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Posts do dia 11 dezembro 2009

Parceiros revigorados

11 de dezembro de 2009 0

Graças à divulgação de indicadores econômicos favoráveis na China e nos EUA, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou (0,78%) pelo terceiro pregão consecutivo, encerrando acima de 69 mil pontos pela primeira vez desde o começo de junho do ano passado.

Um dos maiores consumidores de matéria-prima no mundo e entre os mais importantes parceiros comerciais do Brasil, a China informou crescimento em novembro de 19,2% na produção industrial, acima das projeções (18,3%) e do desempenho de outubro (16,1%). Trata-se do melhor resultado desde junho de 2007.

Outro aliado comercial estratégico do Brasil, os EUA também anunciaram números alentadores: as vendas do varejo aumentaram 1,3% em novembro, superando as previsões (0,7%) de analistas, enquanto a confiança do consumidor, segundo dados preliminares, atingiu 73,4 pontos em dezembro, ante projeções de (68,8) e o patamar de novembro (67,4).

A reação em destinos tradicionais de produtos brasileiros teve imediato efeito no risco-país, que caiu abaixo de 200 pontos pela primeira vez em 18 meses, o que também repercutiu no câmbio. O dólar registrou pequena baixa, fechando a R$ 1,7570, numa jornada em que a moeda dos EUA subiu em relação as demais divisas fortes no mundo.

Ibovespa supera 69 mil pontos

11 de dezembro de 2009 0

Influenciada pelo apetite por ações nos demais mercados globais, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) emplacou nova valorização, renovando a marca mais elevada (69.267 pontos) desde o começo de junho do ano passado. No acumulado do ano, a bolsa atinge ganho de 84,47%.

São Paulo/Bovespa +0,78%

Nova York/Nyse Mais tarde

Nova York/Nasdaq Idem

Buenos Aires/Merval Idem

Risco Brasil cai ao nível de um ano e meio

11 de dezembro de 2009 1

Medido pelo banco norte-americano JP Morgan, o risco-país fechou a semana abaixo de 200 pontos pela primeira vez desde junho de 2008. Isso significa menores temores dos investidores estrangeiros frente a um eventual calote do governo e das empresas brasileiras.

Segundo o critério adotado pela instituição, cada 100 pontos do índice representa a necessidade dos emitentes dos papéis oferecer 1% acima da taxa dos títulos do Tesouro dos EUA, que está entre zero e 0,25% ao ano. Para captar recursos no Exterior, portanto, as instituições brasileiras precisam propor taxas entre 2% e 2,25% ao ano.

Dólar reage frente ao euro

11 de dezembro de 2009 0

Menos pressionado deste a abertura, o dólar variou pouco no transcorrer das transações no câmbio, encerrando ligeiramente abaixo do nível de fechamento da véspera. Seguindo uma tendência do Exterior, onde o dólar reagiu frente as outras moedas mundiais, retornando ao patamar de US$ 1,46 por euro, a divisa européia apresentou queda mais acentuada também no Brasil.

Dólar comercial R$ 1,7550 (compra) e R$ 1,7570 (venda). Baixa de 0,51%

Dólar flutuante R$ 1,7800 (compra) e R$ 1,8400 (venda). Estável

Ágio: +4,72%

Variação do dólar no mês: +0,17%

No ano: -24,72%

Variação do real no mês: -0,17%

No ano: +32,84%

Euro comercial R$ 2,5659 (compra) e R$ 2,5694 (venda). Baixa de 1,06%

Nyse lidera ranking de IPOs

11 de dezembro de 2009 0

Com volume de operações de US$ 19 bilhões, a Nyse Euronext lidera nos EUA em 2009 as ofertas públicas iniciais (IPOs), na qual a operação do Banco Santander Brasil constituiu-se no maior negócio do período. As empresas captam mais recursos na Nyse Euronext do que em qualquer outro no mundo. Oito novos lançamentos de ações estão programados ainda para este ano.

A Nyse Euronext registra no acumulado do ano mais do dobro da quantia de US$ 8 bilhões movimentada por emissões de companhias na Nasdaq, que é a principal concorrente da Bolsa de Nova York (Nyse) no mercado norte-americano.

Observação: as ações de uma empresa só podem ser negociadas em um único mercado de cada país. Cada um deles mantém regras próprias, como custos e condições para terem seus papéis listados.

Além dos EUA, o grupo Nyse Euronext atua em Amsterdã, Bruxelas, Lisboa, Paris, entre outros, enquanto a Nasdaq opera em Estocolmo, Copenhague, Helsinque, Riga, Tallinn, Vilnius e Reykjavik. Outro grupo forte no mundo, o LSE mantém mercados em Londres e Milão.

Renovação de marca na abertura

11 de dezembro de 2009 0

Um dia depois de alcançar o mais elevado nível em um ano e meio, a bolsa brasileira começa a operar disposta a renovar essa marca. Com poucos negócios, o Ibovespa já encosta em 69.500 pontos, o que significa cerca de 1% de valorização. No câmbio, o dólar abriu menos pressionado do que na véspera, e agora é vendido a R$ 1,75.

Esse comportamento decorre da melhora nos ânimos dos investidores nos principais centros financeiros do mundo. Na Ásia, os mercados de ações mesclaram altas e baixas, mas a Bolsa de Tóquio, a maior da região da região, reagiu ao fraco desempenho dos últimos dias, disparando 2,48% na jornada. Na Europa, praticamente todas as bolsas operaram com índices no positivo, com destaques para Londres, Frankfurt e Paris que registram mais de 1% de valorização.