Mercado em dia
Nem os péssimos dados econômicos dos Estados Unidos impediram outra boa performance no mercado doméstico. O dólar caiu para R$ 2,2540, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) saltou 4,01%, atingindo a maior pontuação (42.755) em quatro meses.
As compras predominaram também em Wall Street, que registrou alta de 2,7%, apesar de o presidente Barack Obama considerar como "devastador" o relatório de janeiro sobre o nível de emprego. Foram eliminados 598 mil postos na maior redução mensal desde o final de 1974.
Numa rodada em que o giro financeiro voltou a superar R$ 5 bilhões, as ações dos setores siderúrgico e bancário foram novamente destaques. Os papéis da Vale aumentaram entre 3,6% (preferenciais) e 4,87% (ordinários).
Com valorização superior a 4% na sessão, as ações da Petrobras surpreenderam devido ao fraco desempenho do petróleo no Exterior. O barril fechou perto de US$ 40 em Nova York. Essa reação deveu-se ao retorno do capital estrangeiro ao pregão. Mas ninguém descarta realização de lucros no começo da semana. Afinal, o Ibovespa disparou mais de 10% em quatro dias, e persistem dúvidas quanto à aprovação do pacote de Obama no Congresso dos EUA.
Postado por Marçal


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