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Posts com a tag "smartphone"

Como resolver a falta de espaço no iPhone depois das últimas atualizações de iOS

09 de novembro de 2015 0

Nos últimos posts sobre as atualizações do sistema operacional do iPhone, falamos sobre os problemas que o iOS 9 apresentou, além das fracassadas tentativas de conserto nas versões 9.0.1 e 9.0.2. Com o iOS 9.1, os problemas sumiram, exceto um: a falta de espaço no meu telefone.

Tornou-se recorrente eu não poder fotografar ou fazer vídeos porque o aparelho estava cheio, mesmo limpando conversas, evitando armazenamento de arquivos recebidos e mantendo um backup de minhas fotos no Drive, do Google, o que me permite liberar espaço.

Eu e a Paula temos o mesmo modelo, o iPhone 5s de 16GB, mas ela não sofreu com esse problema. A única diferença que tivemos foi a atualização para o 9.0.2, que eu fiz e ela não. Com a metade dos seus aplicativos e muito espaço a menos ocupado por cada app, ainda assim eu tinha 90MB livres contra quase 3GB dela.

Então, resolvi testar a redefinição do sistema. Primeiro, certifiquei-me de ir em Ajustes, iCloud e fazer um backup do aparelho. Entrei em Ajustes, Geral, Redefinir e Redefinir todos os ajustes. Não foi o suficiente. O espaço livre continuava o mesmo. Nesse mesmo lugar, fui em Apagar conteúdo e ajustes, como última tentativa. Depois de zerar tudo, o que demorou alguns minutos, a tela de inicialização apareceu. Coloquei o idioma, a wi-fi que queria usar e, assim que preenchi os dados da minha conta no iCloud, ele ofereceu a opção de restaurar um backup do telefone. Daí em diante foi só esperar.

Todos os meus contatos foram restaurados, bem como os aplicativos e sua organização (cada um em suas respectivas pastas, exatamente como antes da redefinição). O iOS estava na versão 9.1 e quase tudo parecia igual, incluindo histórico de conversas, exceto por uma diferença: o espaço disponível saltou de 90MB para 8,7GB! É isso mesmo, quase dez vezes mais espaço. Eu já tinha lido que, por uma falha na tentativa de compressão do novo sistema, alguns apps cresciam exponencialmente em segundo plano ao longo do tempo, mas não esperava uma diferença tão grande.

Agora, vou monitorar para ver se isso volta ou se estão resolvidos os problemas. Para você que teve que revezar apps nos últimos meses, fica o conselho: se o backup for feito certinho, você não perde nada, não tem muito trabalho e ainda pode ganhar bastante espaço. Só não esqueça de fazer todo o processo com o iPhone na tomada e com uma wi-fi à disposição.

Somos reféns não da tecnologia, mas da energia elétrica

06 de novembro de 2015 0

imageDia desses, fiquei parada por horas num aeroporto porque perdi uma conexão devido ao atraso no primeiro voo. Tive tempo pra observar o comportamento das pessoas na sala de embarque e percebi um dos critérios preferidos para escolher onde sentar: a proximidade da tomada. O mundo que gira nos smartphones não alivia a vida da bateria. Portanto, hoje, tomada virou artigo de primeira necessidade.

Na sala de embarque do aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, há várias delas. De todos os tipos, em vários lugares. Num cantinho meio escondido, pessoas isolavam-se nos seus smartphones presos à parede pelos cabos enquanto, na mesma parede, havia um orelhão solitário e vazio. Com meu iPhone na mão, devo ter chamado alguma atenção (se é que algo chama a atenção quando estamos imersos no celular) ao chegar lá, tirar o fone do gancho e checar se funcionava. Sim, tinha linha.

Numa outra parte da sala de embarque, percebi diversas pessoas sentadas ao lado umas das outras enquanto havia cadeiras vagas bem perto. Procurei o motivo e, de novo, energia elétrica. Uma operadora de celular colocou um painel destacando que oferecia cabos para carregar o celular. Eles surgiam dos cantos com várias opções de conexão. Bastava plugar o telefone.

Por mais tecnologia que já tenha sido inventada, a força de algumas coisas segue imbatível. Temos internet, apps, redes sociais. E vivemos nesse mundo muitas vezes mais do que gostaríamos. Nos tornamos refém dele? Pode ser. Mas, antes disso, somos reféns de algo que não tem nada de moderno: a energia elétrica.

Na mesma viagem, experimentei o app de Entretenimento da TAM durante o voo. Falarei dele em outro post.

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Câmera do iPhone 6S é mesmo tudo isso?

11 de setembro de 2015 0
Vice-presidente de Marketing Global da Apple Phil Schiller apresenta os novos iPhones em evento da empresa. Stephen Lam / Getty Images / AFP

Vice-presidente de Marketing Global da Apple, Phil Schiller, apresenta os novos iPhones em evento da empresa. Foto: Stephen Lam / Getty Images / AFP

No anúncio do iPhone 6S, a Apple parece reforçar a sua busca por oferecer a câmera ideal sempre à mão de seus clientes. Os números impressionam os desavisados, mas há mais por trás de megapixels e resolução de vídeo a se levar em conta.

Vale lembrar que tamanho não é o mesmo que qualidade. O aumento das fotos de 8 para 12 megapixels influencia a dimensão final da imagem, não o quão boa é a captura. Apesar de a Apple falar em uma nova tecnologia no sensor e em uma leitura de pixels diferente, poucas são as especificações técnicas da câmera que chegaram ao público. Sobre a objetiva, sabe-se que a abertura equivale a f. 2.2, ou seja, é uma lente rápida, boa para situações de pouca luz – o que não é nenhuma novidade nos telefones.

Nos vídeos, a filmagem em 4K já era esperada. Esse é um passo que pode aumentar a popularidade dos smartphones na mão de entusiastas do cinema. Foi um choque quando uma DSLR foi usada pela primeira vez nas telonas e quando começaram a fazer curtas com os iPhones. Porém, cada vez mais caminhamos para um mundo em que mesmo as ferramentas mais simples podem oferecer resultados de ponta.

Ainda sobre os vídeos, uma funcionalidade legal é a de tirar fotos de 8mp enquanto filma, mas com filmagens a 4K já seria naturalmente mais fácil extrair um frame de altíssima qualidade se necessário. E se você pensa em brincar com a velocidade da filmagem, saiba que terá de abrir mão da resolução, já que as gravações em 4K terão somente 30 quadros por segundo. Deve-se gravar em 1080p para 60 ou 120 quadros e em 720p para até 240 qps no modo slow motion.

O time-lapse recebeu uma certa atenção e o produto final deve ficar mais próximo de vídeos do tipo hiperlapse, com estabilidade melhorada através de um ajuste inteligente que mede os quadros anterior e seguinte para posicionar a imagem. Vale testar.

Posso me enganar, mas a tão bajulada Live Photos, que é a captura de pouco mais de um segundo de movimento para caso você queira ver o que aconteceu imediatamente antes ou depois de uma fotografia, parece-me destinada ao fracasso. O recurso já existe em outras marcas e nunca explodiu em popularidade. É mais provável que o vejam como um vídeo com tempo limitado do que como uma foto que acontece por mais tempo. Na comparação, a Foto com Som da Samsung me interessa muito mais, pois remonta aos audioslides, capturando o áudio ambiente por alguns segundos após o clique.

No dia deste post, as cinco câmeras mais populares no Flickr, rede social povoada por fotógrafos, são, em ordem, iPhone 6, iPhone 5s, iPhone 5, Galaxy S5 e iPhone 6 plus. O 6S deve encontrar seu espaço nessa lista em breve. A mentalidade mobile dá muito mais importância para uma câmera que está com você em todos os momentos do que para algo com cara profissional, com muito peso. Some isso ao processamento da câmera, que deixa as fotos com cara de prontas mesmo sem edição, e a expectativa do usuário comum é alcançada com sucesso. O profissional usa pela praticidade, mas, enquanto os arquivos RAW forem deixados de fora dos smartphones, há ainda muito mercado a ser ocupado pelos fabricantes de compactas e mirrorless.

Quem aí lê manual? A Samsung recomenda

26 de agosto de 2015 0

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Uma resposta da Samsung para os usuários da S Pen, a caneta stylus, no Galaxy Note 5 me deixou pensando. Resumo da história que eu li no Olhar Digital: se colocar a S Pen de forma errada, o telefone perde diversas funções. Aconteceu com várias pessoas e, claro, deu gritaria. A resposta da Samsung foi orientar os clientes a lerem o manual para evitar problemas.

Eu dificilmente leio manual de instruções. Prefiro mexer, seguir os passos intuitivos e descobrir por mim mesma. Reconheço que fico sem saber de funções que existem e devo fazer algumas coisas pela forma mais difícil. Mas ler página por página dos livrinhos não é pra mim. Diante disso, é claro que em vários momentos fico com dúvidas, mas aí sempre tem informação na internet pra ajudar, seja no site do produto ou postada por alguém que entende do assunto e (que bom!) resolveu compartilhar.

Lendo ou não manuais, achei a resposta da Samsung meio forte demais. Se os usuários estão com um problema, não seria melhor a nota divulgada pela empresa explicar como resolver?

E, a propósito: alguém aí usa caneta stylus?

A Samsung está quase me fazendo gastar mais com a Apple

08 de agosto de 2015 8

No último ano, eu consegui me estabelecer melhor em Caxias do Sul e comprar algumas coisas, como uma Smart TV da Samsung e, mais recentemente, um iPhone, quebrando meus preconceitos com a marca. Para quem lembra, no início do blog eu defendia a Samsung, e a Paula, a Apple.

Agora que tenho objetos altamente tecnológicos, que deveriam se comunicar com tudo de conectado que há, fico preso por algo que acredito ser desleixo e não disputa de mercado: eles não conversam.

Com aparelhos Samsung, eu fico a um toque de compartilhar a tela do mobile na TV, o que gosto de fazer para estudar. Procurei na App Store algo que permitisse eu fazer o mesmo com o celular. Encontrei, mas não funciona.

A avaliação dos usuários para os dois aplicativos criados pela Samsung para esse fim é de até duas estrelas. Primeiro, pra que dois apps pra fazer a mesma coisa? A explicação deles é que cada uma serve para diferentes modelos de televisão. Já fiquei desconfiado. Comecei a ler os reviews: a reclamação mais comum é que a versão 1 do aplicativo diz que é necessária a versão 2 para funcionar, mas a versão 2 diz que essa é a errada e você deve baixar a 1. Então você fica baixando aplicativos, tentando resolver o problema.

A Apple tem o dispositivo Apple TV, que se conecta à televisão e libera coisas como a biblioteca do iTunes ou o compartilhamento de tela de outros aparelhos. O preço é de quase 400 reais, mas parece resolver esse problema e ainda oferecer uma gama de serviços em favor da conectividade.

Bem, por enquanto vou seguir usando os dispositivos Samsung toda a vez que quiser acessar a TV, então eles ainda têm um tempo para corrigir o app antes de me fazer comprar algo da concorrência por falta de cuidado com os interesses do consumidor.

Polêmico app Uber começa hoje a vender celular da Xiaomi

27 de julho de 2015 0

imageO Uber não para. O transporte de passageiros que irrita os taxistas é só um dos serviços oferecidos pela startup. A partir de hoje, será possível comprar um celular da Xiaomi, a gigante de celulares chinesa, dentro do app do Uber. Segundo o Gizmodo, essa primeira rodada de vendas será apenas em Singapura e na Malásia. O mesmo post linkado acima trata também de outros serviços que o Uber já oferece, como delivery de refeições e aluguel de barcos, entre outros.

O Diogo já escreveu sobre a polêmica que envolve o Uber, e foi justamente nela que pensei quando li a notícia da venda de celulares no app deles. Primeiro, quero deixar claro que sou totalmente contra descumprimento de leis e não pagamento de impostos. Exatamente que licenças o Uber deveria ter (e tem?) em cada país, eu não sei, mas acho que todos os requisitos devem ser preenchidos para que ele possa funcionar. E para isso existe fiscalização.

Dito isso, acho que a Xiaomi acerta em cheio oferecendo celular no app deles. Quem usa o Uber – e é um grande número de pessoas – precisa de um smartphone, ou seja, quem está no Uber é o público da Xiaomi. Quem não usa o Uber, dificilmente não sabe do que se trata, porque são tantas manifestações contrárias no mundo que o assunto está sempre em alta. E existe aquela máxima: falem bem ou mal, mas falem de mim. A Xiaomi está associando o seu nome a um app que poucos ignoram e sem perder muito com isso, porque não acredito que chegue ao ponto de alguém não comprar um celular da marca só porque ela vende também dentro do Uber.

Já para o Uber, também acho que é um bom negócio. A startup associa seu nome a uma grande fabricante de celulares, ganhando respaldo de uma marca em que os chineses confiam. Provavelmente, vem mais polêmica por aí, mas creio que, para os dois, vai valer a pena.

Primeiras impressões sobre o meu primeiro iPhone

13 de julho de 2015 0

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Chegou o esperado momento: comprei meu primeiro iPhone, um 5s preto. Parte influenciado por pessoas próximas, parte influenciado pelo livro que estou lendo, a biografia do Jony Ive, que é a mente à frente do design na Apple.

No início do Spot a coisa era meio Samsung vs Apple, sendo eu o defensor do primeiro. Meu tablet ainda é Samsung e devo continuar usando aplicativos e testando coisas no sistema Android, mas o mundo da maçã se revelou pra mim.

A primeira impressão é positiva. Alguns apps que eu uso no tablet, como o do banco Itaú, são melhor desenvolvidos para dispositivos que usam iOS. Na verdade, a maioria parece ter alguma melhoria em relação às versões para Android. Vocês notam isso também?

Eu estou em fase de testes, mas já posso dizer que ter uma câmera boa assim comigo todo o tempo vai me fazer experimentar uma liberdade que nenhuma das câmeras com que já trabalhei me ofereceu.

Hoje, deixo a notícia. Semana que vem, venho com exemplos.

20 anos da Folha na web

09 de julho de 2015 0

imageA Folha de S. Paulo celebra hoje 20 anos de noticiário na internet. Em 9 de julho de 1995, entrou no ar a FolhaWeb. A reportagem que conta parte da história online do jornal, publicada na edição impressa de ontem, informa que o mundo online era algo tão novo, que a matéria que apresentava a FolhaWeb tinha o texto “entenda o que é a internet”. A rede mundial de computadores tinha começado a funcionar de modo comercial dois meses antes.

Sou uma grande admiradora da Folha. Acho um jornal classudo, de credibilidade e inovador, tanto em projeto gráfico quanto em títulos criativos e pautas diferentes. Sobre a internet, bom, aí já começamos a falar da Folha lembrando que foi o primeiro site de jornal a cobrar por conteúdo. Acredito que o pagamento dá mais valor ao trabalho feito por empresas de comunicação sérias. Sou assinante digital da Folha há mais de um ano e, graças à internet, posso ler no iPad a edição do dia. Durante muito tempo, só pude ler a Folha quando viajava para o centro do país. A internet derruba barreiras.

A rede mundial de computadores é o assunto do caderno Tec da Folha nesta semana. Uma linha do tempo se espalha pelas páginas e há muitos dados de conectividade. Apenas uma página é dedicada aos 20 anos da Folha na internet. A maior parte do caderno tem dados bastante atuais sobre quem acessa o que na rede. Eles são resultado de uma pesquisa do Datafolha realizada em junho deste ano. Ela mostra, por exemplo, que 78% dos jovens entre 16 e 24 anos têm um smartphone ou vivem em um lar com um. E conta que alguns deles nem precisam mais de computador, fazem tudo no celular.

Seja no papel, nos sites, no mobile, a crença da Folha é a mesma que a minha: devemos entregar conteúdo relevante, seja na plataforma que for. Foi assim, inclusive, que me apresentei, no primeiro post do Spot.

Parabéns, Folha, pelos 20 anos na web. Tenho certeza que seguirei me inspirando!

O fim do Globo A Mais

17 de maio de 2015 0

imageQuero ficar empolgada com o e-mail que recebi d’O Globo anunciando que eles trabalham em um novo produto pata tablets e smartphones. Mas não consigo. A informação do novo app chega junto com a notícia do fim do Globo A Mais, e esta pegou pesado em mim. Eu já citei matéria dele aqui no Spot e realmente gostava. Acho muito triste sempre que algo acaba, mesmo que seja para dar lugar a uma ideia nova. Sim, temos que evoluir, mas o fim de um produto me abate.

Estamos quase que semanalmente tendo contato com notícias ruins sobre o mercado jornalístico. Acho que isso e o fato de eu ter ficado sabendo do fim de IMG_0152um conteúdo que eu gostava sem saber que viria uma novidade no lugar me impactaram mais. Eu vi no twitter sobre a última edição e só horas depois, ao acessar o meu gmail, soube do novo app que vem por aí.

Bom, pelo menos nesse caso, não é só uma notícia ruim, né, tem o outro lado. Aguardo as novidades e comentarei aqui. Por hoje, deixo a capa da última edição do Globo A Mais, que foi ao ar na sexta-feira, e o e-mail que eu recebi. :(

A vitória do iPhone sobre o GPS

02 de abril de 2015 3

imageNão é difícil para eu perceber algo que de tempos em tempos surge em matérias ou posts sobre tecnologia. Os bons smartphones estão fazendo com que a gente precise cada vez de menos equipamentos. Eles estão sendo suficientes para muitas ações e fazendo com que a gente não viva sem eles e carregue menos peso.

Isso começou, obviamente, com a câmera fotográfica. Hoje, dá pra se virar bem com smartphones. Eu, pra muita coisa, ainda carrego a câmera, mas o iPhone me dá tranquilidade para não perder uma foto de um momento especial que surge do nada ou um factual que eu vá registrar pra enviar ao Pioneiro. Pra vídeo, mesma coisa.

Sobre acessar redes sociais no smartphone nem preciso falar, né?! É só prestar atenção ao redor pra ver que as pessoas vivem no facebook pelo telefone. E qualquer pesquisa na internet também pode ser facilmente resolvida na tela do celular.

Essa introdução toda é pra dizer que voltei de férias ontem e, pela primeira vez em alguns anos, viajei sem o meu GPS. Pois é, mais uma coisa que o iPhone pode substituir. Eu uso o Waze há um tempo já e fui ganhando confiança nele e na rede 3G espalhada pelo país – que ajuda muito conforme a navegação que você deseja fazer no aplicativo. No ano passado, meu GPS, que não estava com a última atualização de mapas, erro meu, não fez com que eu me achasse depois de me perder a caminho de um aeroporto da vida. Já o Waze me levou pra lá direitinho. Este ano, o GPS ficou em casa.

Confesso que isso provoca em mim uma confusão de sentimentos. Ao mesmo tempo em que acho quase sempre super legal a tecnologia evoluindo – e o Waze é demais, eu não viajo mais sem (até quando?) -, vejo que tantos gadgets que fomos adquirindo ao longo da vida vão se acumulando em gavetas, sem serem carregados, sem terem mais utilidade. Tudo – tudo mesmo, não só as coisas físicas – tem se tornado descartável muito rápido. E com muita facilidade.