Graças à divulgação de indicadores econômicos favoráveis na China e nos EUA, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou (0,78%) pelo terceiro pregão consecutivo, encerrando acima de 69 mil pontos pela primeira vez desde o começo de junho do ano passado.
Um dos maiores consumidores de matéria-prima no mundo e entre os mais importantes parceiros comerciais do Brasil, a China informou crescimento em novembro de 19,2% na produção industrial, acima das projeções (18,3%) e do desempenho de outubro (16,1%). Trata-se do melhor resultado desde junho de 2007.
Outro aliado comercial estratégico do Brasil, os EUA também anunciaram números alentadores: as vendas do varejo aumentaram 1,3% em novembro, superando as previsões (0,7%) de analistas, enquanto a confiança do consumidor, segundo dados preliminares, atingiu 73,4 pontos em dezembro, ante projeções de (68,8) e o patamar de novembro (67,4).
A reação em destinos tradicionais de produtos brasileiros teve imediato efeito no risco-país, que caiu abaixo de 200 pontos pela primeira vez em 18 meses, o que também repercutiu no câmbio. O dólar registrou pequena baixa, fechando a R$ 1,7570, numa jornada em que a moeda dos EUA subiu em relação as demais divisas fortes no mundo.


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