Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de dezembro 2008

Influência natural

19 de dezembro de 2008 0

Mercado em dia

Uma nova queda do petróleo no Exterior pesou mais na Bolsa de São Paulo (Bovespa), que fechou com perda de 1,02%, do que o anúncio de um pacote bilionário de ajuda às montadoras norte-americanas. Foi o terceiro pregão seguido com operações no vermelho.

Na Bolsa Mercantil de Nova York, o valor da commodity caiu ainda mais, alcançando o menor nível desde fevereiro de 2004. O petróleo chegou a US$ 33,87, o que representa desvalorização de 26,8% na semana e de 77% desde o começo de julho, quando superou inéditos US$ 145 por barril.

Os investidores chegaram a se animar com a liberação do governo dos EUA de US$ 17,4 bilhões às fabricantes de automóveis Chrysler, Ford e GM, mas o péssimo desempenho do petróleo acabou arrastando os papéis da estatal de petróleo brasileiro, que são o carro-chefe do mercado. Mas as perdas das ações da Petrobras foram bem discretas, assim como dos papéis da Vale do Rio Doce.

Resultado de operações especulativas, a disparada dos preços dos produtos básicos no primeiro semestre, especialmente agrícolas e petróleo, provocou uma bolha de alta nas bolsas mundiais. É natural, portanto, agora que estão em quedas, as commodities arrastarem os preços das ações de companhias produtoras de matéria-prima.

Postado por Marçal Alves Leite

Bolsas (fechamento)

19 de dezembro de 2008 0

São Paulo/Bovespa -1,02%

Buenos Aires/Merval -1,84%

Nova York/Nyse -0,30%

Nova York/Nasdaq +0,77%

Postado por Marçal Alves Leite

Câmbio (fechamento)

19 de dezembro de 2008 0

Dólar comercial R$ 2,3580 (compra) e R$ 2,3600 (venda). Alta de 0,04%

Dólar flutuante R$ 2,3000 (compra) e R$ 2,4500 (venda). Estável

Ágio +3,81%

Variação do dólar no mês: +1,94%

No ano: +32,96%

Variação do real no mês: -1,91%

No ano: -24,79%

Euro comercial R$ 3,2640 (compra) e R$ 3,2674 (venda). Baixa de 3,14%

Postado por Marçal Alves Leite

Petróleo desvalorizado

18 de dezembro de 2008 1

Mercado em dia

A volatilidade predominou novamente na Bolsa de São Paulo (Bovespa). Depois de alcançar 40.497 pontos pela manhã e romper abaixo das 39 mil unidades quase no final do pregão, o índice encerrou com 39.536 pontos. Isso representa perda de 1,03% na sessão.

Principais blue chips do mercado, os papéis da Vale do Rio Doce e Petrobras determinaram o ritmo dos negócios, fechando com quedas entre 3,5% e 5,2% sob influência da desvalorização do petróleo, que amargou baixas no Exterior pela quinta vez seguida.

Mesmo com a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de cortar em 2,2 milhões de barris a produção diária, a commodity desandou quase 10% em Nova York, onde terminou a US$ 36,22 _ o menor preço desde junho de 2004. Nos últimos cinco meses e meio, o barril perdeu 75% do seu valor. Ou seja, passou a valer um quarto do nível recorde de US$ 145,29, obtido no começo de julho.

O declínio das cotações do petróleo demonstra os temores dos investidores ante um provável desaquecimento da economia global. Na melhor das hipóteses, os analistas projetam pequeno crescimento no próximo ano, e, justamente por isso, o Comitê de Política Monetária (Copom) justificou sua decisão de manutenção da taxa básica em 13,75% ao ano.

Postado por Marçal Alves Leite

Bolsas (fechamento)

18 de dezembro de 2008 0

São Paulo/Bovespa -1,03%

Buenos Aires/Merval -2,93%

Nova York/Nyse -2,49%

Nova York/Nasdaq -1,71%

Postado por Marçal Alves Leite

Câmbio (fechamento)

18 de dezembro de 2008 0

Dólar comercial R$ 2,3570 (compra) e R$ 2,3590 (venda). Alta de 0,51%

Dólar flutuante R$ 2,3000 (compra) e R$ 2,4500 (venda). Estável

Ágio +3,86%

Variação do dólar no mês: +1,90%

No ano: +32,90%

Variação do real no mês: -1,87%

No ano: -24,76%

Euro comercial R$ 3,3698 (compra) e R$ 3,3734 (venda). Alta de 0,35%

Postado por Marçal Alves Leite

BC segura dólar

17 de dezembro de 2008 0

Mercado em dia

Numa jornada de forte flutuação das cotações na bolsa e no câmbio, o Banco Central (BC) atuou com rigor para segurar a moeda norte-americana, que acabou recuando pela segunda vez consecutiva.

Depois de abrir em baixa, o dólar voltou a subir apesar de estimativas de retração para compensar a decisão histórica do Fed, o banco central dos EUA, que, na véspera, após o encerramento do câmbio no Brasil, reduziu a taxa básica para uma faixa entre zero e 0,25% ao ano.

O BC interveio tanto no mercado á vista como no mercado futuro. Foram realizados três leilões de venda de dólares com recompra programada. É que a saída de recursos continua superando o ingresso de divisas no país. Nas duas primeiras semanas de dezembro, o fluxo apresenta saldo negativo acima de US$ 2 bilhões.

Mas a instituição tem outras preocupações além do fluxo cambial. O BC vai aumentar em 14,3% o número de moedas em circulação devido à falta de dinheiro miúdo no país. Autorizado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), o banco encomendou 2 bilhões de moedas metálicas para distribuir em 2009. Isso representa cerca da metade do que foi colocado no sistema bancário neste ano.

Postado por Marçal Alves Leite

Bolsas (fechamento)

17 de dezembro de 2008 0

São Paulo/Bovespa -0,12%

Buenos Aires/Merval +0,41%

Nova York/Nyse -1,12%

Nova York/Nasdaq -0,67%

Postado por Marçal Alves Leite

Câmbio (fechamento)

17 de dezembro de 2008 0

Dólar comercial R$ 2,3450 (compra) e R$ 2,3470 (venda). Baixa de 1,05% 

Dólar flutuante R$ 2,2500 (compra) e R$ 2,4500 (venda). Estável

Ágio +4,39%

Variação do dólar no mês: +1,38%

No ano: +32,23%

Variação do real no mês: -1,36%

No ano: -24,37%

Euro comercial R$ 3,3580 (compra) e R$ 3,3616 (venda). Alta de 2,56%

Postado por Marçal Alves Leite

Decisão estimulante

16 de dezembro de 2008 0

Mercado em dia

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) intensificou o ritmo de alta antes do encerramento das operações estimulada pela decisão do Fed, o banco central dos Estados Unidos, de cortar a taxa básica de 1% ao ano para uma faixa entre zero e 0,25% ao ano _ o menor nível da história.

Graças ao ajuste maior do que o previsto por economistas, que estimavam um patamar de juros em 0,5%, a Bovespa aumentou mais de 4%, e o índice encostou nos 40 mil pontos, alcançando a mais elevada marca desde 4 de novembro. O giro financeiro, porém, somou apenas R$ 3,245 bilhões, revelando a ausência do capital externo.

Principais blue chips do mercado brasileiro, as ações da Petrobras avançaram quase 4%, e os papéis da Vale fecharam com cerca de 5% de ganho. Segundo apuração prévia, Petrobras PN ampliará entre janeiro e abril para 16,71% sua participação na composição do Ibovespa, ante 15,387% no atual quadrimestre. Vale PNA, por sua vez, deverá diminuir sua fatia de 12,639% para 11,95%.

Wall Street também subiu com força (4,2%) influenciada pela redução dos juros norte-americanos. Analistas, entretanto, viram a decisão com cautela. É que, assim como provocou alívio no pregão, o Fed estaria queimando cartas que poderiam ser utilizadas em caso de novas turbulências no mercado.

Postado por Marçal Alves Leite

Bolsas (fechamento)

16 de dezembro de 2008 0

São Paulo/Bovespa +4,37%

Buenos Aires/Merval +2,41%

Nova York/Nyse +4,20%

Nova York/Nasdaq +5,41%

Postado por Marçal Alves Leite

Câmbio (fechamento)

16 de dezembro de 2008 0

Dólar comercial R$ 2,3700 (compra) e R$ 2,3720 (venda). Baixa de 0,71%

Dólar flutuante R$ 2,2500 (compra) e R$ 2,4500 (venda). Estável

Ágio +3,29%

Variação do dólar no mês: +2,46%

No ano: +33,63%

Variação do real no mês: -2,40%

No ano: -25,17%

Euro comercial R$ 3,2748 (compra) e R$ 3,2778 (venda). Alta de 0,26%

Postado por Marçal Alves Leite

Derrubadas pelo vigário

15 de dezembro de 2008 0

Mercado em dia

Os mercados financeiros não resistiram à combinação da divulgação, nos Estados Unidos, de maus indicadores econômicos e de um escândalo financeiro no valor de US$ 50 bilhões montado pelo ex-presidente da bolsa eletrônica Nasdaq, Bernard Madoff. A onda de baixas começou nas bolsas européias e chegou a Nova York, passando pela Bolsa de São Paulo, que caiu 2,68%.
A economia americana forneceu mais motivos para o pessimismo de investidores e analistas: a produção industrial teve queda de 0,6% em novembro, segundo informou hoje o Federal Reserve, o banco central dos EUA. É a terceira queda no indicador desde junho. Hoje, o comitê responsável pela política monetária americana deverá anunciar se mexerá na taxa básica de juros do país, hoje em 1%. A expectativa é que o juro caia para 0,5%, para estimular os investimentos e o consumo.
Mas foi mais uma decepção com a solidez dos controles financeiros o determinante para as bolsas experimentarem um dia de baixas. A divulgação de que o ex-presidente da Nasdaq Bernard Madoff montou um sistema de pirâmide financeira que deu prejuízos a grandes investidores individuais e também a importantes instituições financeiras abalou novamente a confiança dos aplicadores. A Bovespa, por exemplo, sustentou forte alta durante a manhã, com o vencimento de opções sobre ações, especialmente nos papéis de Petrobras e Vale. À tarde, no entanto, Wall Street ditou o rumo negativo do pregão – as mais vendidas foram ações de bancos e siderúrgicas.

Postado por Rodrigo Müzell

Câmbio e bolsas

15 de dezembro de 2008 0

Bolsas (fechamento)
São Paulo/Bovespa    -2,68%
Buenos Aires/Merval    +1,53%
Nova York/Nyse    -0,75%
Nova York/Nasdaq    -2,10%

Câmbio (fechamento)
Dólar comercial    R$ 2,3870 (compra) e R$ 2,3890 (venda). Alta de 0,97%
Dólar flutuante        R$ 2,2500 (compra) e R$ 2,4500 (venda). Estável
Ágio +2,55%
Variação do dólar no mês:    +3,19%
No ano:            +34,59%
Variação do real no mês:    -3,09%
No ano:            -25,70%
Euro comercial        R$ 3,2659 (compra) e R$ 3,2693 (venda).  Alta de 3,51%

Postado por Rodrigo Müzell

Susto antes da alta

12 de dezembro de 2008 0

Mercado em dia

A sexta-feira se desenhava negra nos mercados financeiros com a repercussão da rejeição, pelo Senado dos Estados Unidos, da ajuda de US$ 14 bilhões às montadoras de automóveis do país. Mas após a garantia da Casa Branca de que vai evitar o colapso no setor, as bolsas americanas e brasileira se recuperaram e fecharam em alta – a Bolsa de São Paulo encerrou de forma positiva a semana, com valorização de 11,39% nos últimos sete dias.
Em um dia de más notícias – o Departamento do Trabalho dos EUA informou que o índice de preços no atacado apontou deflação de 2,2% em novembro -, foi intensa a ação de governos no manejo da crise econômica. Pela manhã, as nações da União Européia aprovaram medidas de estímulo à economia no total de 200 bilhões de euros. No Japão, o governo comunicou ações semelhantes no valor de 23 trilhões de ienes – cerca de US$ 255 bilhões.
O mercado de ações brasileiro aproveitou a redução da queda nos preços do petróleo, que provocou a valorização das ações da Petrobras, as de maior presença no Ibovespa. A commodity caía 7,46% pela manhã mas se recuperou no fim da jornada, registrando redução de 3,54%. Além disso, segundo analistas, o pacote de redução de IOF e do IPI de veículos provocou a sensação de que a Bovespa poderá se descolar um pouco mais dos mercados norte-americanos. Ou seja, há a expectativa de que a recuperação da bolsa brasileira seja mais rápida do que nos Estados Unidos.

Postado por Rodrigo Müzell