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Posts com a tag "twitter"

Rock in Rio mostra dinâmica dos festivais nas redes sociais

25 de setembro de 2015 0

 

Foto:  Tarso Marcelo

Foto: Tasso Marcelo/AFP

Não é necessário dizer que o Rock in Rio faz sucesso há muitos anos. A cada edição, contudo, fica mais fácil mensurar o alcance do evento. Quinta-feira à noite esse era claramente o assunto mais falado nas redes sociais, em especial no Twitter. Mas festivais possuem uma dinâmica diferente nas redes. Não há somente uma hashtag global que se mantém no topo ao longo de todo o evento, cada banda tem seu momento figurando nos trending topics. Isso faz com que, mesmo que haja rotatividade das pessoas frente à televisão, os shows estejam sempre em destaque, já que o número absoluto de interessados é sempre muito grande pela variedade de apresentações. Claro, além dos milhares que estão presentes nos shows e postam na web.

Eu acredito que o RiR se destaca em relação aos outros shows e gravações que passam nos canais de música diariamente pela quantidade de bandas de alto nível em sequência e pelo sentimento que as pessoas criam de fazer parte de algo, de estar comentando no momento em que acontece, mesmo que estejam distantes fisicamente da cidade maravilhosa.

E isso, relembro, na quinta-feira. Não será diferente no resto do Rock in Rio.

Adorei a guia de notícias do Twitter

28 de agosto de 2015 2

twitterNa última atualização do Twitter para iOS, fui surpreendida com a guia Notícias do Momento. Adorei. Ter uma lista dos principais fatos do dia a um toque, enquanto navego no app que mais uso pra me informar, é uma maravilha. Encontrei matérias de perfis que eu sigo e tenho a opção de ler só um pequeno resumo de três linhas ou clicar e encontrar uma versão um pouco maior. Além disso, ainda tem link para o artigo completo.

A relação entre as notícias, claro, não ia faltar. Tudo hoje gira em torno de oferecer às pessoas o que elas querem ler, a vida na bolha. Quando você clica em um dos tweets para chegar na versão mais completa – que inclui foto -, tem embaixo a opção de ler publicações de outros perfis relacionadas ao que você clicou.

Facilitar a vida das pessoas, economizando o tempo delas, sempre é acertado. Esse é mais um motivo para eu seguir usando e defendendo a rede social do passarinho. E como eu já fiz vários posts sobre, acho melhor colocar aqui o link da tag do Twitter no Spot.

Até a lua azul foi trollada e virou meme na internet

01 de agosto de 2015 0

Lua azul é o nome do fenômeno que aconteceu na noite desta sexta-feira: a segunda lua cheia que aparece no mesmo mês. Isso só é possível porque a lua demora 29,5 dias para girar em torno do planeta. Em um mês como julho, de 31 dias, se a primeira lua cheia abrir o mês, outra o fechará. Mas isso só acontece a cada três ou quatro anos, no geral.

Só que nem mais a lua é perdoada na internet: o assunto virou trending topics no Twitter. A brincadeira rolou solta sobre o fato de a lua não ter nada de azul e sobre a incapacidade dos internautas de fotografá-la.

A lua me encanta. Sempre gostei de caminhar à noite com ela de guia, coisa que não faço mais por motivos de segurança. Quando morei em Porto Alegre, as minhas fotos de clima em que a lua aparecia eram algumas das mais vendidas, o que virava parte do meu sustento. Acima, fotos minhas de outras luas. Abaixo, reproduções das trollagens da galera. E vocês, conseguiram fotografar algo?

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Twitter aumenta o destaque para os links na timeline

16 de julho de 2015 0

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Cada vez mais acredito no Twitter como a melhor rede social para se informar. Ontem, outra mudança reforçou essa posição. Os aplicativos para iOS e Android receberam uma atualização que aumenta o destaque para os links. Eles passam a aparecer com em uma área separada e com foto, quando a matéria linkada tem foto, é claro. É uma boa prévia do que o internauta encontrará.

O Facebook já faz isso há tempo, e o Twitter ficou mesmo bastante parecido. Mas na rede do passarinho, não tem um algoritmo derrubando links para privilegiar vídeos, por exemplo, como foi anunciado recentemente.

Pensando que o mobile cresce cada vez mais, ter uma área clicável maior facilita. É comum as pessoas usarem o smartphone caminhando, por exemplo, e aí acertar letras pequenas para abrir um link é mais complicado. A prévia também evita perda de tempo. Vivemos num mundo em que a quantidade de informações cresce o tempo todo, nos obrigando a escolher o que vamos consumir no tempo que temos pra isso. Antes, tínhamos o que a pessoa escreveu no tweet e parte do link, sem detalhes, o que aumentava a chance de clicar em algo que não era o que parecia ser. Agora, a opção é mais certeira. :)

Vida longa ao Twitter!

27 de junho de 2015 1

IMG_4675Apesar de no aviso de atualização aparecer apenas correção de bugs, o Twitter anda colocando novidades de tempos em tempos no app para iOS. Recentemente, apareceu a opção para uma seção específica da Copa América. Logo acima da timeline, é possível tocar numa bola de futebol com a inscrição “Acompanhe a Copa América”. Entrando ali, surgem três opções: partidas, tweets e fotos (o print ali do lado é do meio da semana, sei que esses jogos já aconteceram). Achei muito legal. É parecido com o espírito das listas, que nos ajudam a concentrar assuntos que nos interessam elegendo perfis específicos. Ajuda muito se não for preciso acompanhar a timeline inteira para saber de algum tema em especial.

Num mundo com tanta informação sendo disseminada ao mesmo tempo, organizar a vida do internauta é um feito e tanto! Considero essa seção específica mais uma vantagem do Twitter em relação ao Facebook quando a intenção é IMG_4676se informar. Já lancei esse debate aqui no Spot e, mais uma vez, acho que o Twitter é mais eficiente ao apresentar informação segmentada e atualizada. Enquanto o Facebook e seu Edge Rank… bem, vocês sabem! Ou, se não sabem e têm interesse, nesse post que eu linkei ali em cima tem informação sobre.

Outro recurso que apareceu recentemente no Twitter foi o “Enquanto você esteve ausente…”. Se a gente fica muito tempo sem acessar, o app mostra alguns tweets das últimas horas. Você pode tocar no x e descartar, voltando para a timeline normal, atualizada com as postagens dos últimos minutos. Depois de perguntar se você realmente quer descartar aquilo, o app pergunta se você gostou. Acho interessante que o Twitter pergunte às pessoas o que elas consideram bom. É um termômetro para as mudanças testadas e valoriza o internauta.

No meio jornalístico e em encontros que tratam de internet, tecnologia e redes sociais, é comum se ouvir que o Twitter está morto, que todo mundo só usa o Facebook. Eu discordo. Acho que são duas redes completamente diferentes, e tanto o meu perfil pessoal quanto o do Pioneiro vêm crescendo em número de seguidores. A interação é menor, mas a informação é mais atualizada. Eu uso o Twitter todos os dias e, em quase todos, fico sabendo de algo novo ali. Vida longa ao passarinho! :)

Aperte o play: redes sociais oferecem mais vídeos

21 de junho de 2015 0

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Neste sábado, dando uma olhada nas redes sociais e nos alertas que eu recebo, em menos de cinco minutos me deparei com duas notícias que reforçam o quanto a oferta de vídeos está crescendo na internet. Como na rede mundial tudo é monitorado em detalhes, é claro que essa oferta maior é decorrente de um consumo também crescente.

A primeira informação chegou pela timeline do Twitter. Era um post patrocinado do Twitter Ads Brasil comunicando que a rede social adotou o autoplay. Os vídeos passam a rodar automaticamente a partir da nova versão do app (dá para desligar a função nas configurações da conta). Essa é uma questão polêmica que já foi debatida quando Facebook e Instagram adotaram o autoplay. O principal problema é o áudio, que pode colocar a pessoa em uma situação constrangedora caso ela esteja em uma fila, por exemplo, matando tempo em uma timeline da vida. Facebook e Instagram rodam sem som, mas no Twitter, no app do iPad, rodou automaticamente com música.

Não gosto de autoplay. Primeiro porque quero ter controle do que vou ver ou não na rede social. Pode ser um vídeo de uma cena de violência, por exemplo, que me incomode naquela hora. E também porque aumenta a audiência de um vídeo de uma forma que não é realmente verdadeira. A rodagem automática dispara números, mas não diz se aquele conteúdo realmente interessou.

A segunda informação recebi num alerta de um grupo de mídia social do qual faço parte no LinkedIn. O pessoal do Planeta Y, que trabalha com monitoramento de redes sociais para instituições de ensino, postou um estudo que mostra que o Facebook está exibindo 360% mais vídeos na timeline de seus usuários. O crescimento na exibição de vídeos não é novidade, e uma atenção especial à própria timeline já dá uma ideia. No entanto, esse estudo vai mais a fundo, com gráficos e interpretação. Mesmo focado em alunos, ele serve de base para várias ações na rede do Mark Zuckerberg. Vale conferir com atenção. :)

O fim do Globo A Mais

17 de maio de 2015 0

imageQuero ficar empolgada com o e-mail que recebi d’O Globo anunciando que eles trabalham em um novo produto pata tablets e smartphones. Mas não consigo. A informação do novo app chega junto com a notícia do fim do Globo A Mais, e esta pegou pesado em mim. Eu já citei matéria dele aqui no Spot e realmente gostava. Acho muito triste sempre que algo acaba, mesmo que seja para dar lugar a uma ideia nova. Sim, temos que evoluir, mas o fim de um produto me abate.

Estamos quase que semanalmente tendo contato com notícias ruins sobre o mercado jornalístico. Acho que isso e o fato de eu ter ficado sabendo do fim de IMG_0152um conteúdo que eu gostava sem saber que viria uma novidade no lugar me impactaram mais. Eu vi no twitter sobre a última edição e só horas depois, ao acessar o meu gmail, soube do novo app que vem por aí.

Bom, pelo menos nesse caso, não é só uma notícia ruim, né, tem o outro lado. Aguardo as novidades e comentarei aqui. Por hoje, deixo a capa da última edição do Globo A Mais, que foi ao ar na sexta-feira, e o e-mail que eu recebi. :(

O Oscar no twitter e na bolha algorítmica do facebook

23 de fevereiro de 2015 2

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Eu uso direto o facebook, o meu e o do meu trabalho, e reconheço a importância e o tamanho da rede de Mark Zuckerberg, mas quando quero acompanhar notícias e comentários sobre um assunto específico, em tempo real, vou pro twitter. A timeline do twitter realmente nos mostra o que está sendo discutido naquela hora, sem filtros, bolhas ou algoritmos que insistem em nos mostrar sempre os mesmos assuntos e as mesmas pessoas.

O twitter, pra mim, cumpre muito melhor o papel de segunda tela do que o facebook. Na rede do passarinho, podemos filtrar melhor os assuntos por hashtag. E aí não é só culpa do facebook, mas também dos usuários, que ainda não sabem usá-las direito. Há inclusive ameaças do facebook de bloquear usos indevidos, como por#exemplo#colocar#o#símbolo#entre#as#palavras#de#uma#frase(!). No twitter, também não somos privados de uma informação do Oscar para ver um cachorrinho de um amigo postado muitas horas ou até um dia antes. Nada contra cachorrinhos – tenho dois – e amigos de facebook – reencontrei muitos de escola na rede – e tudo contra o algoritmo que reduz o nosso mundo aos temas que costumamos ler e às pessoas com quem interagimos mais. Se curtimos muitas publicações de um amigo, o algoritmo vai nos mostrar mais o que esse amigo posta. E se a postagem dele for muito curtida, ela pode passar dias aparecendo para você. Eu sei que dá pra trocar a ordenação do feed de “Principais notícias” para “Mais recentes”, mas isso não estoura a bolha. Ainda assim, são as mais recentes entre alguns grupos.

Eu fiz um teste no domingo à noite enquanto assistia ao Oscar. No mesmo minuto, atualizei as minhas timelines do twitter e do facebook. No twitter, encontrei diversas notícias atualizadas sobre a premiação. No facebook, uma só. E lindas fotos dos meus amigos que – como eu – adoram um arco-íris! Coloquei aqui no post só o print do twitter pra respeitar a privacidade dos meus amigos do facebook. Apesar de estarem em uma rede social classificada por muitos como sem privacidade, devido à grande exposição, eles podem não querer ter seus nomes e rostos em um blog totalmente público, assunto que pode ser tratado em um post futuro.

Todo mundo corre atrás do Mark

28 de janeiro de 2015 0

O Twitter anunciou que agora dá para conversar por DM com mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Ou seja: o Twitter entrou valendo na briga dos chats.

O Youtube liberou para alguns internautas a reprodução automática de um novo vídeo no fim daquele que o cara está assistindo. No lugar dos vídeos sugeridos, já começa a rodar outro, desde que a pessoa não desative essa opção. É bem fácil, fica no lado direito, com a descrição “Reprodução automática”.

Essas duas mudanças no mundo virtual me fizeram pensar a que ponto as empresas estão brigando entre si para manter os internautas dentro das suas plataformas. Sabemos o quanto é fácil nós nos distrairmos com algum link e aí cairmos em outra página e depois outra e chegarmos a um ponto em que nem sabemos como fomos parar naquele site. Ou como é fácil também nós não gostarmos de algo que abriu em algum site e vazarmos rapidamente de lá. O objetivo é fidelizar, segurar o internauta.

O Twitter entra nessa briga por segurar o cara passando a disponibilizar o que o Facebook já oferece com o Messenger e com o WhatsApp. O Skype e o Viber também estão nesse grupo, mas ainda têm menos usuários. Na real, a escolha, pra mim, depende de dois fatores: o aplicativo que você mais gosta e onde estão as pessoas com quem você pretende conversar. E aí a gente sabe, né, praticamente todo mundo(!) tá no Facebook.

A novidade do Youtube tem tudo a ver, também, com tentar diminuir a hegemonia da rede de Mark Zuckerberg. Uma matéria do Olhar Digital afirma que, com essa mudança, o player do Google quer fazer frente aos vídeos exibidos no Facebook.

Conclusão: todo mundo corre atrás do Mark. :)

Google, facebook e a vida vigiada

21 de novembro de 2014 0

googleNum dia desta semana, caiu na minha timeline no facebook uma matéria da revista Exame que dizia: Como descobrir o que o Google sabe de você. Eu cliquei e confesso que o algoritmo da mega empresa de busca é melhor do que eu pensava. Eles acertam mesmo o que eu gosto, até o tipo de estilo de música dentro do rock.

Mas, enfim, o que importa é que a matéria me fez pensar nos algoritmos que estão ao lado de quem navega na internet e nas redes socias (praticamente todo mundo). Se você navegar logado na conta do Google (o que eu costumo fazer), ele vai capturar dados de sites em que você entrou, produtos que pesquisou e pessoas com quem se relacionou. São informações que valem muito no mercado de anúncios direcionados. Em um mundo cheio de opções como é a internet, oferecer o produto certo para o cara certo é o caminho.

Navegando no facebook, a situação é exatamente a mesma. O algoritmo da rede de Mark Zuckerberg está acompanhando as suas atividades e considerando o que você mais “gosta” com base em quantidade de interações com aquele perfil ou aquela fan page. E tudo termina, novamente, em anúncio direcionado.

Há quem questione isso, diga que é invasão de privacidade, que os algoritmos vão longe demais capturando a nossa vida. Eu não sou dessa turma. Isso não é feito escondido. Se você se logar e concordar com os termos de uso (alguém lê antes de clicar informando que aceita?), dá autorização a eles para guardar dados de navegação, portanto não tem invasão alguma aí, você permitiu. Agora, os anúncios direcionados e o direcionamento inclusive dos resultados da busca orgânica do Google a partir do que eu “gosto” me incomodam. No livro O Filtro Invisível: O que a Internet Está Escondendo de Você, tem uma boa discussão sobre a bolha a que somos colocados quando só nos mostram assuntos relacionados a temas que gostamos ou, por algum motivo, pesquisamos sobre.

Acho que os algoritmos nos aprisionam e é importante sair deles. Algumas coisas bem básicas já me fazem ter uma ideia de que estou conseguindo furar a bolha. Uma delas é organizar o feed de notícias do facebook pelas histórias mais recentes. Ainda assim não é 100% de exibição das atualizações que seguimos – como acontece com o twitter -, tem filtro, mas ele é menor do que o das “principais histórias”, como o facebook chama a lista que te oferece a partir do teu engajamento (mais curtidas, comentários ou compartilhamentos em determinados perfis ou fan pages).Outra é entrar nas homes de sites que eu gosto e procurar o que a internet está oferecendo a todos. Se nos limitarmos a buscar tudo pelo Google, ele vai nos colocar no caminho que acredita que vamos gostar mais, ou seja, nos dar mais do que estamos acostumados a consumir. E a surpresa, a novidade e os assuntos que a gente não conhece ficam para trás, o que é uma pena, porque temos um mundo enorme a descobrir. :)