Embalada pela animação dos mercados nos EUA e na Europa, que fecharam com boas valorizações, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) chegou a subir até 1,31%, mas fechou com baixa de 1,30% e volume de R$ 9,803 bilhões.
Foi a quinta desvalorização seguida, com perda de 4,94% no período, o que levou o Ibovespa a cair abaixo de 66 mil pontos pela primeira vez em 40 dias. Responsável por R$ 3,96 bilhões, o vencimento dos contratos de opções contribuiu para elevar a movimentação da Bovespa, mas também pesou para a queda das cotações.
A mudança de rumo do Ibovespa a meia hora do final da sessão, segundo operadores, foi sustentada pela venda de ações que sobraram do exercício de opções _ liquidação de contratos de direitos de compra ou de venda de uma determinada ação, quase sempre as mais líquidas do mercado, como Vale e Petrobras.
O recuo dos preços também refletiu um movimento de investidores típico de fim de ano. Alguns administradores de fundos costumam vender os papéis mais valorizados para ampliar o retorno dos ativos de seus clientes.
Posteriormente, retornam ao mercado para recompor as carteiras, especialmente quando permanece a perspectiva de alta na bolsa. E, por enquanto, apesar dessa sequência negativa, as apostas são favoráveis no curto e médio prazo.


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