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Posts de março 2009

Liderança do ranking

31 de março de 2009 1

Mercado em dia

Depois de subir mais de 2%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com ganho de 0,67%. Mesmo assim, as ações lideraram o ranking das aplicações de março, com lucro médio de 7,18%, quando tiveram o melhor resultado mensal desde abril de 2008.

O ritmo dos negócios na Bovespa, que movimentou R$ 4,178 bilhões, acompanhou a evolução em Wall Street, que encerrou com alta de 1,16%. No mês, a Bolsa de Nova York (Nyse) avançou 7,73% – melhor resultado mensal desde outubro de 2002.

Numa jornada em que o dólar comercial recuou 0,6%, consolidando perda de 2,19% no mês, o Banco Central (BC) anunciou o menor superávit primário em um mês de fevereiro desde 2005. Economia feita para honrar dívidas, inclusive juros, do setor público formado pela União, Estados e municípios, o superávit ficou em R$ 4,046 bilhões.

Os certificados de depósito bancário (CDBs) renderam no máximo 0,9% em março, quando a caderneta de poupança teve remuneração de 0,6445%, e o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) indicou deflação de 0,74%. O dólar flutuante recuou 0,42%, e o ouro perdeu 4,29% no período. Apesar da reação em março, a bolsa acumula queda de 32,87% em 12 meses.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

31 de março de 2009 0

São Paulo/Bovespa +0,67%

Buenos Aires/Merval +0,24%

Nova York/Nyse +1,16%

Nova York/Nasdaq +1,78%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

31 de março de 2009 0

Dólar comercial R$ 2,3160 (compra) e R$ 2,3180 (venda). Baixa de 0,60%

Dólar flutuante R$ 2,2700 (compra) e R$ 2,3700 (venda). Alta de 0,85%

Ágio 2,24%

Variação do dólar no mês: -2,19%

No ano: -0,69%

Variação do real no mês: +2,24%

No ano: +0,69%

Euro comercial R$ 3,0786 (compra) e R$ 3,0820 (venda). Alta de 0,16%

Postado por Marçal

Contágio do medo

30 de março de 2009 1

Mercado em dia

A rejeição dos planos de reestruturação da GM e Chrysler pelo governo norte-americano provocou nova onda de aversão ao risco no mercado global. O dólar comercial saltou para R$ 2,3320, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) desandou 2,99%.

Depois de cair mais de 4% na sessão, a Bolsa de Nova York (Nyse) encerrou com queda de 3,27%. As ações da GM despencaram 25,41%, influenciadas pela demissão do presidente da empresa, Rick Wagoner. Foi o pior desempenho entre os 30 papéis do índice Dow Jones, no qual as ações do setor bancário, como do Bank of  America (17,83%), Citigroup (11,85%) e American Express (11,35%) também amargaram acentuadas perdas.

Mesmo antes da abertura de Wall Street, principal parâmetro de cotações no mundo, as bolsas asiáticas já haviam anunciado um dia ruim, com destaque para a perda de 4,53% em Tóquio. Num contágio em cadeia, os mercados europeus seguiram no rumo, e a Frankfurt despencou mais de 5% na jornada.

Outro importante indicador, a cotação do petróleo perdeu mais de 7% em Nova York e Londres: fechou abaixo de US$ 50 por barril, devido aos temores de que a retração no consumo seja maior do que as previsões. As ações da Petrobras e da Vale puxaram as perdas na Bovespa, que movimentou R$ 3,624 bilhões e reduziu para 8,26% o ganho acumulado no ano.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

30 de março de 2009 0

São Paulo/Bovespa -2,99%

Buenos Aires/Merval -3,60%

Nova York/Nyse -3,27%

Nova York/Nasdaq -2,81%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

30 de março de 2009 0

Dólar comercial R$ 2,3300 (compra) e R$ 2,3320 (venda). Alta de 1,70%

Dólar flutuante R$ 2,2500 (compra) e R$ 2,3500 (venda). Estável

Ágio 0,77%

Variação do dólar no mês: -1,60%

No ano: -0,09%

Variação do real no mês: +1,63%

No ano: +0,09%

Euro comercial R$ 3,0739 (compra) e R$ 3,0770 (venda). Alta de 0,92%

Postado por Marçal

Barreira resistente

29 de março de 2009 0

Mercado em dia

Apesar de ensaiar uma reação mais consistente, as bolsas dos EUA e do Brasil enfrentam dificuldades para romper o atual nível de pontos. Mais do que as incertezas quanto ao futuro da economia global, o obstáculo para uma disparada dos preços é a atuação de interessados em ganhar no curtíssimo prazo.

Seguindo de perto Wall Street em quase todas as jornadas, o índice da Bolsa de São Paulo (Ibovespa) não consegue sustentar por mais de uma sessão a marca de 42 mil pontos. Ao ser superada essa barreira, conforme analistas, a tendência será de uma maior valorização dos papéis e, rapidamente, o índice poderia retomar o nível de 50 mil unidades.

Na Bolsa de Nova York (Nyse), ao fechar próximo de 8 mil pontos, o índice Dow Jones acaba sempre retrocedendo na jornada seguinte. O curioso é que esse comportamento vem ocorrendo não apenas em ocasiões de pessimismo no mercado, mas também em instantes favoráveis aos negócios com ações.

O problema é que estratégias mais utilizadas em momentos de turbulência financeira, quando o mercado é tomado por especuladores, parecem estar se tornando comum nos pregões. Também os investidores de longo prazo vêm optando por operações de curto prazo, mais conhecidas por sua nomenclatura em inglês, como day trader (compra e venda de uma ação no mesmo dia) ou swing trader (compra num dia e venda no seguinte).

Sem falar naqueles que, mesmo mantendo as apostas de valorização com base no crescimento das empresas, ao constatar a persistência de quedas, decidem alugar suas ações para colocar logo no bolso algum ganho. Tradicionalmente uma opção de investimento de longo prazo, portanto, a bolsa cada vez mais é ocupada por aplicadores em busca do ganho rápido.

A expectativa é de que trata-se apenas de uma alternativa passageira, pois, caso virar hábito, pode afastar da bolsa os pequenos investidores, além daqueles que não dispõem de tempo ou conhecimento para desafiar a principal regra do mercado: comprar na baixa e vender na alta em transações com recursos sem previsão de utilização.

Postado por Marçal

Mulheres de ações afiadas

28 de março de 2009 0

Confraria feminina discute estratégias de lucro frente à turbulência na bolsa

Alunas de um curso de análise gráfica de ações no ano passado na Escola da Bolsa de Valores, em Porto Alegre, resolveram manter as discussões sobre oportunidades do mercado de capitais fora do estabelecimento de ensino. Em jantares regulares e descontraídos realizados desde janeiro, como na última quarta-feira, a Confraria das Mulheres da Bolsa reúne cerca de 10 investidoras por encontro.

Sem apetite para conversa fiada, essas mulheres têm propósitos bem mais radicais. Não é confraternização feminina para aprendizagem do bê-á-bá da bolsa. O objetivo delas é afiar conhecimentos para ganhar dinheiro na contramão da estratégia utilizada pela maior parte dos investidores.

_ Trocamos informações sobre a negociação de compra e venda de ações no curtíssimo prazo. A volatilidade ocasionada pela crise exige uma mudança no estilo de operar por quem não deseja esperar muito tempo até obter lucro _ afirma Viviane de Oliveira, administradora de empresas e coordenadora da confraria.

Os preços dos papéis, lembra Viviane, passaram a oscilar com maior intensidade devido à turbulência gerada no aprofundamento da crise financeira global. Apesar das variações mais elevadas, porém, a bolsa enfrenta resistência em avançar com consistência. As incertezas quanto ao futuro acabam modificando os planos de retorno das aplicações. Em vez de um ano ou dois, por exemplo, um aplicador pode ter de aguardar até três ou quatro anos para alcançar o lucro pretendido.

Consciente de sua ousadia, outra integrante da confraria, a economista Kelly Hertel admite ter virado especuladora. Ao contrário dos investidores, que buscam ganhar no longo prazo, ela transforma brechas na evolução dos gráficos da bolsa em oportunidades imediatas de lucro:

_ Faço operações day trade conforme os repiques de altas e baixas, mas também costumo alugar ações ou fazer um swing trader para operar a favor da tendência _ ressalta Kelly.

Administradora de empresas, Karina Morais de Carvalho é outra trader que aposta na bolsa com ou sem turbulência. Motivada pelos resultados, ela vendeu uma empresa de viagens e turismo para se dedicar somente aos negócios financeiros. Karina se transformou em voraz operadora ao assumir estratégias de nomes exóticos como day trader, swing trader, position trader e aluguel de ações, que ainda soam esquisitos para muitos investidores tradicionais do mercado. Para Karina, são seus instrumentos diários de trabalho:

_ Passei a viver só com o lucro obtido na bolsa e, dependendo da tendência dos preços, deixo de operar no meio da tarde, optando dar um stop ou por dormir com a ação.

Postado por Marçal

Cardápio exótico

28 de março de 2009 1

Nomes de estratégias utilizadas no pregão no curtíssimo prazo:

Day trader _ Operação de compra e venda de uma ação no mesmo dia que consiste na obtenção de um lucro razoável em poucas horas.

Stop _ A definição de um preço para venda de uma ação tanto na alta, que funciona como limitador de ganho, quanto na tendência de queda, como estratégia para evitar perda mais expressiva.

Swing trader _ O investidor “dorme” com a ação. Quer dizer, ele compra num dia para vender no outro por ter constatado chance de aumentar o ganho na transação.

Aluguel de ação _ Em troca de uma taxa sobre o valor da ação, aplicadores de longo prazo (que projetam uma queda do preço) repassam por determinado período o papel para outros aplicadores (que acreditam num movimento contrário).

Position trader _ Compra de um papel para vender em semanas ou meses em razão do aplicador prospectar no gráfico perspectiva de um ciclo contínuo de alta.

Postado por Marçal

Programa da BM&F Bovespa

28 de março de 2009 0

Justamente quarta-feira, quando a Confraria das Mulheres da Bolsa se reunia em um restaurante de Porto Alegre, a BM&F Bovespa anunciou para cerca de 100 mulheres, em São Paulo, a ampliação do programa Mulheres em Ação, que contribuiu no crescimento de 730% em sete anos do número de investidoras brasileiras.

Sob o slogan “Você nasceu para investir na Bolsa”, a instituição abriu novo portal dedicado ao público feminino, com conteúdo amplo, dinâmico e em linguagem mais próxima do dia-a-dia. Também prevê mais cursos, palestras, anúncios publicitários e atividades em parceria com as corretoras.

Desde o lançamento do programa de popularização da bolsa, em 2002, o número de investidoras avançou de 15.030 para 124.589, conforme dados de fevereiro. As mulheres já representam 23,32% do total de investidores pessoas físicas. A maior parte (31.779) tem idades entre 26 e 35 anos.

Criado em 2003, o programa Mulheres em Ação atendeu no ano passado 5.388 pessoas em 12 estados do país por meio de cursos, palestras e feiras.

Mais informações:

www.bmfbovespa.com.br/mulheres

Postado por Marçal

Reação especulativa

27 de março de 2009 0

Mercado em dia

Numa jornada em que as bolsas dos EUA e do Brasil operaram no vermelho da abertura ao encerramento dos pregões, o dólar disparou 2,37%, alcançando R$ 2,2930. É a maior cotação em duas semanas. Ainda assim, a moeda acumula baixa de 3,25% no mês.

Esse desempenho decorreu principalmente da disputa em relação à Ptax, média diária apurada pelo Banco Central (BC), que serve de base para a liquidação dos contratos futuros de dólar na virada do mês. A reação também refletiu uma maior demanda por interessados em adquirir dólares a preços baixos.

A valorização da moeda norte-americana, segundo analistas, foi reforçada pela especulação em torno dos leilões de swap cambial do BC nesta semana. Nesses leilões, são oferecidos contratos em que o BC assume o risco em troca do pagamento de juros pela outra parte.

Como a instituição não conseguiu renovar parte dos títulos por vencer, agentes financeiros atuaram no câmbio para forçar o BC antecipar as compras necessárias para saldar seus compromissos, o que pressionou a cotação para cima. Seguindo Wall Street, que amargou perda de 1,87%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com baixa de 1,6%.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

27 de março de 2009 0

São Paulo/Bovespa -1,60%

Buenos Aires/Merval -0,49%

Nova York/Nyse -1,87%

Nova York/Nasdaq -2,63%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

27 de março de 2009 0

Dólar comercial R$ 2,2910 (compra) e R$ 2,2930 (venda). Alta de 2,37%

Dólar flutuante R$ 2,2500 (compra) e R$ 2,3500 (venda). Estável

Ágio 2,49%

Variação do dólar no mês: -3,25%

No ano: -1,76%

Variação do real no mês: +3,36%

No ano: +1,79%

Euro comercial R$ 3,0461 (compra) e R$ 3,0491 (venda). Alta de 0,65%

Postado por Marçal

Evolução constante

26 de março de 2009 0

Mercado em dia

Mesmo com dados controversos sobre a economia norte-americana, as bolsas nos EUA e no Brasil subiram com força. Ao contrário dos dias anteriores, quando houve acentuada flutuação, os preços intensificaram a tendência de alta no transcorrer dos negócios.

A Bolsa de Nova York (Nyse) emplacou valorização de 2,25%, enquanto a Nasdaq consolidou ganho de 3,8% graças aos sinais de reação das companhias do setor tecnológico. Números do mercado de trabalho dos EUA, que mostraram estabilização no desemprego, ofuscaram eventuais efeitos da contração de 6,3% no Produto Interno Bruto (PIB) do país no quarto trimestre de 2008.

Depois de suaves oscilações pela manhã, sem jamais operar no vermelho, contagiada pelo ritmo em Wall Street, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com alta de 1,89% _ perto da pontuação máxima da sessão. O índice alcançou o nível mais elevado (42.588 pontos) desde 6 de fevereiro e o segundo maior do ano.

O ganho acumulado em 2009 saltou para 13,42%, mas a movimentação foi de apenas R$ 3,859 bilhões. Considerado baixo, esse volume revela que desconfianças ainda persistem no pregão. A expectativa é de que, pelos menos, o Ibovespa rompa nos próximos dias a barreira das 43 mil unidades e possa rumar aos 50 mil pontos com menos pressão.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

26 de março de 2009 0

São Paulo/Bovespa +1,89%

Buenos Aires/Merval +3,45%

Nova York/Nyse +2,25%

Nova York/Nasdaq +3,80%

Postado por Marçal