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Posts de abril 2010

Ouro lidera ranking de abril

30 de abril de 2010 0

No ritmo dos mercados ocidentais, que fecharam com baixas devido ao aumento abaixo do esperado da economia dos EUA no primeiro trimestre de 2010, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) caiu 0,66%, e o dólar voltou a subir, atingindo R$ 1,7380.

As ações e o dólar amargaram o pior resultado no ranking das aplicações de abril, quando o ouro foi o ativo mais rentável. Média da variação das 66 ações mais negociadas no pregão, o Ibovespa cedeu 4,04% no mês, enquanto o dólar teve queda de 2,41%. O metal encerrou o período a R$ 69,80 por grama, o que significa 2,2% de valorização.

Esse desempenho deve-se ao avanço do ouro em Nova York, onde a onça-troy alcançou US$ 1.180,10. Ao contrário do Brasil, onde não dispõe de liquidez e os negócios ocorrem mais em razão da indústria de joias, o ouro é nos EUA um investimento em situações de instabilidade, especialmente como reserva de valor do capital.

Em vez de títulos do Tesouro, que rendem no máximo 0,25% anuais, os norte-americanos correm para o ouro ao fugir da bolsa. Nesta sexta-feira, Wall Street perdeu 1,42%, e o metal avançou 1%.

No Brasil, os ativos de renda fixa são mais atraentes em momentos de maior risco. Afinal, o país é campeão mundial em juros, e a taxa básica chega a 9,5% ao ano. Em abril, os certificados de depósitos bancários (CDBs) renderam 0,63%, ante 0,50% de ganho da caderneta de poupança.

Ações têm pior desempenho do mês

30 de abril de 2010 0

Num pregão de alta volatilidade, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com queda de apenas 0,66% e 67.529 pontos. Em abril, o Ibovespa caiu 4,04%. Com isso, as ações encerraram o período com o pior desempenbo no ranking das aplicações. A liderança foi do ouro, com 2,20% de variação. Wall Street amargou queda de 1,42% devido ao crescimento do PIB dos EUA no primeiro trimestre do ano abaixo das previsões. No mês, entretanto, a Bolsa de Nova (Yor) teve mais sorte do que a bolsa brasileira, consolidando ganho de 1,4%.

Dólar sobe no dia, mas fecha mês com perda

30 de abril de 2010 0

Depois de operar em baixa pela manhã, o dólar inverteu a tendência no câmbio brasileiro, encerrando com pequena valorização. Mas a moeda dos EUA fechou abril com perda de mais de 2%, amargando um dos piores resultados no ranking das aplicações. O euro subiu quase 1% nesta sexta-feira, mas acabou acumulando baixa de 3,9% no mês. No Exterior, o dólar tem uma jornada de depreciação. O euro é negociado acima de US$ 1,33 no mercado de divisas de Nova York.

Dólar comercial R$ 1,7360 (compra) e R$ 1,7380 (venda). Alta de 0,35%

Dólar flutuante R$ 1,7600 (compra) e R$ 1,8600 (venda). Estável

Ágio: +7,02%

Variação do dólar no mês: -2,41%

No ano: -0,29%

Variação do real no mês: +2,47%

No ano: +0,29%

Euro comercial R$ 2,3108 (compra) e R$ 2,3138 (venda). Alta de 0,93%

Dólar e bolsa caem no Brasil

30 de abril de 2010 0

A moeda norte-americana começou em queda no Brasil, cedeu um pouco pela manhã e agora é vendida a R$ 1,7270. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) amarga perda de cerca de 0,7%, contrastando com o desempenho em Wall Street.

Motivada pela divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano nos EUA, que apresentou elevação de 3,2%, a Bolsa de Nova York (Nyse) abriu com valorização e está praticamente estável neste momento. Em 2009, a economia daquele país havia se retraído em 2,4%, no pior resultado desde 1946.

Na Europa, as bolsas operam estáveis ou com pequenas baixas ainda como reflexo da apreensão em relação ao acentuado endividamento de países da zona do euro, como Grécia, Espanha e Portugal. Praticamente todos os mercados asiáticos fecharam no azul, com destaques para ganhos de 1,21% em Tóquio, de 1,59% em Hong Kong e de 0,76% em Seul.

Confira as cotações:

Trajetória de queda

29 de abril de 2010 0

Numa sessão de recuperação dos mercados mundiais, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou 1,98%, apesar de movimentar apenas R$ 5,502 bilhões. E o Banco Central (BC) precisou atuar com rigor no mercado de câmbio para evitar uma baixa mais acentuada da cotação.

A moeda dos EUA oscilou pouco no Exterior em relação ao euro, que foi negociado no patamar de US$ 1,32, mas no Brasil acelerou a trajetória de queda em decorrência da elevação da taxa básica para 9,5% ao ano. O dólar  cedeu 1,2%, atingindo o menor nível (R$ 1,7320) desde 8 de janeiro, passando a acumular perda de 0,63% em 2010.

No transcorrer das operações, o dólar chegou a ser negociado abaixo de R$ 1,73, obrigando o BC a intervir no mercado. Foram dois leilões de compra, sendo um antes do meio-dia e o outro por volta das 15h.

Juros altos tradicionalmente atraem mais recursos estrangeiros, especialmente de capitais especulativos de investidores que buscam se aproveitar do ganho em aplicações de renda fixa bem superior ao pago em seus países de origem.

A pressão de baixa também refletiu à disputa em relação à taxa média apurada nesta sexta-feira pelo BC, chamada de Ptax, que baliza a liquidação dos contratos de dólar futuro na virada do mês.

Além disso, segundo operadores, nesta semana houve muitas captações de bancos, em negócios de US$ 300 milhões e até US$ 1 bilhão, aumentando ainda mais o saldo positivo no mercado de câmbio brasileiro.

Bovespa sobe quase 2%

29 de abril de 2010 0

Contagiada pelo desempenho no Exterior, onde os principais mercados tiveram uma sessão de recuperação, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) encerrou com ganho de 1,98% e 67.978 pontos. A Bolsa de Nova York (Nyse) teve alta de 1,10%. As bolsas europeias também alcançaram boa performance, com destaques para valorizações de 2,74% em Madri, de 1,42% em Paris e de 1% em Frankfurt.

Dólar passa a acumular perda no ano

29 de abril de 2010 0

Um dia depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) elevar a taxa básica da economia para 9,5% ao ano, o dólar atingiu o menor valor desde 8 de janeiro no câmbio. Com isso, passou a registrar pequena queda no acumulado do ano. Isso deve-se ao fato de a cotação ter chegado até R$ 1,72 no primeiro dia de 2010, voltando a seguir ao nível de R$ 1,73. No Exterior, o euro apresenta discreta alta em relação ao dólar, sendo negociado em torno de US$ 1,3240 no mercado de divisas de Nova York.

Dólar comercial R$ 1,7300 (compra) e R$ 1,7320 (venda). Baixa de 1,20%

Dólar flutuante R$ 1,7600 (compra) e R$ 1,8600 (venda). Baixa de 1,06%

Ágio: +7,39%

Variação do dólar no mês: -2,75%

No ano: -0,63%

Variação do real no mês: +2,83%

No ano: +0,64%

Euro comercial R$ 2,2897 (compra) e R$ 2,2925 (venda). Baixa de 0,93%

Mercados têm jornada de recuperação

29 de abril de 2010 0

Atrás da reação nos mercados da Europa e dos EUA, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avança em torno de 1% neste momento, voltando ao patamar de 67 mil pontos. É o primeiro pregão com taxa básica de 9,5% ao ano, segundo decisão anunciada na noite de quarta-feira pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O dólar começou o dia em baixa, cedeu nas operações da manhã, rompendo abaixo a barreira de R$ 1,74, o que zera a alta acumulada no ano. Agora é vendido a R$ 1,7390.

Na zona do euro, foco do atual estágio da crise financeira global, as altas são moderadas em comparação com as perdas dos últimos pregões. Uma exceção é a Bolsa de Paris, que aumenta mais de 1%. Wall Street sobe cerca de 0,7%, também favorecida pela manutenção pelo Federal Reserve dos juros da economia norte-americana entre zero e 0,25% ao ano.

Na Ásia, houve desempenho misto, com perdas de 1,1% em Xangai e de 0,81% em Hong Kong e valorização de 0,76% em Cingapura. Maior mercado da região, a Bolsa de Tóquio permanece fechada em razão de feriado.

Confira as cotações:

Caça às pechinchas

28 de abril de 2010 0

Apesar do rebaixamento da nota da dívida da Espanha, as principais bolsas inverteram o rumo ou reduziram as perdas registradas na abertura dos pregões. Mais do que mudança de ânimos quanto ao endividamento na zona do euro, essa reação deveu-se à busca de papéis baratos por parte dos investidores.

Graças à manutenção pelo Federal Reserve _ o banco central dos EUA _ da taxa básica entre zero e 0,25% ao ano, Wall Street consolidou ganho de 0,48% em jornada de intensa oscilação de preços, determinando o ritmo dos negócios nos demais mercados ocidentais. A divulgação de balanços corporativos positivos, entre os quais os da Dow Chemical e da Goodyear, contribuíram na melhora do ambiente financeiro.

Influenciado pela redução da agência Standard & Poor's da nota de risco da Espanha um dia após decisão similar em relação à Grécia e a Portugal, o euro caiu em Frankfurt ao menor valor em um ano, ao atingir US$ 1,32, mesma cotação do encerramento no mercado de moeda de Nova York.

No Brasil, o dólar cedeu 0,68%, fechando a R$ 1,7530, enquanto a Bolsa de São Paulo (Bovespa) terminou com alta de 0,22% numa sessão em que chegou a cair quase 1% e subir mais de 1%. A movimentação somou R$ 7 bilhões na Bovespa, na qual o desempenho do setor bancário liderou a reversão de tendência. Itaú Unibanco PN (2,54%) e Bradesco PN (1,78%) foram destaques de valorização.

Bovespa fecha com pequena alta

28 de abril de 2010 0

Numa sessão de forte flutuação, em que foi de mais de 1% de alta até cerca de 0,7% de queda, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) conseguiu fechar com valorização de 0,22% e 66.655 pontos. Esse comportamento acompanhou a inversão de ânimos dos negócios externos. Wall Street encerrou com ganho de 0,48%, enquanto as bolsas europeias reduziram pela metade as perdas da jornada.

Dólar cede com serenidade dos mercados

28 de abril de 2010 0

Depois de uma abertura vacilante, os mercados mundiais foram aos poucos retomando a tranquilidade, o que levou o dólar a devolver parte da valorização obtida na véspera no câmbio brasileiro. No Exterior, a moeda dos EUA teve comportamento diferencaidos nos dois principais mercados de moedas do mundo. Em Frankfurt, o euro caiu de cerca de US$ 1,33 para US$ 1,32, e em Nova York permanece (ainda não terminaram as operações) praticamente estável, cotado levemente abaixo de US$ 1,32.

Dólar comercial R$ 1,7510 (compra) e R$ 1,7530 (venda). Baixa de 0,68%

Dólar flutuante R$ 1,7800 (compra) e R$ 1,8800 (venda). Estável

Ágio: +7,24%

Variação do dólar no mês: -1,57%

No ano: +1,60%

Variação do real no mês: +1,60%

No ano: -0,57%

Euro comercial R$ 2,3111 (compra) e R$ 2,3141 (venda). Baixa de 0,72%

Dívida da Espanha também é rebaixada

28 de abril de 2010 0

Depois dos títulos da Grécia e de Portugal, hoje foi a vez da dívida soberada da Espanha ser rebaixada pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, que, entretanto, manteve o grau de investimento, distinção reservada aos países considerados bons pagadores. A Bolsa de Madri fechou com 3,08% de perda.

Bolsas dão sinais de recuperação

28 de abril de 2010 0

Depois de cair mais de 3% na terça-feira, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) chegou a subir mais de 1% na abertura de hoje, mas está praticamente estável neste momento. No câmbio, na contramão do ritmo da bolsa, o dólar abriu no mesmo nível da véspera, cedeu pela manhã e agora é vendido a R$ 1,7610.

Num começo de jornada de forte flutuação, a Bolsa de Nova York (Nyse) registra pequena valorização neste momento, quando as bolsas europeias retomam uma relativa tranquilidade. A maior parte reduziu as perdas, sendo que alguns mercados, como o de Londres, já opera na estabilidade. Essa reação, entretanto, reflete mais uma busca por papéis baratos do que um movimento consistente de recuperação.

Confira as cotações:

Europa e Ásia têm outra rodada de perdas

28 de abril de 2010 0

Ainda sob impacto do abalo financeiro da terça-feira negra na Europa, onde as bolsas despencaram até 6% após o rebaixamento das notas de risco da Grécia e de Portugal por uma agência de classificação, os mercados mundiais têm hoje outra sessão negativa. Quase todos os pregões do Velho Mundo operam no vermelho, com destaques para baixas de quase 2% em Paris e de cerca de 1,4% em Frankfurt. Na Ásia, houve quedas generalizadas, que foram lideradas por desvalorizações de 2,57% em Tóquio e de 1,47% em Hong Kong.

Confira as cotações:

Refúgio verde

27 de abril de 2010 0

Considerada um abrigo seguro em momentos de turbulência financeira, a moeda dos EUA alcançou a melhor cotação desde o final de abril de 2009 em relação ao euro, que encerrou negociado a US$ 1,32 no mercado de Nova York.

Em Frankfurt, o euro atingiu US$ 1,33, com leve baixa em relação à véspera, mas as operações fecharam antes do anúncio de rebaixamento das notas de risco das dívidas da Grécia e de Portugal. No Brasil, porém, o dólar inverteu o rumo um dia depois de praticamente zerar o ganho acumulado no ano. A moeda dos EUA terminou em R$ 1,7650, com o maior ganho diário (1,15%) em três semanas.

Mais do que aplicação com objetivo de retorno promissor, a compra de dólares em situações conturbadas é uma estratégia para manutenção do valor do capital disponível. Passado o período de abalo financeiro, esses recursos tendem a ser novamente convertidos na moeda local.

Apesar de o Risco Brasil ter disparado quase 10%, atingindo 192 pontos, os investidores fugiram da bolsa para se refugiar no dólar mais por temor de um contágio grego do que por motivos concretos. Ainda que em marcha lenta, a economia brasileira vem apresentando sinais de recuperação mais evidentes do que em outros países.