Mercado em dia
Arrastada pelos temores mundiais em relação à economia chinesa, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com baixa (2,1%) pela terceira vez seguida, mas terminou o mês na liderança das aplicações, com lucratividade de 3,15%. No acumulado do ano, o ganho atinge 50,43%.
Numa jornada em que poucas ações obtiveram ganhos e praticamente todas as blue chips brasileiras amargaram perdas, os papéis da Petrobras caíram 4,47% (ON) e 3,59% (PN). Esse comportamento deveu-se mais ao péssimo desempenho do petróleo no mercado internacional do que à apresentação do governo do marco regulatório do pré-sal, que ainda será digerido pelo mercado.
Um lançamento de ações (IPO) pela Metallurgical Corp of China assustou os investidores devido ao excesso de oferta e rumores de aceleração no crescimento dos empréstimos naquele país. A Bolsa de Xangai despencou 6,74%, contagiando os mercados asiáticos, europeus e americanos. Wall Street teve baixa de 0,5%.
As commodities consolidaram quedas generalizadas, com destaque para o petróleo, que desandou cerca de 4% nos mercados de Londres e Nova York, nos quais retornou ao nível abaixo de US$ 70 por barril.
No Brasil, onde a Bovespa movimentou R$ 5,671 bilhões, o dólar subiu pela sexta vez graças à disputa em relação ao vencimento dos contratos do mercado futuro. A moeda atingiu R$ 1,89, o que representa 1,34% de alta em agosto. No ano, o dólar mantém baixa de 19,02%.
Postado por Marçal


Comentários