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Posts com a tag "redes sociais"

O novo Google+

18 de novembro de 2015 0

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O Google anunciou ontem mudanças no Google+, a rede social que eu já falei aqui no Spot que não entendo por que não uso.

Pra conhecer a nova versão, é preciso esperar aparecer um aviso, o que ainda não aconteceu comigo. Estou ansiosa como costumo ficar diante de novidades. O Google Discovery explica que o foco será em comunidades e coleções. Como o YouTube e os Hangouts estão cada vez mais independentes de uma conta no Google ou um perfil no +, acho que dá pra esperar muita mudança.

Alguém já experimentou?

Por que o Facebook acertou em não nos dar um botão de "dislike"?

09 de outubro de 2015 5
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook.  Foto: Mike Windle / Getty Images North America / AFP

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook. Foto: Mike Windle / Getty Images North America / AFP

Ontem, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou o lançamento das reações — as substitutas do botão de curtir. Os novos botões expandem as maneiras de nos expressarmos na rede: será possível curtir, amar, rir, alegrar-se, surpreender-se, entristecer-se e enraivecer-se. Notem que de sete opções, somente duas podem ser consideradas negativas.

De acordo com Zuckerberg, foi ouvindo os pedidos dos usuários por um botão de não curtir que sua equipe procurou criar formas de expressar empatia e tristeza. Paradoxalmente, o comentário mais curtido da postagem do anúncio até a meia noite de quinta, com aproximadamente 25 mil curtidas, pedia um botão de descurtir no lugar das reações.

Reprodução / FacebookEu acho importante que não exista a opção de “dislike” na rede social, já que tanto páginas quanto pessoas poderiam sofrer interações negativas de maneira injusta, criando danos às suas imagens. Imagine se os funcionários da concorrência resolvem mobilizar pessoas para dar descurtidas em outra empresa por causa de suas metas. Ou se os alunos de uma turma descurtirem todas as fotos e postagens de um colega com o objetivo de praticar cyberbullying.

Zuckerberg fez o Facebook dar certo por saber manter um ambiente positivo em que as pessoas querem gastar o seu tempo. Os botões de tristeza e raiva evitam a velha contradição de se curtir uma postagem triste ou indignada e não fornecem aos trolls ferramentas que podem sair do controle.

O teste será feito primeiro na Espanha e na Irlanda e, se as reações forem bem aceitas, o resto do mundo as receberá. Qualquer que seja o resultado, o Facebook leva a minha curtida por manter distância do “dislike”.

Rock in Rio mostra dinâmica dos festivais nas redes sociais

25 de setembro de 2015 0

 

Foto:  Tarso Marcelo

Foto: Tasso Marcelo/AFP

Não é necessário dizer que o Rock in Rio faz sucesso há muitos anos. A cada edição, contudo, fica mais fácil mensurar o alcance do evento. Quinta-feira à noite esse era claramente o assunto mais falado nas redes sociais, em especial no Twitter. Mas festivais possuem uma dinâmica diferente nas redes. Não há somente uma hashtag global que se mantém no topo ao longo de todo o evento, cada banda tem seu momento figurando nos trending topics. Isso faz com que, mesmo que haja rotatividade das pessoas frente à televisão, os shows estejam sempre em destaque, já que o número absoluto de interessados é sempre muito grande pela variedade de apresentações. Claro, além dos milhares que estão presentes nos shows e postam na web.

Eu acredito que o RiR se destaca em relação aos outros shows e gravações que passam nos canais de música diariamente pela quantidade de bandas de alto nível em sequência e pelo sentimento que as pessoas criam de fazer parte de algo, de estar comentando no momento em que acontece, mesmo que estejam distantes fisicamente da cidade maravilhosa.

E isso, relembro, na quinta-feira. Não será diferente no resto do Rock in Rio.

Adorei a guia de notícias do Twitter

28 de agosto de 2015 2

twitterNa última atualização do Twitter para iOS, fui surpreendida com a guia Notícias do Momento. Adorei. Ter uma lista dos principais fatos do dia a um toque, enquanto navego no app que mais uso pra me informar, é uma maravilha. Encontrei matérias de perfis que eu sigo e tenho a opção de ler só um pequeno resumo de três linhas ou clicar e encontrar uma versão um pouco maior. Além disso, ainda tem link para o artigo completo.

A relação entre as notícias, claro, não ia faltar. Tudo hoje gira em torno de oferecer às pessoas o que elas querem ler, a vida na bolha. Quando você clica em um dos tweets para chegar na versão mais completa – que inclui foto -, tem embaixo a opção de ler publicações de outros perfis relacionadas ao que você clicou.

Facilitar a vida das pessoas, economizando o tempo delas, sempre é acertado. Esse é mais um motivo para eu seguir usando e defendendo a rede social do passarinho. E como eu já fiz vários posts sobre, acho melhor colocar aqui o link da tag do Twitter no Spot.

App pra "louboutinizar" as fotos :)

10 de agosto de 2015 0

imageO post de hoje trata de um app pra brincar, e confesso que não resisti a falar dele aqui como não resisto a um belo scarpin. O adorado mago dos sapatos Christian Louboutin disponibilizou hoje na app store o aplicativo Louboutinize. É tudo muito simples: você faz uma foto, ou busca uma imagem salva no iPhone, e pode tranformar em vermelho (saca a famosa sola dos sapatos dele, né?) ou colocar um par de pernas, o que tem tudo a ver com as campanhas da marca. Aí, é compartilhar nas redes sociais e fim.

Não sei se vai pegar, se vai durar pouco etc, mas não tenho dúvidas de que reforça a marca. O app deve atrair quem adora sapatos – e sabemos que o universo feminino costuma render – e dar mais uma espalhada por aí no nome de Louboutin. Não que ele precise, mas estar presente no mundo da tecnologia é importante e pode ser mais uma forma de vitaminar as vendas, o que, no fim das contas, é sempre o que todo mundo quer.

Grátis na app store. Enjoy! :)

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Pra fugir da vida vigiada, só saindo da internet

29 de julho de 2015 0
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Foto: Jefferson Botega / Agência RBS

Eu estudo rastreamento de cookies, anúncios direcionados, o Edge Rank do Facebook, as buscas do Google e tudo que envolve a bolha. Na verdade, eu penso sobre isso todos os dias há alguns anos. E eu ainda me surpreendo às vezes. Nem que seja por um segundo, como aconteceu ontem no fim do dia, com o cérebro já cansado.

No início da noite, eu havia feito uma entrevista para a série Educação em pauta. Mais ou menos meia hora mais tarde, entrei no Facebook e lá estava a sugestão da rede social para ser amiga da fonte que eu recém tinha entrevistado. Imediatamente pensei: “hã? Ah, sim, eu falei com ela ontem no Whatsapp”.

O Whatsapp é do Facebook, certo? Por que Mark Zuckerberg não integraria as informações? A vida é realmente vigiada dentro da internet. E não é apenas o seu login na maior rede social do mundo que possibilita rastreamento de informações que valem muita grana para anunciantes. O número do seu celular também está na bolha. A Apple, por meio do Facetime, e, de novo o Facebook, por meio do Whatsapp, estão monitorando tudo. Sabem com quem você mais fala, em que horários, com que frequência e quem são os seus contatos. Basta cruzar informações para ter um diagnóstico.

Assustado? Pra fugir da bolha, só saindo da internet.

O que acontece quando atrasa o voo de um grande fotógrafo

23 de julho de 2015 0

Foi uma noite de surpresas, a de ontem. Seguia eu pelo feed do Instagram quando parei nesta foto, postada pela National Geographic (@natgeo). O fotógrafo é Chien-Chi Chang (@chien_chi_chang), da agência Magnum (@magnumphotos). No Instagram, tem a história da foto. Chang estava no aeroporto de Viena e o voo atrasou. Ele decidiu abrir o obturador da câmera e só fechar na hora de embarcar. A longa exposição durou duas horas e meia(!) e saiu essa baita foto.

Mas ainda tinha mais. Como eu adorei a imagem, entrei no perfil de Chang no Instagram pra ver outras e segui-lo. E aí encontrei os mosaicos abaixo. Não tenho mais o que escrever: o cara é fera mesmo! Apreciem! :)

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Você usa o Google+?

21 de julho de 2015 2

imageAo me inscrever em um curso online, na tarde de domingo, fui convidada pelos professores a participar da comunidade dos alunos no Google+. Imediatamente acessei o app no iPad e entrei no grupo. Vi que algumas pessoas manifestavam sua ansiedade pelo início das aulas e outras se apresentavam. Não escrevi nada e saí.

Ontem à noite, naquela tarefa básica de eliminar os apps do multitarefa, vi o Google+ e resolvi entrar pra navegar um pouco. Sério, acho que fazia quase um ano que isso não acontecia. Fiquei pensando: por que a rede social do Google não pegou?

No tempo em que eu naveguei, descobri que os comentários mudam automaticamente abaixo das postagens (vai trocando de um para outro), vi que as fotos entram bem grandes, o que é super legal, e percebi que faço parte de boas comunidades focadas em internet e tecnologia, alguns dos meus principais interesses. O Google+, se bem configurado, pode ser uma ótima forma de se manter atualizado a respeito de assuntos que curtimos, sem a bolha do Facebook repetindo postagens que estão bombando entre os amigos.

Eu devo ter percebido essa possibilidade de me informar por ali quando configurei o meu perfil. Mas então, por que, sabendo que é legal e sendo uma admiradora das ferramentas do Google, eu não uso? Pode ser muita rede social para pouco tempo no meu dia? Pode. Pode ser porque todo mundo está no Facebook? Pode. Pretendo ter certeza do motivo a partir do início do curso. Como muitas atividades acontecerão na comunidade, vou me obrigar a entrar, e aí vamos ver se essa rede me pega ou se largo de vez.

Twitter aumenta o destaque para os links na timeline

16 de julho de 2015 0

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Cada vez mais acredito no Twitter como a melhor rede social para se informar. Ontem, outra mudança reforçou essa posição. Os aplicativos para iOS e Android receberam uma atualização que aumenta o destaque para os links. Eles passam a aparecer com em uma área separada e com foto, quando a matéria linkada tem foto, é claro. É uma boa prévia do que o internauta encontrará.

O Facebook já faz isso há tempo, e o Twitter ficou mesmo bastante parecido. Mas na rede do passarinho, não tem um algoritmo derrubando links para privilegiar vídeos, por exemplo, como foi anunciado recentemente.

Pensando que o mobile cresce cada vez mais, ter uma área clicável maior facilita. É comum as pessoas usarem o smartphone caminhando, por exemplo, e aí acertar letras pequenas para abrir um link é mais complicado. A prévia também evita perda de tempo. Vivemos num mundo em que a quantidade de informações cresce o tempo todo, nos obrigando a escolher o que vamos consumir no tempo que temos pra isso. Antes, tínhamos o que a pessoa escreveu no tweet e parte do link, sem detalhes, o que aumentava a chance de clicar em algo que não era o que parecia ser. Agora, a opção é mais certeira. :)

Por que as mudanças no Facebook são boas para você e para a rede?

15 de julho de 2015 2

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Há quase uma semana, o Facebook avisou que estava fazendo mudanças para dar mais controle aos usuários sobre o que eles querem ver em sua linha do tempo. Aqui no Spot, quase saiu um post no dia do anúncio, mas resolvemos testar as coisas primeiro pra poder explicar direitinho como se livrar daquela pessoa chata do seu feed, como recuperar alguém que você deixou de seguir, como conhecer novas páginas e, o mais importante, como escolher quem ganha destaque entre os seus amigos.

As mudanças estão disponíveis só para usuários de iOS, por enquanto, mas chegarão a todos nas próximas semanas. No app do iPhone, você clica naquele ícone em formato de três linhas e rola para baixo até encontrar a seção Preferências do Feed de Notícias. Entrando ali, você logo vê o ícone do caranguejo convidando: “assuma o controle e personalize seu Feed de Notícias”, seguido de quatro opções. Vou dividir em tópicos cada uma.

Priorize quem ver primeiro.

Aqui, você escolhe quais pessoas e páginas entrarão em destaque. Algumas postagens de quem você marcar aqui aparecerão com uma estrela antes do resto da linha do tempo, com os dizeres “você está vendo a publicação de X primeiro”. Mas não se empolgue: apesar de bem elástico, o número é limitado.

Por que é bom para você: porque muita gente interessante se perde na nossa linha com o tempo, e as páginas de que gostamos podem ser priorizadas também dessa maneira. E quem não gosta de ter um pouco de controle?

Por que é bom para o Facebook: se você vê conteúdo de quem mais gosta, é provável que interaja mais e que fique mais tempo navegando. Além disso, a escolha de páginas pode aumentar o conhecimento da rede sobre quais anúncios direcionados podem ter mais poder sobre você.

Deixe de seguir pessoas para ocultar as publicações delas.

Nesse tópico, nenhuma novidade. Já era possível deixar de seguir alguém sem que a pessoa soubesse e sem cancelar a amizade. Só ficou mais fácil de fazer.

Por que é bom para você: quem nunca deixou de seguir alguém nunca sentiu o risco de apertar no botão logo abaixo para desfazer a amizade, o que causaria uma crise diplomática. Aqui, zero riscos de errar. É só marcar os rostos que você não quer ver mais na rede e você estará livre.

Por que é bom para o Facebook: o algoritmo da rede do Mark Zuckerberg é ótimo, mas se você odeia os posts de alguém e entra lá para xingar essa pessoa seguidamente, o algoritmo entende que você interage bastante com esse amigo, então vai passar a mostrar ainda mais coisas dele para você. Mais stress, menos chance de realizar uma compra ou permanecer por muito tempo na rede.

Conecte-se novamente com as pessoas que você deixou de seguir.

E se aquela pessoa que não parava de mandar spam e convite de joguinhos tenha melhorado? Aqui está a chance de recuperar uma amizade.

Por que é bom pra você: se você parar de seguir alguém, a pessoa nunca mais aparece para você. Talvez a ideia fosse só dar um gelo, mas depois de entrar no limbo do esquecimento, nunca mais a ação era desfeita. Agora está bem fácil reverter isso. O legal é que ele mostra há quanto tempo você deixou o amigo na geladeira.

Por que é bom para o Facebook: mais contatos é igual a mais alcance. Se você já aceitou a pessoa uma vez, por algum motivo foi. Talvez o seu comportamento possa ser usado pela rede para medir a facilidade com que você volta atrás em uma decisão tão dura como tirar alguém do Feed.

Descobrir novas páginas. 

Aqui você encontra páginas próximas de seus gostos, de acordo com a rede, organizadas de maneira convidativa para quem quer sair distribuindo likes.

Por que é bom para você: mesmo que guiado pela recomendação de sua bolha de interesses, conhecer novas fontes é sempre benéfico. Nunca foi tão fácil adicionar muitas páginas à sua lista de curtidas.

Por que é bom para o Facebook: por muitos motivos. A rede potencializa as páginas, o que pode ser convertido em dinheiro com aumento de alcance pago, anúncios e outras coisas mais. Olhando para o usuário, se ele tiver mais páginas de que gosta, a chance é de que ele passe mais tempo navegando pelos seus interesses. Se ele encontrar tudo que precisa ali, por que sair? Por fim, acho que é uma grande chance de testar a precisão do algoritmo em relação aos gostos do usuário. Primeiro, vendo o quanto de páginas oferecidas convertem cliques. Depois, usando a informação filtrada dos principais interesses para reabastecer o algoritmo.

Mesmo que seja ilusório ou com segundas intenções, o poder extra que o Facebook está dando aos usuários sobre suas linhas do tempo me agrada bastante. Voltei a ver no meu feed páginas que adoro com mais frequência e pessoas que me interessam com destaque. Parece-me que os dois lados ganham com a atualização.