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Posts de julho 2008

Mercado em dia

30 de julho de 2008 0

Blue chips de peso

Sustentada por forte aumento dos preços do petróleo no Exterior, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) emplacou nova valorização. Em dois pregões, a bolsa recuperou (5,5%) a maior parte da perda acumulada em cinco sessões (6,42%).

Blue chips de maior peso no mercado e com as maiores quedas na semana passada, as ações das companhias petrolíferas e do setor de minério de ferro concentraram as compras no pregão. Os papéis da Petrobras avançaram quase 5% devido à redução das reservas de petróleo nos EUA. Isso é bom para os investidores, mas prejudicial à economia global porque indica provável desaceleração no consumo de combustíveis.

A reação mais intensa (quase 7%) dos papéis da Vale deveu-se à divulgação de informações favoráveis ao setor siderúrgico. A Rio Tinto, por exemplo, deve investir US$ 2,15 bilhões na expansão da produção em mina no Mato Grosso do Sul. Além disso, a gigante mundial Arcelor Mittal e o conglomerado industrial Siemens anunciaram lucros acima do previsto.

Graças ao fluxo positivo de divisas, o dólar caiu ainda mais, encostando na marca de R$ 1,5550 de 19 de janeiro de 1999. É que, com juros elevados, os estrangeiros sentem-se atraídos a aplicar em ativos de renda fixa do país. A moeda já acumula baixa de 12% em 2008.

Postado por Marçal Alves Leite

Queda livre

30 de julho de 2008 0

Dólar supera novo recorde

Conforme o Banco Central, o dólar comercial é negociado (às 13h) a R$ 1,5610 na compra e a R$ 1,5630 na venda. É a menor cotação desde 19 de janeiro de 1999, quando foi transacionado a R$ 1,5550 (venda). Na época, houve uma forte valorização do dólar devido ao abandono pelo governo do sistema de bandas cambiais. Em 10 dias, a moeda saltou de R$ 1,21 para R$ 1,71.

Motivos da queda de hoje: ingresso de recursos externos devido ao interesse de investidores estrangeiros em aproveitar os juros atraentes no país. A taxa básica está em 13% ao ano, uma das mais elevadas do mundo.

Postado por Marçal Alves Leite

Money Sul

30 de julho de 2008 0

Gaúchos ganham feira financeira em 2009

Seguindo no rastro do sucesso da Money Show norte-americana e da Expomoney brasileira, o Rio Grande do Sul contará a partir de 2009 com sua exposição de finanças e investimentos. Trata-se da 1ª Feira de Educação Financeira e Investimentos do Sul do País (Money Sul), que foi idealizada pelos especialistas financeiros Everton Lopes, Gilberto Silva e Mario Augusto Dante.

Com apoio da Bovespa, INI, Apimec/Sul e Banrisul, a primeira edição do evento ocorrerá na Universidade de Caxias do Sul (UCS). Os organizados contatam agora com as companhias do Estado com ações negociadas em bolsa. Também está previsto o lançamento da Coleção Moneysul, que, em conjunto com a Editora AGE, apresentará obras de escritores gaúchos sobre educação financeira e investimentos. Cinco autores já estão garantidos no projeto.

Postado por Marçal Alves Leite

Localização de cotações

30 de julho de 2008 0

Como consultar no site da Bovespa

Aproveitando a solicitação de informação de leitor quanto as ações negociadas diariamente na Bolsa de São Paulo (devido à dificuldade em ler letras pequenas), abaixo um roteiro de como acessá-las no site da instituição:

1) Acessar www.bovespa.com.br

2) Ir buscando os seguintes lincks:

Mercado

Ações

Dados históricos

Últimos pregões

Horário regular

Consulta na tela

Mercado à vista (aqui escolher o lote de interesse)

3) As cotações correspondentes ao pregão do dia só estarão disponíveis a partir de cerca de uma hora depois do encerramento das operações.

4) Na tela principal do site, abaixo do gráfico do desempenho diário do Ibovespa, existem lincks para consultas sobre o pregão em andamento. É preciso digitar o código da ação no espaço denominado Cotação rápida.

Postado por Marçal Alves Leite

Mercado em dia

29 de julho de 2008 0

Confiança renovada

Graças ao desempenho das ações da Vale, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) interrompeu uma seqüência de cinco quedas, fechando com boa valorização. O dólar comercial caiu pouco, mas o suficiente para atingir o menor valor desde 19 de janeiro de 1999.

A recuperação da bolsa, que ainda acumula forte baixa (9,15%) no ano, acompanhou o comportamento em Wall Street, onde os negócios foram reanimados pela melhora no índice de confiança do consumidor norte-americano.

Os dados do Conference Board, um instituto privado de pesquisa, ofuscaram os temores com a crise do setor imobiliário, apesar de o banco de investimentos Merrill Lynch admitir mais US$ 5,7 bilhões em perdas com créditos de alto risco (subprime).

No rastro dessa renovação de esperanças na economia dos EUA, até o dólar teve recuperação frente ao euro. A moeda européia terminou abaixo de US$ 1,56 pela primeira em um mês, também contribuindo para derrubar os preços do petróleo.

Mas o fortalecimento do dólar no Exterior não se refletiu no mercado brasileiro. Nem um leilão de compra do Banco Central mudou o rumo do câmbio, sobre o qual pesou novamente a entrada de divisas. Não é para menos. Os estrangeiros estão se deliciando com as taxas tão atraentes da renda fixa.

Postado por Marçal Alves Leite

Reação na Bovespa

29 de julho de 2008 0

Papéis da Vale puxam recuperação

Depois de cinco pregões consecutivos de perdas, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) ensaia uma recuperação nesta terça-feira. Liderado pelas ações da Vale, que sobem cerca de 1,5% (ON) e 2% (PN) por volta do meio-dia, o Ibovespa avança mais de 1%, retomando a marca dos 57 mil pontos.

Devido ao recuo dos preços do petróleo no Exterior, os papéis da Petrobras operam no vermelho. Wall Street registra ganhos, o que aumenta a possibilidade de a Bovespa fechar a rodada com alta.

Postado por Marçal Alves Leite

Mercado em dia

28 de julho de 2008 0

Contágio irresistível

Depois de subir 1,71% pela manhã e se manter no azul até 20 minutos antes do encerramento, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) acabou contagiada por acentuadas perdas em Wall Street e consolidou sua quinta baixa seguida. No período, a bolsa cedeu 6,42%.

O desempenho das ações da Petrobras e da Vale, que avançaram quase 3% no dia, mas fecharam com altas de cerca de 1%, determinou essa resistência quase inabalável no pregão. No final, o índice sucumbiu devido às operações de day trade, terminando abaixo de 57 mil pontos pela primeira vez em seis meses.

Ou seja, temerosos ante a instabilidade global, alguns investidores optaram pela compra e venda na mesma sessão. O problema é o retorno das incertezas quanto ao comportamento do setor financeiro nos EUA, onde as bolsas caíram mais de 2% na jornada.

As cotações desandaram após a divulgação de um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a crise norte-americana, de duas falências de bancos regionais e da redução pelo governo dos EUA da projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano. O mercado ficou sob alerta: a crise do setor imobiliário está longe de terminar.

Postado por Marçal Alves Leite

Real valorizado

28 de julho de 2008 0

Moeda brasileira sobe 124,2% desde 2003

O real já se valorizou 124,2% em relação do dólar norte-americano desde o começo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, indica estudo da consultoria Economática. Conforme a análise, realizada em oito mercados, a moeda brasileira foi a que mais se valorizou no período na América Latina, seguida pela colombiana, que teve alta de 61,6%. Na Argentina, o avanço foi de 11,5%. Na Zona do Euro, a valorização frente ao dólar foi de 50%.

Em compensação, o bolívar, da Venezuela, foi o único que se desvalorizou frente ao dólar na região nos últimos cinco anos. Sua cotação caiu 34,7% em relação à da moeda dos EUA no período.

Postado por Marçal Alves Leite

Turistas estrangeiros gastam mais

28 de julho de 2008 0

Junho apresenta o maior saldo mensal desde 1969

Conforme o Banco Central, os turistas estrangeiros deixaram US$ 426 milhões na economia do país no mês passado. Isso representa 24,91% acima do volume registrado em igual período de 2007 e constitui-se no melhor desempenho obtido no mês de junho desde 1969, quando começou a ser feito o levantamento. No acumulado do semestre, o saldo atinge US$ 2,899 bilhões ou 19,02% acima da quantia dos ingressos nos seis primeiros meses de 2007. É a primeira vez na história que o desempenho de um primeiro semestre do ano aproxima-se na marca dos US$ 3 bilhões.

Para a presidente da Embratur, Jeanine Pires, o turismo é um dos grandes setores indutores da economia nacional.

_ Se compararmos o setor com os principais bens exportados pelo Brasil, em 2007, o turismo fica na quarta posição, à frente dos automóveis. Na pauta de serviços, é o primeiro da lista, seguido por transportes e serviços prestados às empresas _ explica.

Postado por Marçal Alves Leite

Perguntas impertinentes

27 de julho de 2008 0

Retomada depende de solução definitiva da crise 

E aí Marçal, até quando a crise da subprime vai arrastar o pregão?

Tu acha que a bolsa ainda recupera este ano?

Milho não é uma boa aposta?

 

Otto Aires Lauer Ramos

 

Prezado amigo e leitor

Vamos por partes: enquanto os resultados dos grandes bancos norte-americanos. como Citigroup, Wachovia e Wells Fargo, ou as empresas hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, contabilizarem prejuízos com créditos podres (títulos provenientes de dívidas imobiliárias de alto risco) a instabilidade deve persistir. A superação ou a redução do impacto da crise depende das medidas adotados pelas autoridades monetárias dos EUA e da Europa e pelos próprios bancos no enfrentamento dos problemas geradores do rombo. É importante, acima de tudo, os tomadores de crédito terem condições de honrar os compromissos assumidos.

 

A recuperação da bolsa neste ano, portanto, está relacionada à superação dos problemas no setor financeiro. Sanear as instituições significa maior volume de financiamento à produção. Também é importante o recuo das commodities agrícolas e minerais, pois a escalada pressiona a inflação em várias países, principalmente de alimentos e combustíveis. Não há economias (e tampouco mercados) sustentáveis no médio e longo prazos sem equilíbrio nos preços dos gêneros básicos.

 

Por fim, o milho só pode ser uma aposta, talvez, nos EUA, onde é matéria-prima para a produção de etanol. O problema é que, justamente pela transformação em combustível e pelo aumento da demanda por alimentos, principalmente na China e Índia, as cotações subiram muito nos últimos meses. É arriscado afirmar que poderão se manter elevadas durante tanto tempo. O milho é uma aposta do produtor, que precisa garantir preços mínimos na época da colheita. Neste caso, os instrumentos do mercado (contratos futuros e de opções) são interessantes para proteger um lucro mínimo.

 

Caro Otto, o retorno das aplicações depende do ponto de vista de cada um, da quantia disponível e do momento de entrar e sair do mercado. Não há regras iguais para todos. Cada qual tem uma visão do futuro e quem melhor interpretar a realidade (do mercado) mais facilmente poderá obter ganho avantajado ou, pelo menos, superior ao pago na renda fixa. Muita sorte.

Postado por Marçal Alves Leite

Mercado em dia

27 de julho de 2008 0

Dólar enfraquecido 

Ancorado por novo aumento da taxa básica (Selic), que passou de 12,25% para 13% ao ano, o dólar comercial recuou nas últimas duas sessões, alcançando o seu menor valor (R$ 1,5730) desde 19 de janeiro de 1999. As quedas também atingiram os segmentos turismo (R$ 1,67) e flutuante (R$ 1,68).

Devido à perspectiva de maior ingresso de divisas estrangeiras, a tendência será de o dólar testar nesta semana a marca de R$ 1,5550 (do dia 19), mas deve demorar para encostar em R$ 1,4300, o valor registrado em 15 de janeiro de 1999. Naquela época, entre os dias 12 e 21, o dólar disparou de R$ 1,21 para R$ 1,71 por causa do fim do sistema de bandas cambiais.

Desde então, a livre flutuação cambial é um dos instrumentos da política monetária do governo. Com isso, as cotações das moedas estrangeiras tendem a subir ou cair conforme o fluxo de recursos. Atraídos pela estabilidade econômica, controle da inflação e, principalmente, elevados juros internos, os investidores deslocam capitais de outros países para aplicar no Brasil, onde o ganho real (acima da inflação) permanece como o mais alto do mundo.

O baixo valor do dólar favorece o consumo de importadores, que ficam mais barato devido à necessidade de menos reais para pagar os bens adquiridos em moeda estrangeira. Também beneficia os turistas brasileiros no Exterior. Além de desembolsarem menos reais em passagens, hospedagem e dinheiro para despesas diárias, eles têm as despesas do cartão do crédito convertidas para reais por cotações mais favoráveis.

Os exportadores são os grandes prejudicados, porque recebem menos em reais pelas mercadorias enviadas ao Exterior. Apesar de suas reclamações, é pouco provável uma reversão de tendência no curto prazo. Para ganhar mais, portanto, terão de aumentar as remessas de produtos.

Postado por Marçal Alves Leite

Dinheiro com destino certo

26 de julho de 2008 0

Otávio Gonzatti Fernandes/Robinson Estrásulas

Investimentos em bens de produção

Poupador da caderneta desde a infância por iniciativa de uma madrinha, o publicitário e administrador de empresas Otávio Gonzatti Fernandes, de 38 anos, prefere os produtos de renda fixa devido à previsão para uso dos recursos. Professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o consultor não descarta no futuro aplicar em ações parte do dinheiro disponível com objetivo de obter maior lucratividade. 

_ Investimentos em ações exigem uma qualificação dos conhecimentos e a disponibilidade de valores sem prazo determinado para utilização _ argumenta.

Assíduo cotista de fundos de renda fixa desde 2001, Fernandes justifica sua opção nos compromissos financeiros assumidos ao adquirir dois imóveis e fazer reformas para transformá-los em um conjugado. Além disso, contraiu despesas com a montagem da própria empresa. Por enquanto, enfatiza, concentra os investimentos em bens de produção em vez de especular no mercado.

Com esperança de que, por conta da elevação da taxa básica para 13% ao ano, a remuneração de suas aplicações volte a superar 1% ao mês, Fernandes afirma que os dois aumentos anteriores tiveram um discreto impacto no ganho dos fundos. Mantida em 11,25% ao ano entre setembro de 2007 e março deste ano, a taxa básica teve altas de 0,50 ponto percentual em abril e junho passados. Na reunião de quarta-feira, o aumento foi de 0,75 ponto percentual.

_ Mesmo com remuneração limitada, as alternativas de renda fixa são mais seguras _ completa.

Postado por Marçal Alves Leite

Mercado em dia

25 de julho de 2008 0

Vaivém trepidante

Numa jornada em que o dólar caiu ao menor nível desde 19 de janeiro de 1999, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) manteve um ritmo frenético durante todo o pregão. O índice oscilou de 1,77% negativo a 0,48% positivo, mas acabou fechando com baixa de 0,41%.

A instabilidade dos negócios no Brasil acompanhou o vaivém dos preços das commodities em Chicago e Nova York. As cotações dos produtos agrícolas flutuaram bastante, conseguindo terminar o dia com ganhos, mas os valores do petróleo consolidaram novas perdas.

Com provável impacto nos preços dos combustíveis e dos alimentos, o recuo das commodities é bom para as empresas e a economia global no médio e longo prazos, porque tende a reduzir a pressão da inflação, mas é ruim para os investidores no curto prazo. O lucro depende da agilidade em assumir posições.

É que, ao contrário da atividade econômica, que se sustenta no equilíbrio financeiro entre vários segmentos, os aplicadores ganham (ou perdem) na especulação com eventos relacionados às companhias emitentes dos títulos em negociação. E, no caso da Bovespa, as cotações trepidaram com mais intensidade devido à fuga de capitais para modalidades de renda fixa, que ficaram atraentes com o aumento dos juros na quarta-feira.

Postado por Marçal Alves Leite

Leoa-de-chácara

25 de julho de 2008 0

Mulheres trabalham na segurança

Nem só homens trabalham em segurança privada. A idéia do leão-de-chácara com porte físico avantajado e cara fechada é coisa do passado. Ainda que esse seja o biotipo clássico da profissão, as mulheres conquistam cada vez mais espaço nessa atividade econômica. 

Conforme o Sindicato dos Empregados em Empresa de Segurança Privada de São Paulo, num ambiente de 50 mil profissionais, a parcela feminina é de 2%, um índice ainda baixo, mas em constante crescimento. Além de terem perfil de disciplina, exigência para a função, elas agem com sensibilidade e prudência.

As queixas por constrangimento também contribuem para o aumento de profissionais do sexo feminino na segurança. Mais mulheres vêm sendo deslocadas para abordagens de mulheres em clubes, shows de rock, partidas de futebol e portarias de empresas, acabando com constrangimentos de serem examinadas por seguranças masculinos.

Postado por Marçal Alves Leite

Mercado em dia

24 de julho de 2008 0

Triste aniversário

Exatamente ao completar um ano de turbulência nas bolsas mundiais, a crise das hipotecas dos EUA voltou a derrubar Wall Street, contagiando os negócios financeiros no Brasil, onde a queda foi mais intensa em reação ao forte aumento dos juros pelo Copom.

Abalada pelo estouro dos problemas de crédito no setor imobiliário de alto risco (subprime), a Bolsa de Nova York (Nyse) caiu 1,62% em 24 de julho de 2007. Nesta quinta-feira, a perda foi de 2,43%. Como uma ironia, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) desmoronou 3,34% no pregão desta quinta-feira, perto dos 3,86% de perda registrada há 12 meses.

Ao contrário daquela ocasião, quando houve surpresa com o rombo anunciado pela Countrywide Financial Corp, a maior companhia de financiamento imobiliário dos EUA, os investidores têm consciência dos motivos de tanta apreensão. As vendas de casas já existentes nos EUA caíram em junho mais do esperado. Reforçando os temores do mercado, a divulgação de um censo imobiliário nos EUA revelou que as casas vazias bateram um recorde histórico: 18,6 milhões de unidades.

Blue chips mais líquidas do pregão, as ações da Petrobras e da Vale concentraram o movimento de venda na Bovespa, na qual despencaram em torno de 5%. Como ocorre sempre após a elevação da Selic, que foi fixada em 13% ao ano, muitos investidores abandonaram a bolsa, optando pelas modalidades de renda fixa, como CDBs e fundos, que, pelo menos, devem render cerca de 1% ao mês.

Postado por Marçal Alves Leite