pra ouvir outras aplicando vários filtros. Em seguida, está o Connect, uma espécie de rede social para seguir bandas que a gente curte e ficar informado. A aba seguinte reúne as playlists, tanto as já salvas no iTunes (o Apple roda no app nativo de música, que foi totalmente remodelado, claro) como as que você quiser salvar para ouvir offline. E a seguinte é só para as músicas do iTunes.

Além de tudo isso, é claro, existe a busca. E ali se entra mesmo num mundo gigantesco. Se você pesquisar um músico ou uma banda, tem como seguir no Connect, selecionar uma música específica, um álbum ou clipes. E tem tudo! Lendo blogs no dia do lançamento, encontrei diversas vezes pessoas comemorando que o Apple Music ofereceria AC/DC. Não sabia que não tinha em outros streamings, e pode ser que não tenha alguma banda conhecida aqui no app da maçã também, mas me parece difícil. Quando o streaming foi apresentado, escrevi aqui no Spot sobre o amor do Steve Jobs pela música. A biografia dele fala muito na luta com gravadoras para conseguir as músicas e disponibilizar no iTunes, inclusive combatendo a pirataria. Já era um acervo enorme, então o Apple Music começa forte.

O design é lindo e super intuitivo, como costumam ser os produtos da Apple. No Brasil, a assinatura individual vai custar US$ 4,99 ao mês. Os três primeiros são grátis e, por enquanto, é só entrar com o ID Apple. Li em blogs, porém, que na hora de assinar, só será possível com um cartão de crédito internacional. O Apple Music também tem um plano familiar, mas usa o compartilhamento do iOS, então acaba compartilhando muitos outros dados também.

Agora resta navegar, com certeza há mais a descobrir! :)

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Apple Music e iOS 8.4: é hoje!

30 de junho de 2015 1

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É pra ser uma terça-feira e tanto essa! Hoje, a Apple coloca no ar o Apple Music e libera o iOS 8.4. A data de lançamento do serviço de streaming da empresa da maçã estava confirmada para 30 de junho há tempo e eu já escrevi sobre ele aqui no Spot. No fim de semana, saiu o horário. O diretor do Apple Music, Ian Rogers, publicou em seu blog quando o iOS 8.4 será liberado. No fuso horário de Brasília: meio-dia. O serviço de streaming só funciona com essa versão do sistema operacional – e as próximas, lógico! A primeira transmissão da rádio Beats 1 no Apple Music começa às 13h com o DJ Zane Lowe, então o iOS será liberado uma hora antes.

Isso tudo me deixa muito confusa e dividida. Já escrevi sobre o meu receio de instalar um novo iOS no dia em que ele é lançado. Por mais que a Apple invista muito em servidores, há chances consideráveis de ocorrerem problemas. Eu costumo esperar, mas com o Apple Music no ar, cogito arriscar. Não pretendo baixar ao meio-dia, quando grande parte das pessoas estará fazendo isso, mas hoje à noite talvez eu não resista. Pra decidir, vou ler blogs pra conferir como foi a tarde, se houve problemas, se as pessoas conseguiram numa boa.

O importante, para quem quiser arriscar a instalação no primeiro dia, é fazer um backup completo dos arquivos. Isso resolve um dos problemas que podem acontecer, que é a perda de dados, mas já vi amigos desesperados porque o iPhone não ligava mais depois de uma tentativa de instalação mal-sucedida.

As formas para acessar o serviço de streaming estão na imagem deste post. Se alguém estiver com ele rodando hoje à tarde e quiser me contar, a caixa de comentários está aí! Boa sorte pra nós! :)

O Apple Music e a revolução de Steve Jobs na música

13 de junho de 2015 0

Apple Music
No dia 30 de junho, a Apple libera o uso do seu streaming de música, o Apple Music, lançado na WWDC (Apple Worldwide Developers Conference ou Conferência Mundial de Desenvolvedores da Apple, em tradução livre). Ele chega com as funções conhecidas em serviços do tipo, como criação de playlists, possibilidade de ouvir músicas offline, procurar faixas etc. O que tem de diferente: a integração com a Siri (ou seja, pesquisa por comando de voz), o enorme acervo da empresa da maçã devido à iTunes Store, rádios com DJs conceituados – como o mestre Zane Lowe, ex-BBC Radio One – e playlists montadas por eles, inclusive apresentando tendências, e o Connect, uma espécie de rede social com a participação de músicos e bandas. Alabama Shakes, banda que eu adoro, parece que já está confirmada.

Quando eu soube que Tim Cook tinha apresentado o Apple Music, minha memória foi buscar trechos da biografia de Steve Jobs que tratam da revolução que o gênio da maçã provocou no mundo da música com os lançamentos do iPod e da iTunes Store. Jobs simplesmente ADORAVA música. Especialmente Bob Dylan. Ele lançou o iPod em 23 de outubro de 2001, puxando-o do bolso da calça jeans em pleno palco e arrancando aplausos. “Mil músicas em seu bolso” era o slogan da campanha publicitária. O apelo foi tanto, que as entrevistas com pessoas famosas passaram a ter a pergunta: “o que tem no seu iPod?”.

Mas Jobs nunca foi a favor da pirataria e procurou uma forma de combatê-la. A iTunes Store foi lançada em 28 de abril de 2003 com a polêmica de vender músicas a US$ 0,99 e não apenas discos inteiros. E aí a revolução aconteceu. Um trecho da biografia diz o seguinte:

“Eddy Cue, o responsável pela loja, previu que a Apple venderia um milhão de músicas em seis meses. Em vez disso, a loja iTunes vendeu um milhão de canções em seis dias.”¹

Eu lembrei também de um trecho da biografia que me impactou quando a li, em 2012. Ele fala sobre a Sony e o Walkman. Eu tive com esse aparelhinho de fita cassete um pouco do desejo e do fascínio que tenho com os produtos da Apple. Ontem à noite, achei no livro dois parágrafos sobre a Sony que considero importantes ao se tratar de empresas que se pretendem inovadoras:

“Ela havia sido pioneira na música portátil com o Walkman, contava com uma excelente gravadora e tinha uma longa história de fabricar belos aparelhos de consumo. Tinha todos os trunfos para competir com a estratégia de Jobs de integração de hardware, software, dispositivos e vendas de conteúdo. Por que falhou? Em parte porque era uma empresa, como a AOL Time Warner, que estava organizada em divisões (essa palavra em si mesma era sinistra) com seus balanços próprios; o objetivo de obter sinergia nesse tipo de empresa instando as divisões a trabalhar em conjunto costumava ser difícil de alcançar.”
(…)
“Além disso, como muitas empresas, a Sony se preocupava com o prejuízo de concorrer consigo mesma. Se construísse um leitor de música que facilitasse para as pessoas o compartilhamento de músicas digitais, isso poderia prejudicar as vendas da divisão de discos. Uma das regras empresariais de Jobs era nunca ter medo de se prejudicar. “Se você não fizer isso consigo mesmo, alguém o fará”, disse ele. Assim, embora um iPhone pudesse prejudicar as vendas de um iPod ou um iPad pudesse prejudicar as vendas de um laptop, isso não o detinha.”¹

Recuperados momentos da história da Apple com a música, agora me resta esperar até o dia 30. Outra diferença do Apple Music para os concorrentes está no preço. Não será possível usar de graça. São duas opções: conta individual a US$ 9,99 ao mês e plano família a US$ 14,99 mensais, com compartilhamento de seis contas.

Ah, “one more thing”: quem diria, a Apple vai oferecer o serviço para sistemas Android e Windows. Mas só no final do ano. Por essa eu não esperava!

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¹ Walter Isaacson (Steve Jobs, 2011)

Senuti: dica pra copiar músicas do iPod para o Macbook

23 de abril de 2015 0

imageSabemos que é pra combater a pirataria, mas me incomoda a postura da Apple de só permitir que as músicas sejam transferidas para os dispositivos pelo iTunes. O computador no qual eu mantinha a minha biblioteca no iTunes estragou. Tá, eu sei que dá para autorizar mais de um, usar o iCloud, mas eu nunca encanei muito com isso. Tinha as minhas listas lá e abastecia o iPod com novas músicas de tempos em tempos. Mas agora o computador parou de vez e não sei se é o caso de arrumar.

Comecei então uma pesquisa na internet por formas de copiar as músicas do meu iPod para o Macbook Air. Quem lida com iTunes sabe que se eu sincronizasse na nova biblioteca perderia tudo. Testei vários softwares e acabava esbarrando sempre no iOS. Meu iPod Touch é antigo, roda o iOS 4 ainda, mas funciona super bem, as músicas estão organizadas direitinho, com capa de álbum e tudo. Não preciso de outro. Depois de várias tentativas com erro, cheguei no Senuti e deu super certo. O programa é leve, a interface é amigável e os discos caíram direto no iTunes. Aí decidi deixar a dica aqui. :)

Em tempo: eu sou contra a pirataria, e as músicas do meu iPod foram copiadas para o iTunes a partir dos CDs originais. Pois é, eu ainda compro CD.

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Sam Smith, o cara do Grammy, do BRITs e de um baita clipe com plano-sequência

04 de março de 2015 0

Vou deixar bem claro dois gostos meus que me levam a fazer esse post: o Sam Smith, músico britânico que levou prêmios no Grammy e no BRIT awards, artista estourado nas rádios e possível futuro ícone da música pop mundial (sim, eu realmente acho que ele é tão bom assim), e plano-sequência, o tipo de imagens usadas no seu clipe Lay Me Down.

Plano-sequência é uma sequência de imagens gravadas em um take, em que diferentes cenas, lugares, atores e movimentos operam coordenados para, sem cortes, contar uma história de maneira ininterrupta. Eu já era fã do Sam antes de ele se tornar famoso, agora ele levou alguns dos maiores prêmios da academias de música e só cresceu aos olhos do público e da crítica.

Um de seus últimos clipes lançados é um plano-sequência fenomenal em um passeio que conta toda uma história indo e voltando a um altar de igreja. Este tipo de imagens era dito como um dos grandes instrumentos do realismo cinematográfico pelo teórico de cinema André Bazin, já que evitaria a fragmentação do real que o cinema encena. A vida, como um plano-sequência, não tem cortes.

Para dar aquele toque especial à história, soube que esta foi a música que o tirou do anonimato há menos de dois anos. Fera, né? Segue!

Gangnam Style passa o limite de visualizações e obriga Youtube a atualizar site

04 de dezembro de 2014 0

Reprodução / Youtube

O videoclipe do artista coreano Psy, Gangnam Style, quebrou mais um recorde no Youtube.

O hit surpreendeu os Youtubers ao ultrapassar a marca de 2.147.483.647 – número limite no contador de visitas, baseado em um código de 32 bits.

Em comunicado público, a empresa disse nunca ter esperado alguém atingir esta marca, mas isso foi antes de conhecerem o Psy.

Após uma atualização de emergência, o novo contador baseado em 64 bits pode chegar a 9.223.372.036.854.775.808 visualizações antes de precisar da próxima melhoria. O crescimento pode ser entendido de maneira bem simples: de 10 dígitos, o site passou a aguentar 19 dígitos de visitas. Haja dancinha estranha pra quebrar o contador novamente!

Segundo o usuário James Benson, em um comentário no clipe, o Youtube foi pego em um erro, pois o sistema baseado em 32 bits deveria aguentar 4.294.967.296 visualizações se, durante a programação, a contagem fosse restringida a números positivos. Como a programação deixou isto em aberto, o contador teria capacidade para 2 bilhões tanto em números positivos quanto negativos, reduzindo pela metade o limite útil - já que só números positivos deveriam ser computados – de 2**32 para 2**31.

Pelo que o Youtube informou, entretanto, o mesmo possível erro de sistema segue ocorrendo, já que o novo limite de 9 bilhões corresponde a 2**63 e não 2**64 – equivalente a 18.446.744.073.709.551.616 de visualizações.

Como maneira de brincar com a ultrapassagem do limite, se os usuários colocarem o mouse sobre o contador em vídeos com mais de 2.147.483.647 visualizações, os dígitos ‘enlouquecem’ propositalmente por alguns segundos.

Agora, alguém já conseguiu entender a fórmula do sucesso do Psy? Porque, apesar da irreverência, faltam muitos ingredientes para merecer tanta atenção.