Mercado em dia
A gripe suína acabou com a alegria dos investidores. O dólar saltou para R$ 2,22, o risco-país avançou até 385 pontos, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa), justamente quando acelerava o ritmo de recuperação, acabou amargando queda de 2,04%.
Esse comportamento seguiu a apreensão no Exterior, onde os preços do petróleo e das ações de companhias aéreas foram os mais afetados devido à perspectiva de redução de viagens internacionais e do consumo de combustíveis de aeronaves.
Mas Wall Street registrou baixa de apenas 0,64%. Com desvalorização de 3,35%, a Bolsa da Cidade do México teve o pior desempenho da jornada no mercado mundial. Não é para menos. Afinal, cerca de 150 pessoas já morreram no país por eventual contágio.
No Brasil, as ações da TAM (6,06%) e da Gol (2,37%) fecharam com baixas, mas foram os papéis da JBS, que desandaram 12,23%, os mais contaminados pela epidemia. Conforme comunicado, a produção de suínos representa só 14% da receita líquida da empresa.
As ações preferenciais da Sadia, no entanto, dispararam 7,67% por conta da retomada de negociação com a Perdigão para uma fusão. Os títulos da Perdigão cederam 1,34%.
Postado por Marçal


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