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Posts de janeiro 2010

Um porto seguro dos poupadores

31 de janeiro de 2010 0

Devido à manutenção da taxa básica (Selic) em 8,75% ao ano, segundo decisão anunciada na semana passada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), a caderneta de poupança permanece imbatível em rentabilidade para os pequenos aplicadores, que não têm condições de barganhar remuneração mais elevada de certificados de depósito bancário (CDBs) ou escapar de pesadas taxas de administração em fundos de renda fixa.

Ao contrário dos CDBs e dos fundos, que necessitam da elevação da Selic para obter maior retorno, a caderneta ganha indiretamente em razão da garantia de rendimento que não depende da variação da taxa básica. Por lei, a poupança rende no mínimo 0,5% por mês, o que representa 6,17% em um ano. Considerando-se o atual nível da Selic, após descontos de Imposto de Renda e taxa de administração, os CDBs, títulos do governo e fundos compostos por papéis públicos podem render no máximo 6,78% _ taxa paga aos investidores de maior porte.

Oportunidade de ganho mais elevado só pela compra de ações ou cotas de fundos de ações, fundos multimercados ou clubes de investimentos. Mas são operações arriscadas, porque podem apresentar desempenho negativo _ saldo menor do que o capital depositado. Muitos investidores ainda não recuperaram perdas ocasionadas durante o auge da crise global, assim como outros, por exemplo, que entraram na bolsa no fim do ano passado, uma vez que o Ibovespa, que mede o desempenho médio das 64 ações mais negociadas do mercado, acumula queda de 4,65% em 2010.

Considerada um porto seguro em momentos de turbulência financeira, a poupança é também usada por muitos como reserva de recursos para situações inesperadas, como cobertura de despesas com doenças ou perda do emprego. Aos jovens e adolescentes, estudantes ou trabalhadores que  ganham pouco, é um importante instrumento de iniciação financeira para bancar projetos pessoais no futuro, como viagens de férias ou aquisição de bens mais valiosos.

Os especialistas sugerem, pelo menos, poupar 10% da renda mensal. Quem depositar mensalmente R$ 100 na caderneta terá cerca de R$ 1,24 mil no final de um ano, criando condições, por exemplo, para comprar à vista um computador ou um pacote de oito dias e sete noites a Porto Seguro, um dos principais destinos turísticos do Brasil.

Janeiro desastroso

29 de janeiro de 2010 0

No rastro de Wall Street, que fechou janeiro com a maior baixa (3,45%) mensal desde fevereiro do ano passado, o mercado doméstico amargou no período o pior resultado desde outubro de 2008, no auge da turbulência financeira global.

Seguindo a valorização do dólar no Exterior, onde bateu em US$ 1,39 por euro, a moeda dos EUA completou nove sessões consecutivas de alta no Brasil, atingindo o maior preço (R$ 1,8850) desde 1º de setembro do ano passado. Com isso, o dólar avançou 8,15% em janeiro, consolidando a maior alta mensal em 15 meses.

Os recursos que saem do país, pressionando a elevação da taxa de câmbio, são os mesmos que derrubam as cotações na Bolsa de São Paulo (Bovespa). A queda no dia foi de 0,28%, mas, em janeiro, a bolsa teve desvalorização de 4,65%, na pior performance desde outubro de 2008. Só nos últimos cinco dias, segundo dados preliminares, o saldo negativo dos investimentos estrangeiros no pregão teria atingido US$ 2,5 bilhões.

A jornada de ontem começou promissora. O Ibovespa chegou a subir até 1,5%, e o dólar ensaiou suave baixa, graças à divulgação de balanços corporativos positivos nos EUA e à confirmação de Ben Bernanke para novo mandato no comando do Federal Reserve, o banco central do país, além do crescimento (5,75) do PIB do quarto trimestre de 2009 acima do esperado. Nada disso serviu. No final, pesaram mais os temores ante as economias da Grécia e da Espanha e o aperto monetário na China.

Bovespa amarga perda de 4,65% em janeiro

29 de janeiro de 2010 0

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) chegou a registrar alta de até 1,45%, mas acabou amargando desvalorização de 0,28% na jornada. O Ibovespa encerrou com 65.401 pontos. Com isso, as ações terminaram janeiro com o pior desempenho no ranking das aplicações, com perda de 4,65%. Em 12 meses, entretanto, a lucratividade ainda permanece elevada: 66,41%.

Dólar fecha janeiro com alta de 8,15%

29 de janeiro de 2010 0

Acompanhando a tendência do mercado externo, onde o dólar teve outra rodada de valorização, sendo negociado a US$ 1,39 por euro, a moeda norte-americana emplacou a nona alta consecutiva no Brasil, onde alcançou o maior valor desde 1º de setembro de 2009. Com isso, o dólar fechou janeiro com elevação de 8,15%. No período, o euro subiu apenas 4,75% no Brasil.

Dólar comercial R$ 1,8830 (compra) e R$ 1,8850 (venda). Alta de 0,96%

Dólar flutuante R$ 1,8800 (compra) e R$ 1,9800 (venda). Alta de 2,06%

Ágio: +5,04%

Variação do dólar no mês: +8,15%

No ano: +8,15%

Variação do real no mês: -7,53%

No ano: -7,53%

Euro comercial R$ 2,6142 (compra) e R$ 2,6171 (venda). Alta de 0,24%

Tentativa de recuperação

29 de janeiro de 2010 0

No embalo da moeda dos EUA no Exterior, onde vem se apreciando com força e ontem foi cotada abaixo de US$ 1,40 por euro, o dólar não dá trégua também no câmbio brasileiro. Em disparada nas últimas oito jornadas, o dólar abriu hoje novamente acima do valor da véspera. Agora cedeu um pouquinho, voltou a avançar e agora é negociado a R$ 1,8660. A Bovespa, que acabou com sequência de cinco perdas, sobe cerca de 0,7% nas primeiras transações desta sexta-feira, recuperando a marca de 66 mil pontos.

Atrás da Bolsa de Nova York (Nyse),que amargou acentuada baixa na quinta-feira, as bolsas asiáticas fecharam a semana no vermelho, com destaque para quedas de 2,44% em Seul e de 2,08% em Tóquio. Na Europa, onde viradas de rumo no mesmo dia começam a tornar-se comum, os mercados operaram com ganhos. As bolsas de Londres, Frankfurt e Paris avançam quase 1%.

A confirmação desse ritmo depende da abertura em Wall Street, que deve repercurtir hoje a aprovação de ontem (depois de terminadas as operações) no Senado dos EUA de mais quatro anos para Ben Bernanke na presidência do Federal Reserve, o banco central do país. A possibilidade de troca no comando da instituição era um dos motivos de preocupação dos investidores, que temiam uma repentina mudança na política monetária norte-americana.

Confira as cotações:

Reação de última hora

28 de janeiro de 2010 0

Na sessão em que o dólar emplacou a oitava valorização seguida, atingindo o maior nível (R$ 1,8670) desde 2 de setembro de 2009, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) interrompeu sequência de cinco baixas, com alta de 0,8%, graças a um movimento de compras nas duas horas finais do pregão.

O volume somou R$ 6,391 bilhões na Bovespa, na qual os papéis ordinários da Vale foram os únicos a fechar no negativo entre as 10 principais blue chips do mercado. Mesmo com retração dos preços do petróleo no Exterior, as ações da Petrobras garantiram ganhos pelo segundo dia consecutivo.

O desempenho da bolsa brasileira contrariou a tendência nos EUA e na Europa. Seguindo os mercados asiáticos, que obtiveram bons ganhos, as bolsas europeias operaram no azul durante quase toda o dia, mas acabaram com pesadas baixas influenciadas pela abertura em Wall Street.

Números piores do que o esperado nos EUA sobre encomendas de bens duráveis e pedidos do auxílio-desemprego, além de alguns frustrantes resultados corporativos, assustaram os investidores. A Bolsa de Nova York (Nyse) caiu 1,13%, e o dólar foi negociado abaixo de US$ 1,40 por euro pela primeira vez desde julho de 2009.

A aprovação pelo Senado dos EUA, no final da tarde, de um segundo mandato para Ben Bernanke no comando do Federal Reserve, o banco central do país, pode favorecer a retomada da tranquilidade a partir de hoje, pois uma troca de comandante na instituição era um dos focos de apreensão dos mercados.

Bolsa acaba sequência de queda

28 de janeiro de 2010 0

Depois de cinco pregões de perdas e oscilar com força na jornada, quando chegou a cair cerca de 0,7% no turno da tarde, a Bovespa conseguiu fechar as operações com valorização de 0,80%. O Ibovespa encerrou 65.587 pontos, o que representa 4,38% de queda no acumulado de janeiro. Wall Street, entretanto, registra baixa de quase 1% neste momento.

Dólar reverte rumo no Brasil seguindo evolução no Exterior

28 de janeiro de 2010 0

Depois de abrir abaixo do nível da véspera, inclusive intensificando a queda na jornada da manhã, o dólar retomou com força a tendência de alta, chegando a ser negociado acima de R$ 1,87. Mesmo recuando levemente nas últimas operações, a moeda dos EUA acabou consolidando sua oitava valorização seguida no mercado brasileiro. Esse comportamento acompanhou o rumo do dólar no Exterior, onde foi negociado abaixo de US$ 1,40 por euro pela primeira vez desde julho de 2009. Em Frankfurt, o euro fechou a US$ 1,3959, ante US$ 1,4037 na quarta-feira. Com sede nesta cidade alemã, o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,3999. No mercado de moedas dos EUA, o dólar está cotado a US$ 1,3977 neste momento.

Dólar comercial R$ 1,8650 (compra) e R$ 1,8670 (venda). Alta de 0,43%

Dólar flutuante R$ 1,8400 (compra) e R$ 1,9400 (venda). Estável

Ágio: +3,91%

Variação do dólar no mês: +7,11%

No ano: +7,11%

Variação do real no mês: -6,64%

No ano: -6,64%

Euro comercial R$ 2,6074 (compra) e R$ 2,6108 (venda). Alta de 0,13%

Nova virada de tendência

28 de janeiro de 2010 0

Depois da forte reação da abertura, que prometia finalmente acabar com o péssimo desempenho das últimas jornadas, os ativos domésticos inverteram a tendência do dia devido ao comportamento em Wall Street. No câmbio, o dólar é vendido agora a R$ 1,87, enquanto a Bolsa de São Paulo registra perda de cerca de 0,6%.

Nos EUA, a Bolsa de Nova York desanda mais de 1% e o dólar é negociado abaixo de US$ 1,40 por euro, o que não ocorria desde julho do ano passado. Esse desempenho decorre da divulgação pelo Departamento de Comércio de um aumento ( 0,3%) nas encomendas de bens duráveis em dezembro bem abaixo do esperado (2%) por economistas. O Departamento de Trabalho, por sua, informou redução nos pedidos do auxílio-desemprego, mas abaixo das expectativas do mercado financeiro. Também alguns resultados corporativos surpreendenram negativamente os investidores.

Mercados mostram reação generalizada

28 de janeiro de 2010 0

Depois de sete altas e o maior valor desde setembro de 2009, o dólar começou o dia com pequena baixa, recuou um pouco mais e agora é vendido a R$ 1,8470. Com cinco quedas seguidas e a menor pontuação desde novembro, a Bovespa avança quase 1% nas primeiras operações do pregão.

Essa virada acompanha os mercados externos, que, contagiados pelo bom desempenho da véspera em Wall Street, apresentam recuperação generalizada nesta quinta-feira. Os investidores parecem dispostos a superar a minicrise provocada pela redução do crédito na China e pela adoção de regras duras para os bancos nos EUA. Podem, porém, estar apenas aproveitando os preços mais atraentes das ações. Afinal, as quedas foram bem acentuadas nos últimos dias.

Na Ásia, os ganhos foram encabeçados por Jacarta (2,15%), Cingapura (1,90%), Taipé (1,78%), Hong Kong (1,61%) e Tóquio (1,58%). A Bolsa de Xangai avançou apenas 0,25%. Na Europa, as bolsas de Londres, Frankfurt e Paris, os três maiores centros financeiros do continente, registram mais de 0,5% de valorização.

Confira as cotações:

Pressão doméstica

27 de janeiro de 2010 0

Os ativos domésticos repetiram o péssimo desempenho da véspera. O dólar emplacou a sétima alta, atingindo o maior valor (R$ 1,8590) desde 3 de setembro do ano passado, e a bolsa registrou baixa (0,69%) pela quinta vez, fechando no menor nível (65.069) desde 12 de novembro de 2009.

Ao contrário de jornadas anteriores, em que acompanhou o ritmo do Exterior, a moeda dos EUA avançou ontem com força devido ao maior fluxo de saída de divisas no país. Apesar de subir levemente, o dólar manteve-se no patamar de US$ 1,40 por euro. Essa pressão interna, em parte, decorre de especulação por interessados em embolsar mais reais em operações do câmbio.

Conforme dados preliminares do Banco Central (BC), a saída de recursos superou o ingresso em quase US$ 1,5 bilhão nos últimos dois dias. Números consolidados do BC, porém, mostram saldo positivo de US$ 10 milhões no acumulado do ano (até dia 22), quando as reservas internacionais alcançaram US$ 241,370 bilhões.

A manutenção dos juros básicos no Brasil, em 8,75% ao ano, e nos EUA, entre zero e 0,25% ao ano, já era esperada na Bovespa, que movimentou R$ 6,13 bilhões. Surpreendentemente, os papéis da Petrobras subiram no pregão, apesar de o petróleo amargar nova queda em Nova York, onde Wall Street reagiu nas últimas transações, fechando com alta de 0,41%. Isso pode favorecer melhor sorte na abertura dos negócios de hoje no Brasil.

Bovespa cai pela quinta vez

27 de janeiro de 2010 0

Influenciada outra vez pela apreensão dos investidores externos, a Bovespa emplacou sua quinta desvalorização seguida. A perda foi de 0,69%, mas o Ibovespa conseguiu manter-se acima de 65 mil pontos (65.069) após permanecer abaixo desse patamar na maior parte da tarde. Em janeiro, a bolsa passou a acumular perda de 5,13%.

Dólar sobe pela sétima vez

27 de janeiro de 2010 0

A moeda norte-americana avançou bem pouco hoje no Exterior, mantendo-se no patamar de US$ 1,40 por euro, mas foi bastante pressionada no mercado de câmbio do Brasil, no qual alcançou a sétima valorização consecutiva e o maior valor desde 3 de setembro de 2009. Durante a jornada, chegou a ser vendida a até R$ 1,8660, mas acabou devolvendo parte dessa alta.

Dólar comercial R$ 1,8570 (compra) e R$ 1,8590 (venda). Alta de 1,25%

Dólar flutuante R$ 1,8400 (compra) e R$ 1,9400 (venda). Alta de 1,04%

Ágio: +4,36%

Variação do dólar no mês: +6,66%

No ano: +6,66%

Variação do real no mês: -6,24%

No ano: -6,24%

Euro comercial R$ 2,6044 (compra) e R$ 2,6074 (venda). Alta de 0,77%

Teste financeiro para crianças

27 de janeiro de 2010 0

Autor do livro O Menino do Dinheiro, da Editora Gente, o educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos criou o teste abaixo, bastante simples para que as crianças e adolescentes possam avaliar suas relações financeiras. Responda e veja qual é o seu nível de conhecimento sobre o assunto:

1 – O que você conhece sobre o dinheiro?

a) ( ) Nada, meus pais que cuidam do dinheiro

b) ( ) Um pouco, ouço meus pais conversarem sobre dinheiro

c) ( ) Acredito que sei e procuro gastar somente o necessário

2 – Quando você recebe um dinheiro, o que você faz?

a) ( ) Gasto tudo e não sei dizer onde.

b) ( ) Gasto parte do que recebo com doces, sorvetes, chocolates e outros.

c) ( ) Separo parte do que recebo para meus desejos e sonhos e o restante gasto com doces, balas, figurinhas, joguinhos, etc.

3 – Como você faz para guardar dinheiro?

a) ( ) Eu não guardo dinheiro.

b) ( ) Ponho em um cofrinho e quando enche, quebro e gasto.

c) ( ) Ponho em um cofrinho sempre com objetivo definido, exemplo (compra de um brinquedo ou algo que quero ter)

4 – Com o dinheiro do lanche o que você faz:

a) ( ) Gasto tudo imediatamente, com doces e salgados.

b) ( ) Gasto parte e a outra guardo para gastar depois da aula.

c) ( ) Guardo parte para realizar meus desejos e sonhos e o restante gasto em meu lanche.

5 – Quando assiste propagandas na televisão ou vê na internet você:

a) ( ) Quer logo comprar e pede para seus pais.

b) ( ) Busca uma desculpa e logo vai envolvendo seus pais para que comprem.

c) ( ) Quando vejo uma propaganda, procuro ver se já não tenho este produto e se faz parte de meus sonhos, caso contrário não dou importância.

6 – Ao ir ao Shopping Center, como você se comporta?

a) ( ) Quero comprar tudo que vejo e como tudo o que posso.

b) ( ) Aproveito a oportunidade para convencer os pais a comprarem o que eu quero.

c) ( ) Passeio, me divirto e não me empolgo com promoções, e somente vou às compras quando tenho dinheiro e já sabendo o que quero comprar.

7 – Quanto tempo dura sua mesada ou semanada?

a) ( ) Nunca dá, geralmente peço mais dinheiro.

b) ( ) Ela é suficiente mas não sobra nada.

c) ( ) Sempre guardo uma parte do que ganho para realizar meus desejos e sonhos, o restante consumo em minhas despesas diárias.

8 – Com seus amigos na escola você:

a) ( ) Quero sempre ter a melhor mochila, o melhor tênis, o celular mais modernos, etc.

b) ( ) Respeito meus amigos mas procuro ter sempre o que eles tem.

c) ( ) Respeito meus amigos e procuro entender a situação financeira de cada um.

9 – O que você mais gosta de fazer nos finais de semana?

a) ( ) Ir no shopping, cinema, parque, lanchar etc.

b) ( ) Sair para passear com meus pais de preferência onde exista lojas e entretenimentos

c) ( ) Sair, passear, curtir meus pais e parentes e nem sempre gastar.

10 – Quando ganha dinheiro de presente?

a) ( ) Gasto tudo, era um dinheiro que não esperava mesmo.

b) ( ) Guardo uma parte para gastar, e gasto rapidamente.

c) ( ) Como era um dinheiro que não esperava, guardo para realizar meus desejos e sonhos.

RESULTADOS

Cada resposta tem uma pontuação

a) 5 pontos

b) 10 pontos

c) 15 pontos

Até 70 pontos

Atenção! Muito cuidado! Meu jovem, você precisa adquirir uma forma de lidar com o dinheiro que o leve ao consumo consciente e necessita de mudanças imediatas, lembrando que o dinheiro tem que ser respeitado e nunca desprezado. Durante toda sua vida o dinheiro passará por suas mãos e se você não aprender a controlá-lo terá grande dificuldade financeira. O importante é guardar parte do dinheiro que passará por suas mãos para a conquista de seus sonhos. Aconselho urgentemente a leitura do livro "O Menino do Dinheiro" (Editora Gente) que certamente irá ajudá-lo a controlar seu dinheiro de forma que a educação financeira faça parte de sua vida para alcançar sua independência financeira.

De 75 a 120 pontos

Meu jovem seu comportamento junto ao dinheiro está muito disperso é necessário de mais atenção lembrando que o dinheiro necessita ser respeitado e nunca desprezado. É importante dar prioridades a seus desejos e sonhos visto que sem eles você não conseguirá realizá-los, é preciso escolher entre uma coisa ou outra nem sempre podemos ter tudo ao mesmo tempo. Você deve guardar parte do dinheiro que passará por suas mãos para a conquista de seus sonhos. Ganhar dinheiro, mesada ou semanada e gastar tudo não é recomendado para ter uma boa saúde financeira. Aconselho urgentemente a leitura do livro "O Menino do Dinheiro" (Editora Gente) que certamente irá ajudá-lo a controlar e guardar parte de seu dinheiro de forma que a educação financeira faça parte de sua vida para alcançar sua independência financeira.

De 125 a 150 pontos

Parabéns você já é um jovem consciente junto ao dinheiro e está no caminho certo de se tornar uma pessoa independente financeiramente. Seus sonhos certamente serão realizados devido a sua determinação de guardar parte do dinheiro que passa por suas mãos, é necessário focar, priorizar sempre seus objetivos. Continue poupando e aconselho que abra se já não abriu uma poupança ou ainda uma previdência privada para guardar seu dinheiro, visto que ele renderá juros. Procure influenciar seus irmãos e seus familiares que guardar dinheiro para realizar sonhos é plenamente possível. Aconselho a leitura do livro "O Menino do Dinheiro"(Editora Gente) www.omeninododinheiro.com.br que certamente irá ajudá-lo a fortalecer seu habito e costume de guardar parte de seu dinheiro se educando financeiramente para alcançar sua independência financeira.

Mais informações: www.disop.com.br

Vaivém incessante segue nos pregões

27 de janeiro de 2010 0

No aguardo da decisão sobre os juros nos EUA e no Brasil, o dólar abriu outra vez acima de R$ 1,84 no câmbio, recuou um pouco e voltou a subir, sendo agora vendido a R$ 1,8470. Após quatro sessões no vermelho e cair ao pior nível desde a primeira a quinzena de novembro, a Bovespa registra perda de cerca de 0,4% nas primeiras transações.

Conforme a maioria dos analistas, o Copom não deve mexer na taxa básica, fixada em 8,75% ao ano, assim como o Federal Reserve, o banco central dos EUA, tende a continuar com a taxa entre zero e 0,25% ao ano. Ambas instituições informam hoje os novos níveis de juros, mas, no mercado, a expectativa maior é com os argumentos contidos nos comunicados. Isso se não houver surpresas nas decisões.

Na Ásia, sem a mesma intensidade da véspera, as bolsas fecharam novamente com desempenho negativo, com destaques para perdas de 1,09% em Xangai, de 0,38% em Hong Kong e de 0,71% em Tóquio, os três maiores centros financeiros da região.

Depois da reação da terça-feira, quando interromperam sequência de acentuadas baixas, as bolsas europeias apresentam evolução diferenciada. Os índices caem mais de 0,5% em Londres e Paris, e funcionam perto da estabilidade em Frankfurt.

Confira as cotações: