Num dia de notícias favoráveis, tanto no Exterior quanto no Brasil, o dólar fechou inalterado em R$ 1,7250, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou valorização 0,99%, com o índice recuperando o patamar de 66 mil pontos.
Ao contrário da Bolsa de Nova York (Nyse), que começou em baixa, depois mudou de tendência, intensificando a valorização (1,33%) até o final da jornada, o pregão paulista reduziu o ritmo de alta pouco antes do encerramento. Números da economia do país, mostrando queda no desemprego e redução da dívida pública, favoreceram a boa performance do Ibovespa, que atinge 76,12% de elevação no ano.
A recuperação das duas últimas sessões, porém, ainda não compensou a perda registrada no dia seguinte ao anúncio da cobrança de imposto de 2% sobre o capital estrangeiro aplicado na bolsa e em ativos de renda fixa. Uma drástica diminuição do giro no pregão também revela persistência de incertezas entre os investidores.
O volume financeiro somou apenas R$ 5,724 bilhões, ante média diária de R$ 7,4 bilhões no mês e de R$ 9,17 bilhões nas três rodadas anteriores. O Banco Central atuou novamente no câmbio, comprando dólares, sem, contudo, modificar a tendência dos negócios. Conforme dados de quarta-feira, as reservas internacionais atingiram US$ 233,24 bilhões. A moeda dos EUA também se estabilizou no Exterior: o euro continuou em torno de US$ 1,50.
Postado por Marçal


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