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Posts de abril 2009

Desempenho recorde

30 de abril de 2009 0

Mercado em dia

Depois de aumentar quase 2% pela manhã, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com ganho de somente 0,13%. Mesmo assim, as ações lideraram o ranking de abril, com lucratividade de 15,55%. É o melhor resultado mensal desde fevereiro de 2005.

O Ibovespa, que chegou a superar 48 mil pontos, terminou com 47.289, a mais elevada marca desde 1º de outubro. O volume financeiro somou R$ 5,412 bilhões graças à participação de investidores estrangeiros.

Num movimento similar ao ocorrido em Wall Street, que avançou até 1,49%, mas encerrou com queda de 0,22%, os aplicadores optaram por vender à tarde para embolsar o lucro obtido na sessão e nos últimos dias. Afinal, será um fim de semana prolongado e a gripe suína pode levar a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar a situação de pandemia.

O dólar subiu levemente, terminando cotado a R$ 2,1810, o que representa baixa de 5,91% em abril, quando os certificados de depósito bancário (CDBs) renderam no máximo 0,81% e a caderneta teve remuneração de 0,5456%. Calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M indicou deflação de 0,15% no período.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

30 de abril de 2009 0

São Paulo/Bovespa +0,13%

Buenos Aires/Merval +0,16%

Nova York/Nyse -0,22%

Nova York/Nasdaq +0,31%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

30 de abril de 2009 0

Dólar comercial R$ 2,1790 (compra) e R$ 2,1810 (venda). Alta de 0,37%

Dólar flutuante R$ 2,2000 (compra) e R$ 2,3000 (venda). Estável

Ágio 5,46%

Variação do dólar no mês: -5,91%

No ano: -6,56%

Variação do real no mês: +6,28%

No ano: +7,02%

Euro comercial R$ 2,8828 (compra) e R$ 2,8861 (venda). Alta de 0,19%

Postado por Marçal

Movimento comprador

29 de abril de 2009 0

Mercado em dia

Numa jornada em que o dólar cedeu para R$ 2,1730, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou alta de 3,07% e volume de R$ 5,045 bilhões. O índice alcançou o mais elevado nível desde 1º de outubro: 47.226 pontos, o que representa ganho de 25,77% no acumulado do ano.

Esse desempenho acompanhou a recuperação em Wall Street, que encerrou com valorização de 2,11% graças à melhora no setor financeiro. Somente a metade dos 19 bancos avaliados pelo Tesouro norte-americano no chamado teste de estresse, segundo analistas, poderiam necessitar de recursos públicos para sanear as contas. Os demais têm condições de se capitalizar no próprio mercado.

Nem o avanço da gripe suína e tampouco a queda de 6,1% no Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no primeiro trimestre inibiram o movimento de compras. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York (Nyse), fechou na maior pontuação (8.185,73) desde 9 de fevereiro. Ainda assim, mantém perda de 5,57% no ano.

A manutenção pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) da taxa em 0,25% ao ano já era esperada, assim como a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em cortar a Selic para 10,25% ao ano ficou dentro das apostas dos investidores. O giro da Bovespa revelou um crescente interesse do capital externo pelo Brasil, o que permitiu a queda do risco-país para 362 pontos.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

29 de abril de 2009 0

São Paulo/Bovespa +3,07%

Buenos Aires/Merval +1,99%

Nova York/Nyse +2,11%

Nova York/Nasdaq +2,28%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

29 de abril de 2009 0

Dólar comercial R$ 2,1710 (compra) e R$ 2,1730 (venda). Baixa de 1,00%

Dólar flutuante R$ 2,2000 (compra) e R$ 2,3000 (venda). Baixa de 0,86%

Ágio 5,69%

Variação do dólar no mês: -6,26%

No ano: -6,90%

Variação do real no mês: +6,67%

No ano: +7,41%

Euro comercial R$ 2,8776 (compra) e R$ 2,8807 (venda). Baixa de 0,12%

Postado por Marçal

Estabilidade enganosa

28 de abril de 2009 0

Mercado em dia

Os preços flutuaram com intensidade nas bolsas do Brasil e dos EUA devido a temores quanto ao impacto da gripe suína na atividade econômica global. No final da sessão, no entanto, os índices ficaram praticamente estáveis.

No dia em que o conselho de administração da BM&F Bovespa confirmou para a presidência Armínio Fraga, que substitui Gilberto Mifano nos próximos dois anos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou sem variação.

Mas o Ibovespa caiu até 1,86% após a abertura e marcou alta de 0,69% antes do término das operações. O volume financeiro somou R$ 4,357 bilhões.

As ações de companhias aéreas tiveram outra rodada de perdas: os papéis da TAM cederam 6,45%, enquanto os da Gol baixaram apenas 0,8%. Depois de despencar mais de 12%, as ações ordinárias da JBS subiram 2,13%. Cerca de 14% da receita da empresa provém da venda de carne suína.

Em negociação de fusão, a Sadia e a Perdigão viram uma reversão no desempenho de seus papéis em relação à véspera. As ações da Perdigão avançaram 2,07% (ON), enquanto as da Sadia amargaram perdas de 4,89% (ON) e de 3,43% (PN).

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

28 de abril de 2009 1

São Paulo/Bovespa -0,00%

Buenos Aires/Merval -0,23%

Nova York/Nyse -0,10%

Nova York/Nasdaq -0,33%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

28 de abril de 2009 0

Dólar comercial R$ 2,1930 (compra) e R$ 2,1950 (venda). Baixa de 1,13%

Dólar flutuante R$ 2,2200 (compra) e R$ 2,3200 (venda). Estável

Ágio 5,69%

Variação do dólar no mês: -5,31%

No ano: -5,96%

Variação do real no mês: +5,60%

No ano: +6,33%

Euro comercial R$ 2,8814 (compra) e R$ 2,8843 (venda). Baixa de 0,28%

Postado por Marçal

Gripe financeira

27 de abril de 2009 0

Mercado em dia

A gripe suína acabou com a alegria dos investidores. O dólar saltou para R$ 2,22, o risco-país avançou até 385 pontos, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa), justamente quando acelerava o ritmo de recuperação, acabou amargando queda de 2,04%.

Esse comportamento seguiu a apreensão no Exterior, onde os preços do petróleo e das ações de companhias aéreas foram os mais afetados devido à perspectiva de redução de viagens internacionais e do consumo de combustíveis de aeronaves.

Mas Wall Street registrou baixa de apenas 0,64%. Com desvalorização de 3,35%, a Bolsa da Cidade do México teve o pior desempenho da jornada no mercado mundial. Não é para menos. Afinal, cerca de 150 pessoas já morreram no país por eventual contágio.

No Brasil, as ações da TAM (6,06%) e da Gol (2,37%) fecharam com baixas, mas foram os papéis da JBS, que desandaram 12,23%, os mais contaminados pela epidemia. Conforme comunicado, a produção de suínos representa só 14% da receita líquida da empresa. 

As ações preferenciais da Sadia, no entanto, dispararam 7,67% por conta da retomada de negociação com a Perdigão para uma fusão. Os títulos da Perdigão cederam 1,34%.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

27 de abril de 2009 0

São Paulo/Bovespa -2,04%

Buenos Aires/Merval -1,27%

Nova York/Nyse -0,64%

Nova York/Nasdaq -0,88%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

27 de abril de 2009 0

Dólar comercial R$ 2,2180 (compra) e R$ 2,2200 (venda). Alta de 1,28%

Dólar flutuante R$ 2,2200 (compra) e R$ 2,3200 (venda). Estável

Ágio 4,50%

Variação do dólar no mês: -4,23%

No ano: -4,88%

Variação do real no mês: +4,41%

No ano: +5,14%

Euro comercial R$ 2,8896 (compra) e R$ 2,8925 (venda). Baixa de 0,39%

Postado por Marçal

Auxílio do Copom

26 de abril de 2009 0

Mercado em dia

Influenciada por Wall Street nos últimos três pregões, quando avançou mais de 5%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) espera a ajuda do Comitê de Política Monetária (Copom) para retomar a marca de 50 mil pontos ainda nesta semana.

Na reunião do Copom de amanhã e quarta-feira, quando será anunciado o novo nível dos juros, os analistas projetam corte de um ponto percentual na taxa básica (Selic), hoje fixada em 11,25% ao ano. Essa decisão pode contribuir para o Ibovespa subir cerca de 7% nas últimas quatro sessões de abril, permitindo a recuperação do nível perdido no final de setembro, no pior momento da turbulência global.

Com variação positiva de 24,56% no acumulado de 2009 ou de 58,9% desde 27 de outubro de 2008, quando registrou a menor pontuação (29.435) em três anos, o Ibovespa subiu com consistência na semana passada graças à divulgação de balanços corporativos acima das previsões. Novos dados sobre a economia dos EUA reforçaram o movimento de compra na Bolsa de Nova York, que voltou a fechar acima de 8 mil pontos.

Além de resultados acima das expectativas das companhias, como os da montadora Ford, números da atividade na construção civil e das vendas de bens duráveis nos EUA motivaram os investidores. Ainda assim, Wall Street amarga perda de 6,83% em 2009, o que tende a estimular uma aceleração do ritmo de recuperação dos preços.

Essa reação deve-se em parte à informação de que os 19 maiores bancos do país passaram no chamado teste de estresse, realizado pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) para avaliar a saúde das instituições. As notas completas serão publicados na próxima semana, mas a prévia já bastou para restaurar a confiança dos investidores no setor bancário, que desencadeou em agosto de 2007 uma das piores crises financeiras dos últimos tempos.

Postado por Marçal

Glamour do tamanho do bolso

25 de abril de 2009 0

Figurino nupcial: a costureira Dulce Coelho dá retoques finais no vestido de noiva de Letícia/Jefferson Botega

Busca do casamento perfeito requer planejamento financeiro do antes, durante e depois da cerimônia

Saneamento das dívidas pessoais de solteiros, planejamento da festa e lua-de-mel com antecedência e um orçamento financeiro para a vida a dois são essenciais na fórmula do casamento perfeito. Apesar da mudança de hábitos na sociedade, na qual cada vez mais casais optam por morar juntos sem oficialização do matrimônio, o sonho de uma cerimônia com pompa e glamour ainda mexe com muitos corações. Assim como encontrar o parceiro ideal, o empreendimento requer talento e conhecimento, mas também exige dinheiro.

— O custo de um casamento de classe média para 150 convidados em Porto Alegre varia entre R$ 25 mil e R$ 100 mil — afirma Cleusa de Moura, da Brilliance Eventos Personalizados.

Ao projetarem uma cerimônia do casamento, lembra o presidente do Disop Instituto de Educação Financeira, Reinaldo Domingos, muitos apaixonados costumam fazer as contas de quanto gastarão com a festa, mas acabam se esquecendo de despesas da nova vida familiar. Para o especialista em finanças, os noivos precisam ter consciência da importância do planejamento sem deixar de considerar o antes, o durante e, principalmente, o depois do cerimonial.

Somente com as alianças, o casal desembolsa cerca de R$ 1 mil. Sem contar os gastos com a festa, dependendo do nível cultural e poder aquisitivo, as noivas aumentam os cuidados com o corpo, pele e cabelos, passam a freqüentar centros de estética e salões de beleza, fazem tratamento para emagrecer e vão ao dentista.

— Algumas noivas fazem em seis meses tudo o que não fizeram em dois ou mais anos — enfatiza Domingos.

Muitos indivíduos acabam se endividando acima de suas condições, porque não planejaram os gastos para a realização deste sonho. Incluindo desde vestuário dos noivos, igreja, fotos e vídeo até aluguel de espaço, ornamentação, buffet e bebidas, entre outros itens, avalia Domingos, um orçamento de R$ 15 mil dá para organizar uma bonita festa sem passar vergonha junto aos convidados. O tamanho e o charme da cerimônia podem aumentar conforme a disponibilidade de recursos ou capacidade de poupança dos pares.

— O casamento começa, pelo menos, um ano antes com a estimativa de quanto se quer gastar. É uma conta simples para saber quanto é preciso economizar por mês. Basta dividir a quantia prevista pelo número de meses até a data da solenidade — explica Sandra Blanco, diretora do site www.mulherinvest.com.br.

Postado por Marçal

Sonho no valor de um carro

25 de abril de 2009 0

Em cerimônia para 250 convidados na Igreja Nossa Senhora da Assunção e na Associação Atlética Banco do Brasil, em Porto Alegre, o administrador de empresas Alexandre Maraschin Telles, de 28 anos, e a agente autônoma de investimentos Letícia Bittencourt Guedes, de 26 anos, legitimaram neste sábado a união. Eles moram juntos há um ano, mas já vinham  planejando o casamento, a viagem de lua de mel e o futuro financeiro em conjunto bem antes.
_ Estamos nos preparando há 18 meses, mas casamento é que nem obra de construção, sempre se gasta mais do que o previsto _ afirma Letícia.
Apesar de preferir não mencionar quanto irão desembolsar, a noiva admite que a cerimônia consumirá quantia equivalente ao valor de um carro zero quilômetro. Só com o vestido de noiva, acessórios e mão-de-obra da costureira Dulce Coelho serão cerca de R$ 5 mil. Dispor do dinheiro para pagamento à vista e pesquisa de preços em várias empresas de cerimoniais permitiram a obtenção de descontos entre 10% e 15% na maior parte dos itens.
Estudante de direito, Letícia ressalta ainda a necessidade de atenção para eventuais mudanças de valores ou qualidade dos serviços, que podem prejudicar o sucesso da festa ou gerar cobranças posteriores.

_ É essencial se registrar tudo no contrato, especificando mínimos detalhes da negociação com os fornecedores, pois depois não adianta reclamar _ alerta.

Há uma verdadeira indústria do casamento, diz Letícia, explicando que a todo instante surgem novidades, que vão onerando a produção e, sem um rígido controle, tendem a comprometer não só o evento como as finanças dos recém-casados. Mas o principal, reitera Letícia, é organizar uma cerimônia dentro do orçamento para que o casal não se endivide.

Postado por Marçal