Mercado em dia
Num dia em que foram anunciados cerca de 79 mil cortes de postos de trabalho em todo o mundo, dos quais 20 mil pela norte-americana Caterpillar, o índice da Bolsa de São Paulo (Bovespa) oscilou muito sob o ritmo de Wall Street, mas encerrou com alta de quase 1%.
A confiança na aprovação do pacote de US$ 825 bilhões do presidente Barack Obama no Congresso dos Estados Unidos pesou mais no mercado do que a apreensão ante à desaceleração da economia global. O movimento de compra acabou predominando em Nova York e São Paulo, mas as operações de venda chegaram a provocar baixas em ambos os mercados.
Na Bovespa, o índice indicou 0,79% de perda pela manhã e 2,45% de alta no começo da tarde, quando chegou a superar 39 mil pontos, mas não sustentou esse nível por causa da fraca movimentação. Sem capital externo, o volume somou apenas R$ 3,057 bilhões. A Bolsa de Nova York (Nyse) teve ganho de 0,48%.
Devido ao feriado da abertura do ano chinês, a maioria das bolsas asiáticas não funcionou. Em Tóquio, o índice Nikkei cedeu 0,81%, atingindo o menor patamar em três anos. Na Europa, graças ao setor bancário, a jornada foi de forte valorização. Os preços atraentes dos papéis inibiram momentaneamente os temores quanto à atividade econômica mundial.
Postado por Marçal


27 de janeiro de 2009 às 10:56
Boa Marçal. Descobri seu blog. Agora é de um conteúdo fantástico. Obrigado