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Posts de março 2010

Liderança consumada

31 de março de 2010 0

Na contramão de Wall Street, que registrou queda de 0,47%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) emplacou a quarta valorização (0,59%) seguida, e o índice finalmente fechou acima de 70 mil pontos, nível que havia ocupado pela última vez na primeira quinzena de janeiro.

Graças a um movimento comprador, que elevou o volume total para R$ 6,488 bilhões, o Ibovespa alcançou 70.371 pontos, consumando ganho de 5,82% em março e a liderança das ações no ranking do período, quando a inflação chegou a 0,94% conforme o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP_M) e a caderneta de poupança rendeu 0,5796%.

Isenta de imposto de renda, que consome 22,5% do ganho nas demais modalidades prefixadas até seis meses de prazo, a poupança ainda é vantajosa para pequenos aplicadores sem condições de barganhar taxas nos certificados de depósito bancário (CDBs), que pagaram no máximo 0,76%. A remuneração média dos fundos de renda fixa chegou a 0,93% e a dos fundos DI, 0,73%.

O dólar, que caiu ainda mais, alcançando R$ 1,7810, amargou perda de 1,44% em março, enquanto o ouro subiu 4,74%, atrás somente da bolsa, mas não é recomendado como investimento, pelo menos, no Brasil.

Nos EUA, o ouro é uma alternativa de reserva de valor em momentos de crise. Mas, apesar de focos de temores, especialmente quanto à situação na zona do euro, Wall Street subiu em 19 de 23 pregões, avançando 5,15% em março, bem superior à taxa básica do país entre zero e 0,25% ao ano.

Ibovespa supera finalmente 70 mil pontos

31 de março de 2010 0

Contrariando o ritmo em Wall Street, que encerrou com perda de 0,47%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou valorização de 0,59% em uma jornada de forte flutuação. Finalmente o Ibovespa fechou acima de 70 mil pontos (70.371), o que não ocorria desde a primeira quinzena de janeiro. Trata-se de quarta alta seguida e a maior pontuação desde 11 de janeiro.

Dólar fecha março com perda

31 de março de 2010 0

Segundo a tendência do mercado externo, onde a moeda dos EUA tem uma jornada de perda frente ao euro, que é negociado em torno de US$ 1,35, o dólar caiu pela terceira vez consecutiva no câmbio brasileiro. O dólar encerra o mês com desempenho negativo.

Dólar comercial R$ 1,7790 (compra) e R$ 1,7810 (venda). Baixa de 0,78%

Dólar flutuante R$ 1,8100 (compra) e R$ 1,9100 (venda). Estável

Ágio: +7,24%

Variação do dólar no mês: -1,44%

No ano: +2,18%

Variação do real no mês: +1,46%

No ano: -2,13%

Euro comercial R$ 2,4045 (compra) e R$ 2,4076 (venda). Baixa de 0,05%

Marca impossível

30 de março de 2010 0

Assim como em vários pregões há duas semanas, quando chegou a operar acima de 70 mil pontos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) voltou ontem a superar essa marca, mas novamente foi incapaz de mantê-la até o fim, fechando com 69.959 pontos e apenas 0,03% de ganho.

Depois de subir até 0,73% e bater em 70.450 pontos, o índice cedeu no transcorrer da jornada no compasso de Wall Street, que também encerrou praticamente estável, com ganho de somente 0,11%. O volume somou R$ 5,473 bilhões na Bovespa, que atinge alta de 5,2% no mês.

Pior desempenho tiveram as bolsas europeias, que, apesar de operar no azul pela manhã, fecharam com baixas generalizadas. Os mercados de países mais afetados pelo endividamento público amargaram as maiores baixas, como Atenas (1,95%) e Madri (0,99%). Ou seja, o plano de ajuda da União Europeia à Grécia não abafou o desânimo dos investidores.

No Brasil, onde o dólar recuou um pouco mais, atingindo R$ 1,7950, o desempenho das ações do setor de siderurgia impediu a Bovespa fechar no vermelho graças às informações de que a japonesa Nippon Steel teria aceitado a proposta da Vale de cerca de 90% de reajuste do minério de ferro.

As ações da mineradora avançaram 0,7% (ON) e 0,18% (PNA). Gerdau PN (1,16%), Usiminas ON (0,79%), Gerdau ON (0,78%) e Usiminas PNA (0,41%) também operaram no azul.

Bolsas fecham praticamente estáveis

30 de março de 2010 0

Numa sessão de forte flutuação, em que chegou a subir cerca de 0,7% e superar a marca de 70 mil pontos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) encerrou praticamente estável, com somente 0,03% de alta _ a terceira consecutiva. O Ibovespa ficou com 69.959 pontos. Esse comportamento acompanhou os mercados externos: Wall Street fechou com discreta (0,11%) valorização, enquanto as bolsas europeias fecharam no negativo.

Dólar tem nova baixa

30 de março de 2010 0

O dólar começou as operações no câmbio brasileiro abaixo do valor da véspera e acabou consolidando a tendência no resto da jornada, fechando em baixa pela segunda vez. No Exterior, entretanto, a moeda dos EUA registra pequena valorização, sendo negociado no patamar de US$ 1,34 por euro.

 Dólar comercial R$ 1,7930 (compra) e R$ 1,7950 (venda). Baixa de 0,22%

Dólar flutuante R$ 1,8100 (compra) e R$ 1,9100 (venda). Baixa de 1,04%

Ágio: +6,41%

Variação do dólar no mês: -0,66%

No ano: +2,98%

Variação do real no mês: +0,67%

No ano: -2,90%

Euro comercial R$ 2,4058 (compra) e R$ 2,4087 (venda). Baixa de 0,61%

Bolsa sobe e dólar recua na abertura

30 de março de 2010 0

Uma relativa tranquilidade predomina na abertura do mercado doméstico, no qual os ativos financeiros mantêm a recuperação da véspera. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) sobe em torno de 0,4%, retomando o nível de 70 mil pontos, que ocupou no começo de janeiro e por várias vezes em meados de março chegou a superar no transcorrer das operações. O dólar abriu em baixa e agora é vendido a R$ 1,7960.

Na Europa, porém, as bolsas operam perto da estabilidade, sem definição de rumo, ainda afetadas por incertezas quanto aos elevados déficits públicos de países da zona do euro. Na Ásia, os mercados fecharam com desempenho misto, com destaques para altas de 1,01% em Tóquio e de 0,48% em Seul, e queda de 0,68% em Hong Kong. A expectativa é com a abertura logo a seguir de Wall Street, que pode determinar a tendência dos negócios no dia.

Confira as cotações:

Garimpo rentável

29 de março de 2010 0

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou 1,83%, encostando no patamar de 70 mil pontos, retomado e abandonado no começo de janeiro, graças ao interesse de investidores na garimpagem de papéis das empresas de siderurgia e de mineração.

Os mercados europeus oscilaram muito, encerrando com ganhos moderados, devido à permanência de incertezas quanto a solução para o endividamento de países da zona do euro, como Portugal e Espanha. Mas o euro se fortaleceu em relação ao dólar, terminando perto de US$ 1,37.

Após disparar 4,12% na sessão anterior, a Bolsa de Atenas perdeu 0,49%, afetada por dúvidas sobre a ajuda ao país. Apesar de ter participado do plano elaborado pela União Europeia, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reiterou que só vai liberar recursos em caso de pedido do governo grego.

O desempenho em Wall Street, que avançou 0,42% beneficiado pelo aumento dos gastos dos consumidores dos EUA, pesou mais no mercado brasileiro do que o resgate da Grécia. O dólar retrocedeu 1,69%, voltando a fechar abaixo de R$ 1,80 após três sessões. A moeda atingiu R$ 1,7990.

Assim como na Europa, onde subiram atrás da apreciação do euro, as ações de mineradoras e de siderúrgicas, como Usiminas PNA (5,72%), Gerdau PN (4,7%), Siderúrgica Nacional ON (3,45%) e Vale ON (2,24%), sustentaram a reação da Bovespa, que alcançou 69.939 pontos, mas ainda apresentou discreta movimentação: R$ 5,479 bilhões.

Bovespa encosta em 70 mil pontos

29 de março de 2010 0

No embalo de uma melhora nos ânimos dos investidores internacionais, apesar da persistência de alguns focos de apreensão na zona do euro, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com alta de 1,83% e 69.939 pontos. Faltou pouco para retomar o patamar de 70 mil pontos, perdido no começo de janeiro. A Bolsa de Nova York (Nyse) avançou 0,42%, e as bolsas europeias obtiveram pequenos ganhos.

Dólar fecha abaixo de R$ 1,80

29 de março de 2010 0

Depois de três sessões acima desse nível, o dólar voltou a fechar abaixo de R$ 1,80. A moeda norte-americana começou a jornada em baixa, mas intensificou a tendência nos negócios da tarde. Esse comportamento acompanhou o ritmo da moeda dos EUA no Exterior, onde apresenta forte depreciação, sendo negociada próximo de US$ 1,35 por euro.

Dólar comercial R$ 1,7970 (compra) e R$ 1,7990 (venda). Baixa de 1,69%

Dólar flutuante R$ 1,8300 (compra) e R$ 1,9300 (venda). Estável

Ágio: +7,28%

Variação do dólar no mês: -0,44%

No ano: +3,21%

Variação do real no mês: +0,44%

No ano: -3,11%

Euro comercial R$ 2,4206 (compra) e R$ 2,4234 (venda). Baixa de 1,24%

Sem direção única

29 de março de 2010 0

Depois de uma semana turbulenta, marcada pela espera do plano de ajuda à Grécia, os principais mercados mundiais operam com rumos divergentes. Incertezas ainda rondam na Europa, onde a maior parte das bolsas apresenta moderadas baixas, como em Londres, Paris e Madri. A exceção é a Bolsa Frankfurt, que registra pequeno ganho.

A expectativa é por mais detalhes da proposta de resgate à Grécia, pois persistem dúvidas quanto a uma solução para o elevado endividamento de outros países do continente.

Na Ásia, os mercados fecharam em direções opostas, com destaques para altas de 2,09% em Xangai e de 0,88% em Kong Hong e de baixas de 0,34% em Seul e de 0,09% em Tóquio. Nos EUA, apesar da forte flutuação dos preços, Wall Street avança cerca de 0,4% neste monento.

No Brasil, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) opera com valorização de cerca de 1%, recuperando a marca de 69 mil pontos. No câmbio, o dólar abriu em baixa, cedeu mais um pouco pela manhã e agora é negociado a R$ 1,8120.

Confira as cotações:

Barreira psicológica

28 de março de 2010 0

A Bolsa de São Paulo (Ibovespa) tenta há três semanas romper 70 mil pontos, marca que chegou a retomar no começo de janeiro, mas acaba sempre perdendo fôlego nos instantes finais dos pregões. Mais do que os fundamentos das empresas brasileiras, as incertezas quanto à atividade econômica global vêm travando os preços das ações.

Considerado uma barreira psicológica, pontuação por ser vencida para que a tendência de alta ganhe consistência, o patamar de 70 mil está a apenas 2%, e a marca histórica de 73.516 pontos _ registrada em maio de 2008 _ a 7% de distância. São percentuais pequenos, mas bastante expressivos, pois tendem a determinar um novo ciclo das bolsas.

Os investidores, não só no Brasil, mas nos principais mercados mundiais, entretanto, parecem temer ultrapassagens de marcas psicológicas, pois têm consciência de que a sustentação depende de algo mais. As expectativas são de sinais de crescimento mais sustentável da atividade nos EUA e também na Europa, onde persistem dúvidas quanto a uma estabilidade duradoura.

O anúncio do plano de ajuda à Grécia, costurado pela União Europeia com participação do Fundo Monetário Internacional (FMI), não empolgou os investidores internacionais, pois faltam detalhes quanto a sua implementação. Hoje novamente as atenções se voltam ao assunto, pois a esperança é de que novos dados sejam fornecidos com a finalidade de devolver a confiança do mercado.

As dúvidas concentram-se nos demais países da zona do euro com elevados déficits públicos, especialmente com os outros integrantes dos PIIGS, sigla em inglês para o bloco formado por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha. Apesar do comunicado do acordo de resgate da Grécia, as ações dos bancos desses países, com exceção dos da Grécia,  fecharam a semana com acentuadas baixas. São indícios de que só promessas não bastam.

Ausência de detalhes

26 de março de 2010 0

O dólar avançou pela terceira vez seguida, alcançando o maior nível (R$ 1,83) desde 25 de fevereiro, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) conseguiu fechar com valorização de 0,35% em uma rodada de alta volatilidade dos preços.

Esse comportamento refletiu o ritmo dos negócios na Europa, onde a Bolsa de Atenas disparou 4,12%, mas os demais mercados do continente amargaram perdas após operar no azul pela manhã. Um movimento de venda ganhou força devido à ausência de detalhes sobre o plano de ajuda financeira à Grécia.

O comunicado do acordo da União Europeia com o Fundo Monetário Internacional (FMI), segundo analistas, foi evasivo, pois não respondeu as principais dúvidas dos investidores, especialmente quanto aos demais países com elevado endividamento público na zona do euro. As ações dos bancos de Portugal, Espanha, Itália e Irlanda tiveram acentuadas quedas.

A revisão do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no último trimestre, de 5,9% para 5,6%, reforçou as incertezas em Wall Street, que terminou praticamente estável.

No Brasil, o volume somou R$ 5,7 bilhões na Bovespa, na qual o fraco desempenho das ações da Petrobras foi compensada pelo avanço dos papéis do setor de siderurgia e mineração. Os destaques do pregão ficaram por conta de Gerdau PN (3,18%), Siderúrgica Nacional ON (1,57%), Usiminas ON (2,86%), Vale ON (0,90%), Usiminas PNA (0,81%) e Vale PNA (0,78%).

Bovespa consegue pequena alta

26 de março de 2010 0

Depois de cair cerca de 0,5% no começo da tarde, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) reverteu a tendência, fechando com valorização de 0,35% e 68.682 pontos. A Bolsa de Nova York (Nyse) encerrou praticamente estável, enquanto as bolsas europeias amargaram perdas moderadas.

Dólar sobe no Brasil e cai no Exterior

26 de março de 2010 0

Contrariando a tendência dos preços no Exterior, onde o dólar caiu frente ao euro, retornando a ser negociado no patamar de US$ 1,34, a moeda dos EUA emplacou sua terceira valorização seguida no câmbio brasileiro. O dólar atingiu o mais elevado nível desde 25 de fevereiro.

Dólar comercial R$ 1,8280 (compra) e R$ 1,8300 (venda). Alta de 0,99%

Dólar flutuante R$ 1,8300 (compra) e R$ 1,9300 (venda). Alta de 1,58%

Ágio: +5,46%

Variação do dólar no mês: +1,27%

No ano: +4,99%

Variação do real no mês: -1,26%

No ano: -4,75%

Euro comercial R$ 2,4506 (compra) e R$ 2,4539 (venda). Alta de 1,51%