Mercado em dia
Apesar do pequeno volume financeiro, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) resistiu ao movimento de realização de lucros, encerrando com ganho de 1,59% e 61.316 pontos. A lucratividade chega a 63,29% no acumulado do ano.
Motivadas pelo desempenho em Wall Street, que avançou 1,28% no dia, as ordens de compra acabaram ofuscando a tentativa de venda por investidores com objetivo de embolsar parte dos ganhos das últimas semanas. Mas os negócios somaram apenas R$ 3,916 bilhões, bem abaixo da média diária de R$ 5,441 bilhões obtida neste mês.
Nem essa retração e tampouco a elevação do risco-país, que alcançou 243 pontos, impediram nova queda no câmbio. O dólar terminou cotado a R$ 1,7930, com baixa de 0,39% no dia e de 23,18% desde o começo de janeiro.
O anúncio de fusões de empresas movimentou os negócios no Exterior, entre os quais a aquisição da Affiliated Computer Services (ACS) pela Xerox e da compra de fábrica de medicamentos da belga Solvay pela norte-americana Abbott Labbs. Por causa do forte peso da indústria química e farmacêutica, os mercados europeus reagiram com expressivas altas, com destaques para Frankfurt (2,78%) e Paris (2,3%).
Postado por Marçal


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