Sem seguir Wall Street, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda, amargando o quarto resultado negativo na semana, desta vez com 0,28%, pouco menos do que o resultado da quarta-feira. Nova York, entretanto, invertou o movimento dos últimos dias e fechou com ganho de 0,69%.
Até não faltaram dados positivos para o pregão nacional atingir valorização, como a ata do Copom indicando que ainda há espaço para corte da taxa básica de juro. Analistas apontam que a retração do capital externo tem a ver com o súper pacote de Barack Obama lançado na quarta para ficar de olho na saúde contábil de instituições financeiras norte-americanas.
Como resultado, investidores estariam esperando para ver antes de voltar a injetar seus bilhões em emergentes.
Essa foi a explicação para a saída de ontem, porque os estrangeiros estão deixando a Bovespa desde o início do mês. Em junho, a bolsa já acumula retração de 4,31%. O dinheiro de fora representa pouco mais de um terço do giro do pregão nacional.
No mercado de matérias-primas, o petróleo subiu em Nova York, acompanhando dados sobre a recuperação da demanda. A cotação também avançou em Londres.
Bolsas (fechamento) São Paulo/Bovespa -0,28% Câmbio (fechamento) Dólar comercial R$ 1,9710 (compra) e R$ 1,9730 (venda). Alta de 0,46%
Buenos Aires/Merval -0,31%
Nova York/Nyse +0,69%
Nova York/Nasdaq -0,02%
Dólar flutuante R$ 2,0000 (compra) e R$ 2,0800 (venda). Baixa de 1,42%
Ágio de 5,42%
Variação do dólar no mês: -0,15%
No ano: -15,47%
Variação do real no mês: +0,15%
No ano: +18,30%
Euro comercial R$ 2,73831 (compra) e R$ 2,74168 (venda). Baixa de 0,002%
Postado por Marcelo Flach


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