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Artigos em Questões do momento

A Reforma adiada: e agora?

A Reforma foi adiada — isso é fato. Mas e nós, como ficamos? O que vai resultar desse adiamento? Olhe, prezado leitor, há muitos desfechos possíveis. O adiamento, a meu ver, elimina desde já a hipótese de ficar assim como está; haverá alterações de rumo.

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A Reforma adiada (3)

A Reforma foi um desastre que resultou de uma trágica sequência de erros e omissões; veja aqui a parcela de responsabilidade que coube à Academia Brasileira de Letras e às editoras brasileiras.

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A Reforma adiada (2)

Um dia alguém vai ter de explicar por que os linguistas e professores que integraram a Comissão de Língua Portuguesa do MEC não denunciaram as incongruências do Acordo, que saltam aos olhos a quem lê o texto com o mínimo de atenção.

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A Reforma adiada (1) - a vitória do bom senso

Ao aceitar um grande número de grafias diferentes entre os vários países lusófonos, os membros da Comissão que elaborou o novo Acordo Ortográfico deveriam ter voltado para suas casas, admitindo a impossibilidade dessa uotpia unificadora. Infelizmente, numa constrangedora demonstração de falta de espírito cívico, terminaram por aprovar uma Reforma que trai o seu objetivo principal.

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Bom dia!

"Bom dia!", "Boa tarde!", "Boas festas!", "Bom jogo!", "Bom almoço!", "Boa aula!" ou "Bom enterro!", tudo isso se escreve SEM hífen. O "bom-dia" que está no dicionário é vinho de outra pipa.

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Ainda as paraolimpíadas (conclusão)

Veja por que os esquisitíssimos *paralimpíada e *paralímpico jamais poderão conviver pacificamente com os demais vocábulos que compõem o nosso léxico.

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Ainda as paraolimpíadas

É de amargar! Como num passe de mágica, a maior parte da imprensa brasileira perdeu o seu tradicional espírito crítico (juntamente com o bom-senso) e aderiu cegamente a esta malparida PARALIMPÍADA.

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tudo a ver

Há mais de trinta anos uma leitora procura justificativas para a grafia "tudo haver". Talvez seja um alívio para ela saber que a forma correta é "tudo A VER" — e que "tudo haver", "tudo a haver" ou "tudo há ver" são combinações inaceitáveis em nosso idioma.

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festas julinas?

Aviso ao arraial: toda festa que tem pipoca, amendoim, fogueira e bandeirinha, casamento na roça e danças caipiras marcadas pelo som da sanfoninha são FESTAS JUNINAS – não importa o mês em que elas acontecem.

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O feminino nos diplomas

Foi editada, há alguns dias, uma leizinha que torna obrigatória a distinção masculino/feminino nos diplomas e certificados de todas as instituições de ensino do País. Embora ela represente mais um pequeno degrau que subimos em direção à igualdade de gêneros, sua consequência para nosso idioma, ao contrário do que muita gente andou apregoando por aí, é igual a ZERO.

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ventosa

Aluno não aprende sozinho, ciscando como um pinto solto entre livros e apostilas. A aprendizagem sem professor é difícil, demorada e geralmente imperfeita, pois só ele é capaz de identificar os desvios e os becos sem saída em que o pensamento do aluno se perdeu.

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Cigano (conclusão)

Expurgar o dicionário do lado "ruim" das palavras, retirar do verbete as acepções depreciativas de CIGANO, como quer o procurador, implicaria apagar uma parte da nossa história, fechando a possibilidade de entendermos determinadas posturas que nossa sociedade assumiu ao longo do tempo, por mais condenáveis que elas possam parecer ao observador de hoje.

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Cigano

No dia em que registrar os valores depreciativos que certos vocábulos assumiram ao longo do tempo for considerado um crime, nossa língua — ou melhor, nossa civilização terá embarcado numa viagem sem volta para a noite escura da desmemória.

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meados

"Em MEADO de setembro" ou "em MEADOS de setembro"? Ambas estão corretas, mas o PLURAL é a forma preferida desde o séc. XIX. Outra daquelas falsas polêmicas que seriam evitadas com um pouco mais de leitura...

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O livro do MEC (conclusão)

Do ponto de vista científico, desconhecer o Português padrão não representa deficit algum; do ponto de vista social, no entanto, esse desconhecimento é uma verdadeira SENTENÇA CONDENATÓRIA.

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O livro do MEC (3)

O linguista dedica-se a observar e analisar os fatos da linguagem para melhor entendê-la; o seu compromisso é com a CIÊNCIA. Pois nós, professores de Português, não somos nem pretendemos ser cientistas. Longe disso; o compromisso que temos é com a CULTURA.

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O livro do MEC (2)

A Escola precisa falar claramente com a Linguística: "Fico-lhe muito grata por sua importante contribuição, amiga, mas vamos esclarecer uma coisa: o meu compromisso é com a Cultura"

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Sobre o livro do MEC (1)

Quem reagiu conta a publicação do MEC não estava repudiando os princípios da ciência da Linguística, mas sim enviando um claríssimo recado que os linguistas insistem em não ouvir: não é isso o que esperamos da escola.

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Sim, professores devem corrigir!

O Doutor, que é, acima de tudo, um professor, explica a uma jovem colega por que os erros de Português devem ser corrigidos nas redações escolares.

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Que língua a escola deve ensinar?

Os linguistas sabem que nosso idioma é muito mais amplo do que a língua escrita culta que é ensinada na escola — mas a escola sabe, mais que os linguistas, que essa é a língua que ela deve ensinar.

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