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Posts de junho 2009

Mês sem brilho em semestre muito bom

30 de junho de 2009 0

Mercado em dia

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou baixa de 1,29% na jornada e, após três meses de desempenho positivo, encerrou junho com perda de 3,26%. No acumulado do ano, porém, a bolsa atinge ganho de 37,06%.

Convertendo os preços dos papéis para dólares, o Ibovespa avançou 62% no primeiro semestre de 2009, atrás apenas da alta no mercado chinês entre as bolsas dos países do G20 _ grupo das 20 maiores economias do globo. Principal pregão do mundo, Wall Street ainda não conseguiu sair do vermelho no ano, amargando queda de 3,75% em seis meses.

Mesmo com taxa básica em um dígito, de 9,25% ao ano, pela primeira vez na história, a renda fixa liderou as aplicações do mês. A remuneração atingiu 0,79% nos fundos de renda fixa, 0,77% nos DI e CDBs para grandes investidores e 0,5659% na caderneta de poupança. No período, o dólar recuou 0,3% e o ouro perdeu 4,02%.

Fechando junho a R$ 1,9640, o dólar consolidou queda de 15,85% no semestre, enquanto o ouro baixou somente 6,96%. Em seis meses, os ganhos dos fundos de renda fixa (5,52%), fundos DI (5,32%), dos CDBs (5,19%) e da caderneta (3,58%) perdem de longe para a bolsa.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

30 de junho de 2009 0

São Paulo/Bovespa -1,29%

Buenos Aires/Merval -0,25%

Nova York/Nyse -0,97%

Nova York/Nasdaq -0,49%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

30 de junho de 2009 0

Dólar comercial R$ 1,9620 (compra) e R$ 1,9640 (venda). Alta de 0,05%

Dólar flutuante R$ 2,0000 (compra) e R$ 2,0800 (venda). Estável

Ágio: +5,91%

Variação do dólar no mês: -0,30%

No ano: -15,85%

Variação do real no mês: +0,31%

No ano: +18,84%

Euro comercial R$ 2,7540 (compra) e R$ 2,7572 (venda). Baixa de 0,29%

Postado por Marçal

Queda da inflação reduz aluguel

29 de junho de 2009 0

Mercado em dia

Um dos indexadores de preços mais usados em aluguel de imóveis, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou deflação pelo quarto mês seguido. A variação foi negativa de 0,1% em junho, passando a acumular alta de 1,52% em 12 meses.

Os contratos com data base em julho e pagamento a partir do começo de agosto, portanto, serão reajustados em 1,52%, bem abaixo da correção de 13,44% realizada em julho do ano passado pelo mesmo índice. Calculado pela Fundação Getulio Vargas, o IGP-M também é utilizado no reajuste de tarifas de energia elétrica, água e esgoto e pedágios.

No mercado financeiro, o dólar aumentou para R$ 1,9630 devido à disputa do vencimento no mercado futuro, quando as operações são liquidadas pela média apurada pelo Banco Central no último dia do mês. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou 1,27%, recuperando a marca de 52 mil pontos.

O volume da Bovespa chegou a R$ 6,389 bilhões, dos quais R$ 2,88 bilhões do início da negociação de Visanet ON, que disparou 11,8%, atingindo R$ 16,77. Trata-se do primeiro IPO (oferta pública inicial) do ano e o maior já registrado no mercado brasileiro.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

29 de junho de 2009 0

São Paulo/Bovespa +1,27%

Buenos Aires/Merval +0,59%

Nova York/Nyse +1,08%

Nova York/Nasdaq +0,32%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

29 de junho de 2009 0

Dólar comercial R$ 1,9610 (compra) e R$ 1,9630 (venda). Alta de 1,24%

Dólar flutuante R$ 2,0000 (compra) e R$ 2,0800 (venda). Estável

Ágio: +5,96%

Variação do dólar no mês: -0,36%

No ano: -15,90%

Variação do real no mês: +0,36%

No ano: +18,90%

Euro comercial R$ 2,7620 (compra) e R$ 2,7652 (venda). Alta de 1,37%

Postado por Marçal

Recuperação a perder de vista

28 de junho de 2009 0

Mercado em dia

Depois do acelerado ritmo de alta que levou a Bolsa de São Paulo (Bovespa) a superar, pela primeira vez no ano, os 50 mil pontos no começo de maio, o pregão empacou e já não tem força para garantir novos níveis de preços. Na semana passada, o índice subiu apenas 0,22%. E corre o risco de amargar baixa em junho, quando faltam 3,33% para zerar as perdas do mês.

Mais do que temores frente ao comportamento da economia global, a resistência deve-se ao elevado ganho já obtido no ano. O Ibovespa atinge lucro de 37,11% desde janeiro, um dos melhores desempenhos no mundo, e, portanto, é natural a demora para conquistar outro patamar – por exemplo, a marca psicológica de 54 mil pontos. Esse é o nível a ser vencido para consolidar um novo ciclo de alta no mercado.

É relevante lembrar que várias bolsas ainda mantêm perdas no ano, como a de Londres, com baixa de 4,35%, e a de Nova York, com queda de 2,65%. E isso que a taxa de poupança dos norte-americanos chegou, em maio, ao maior nível (6,9%) em 15 anos e o valor da renda pessoal disponível (receita menos tributos) alcançou inéditos US$ 769 bilhões em 50 anos.

A crise obrigou os consumidores dos EUA a reaprender a controlar gastos. Assim como no Brasil, porém, muitos ainda desconfiam da bolsa, optando por ativos de renda fixa. Por terem mantido posições para evitar prejuízos, outros estão impacientes com a lentidão do Ibovespa em retomar a pontuação recorde de 73.516 obtida em maio de 2008.

Ainda faltam 43%, mas é preciso lembrar que o índice desandou aos 29.435 pontos em setembro passado. Quem bateu no fundo do poço há nove meses não pode se desesperar agora que os negócios indicam dias melhores.

Postado por Marçal

Cautela dominical

26 de junho de 2009 0

Mercado em dia

Depois de operar no azul durante quase todo o pregão, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) encerrou praticamente estável e com pequeno giro financeiro. A movimentação somou R$ 3,855 bilhões, ante média diária de R$ 5,245 bilhões no mês.

O desempenho em Wall Street, que amargou perda de 0,4%, estimulou ordens de venda pouco antes do encerramento. Diante de incertezas quanto ao cenário externo, muitos investidores optaram por permanecer fora do mercado no fim de semana.

Essa cautela, porém, reflete mais a apreensão quanto à economia global no médio e longo prazo do que em relação ao atual momento da atividade produtiva nos EUA. Tanto é assim que o dólar caiu mais um pouco, fechando a R$ 1,9390.

Apesar do nível de gastos do consumidor norte-americano ter aumentado em maio (0,3%), conforme as estimativas, o crescimento do rendimento (1,4%) superou as expectativas dos analistas. Além disso, a confiança do consumidor dos EUA surpreendeu alcançando o maior patamar desde fevereiro de 2008.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

26 de junho de 2009 0

São Paulo/Bovespa -0,06%

Buenos Aires/Merval -0,07%

Nova York/Nyse -0,40%

Nova York/Nasdaq +0,47%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

26 de junho de 2009 0

Dólar comercial R$ 1,9370 (compra) e R$ 1,9390 (venda). Baixa de 0,67%

Dólar flutuante R$ 2,0000 (compra) e R$ 2,0800 (venda). Estável

Ágio: +7,27%

Variação do dólar no mês: -1,57%

No ano: -16,92%

Variação do real no mês: +1,60%

No ano: +20,37%

Euro comercial R$ 2,7245 (compra) e R$ 2,7279 (venda). Baixa de 0,16%

Postado por Marçal

Acordo estratégico

25 de junho de 2009 0

Mercado em dia

Retomando níveis de preços abandonados há 10 dias, o dólar registrou baixa de 1,66%, encerrando a R$ 1,9520, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) teve ganho de 3,71%, com o índice alcançando 51.514 pontos.

Essa reação acompanhou a tendência em Wall Street, que consolidou alta de 2,08% graças à recuperação no mercado de commodities, especialmente do petróleo, que voltou a superar US$ 70 por barril em Nova York.

Blue chips responsáveis por 28% da movimentação de R$ 4,779 bilhões no dia, as ações da Petrobras e da Vale aumentaram cerca de 4%, estimulando os negócios no pregão, por conta do anúncio de uma parceria entre as duas companhias.

Maiores conglomerados econômicos no país com forte presença no mercado externo, as duas empresas fecharam acordo para exploração de gás natural em três blocos petrolíferos no Espírito Santo. O projeto é estratégico para ambas, pois permitirá a estatal aumentar a sua produção, assim como deverá reduzir os custos da mineradora com a compra de combustível.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

25 de junho de 2009 0

São Paulo/Bovespa +3,71%

Buenos Aires/Merval +2,27%

Nova York/Nyse +2,08%

Nova York/Nasdaq +2,08%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

25 de junho de 2009 0

Dólar comercial R$ 1,9500 (compra) e R$ 1,9520 (venda). Baixa de 1,66%

Dólar flutuante R$ 2,0000 (compra) e R$ 2,0800 (venda). Estável

Ágio: +6,56%

Variação do dólar no mês: -0,91%

No ano: -16,37%

Variação do real no mês: +0,92%

No ano: +19,57%

Euro comercial R$ 2,7288 (compra) e R$ 2,7322 (venda). Baixa de 1,13%

Postado por Marçal

Temores sem fim

24 de junho de 2009 0

Mercado em dia

Depois de subir até 1,9%, encostar na marca de 51 mil pontos e operar no azul durante quase todo o pregão, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) amargou perda de 0,28%, permanecendo abaixo de 50 mil pontos pelo terceiro dia consecutivo.

Influenciada pelo crescimento acima do previsto das encomendas de bens duráveis dos EUA em maio, Wall Street também avançou mais de 1% na sessão, quando manteve-se com desempenho positivo na maior parte do dia. A Bolsa de Nova York (Nyse) acabou fechando com queda igual (0,28%) a da bolsa doméstica.

A decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de manter o juro básico entre zero e 0,25% ao ano não conseguiu terminar com o marasmo do mercado. Pesaram mais as incertezas quanto ao ritmo de recuperação da economia global, principalmente após o Banco Mundial anunciar novas estimativas pessimistas sobre a atividade econômica no mundo.

O Risco Brasil, entretanto, desandou de 310 para 292 pontos, enquanto o dólar, depois de retroceder até perto de R$ 1,96, terminou as operações na máxima da sessão (R$ 1,9850) e ligeiramente acima da cotação da jornada anterior.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

24 de junho de 2009 0

São Paulo/Bovespa -0,28%

Buenos Aires/Merval +2,58%

Nova York/Nyse -0,28%

Nova York/Nasdaq +1,55%

Postado por Marçal