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Posts de dezembro 2009

Papéis gaúchos de peso

30 de dezembro de 2009 0

Numa jornada de estabilidade, o dólar terminou 2009 com a maior desvalorização (25,32%) em 15 anos de Plano real, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) emplacou sua quinta alta (0,43%) seguida, ampliando para 82,66% o ganho do ano, quando alguns papéis de empresas gaúchas tiveram desempenho ainda melhores.

Com lucratividade de 93,49% no período, as ações preferenciais da Gerdau, conforme nova prévia do Ibovespa para o primeiro quadrimestre de 2010, anunciada pela bolsa nesta quarta-feira, passam a integrar o seleto grupo das cinco blue chips mais importantes do mercado brasileiro.

Com peso de 3,79%, Gerdau PN abocanhou o quinto lugar, ocupado por Bradesco PN, perdendo somente para Petrobras PN (12,578%), Vale PNA (11,666%), Itaú Unibanco PN (4,724%) e BMF Bovespa ON (4,356%) em volume de recursos nos últimos 12 meses entre 63 papéis de 57 empresas do índice para o período de janeiro a abril.

Fora do Ibovespa, chamadas de segunda linha nobre, ações de companhias gaúchas também se destacaram em lucratividade em 2009. Marcopolo PN, por exemplo, disparou 112,93% no período, quando Randon Participações PN (148,48%) e Banrisul PNB (162,50%) apresentaram valorizações ainda mais robustas.

Mesmo sem repetir números tão exuberantes, a tendência é de que esses papéis continuem promissores em 2010, quando os fundamentos das empresas tendem a melhorar por conta da perspectiva de fortalecimento do mercado interno e de uma reação consistente da economia global.

Bolsa sobe 82,66% em 12 meses

30 de dezembro de 2009 0

Depois de operar perto da estabilidade na maior parte do dia, o Ibovespa avançou pouco antes do encerramento do pregão, consolidando a quinta valorização consecutiva. Com isso, a bolsa brasileira acumulou em 2009 o extraordinário ganho médio de 82,66%. Composto pelas 65 ações mais negociadas no mercado, o Ibovespa terminou o ano com 68.588 pontos, ante 37.550 unidades no final de 2008.

São Paulo/Bovespa +0,43%

Nova York/Nyse Mais tarde

Nova York/Nasdaq Idem

Buenos Aires/Merval Idem

Dólar cai 25,32% em 2009

30 de dezembro de 2009 0

Numa sessão de pequena liquidez, a moeda norte-americana abriu cotada a R$ 1,75, cedeu abaixo de R$ 1,74 no transcorrer do dia, voltanda a subir e fechar no mesmo valor dos negócios da véspera. Com isso, o dólar consolidou queda de 25,32% em 2009. Ou seja, o real teve valorização de 33,91% no período.

Conforme a consultoria Economática, a desvalorização do dólar em 2009 é a maior em 15 anos de Plano Real.

Dólar comercial R$ 1,7410 (compra) e R$ 1,7430 (venda). Estável

Dólar flutuante R$ 1,7600 (compra) e R$ 1,8400 (venda). Estável

Ágio: +5,57%

Variação do dólar no mês: -0,63%

No ano: -25,32%

Variação do real no mês: +0,63%

No ano: +33,91%

Euro comercial R$ 2,4952 (compra) e R$ 2,4984 (venda). Baixa de 0,19%

Pequeno giro financeiro derruba preços

30 de dezembro de 2009 0

Depois de quatro rodadas no azul, a bolsa recua rapidamente nas primeiras transações do último pregão do ano, quando poucas transações tendem a travar os preços dos papéis. O Ibovespa perde cerca de 0,7% neste momento, caindo abaixo de 68 mil pontos. O dólar começou ligeiramente acima do valor da véspera, mas cedeu no decorrer da manhã e agora é vendido a R$ 1,7430.

Assim como na bolsa, a tendência é de maior oscilação do preço, ainda que em pequenas margens, devido ao escasso volume de transações. Em sessões de pouca liquidez, por vezes, basta apenas um negócio de maior proporção para alterar o rumo das cotações.

Na Ásia, as bolsas tiveram desempenho misto. Entre as maiores, Xangai avançou 1,58%, e Tóquio fehcou com queda de 0,86%. Na Europa, as bolsas operam no vermelho até agora, mas sem grandes variações.

 

Confira as cotações:

Um ano espetacular

29 de dezembro de 2009 0

Numa jornada em que Wall Street interrompeu sequência de seis altas, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) sustentou valorização (0,57%) pela quarta vez seguida, devendo hoje terminar o ano como a bolsa mais rentável do mundo.

Faltando apenas um pregão, pois amanhã os mercados estarão fechados, a bolsa brasileira atinge ganho de 81,88% em 2009, ante 21,65% na Bolsa de Nova York (Nyse).

A diferença cresce espetacularmente se o desempenho for convertido para dólares. Segundo dados da agência Bloomberg, a Bovespa alcança lucro de 140,07%, ante 19,82% na Nyse. As bolsas da Rússia (129,45%), da Indonésia (121,9%) e do Peru (116, 94%) são outras bem cotadas no período.

Outro levantamento, da consultoria Economática, mostra que o valor de mercado das empresas brasileiras de capital aberto disparou 129,6% em 2009, passando de US$ 533,6 bilhões para US$ 1,224 trilhão.

Conforme o estudo, o destaque do ano foi o setor da construção. O valor de mercado das 27 empresas saltou 367,9%, atingindo US$ 30,6 bilhões. Mas o setor bancário ainda é o mais representativo, com valor de mercado de US$ 259,6 bilhões.

Esses números mostram que, assim como provoca a derrocada de muitos, as crises financeiras se constituem em oportunidade para outros tantos. Site especializado em fundos, o Fortuna revela que 39 mil novos cotistas foram absorvidos pela indústria brasileira de fundos em 2009.

Wall Street fecha estável

29 de dezembro de 2009 0

Após seis pregões de alta, a Bolsa de Nova York (Nyse) fechou praticamente estável. O índice Dow Jones encerrou com 10.545,41 pontos, com ganho médio de 21,65% no acumulado do ano. Ou seja, o lucro em Wall Street representa um quarto do ganho da Bovespa no período.

São Paulo/Bovespa +0,57%

Nova York/Nyse -0,02%

Nova York/Nasdaq -0,12%

Buenos Aires/Merval +1,57%

Bolsa consolida quarta alta seguida

29 de dezembro de 2009 0

Numa jornada de forte oscilação, mas sem grandes variações do índice, situação típica de jornadas de pouca movimentação financeira, a Bovespa acabou emplacando sua quarta valorização consecutiva. Com isso, ampliou para 81,88% o ganho acumulado em 2009, quando deverá se constituir na bolsa mais rentável do mundo. O Ibovespa fechou com 68.296 pontos.

São Paulo/Bovespa +0,57%

Nova York/Nyse Mais tarde

Nova York/Nasdaq Idem

Buenos Aires/Merval Idem

Dólar avança após três rodadas

29 de dezembro de 2009 0

A moeda norte-americana abriu em baixa, intensificou a tendência durante a sessãoa, mas acabou reagindo nas horas finais de negociação, encerrando ligeiramente acima do valor da véspera. Com isso, o dólar comercial interrompeu sequência de três quedas consecutivas. No câmbio flutuante, onde os turistas adquirem moedas para cobrir despesas no Exterior, entretanto, a cotação cedeu ainda mais. No mercado internacional, o dólar manteve-se no nível de US$ 1,43 por euro.

Dólar comercial R$ 1,7410 (compra) e R$ 1,7430 (venda). Alta de 0,11%

Dólar flutuante R$ 1,7600 (compra) e R$ 1,8400 (venda). Baixa de 1,08%

Ágio: +5,57%

Variação do dólar no mês: -0,63%

No ano: -25,32%

Variação do real no mês: +0,63%

No ano: +33,91%

Euro comercial R$ 2,5001 (compra) e R$ 2,5031 (venda). Baixa de 0,12%

Dólar recua e bolsa mantém alta

29 de dezembro de 2009 0

Depois de três jornadas de perdas, o dólar abriu novamente em baixa, cedendo ainda mais nos negócios da manhã, sendo agora negociado a R$ 1,7320. Esse comportamento deve-se ao maior fluxo de entrada do que saída de recursos no câmbio, no qual pesa também a tranquilidade do cenário extermo. Na Bovespa, o índice avança cerca de 0,3% nas primeiras operações. O ritmo lento dos preços é reflexo da pequena movimentação financeira, que costuma cair muito nos últimos pregões do ano.

Também mais comedidas do que nas sessões anteriores, as principais bolsas mundiais mantêm ganhos nesta terça-feira. Na Ásia, Xangai avançou 0,72%, enquanto Tóquio fechou praticamente estável. Na Europa, Londres registra o ganho mais significativo, em torno de 0,7%, em razão de permanecer fechada na véspera devido a um feriado.

Rali na chegada a 2010

28 de dezembro de 2009 0

Numa sessão de pequeno giro financeiro, o dólar caiu pela terceira vez, fechando a R$ 1,7410, com queda de 25,41% ao longo do ano, enquanto a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou (0,46%) pelo terceiro pregão seguido, ampliando para 80,83% o ganho acumulado no ano.

Essa performance acompanhou o ritmo dos negócios em Wall Street, que emplacou a sexta valorização (0,26%) consecutiva, o que levou o Dow Jones a alcançar sua maior pontuação (10.547,08) desde 1º de outubro do ano passado. Em 2009, a variação do índice chega a 21,67%.

O desempenho da Bolsa de Nova York (Nyse) está bem abaixo do registrado pela bolsa brasileira no período, mas supera com folga o retorno de ativos de renda fixa nos EUA, que são remunerados com base na taxa básica, fixada entre zero e 0,25% ao ano. A perspectiva de retomada do aumento dos juros nos EUA no próximo ano é o principal combustível para esse rali de alta, que reflete a expectativa de dias melhores em 2010.

O petróleo também reagiu ao cenário favorável, atingindo US$ 78,77 por barril em Nova York, o que favoreceu os negócios na Bovespa, que movimentou apenas R$ 3,41 bilhões, dos quais R$ 366 mil referentes aos papéis da OGX. Empresa do grupo EBX, a OGX anunciou ter encontrado indícios de petróleo e gás em um poço na Bacia de Campos.

Dow Jones bate recorde de 2009

28 de dezembro de 2009 1

Wall Street registrou alta pela sexta vez consecutiva, e o Dow Jones encerrou com a maior pontuação (10.47,08) desde 1º de outubro do ano passado. Em 2009, o índice atinge variação de 21,67%. Mesmo assim, a Bolsa de Nova York (Nyse) perde disparada para a Bolsa de São Paulo (Bovespa), que acumula lucro médio de 80,83% no mesmo período.

São Paulo/Bovespa +0,46%

Nova York/Nyse +0,26%

Nova York/Nasdaq +0,24%

Buenos Aires/Merval +1,48%

Bolsa tem terceira alta seguida

28 de dezembro de 2009 0

Influenciada pela performance dos principais mercados mundiais, a bolsa brasileira chegou a subir mais de 1%, operando acima de 68 mil pontos, mas acabou cedendo no transcorrer da jornada. Ainda assim, o Ibovespa emplacou sua terceira alta seguida, fechando com 67.901 pontos, o que representa variação média de 80,83% no acumulado do ano.

São Paulo/Bovespa +0,46%

Nova York/Nyse Mais tarde

Nova York/Nasdaq Idem

Buenos Aires/Merval Idem

Dólar passa a registrar perda no mês

28 de dezembro de 2009 0

Embalado pelo bom desempenho do mercado mundial e de um fluxo positivo de recursos estrangeiros no país, o dólar começou a jornada pressionado para baixo, acelerando o ritmo no decorrer das operações. No final, acabou fechando acima da mínima do dia em razão da atuação no câmbio de interessados em aproveitar os preços baixos da moeda norte-americana. Após encostar em R$ 1,80, com mais de 2% de alta em meados do mês, a moeda passou agora a acumular queda em dezembro.

A cotação também cedeu no câmbio flutuante, segmento no qual os turistas com viagens ao Exterior se abastecem de moedas necessárias para cobrir gastos fora do país.

Dólar comercial R$ 1,7390 (compra) e R$ 1,7410 (venda). Baixa de 0,91%

Dólar flutuante R$ 1,7800 (compra) e R$ 1,8600 (venda). Baixa de 1,06%

Ágio: +6,84%

Variação do dólar no mês: -0,74%

No ano: -25,41%

Variação do real no mês: +0,75%

No ano: +34,06%

Euro comercial R$ 2,5029 (compra) e R$ 2,5060 (venda). Baixa de 0,63%

Dólar acelera ritmo de queda

28 de dezembro de 2009 0

Pressionado pelo fluxo positivo no câmbio, como ocorre desde a semana passada, o dólar abriu a semana em baixa, aprofundando a tendência nas últimas transações, sendo agora vendido a R$ 1,7410. No mercado de ações, o Ibovespa sobe quase 1% nos primeiros negócios, retomando o patamar de 68 mil pontos. A manutenção da alta, porém, depende do volume financeiro, que costuma cair bastante nos pregões de encerramento do ano.

No Exterior, as bolsas funcionam em alto estilo, com destaque para as valorizações em Xangai (1,51%) e Tóquio (1,33%). Na Europa, onde Londres permanece fechada por feriado, Paris e Frankfurt também operam com desempenho positivo, mas inferior a 1% na sessão.

Reação especulativa

27 de dezembro de 2009 0

Embalado por rumores de que o Federal Reserve _ Fed, o banco central  dos EUA _ irá retomar a política de aperto monetário, o dólar reagiu em dezembro frente às demais divisas. Em quatro semanas, a cotação saiu de US$ 1,51 para o nível de US$ 1,43 por euro, valorizando-se cerca de 5% diante de seu principal concorrente.

A perspectiva de recuperação econômica dos EUA mais rápida do que o previsto renovou as apostas de que o Fed voltará a elevar a taxa básica, fixada entre zero e 0,25% ao ano. Essa corrida ao dólar, portanto, foi sustentada por especulações, mas a demanda pode crescer mais em caso de confirmação de mudança na trajetória dos juros. No começo de 2010, acreditam analistas, o Fed vai dar sinais concretos dessa possibilidade.

Mesmo que em doses graduais e moderadas, eventuais aumentos dos juros tendem a tornar os títulos do Tesouro dos EUA mais atraentes, favorecendo a migração de capitais de outras partes do mundo. Como esses recursos precisam ser convertidos para a moeda local, determinando um fluxo positivo no câmbio, o dólar acaba naturalmente se apreciando em relação às demais moedas.

Esse movimento não restringe-se aos aplicadores conservadores, que revelam aversão ao risco mesmo em momentos de estabilidade. As bolsas norte-americanas também tendem a atrair mais capitais de fora do país, especialmente para papéis de companhias com maior potencial de crescimento econômico. Muitos investidores, bem arrojados, inclusive dos EUA, porém, transferem parte de suas aplicações para mercados mais promissores, entre os quais o Brasil se destaca como grande vedete.

Com taxa de juros entre as mais elevadas do mundo e fundamentos econômicos sólidos, o Brasil ainda é um dos principais destinos para investimentos diretos ou especulativos, anulando uma reação do dólar frente ao real como a que acontece com a moeda europeia. Em dezembro, o real cai apenas 0,17% em relação ao dólar. Na comparação com o euro, o real avança 4,35% no período, justamente como compensação da diferença das moedas da Europa e dos EUA no mercado externo.