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Posts de setembro 2009

Setembro azul

30 de setembro de 2009 0

Mercado em dia

Contrariando projeções de um setembro negro, o mercado doméstico operou em um céu de brigadeiro neste mês, quando novos recordes pós-crise foram batidos. As ações lideraram o ranking das aplicações, com alta de 8,9%, e o dólar amargou o pior desempenho, com baixa de 6,24%.

Descolando-se da tendência de Wall Street, que perdeu 0,31% na jornada, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou ganho de 0,46% e o índice fechou com 61.517 pontos. É o mais elevado nível desde 16 de julho de 2008. No acumulado do ano, o Ibovespa apresenta variação de 63,83%. Em 12 meses, a alta chega a 24,17%.

O giro financeiro somou R$ 6,135 bilhões, superando a média diária de R$ 5,436 bilhões obtida no mês. Esse crescimento deve-se ao ingresso de dinheiro novo no pregão, sendo parte proveniente de investimentos externos, o que ajudou a derrubar as cotações no câmbio.

Numa sessão de movimentação superior a US$ 3,2 bilhões, a moeda norte-americana terminou a R$ 1,7720. Trata-se do menor preço desde 8 de setembro do ano passado. Em 2009, o dólar atinge queda de 24,08%. Ou seja, o real subiu 31,72% no período.

Houve reversão de tendência no câmbio. Após apresentar saldo negativo de quase US$ 1 bilhão até o dia 18, o fluxo em setembro passou a mostrar saldo positivo de US$ 1,06 bilhão conforme dados do dia 25. No ano, a entrada supera a saída de recursos em US$ 7,953 bilhões.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

30 de setembro de 2009 0

São Paulo/Bovespa +0,46%

Buenos Aires/Merval +0,46%

Nova York/Nyse -0,31%

Nova York/Nasdaq -0,08%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

30 de setembro de 2009 0

Dólar comercial R$ 1,7700 (compra) e R$ 1,7720 (venda). Baixa de 1,17%

Dólar flutuante  R$ 1,8500 (compra) e R$ 1,9000 (venda). Baixa de 0,52%

Ágio: +7,22%

Variação do dólar no mês: -6,24%

No ano: -24,08%

Variação do real no mês: +6,66%

No ano: +31,72%

Euro comercial R$ 2,5889 (compra) e R$ 2,5921 (venda). Baixa de 0,84%

Postado por Marçal

Crédito em alta

29 de setembro de 2009 0

Mercado em dia

Num dia em que o dólar permaneceu inalterado, a R$ 1,7930, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) chegou a cair quase 1%, mas encerrou com discreta baixa (0,13%) em reação ao crescimento de crédito no sistema financeiro.

Depois de abrir com alta, o Ibovespa acabou seguindo o ritmo de Wall Street, que amargou perda de 0,48% em decorrência de uma piora na confiança do consumidor norte-americano. Calculado pelo Conference Board, o índice cedeu de 54,5 em agosto para 53,1 pontos neste mês.

Apurado por um instituto privado, o recuo desse índice serviu de pretexto para vendas de ações com o objetivo de garantir lucros. Considerando-se o padrão dos EUA, onde o juro básico está em 0,25% ao ano, a alta de quase 13% na Bolsa de Nova York (Nyse) em nove meses é uma tentação para parte do mercado.

Mas no Brasil não é muito diferente. Com taxa básica de 8,75% ao ano, o lucro de 63% acumulado no ano mexe com os investidores. As vendas, entretanto, perderam força devido à atuação de compradores, principalmente de papéis do setor bancário, como Itaú Unibanco PN (3,31%) e Bradesco PN (2,58%), que subiram no rastro do aumento de dinheiro em circulação. A oferta de crédito, segundo o Banco Central, cresceu 1,5% em agosto, alcançando estoques de R$ 1,327 trilhão em todo o sistema.

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

29 de setembro de 2009 0

Dólar comercial R$ 1,7910 (compra) e R$ 1,7930 (venda). Estável

Dólar flutuante  R$ 1,8600 (compra) e R$ 1,9100 (venda). Estável

Ágio: +6,53%

Variação do dólar no mês: -5,13%

No ano: -23,18%

Variação do real no mês: +5,41%

No ano: +30,17%

Euro comercial R$ 2,6109 (compra) e R$ 2,6141 (venda). Baixa de 0,14%

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

29 de setembro de 2009 0

São Paulo/Bovespa -0,13%

Buenos Aires/Merval -0,39%

Nova York/Nyse -0,48%

Nova York/Nasdaq -0,31%

Postado por Marçal

Compras sem trégua

28 de setembro de 2009 0

Mercado em dia

Apesar do pequeno volume financeiro, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) resistiu ao movimento de realização de lucros, encerrando com ganho de 1,59% e 61.316 pontos. A lucratividade chega a 63,29% no acumulado do ano.

Motivadas pelo desempenho em Wall Street, que avançou 1,28% no dia, as ordens de compra acabaram ofuscando a tentativa de venda por investidores com objetivo de embolsar parte dos ganhos das últimas semanas. Mas os negócios somaram apenas R$ 3,916 bilhões, bem abaixo da média diária de R$ 5,441 bilhões obtida neste mês.

Nem essa retração e tampouco a elevação do risco-país, que alcançou 243 pontos, impediram nova queda no câmbio. O dólar terminou cotado a R$ 1,7930, com baixa de 0,39% no dia e de 23,18% desde o começo de janeiro.

O anúncio de fusões de empresas movimentou os negócios no Exterior, entre os quais a aquisição da Affiliated Computer Services (ACS) pela Xerox e da compra de fábrica de medicamentos da belga Solvay pela norte-americana Abbott Labbs. Por causa do forte peso da indústria química e farmacêutica, os mercados europeus reagiram com expressivas altas, com destaques para Frankfurt (2,78%) e Paris (2,3%).

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

28 de setembro de 2009 0

São Paulo/Bovespa +1,59%

Buenos Aires/Merval +2,75%

Nova York/Nyse +1,28%

Nova York/Nasdaq +1,90%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

28 de setembro de 2009 0

Mercado em dia

Dólar comercial R$ 1,7910 (compra) e R$ 1,7930 (venda). Baixa de 0,39%

Dólar flutuante R$ 1,8600 (compra) e R$ 1,9100 (venda). Baixa de 0,52%

Ágio: +6,53%

Variação do dólar no mês: -5,13%

No ano: -23,18%

Variação do real no mês: +5,41%

No ano: +30,17%

Euro comercial R$ 2,6145 (compra) e R$ 2,6177 (venda). Baixa de 0,90%

Postado por Marçal

Fundos potenciais

27 de setembro de 2009 0

Mercado em dia

Apesar da persistente tentativa de investidores em embolsar lucros, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) permaneceu acima de 60 mil pontos nos últimos oito pregões, o que representa mais de 60% de lucratividade no acumulado do ano.

Por alcançar um desempenho acima dos outros mercados, como em relação à Wall Street, que subiu 11,5% no período, a tendência é de continuidade do movimento de vendas no curto prazo, pois muitos preferem garantir o ganho antes de que ocorram baixas mais expressivas.

Mas a perspectiva ainda é da Bovespa manter boa diferença para as demais bolsas em decorrência de duas decisões anunciadas na semana passada. A elevação da nota do Brasil para grau de investimento, pela agência de classificação de risco Moody`s, deverá engrossar no médio prazo o fluxo de dinheiro para o país tanto para as atividades produtivas quanto para o mercado de capitais.

Entre os maiores investidores do mundo, os fundos de pensão norte-americanos só podem aplicar fora dos EUA, conforme as regras daquele país, em mercados avaliados com o selo do grau de investimento. Ou seja, os recursos são alocados apenas em países com pequeno risco de calote.

Os fundos de pensão brasileiros também representam outra oportunidade de crescimento dos negócios no pregão. Além de liberados para aplicar até 10% do patrimônio no Exterior, os fundos domésticos tiveram aumentados de 50% para 70% a fatia destinada para ativos de renda variável. No total, esses fundos administraram cerca de R$ 450 bilhões.

Mesmo que as novas regras entrem em vigor efetivamente apenas em 2010, alguns fundos devem começar já uma reformulação, ampliando a participação dos investimentos de risco, pois nem todos exercem integralmente a atual margem permitida para ações em seus portfólios. Como em qualquer negócio, novas compras tendem a elevar os preços, que acabam engrossando lucros.

Postado por Marçal

Dinheiro de fora

25 de setembro de 2009 0

Mercado em dia

Contrariando o comportamento em Wall Street, que amargou baixa (0,44%) pelo terceiro pregão consecutivo, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou alta de 0,5%, mantendo-se acima de 60 mil pontos pela oitava vez seguida.

Numa jornada de forte oscilação e pequeno volume financeiro, de R$ 4 bilhões, o desempenho positivo foi sustentado pela participação do capital estrangeiro. Os papéis dos setores de energia, construção e bancário foram os alvos do movimento comprador, que acabou prevalecendo sobre a tentativa de parte do mercado realizar lucros.

Apontado como uma das primeiras economias com possibilidade de superar a crise, o Brasil reforçou seu status ao ser contemplado nesta semana com o grau de investimento pela agência de classificação de risco Moody`s.

Com essa nota, concedida aos países com pequeno risco de calote, a perspectiva é de maior ingresso de recursos no país, principalmente para atividades produtivas, o que também contagia os negócios na bolsa, na qual são cotados os papéis das principais companhias.

Mesmo em menor volume, a entrada de dinheiro externo derrubou o câmbio. O dólar encerrou valendo R$ 1,80, com baixa de 0,28%. A moeda norte-americana atinge 22,88% de perda no acumulado do ano, período no qual o Ibovespa indica valorização de 60,73%.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

25 de setembro de 2009 0

São Paulo/Bovespa +0,52%

Buenos Aires/Merval +0,50%

Nova York/Nyse -0,44%

Nova York/Nasdaq -0,79%

Postado por Marçal

Câmbio (fechamento)

25 de setembro de 2009 0

 

Dólar comercial R$ 1,7980 (compra) e R$ 1,8000 (venda). Baixa de 0,28%

Dólar flutuante R$ 1,8800 (compra) e R$ 1,9200 (venda). Estável

Ágio: +6,67%

Variação do dólar no mês: -4,76%

No ano: -22,88%

Variação do real no mês: +5,00%

No ano: +29,67%

Euro comercial R$ 2,6380 (compra) e R$ 2,6415 (venda). Baixa de 0,19%

Postado por Marçal

Queda programada

24 de setembro de 2009 0

Mercado em dia

Depois de retroceder até 59.599 pontos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com baixa de somente 0,74%, e o índice conseguiu se manter acima de 60 mil pontos pela sétima vez seguida.

Na jornada em que o Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou a alteração do limite global de aplicações em renda variável para os fundos de pensão, que passou de 50% para 70% do patrimônio, muitos investidores optaram novamente pela venda de ações. Mesmo assim, o Ibovespa acumula ganho de 59,91% no ano.

Além de garantir parte do lucro obtido nas últimas semanas, esse movimento funciona como instrumento de correção de preços. Alguns analistas não descartam a possibilidade de o Ibovespa retornar ao nível de 58 mil pontos nos próximos dias.

Isso, é claro, se não ingressar dinheiro novo no pregão. Com um patrimônio total de R$ 450 bilhões, os fundos de pensão, por exemplo, poderão aplicar mais R$ 90 bilhões em ações, além dos R$ 225 bilhões já permitidos.

O Banco Central (BC) atuou no câmbio para conter uma acentuada baixa da moeda norte-americana. Graças a um novo leilão de compra, o dólar voltou ao patamar de R$ 1,80.  A instituição, inclusive, admitiu ter comprado US$ 2,819 bilhões em setembro (até o dia 22), ante US$ 2,625 bilhões durante todo agosto.

Postado por Marçal

Bolsas (fechamento)

24 de setembro de 2009 0

São Paulo/Bovespa -0,74%

Buenos Aires/Merval -1,02%

Nova York/Nyse -0,42%

Nova York/Nasdaq -1,12%

Postado por Marçal